Bula Standak Duo - Basf

Bula Standak Duo

Acetamiprido; Fipronil
21919
Basf

Composição

Acetamiprido 400 g/L
Fipronil 100 g/L

Classificação

Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2,0; 2,5; 5,0; 10; 20; 50; 100 L
Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,6 L
Tipo: Saco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,6; 2,0; 2,5; 5,0; 10 L
Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 100; 200; 210; 500 L
Tipo: Tanque
Material: Metálico/Papel revestido com polietileno/Plástico
Capacidade: 1.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:
Standak® Duo é uma mistura pronta de inseticidas contendo Fipronil do grupo químico pirazol e Acetamiprido do grupo químico dos neonicotinóides, seletivo para a cultura do algodão e milho.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura.
MODO DE APLICAÇÃO:
O tratamento de sementes deve ser realizado em local arejado e específico para esse fim. Utilizar somente sementes limpas (livres de poeira e impurezas) e de boa qualidade (alto poder germinativo e bom vigor).
O tratamento de sementes pode ser feito com o auxílio de máquinas específicas recomendadas para o tratamento industrial de sementes e tratamento na propriedade ou tambores rotativos, desde que estejam com a manutenção em dia, de tal forma para que haja uma distribuição homogênea do produto sobre as sementes, seguindo as recomendações dos fabricantes das maquinas de tratamento de sementes. O tratamento é feito, diluindo-se a dose recomendada do produto em um volume que não exceda 1000 mL de calda por 100 kg de sementes. Se o tratamento de sementes for feito com tambores rotativos, a mistura deve ser feita durante aproximadamente 3 minutos, para que se haja uma perfeita uniformização do produto sobre as sementes. Para tratamento com Maquinas de tratamento Industrial, seguei a recomendação do fabricante. As sementes tratadas deverão ser semeadas em solo adequado para o plantio de forma a obter uma germinação e emergência uniforme, seguindo as recomendações oficiais de semeadura para a cultura. Preparo da calda: o responsável pelo preparo da calda deve estar munido de equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. O preparo da calda dever ser feito, primeiro colocando a quantidade dosada de produto em um recipiente específico para esse uso, em seguida acrescentar aos poucos a quantidade de calda dosada misturando de forma a obter uma mistura homogênea, sempre mantendo a agitação da calda para evitar a decantação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado por tratar-se de tratamento de sementes antes da semeadura.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não há necessidade de observância do intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao reentrarem na área tratada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- As sementes tratadas não podem ser utilizadas para o consumo humano ou animal.
- Não há limitações de uso para as culturas registradas desde que seguidas as recomendações.
- Standak® Duo é compatível, em aplicação sequencial, com produtos usualmente utilizados para o tratamento de sementes.
- Não é recomendada a mistura de Standak® Duo com produtos de reação fortemente alcalina (hormônios, fertilizante, estimuladores de crescimento, etc.), como com qualquer outro agrotóxico.
- A regulagem da semeadora deverá ser feita com as sementes já tratadas, a adição de produtos as sementes podem alterar sua fluidez das mesmas interferindo na distribuição uniforme das sementes.
- Fitotoxicidade: o produto é seletivo para as culturas recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se a inclusão de outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

GRUPO 4A INSETICIDA
GRUPO 2B INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Standak® Duo pertence aos grupos 4A (Moduladores competitivos de receptores nicotínicos da acetilcolina) e 2B (Bloqueadores de canais de cloro mediados pelo Gaba) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do Standak® Duo como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 4A e 2B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar o Standak® Duo ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Standak® Duo, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Fenilpirazois (Fiproles) e Neonicotinoides e não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, toda as vezes possíveis, devemos associar as boas práticas agrícolas como: uso racional de fungicidas, aplicação no momento, utilizar doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.