Bula Sumirody 300

acessos
Fenpropathrin
3700
Sumitomo

Composição

Fenpropatrina 300 g/L Piretróide

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Fazer monitoramento da praga e iniciar o controle quando atingir o nível de 10% das folhas com sintoma de ataque por ácaros
Bicudo
(Anthonomus grandis)
350 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar o tratamento quando atingir o nível de 10% de plantas atacadas e um adulto por armadilha. Repetir as aplicações sempre que atingir 2 a 5% de ataque nos botões florais
Curuquerê
(Alabama argillacea)
100 a 150 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Fazer a contagem do número de lagartas pequenas e grandes e estimar a porcentagem de desfolha. Iniciar o controle, quando o nível de ataque atingir 2 lagartas/planta ou quando observar 25% de desfolha
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
300 a 350 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Fazer monitoramento e iniciar o controle quando constatar de 10% a 15% de plantas infestadas por lagartas pequenas
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Coletar 50 maçãs rijas da parte mais alta das plantas durante o caminhamento para monitoramento e iniciar o controle, quando encontrar 5% de maçãs com sintoma de ataque. Em caso de utilização de armadilhas com feromônio, deve-se iniciar o controle quando for capturado 10 adultos/armadilha
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 200 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. O tripes deve ser combatido quando encontrar 6 indivíduos por planta atacada
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. O período de seca com estiagem prolongada são condições propícias ao desenvolvimento do ácaro vermelho, podendo o ataque ocorrer em reboleiras e, em casos graves, expandir para toda a lavoura
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
250 a 400 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. O controle deve ser iniciado quando a infestação atingir o nível de controle (30% das folhas minadas sem sinais de predação), pulverizando-se as partes mais atacadas da lavoura
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos cafezais para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
150 mL p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 7 dias. O controle deve ser iniciado, no estádio vegetativo, quando forem amostrados 15 tripes/planta, e após esta fase, quando forem amostrados 30 tripes/planta
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 28 dias. Fazer monitoramento periodicamente do pomar a cada 7 ou 15 dias, em pelo menos 1% das plantas de cada talhão e iniciar o controle quando 5% a 10% dos frutos ou ramos examinados apresentarem um ou mais ácaros
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 28 dias. Fazer monitoramento com armadilhas de feromônio, e fazer a aplicação quando forem capturados 6 a 8 adultos/armadilha/ semana
Cochonilha
(Orthezia praelonga)
50 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 28 dias. Recomenda-se fazer inspeções periódicas nos pomares cítricos para que o foco inicial possa ser rapidamente detectado e combatido. A ortézia, como outras espécies de cochonilhas, tem uma característica que dificulta o seu controle porque ela possui o ovissaco, câmara onde os ovos são depositados, que não é atingido pelos inseticidas e nem atacado pelo seu inimigo natural, preservando os ovos. Aplicar o produto cobrindo toda a parte área da planta, inclusive os troncos e os ramos
Mosca do mediterrâneo
(Ceratitis capitata)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 28 dias. Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas contendo atrativo, colocando-os do lado que nasce o sol na proporção de uma armadilha a cada 5 ha. Aplicar o produto quando se observar captura média de 14 moscas/armadilha/semana, sendo feitas 2 avaliações semanais
Pulgão preto dos citros
(Toxoptera citricida)
20 mL p.c./100L água 5 a 10 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 28 dias. O controle químico deve ser usado em casos extremos, quando o ataque é intenso e generalizado e quando o número de inimigos naturais é reduzido. A pulverização deve ser efetuada quando os adultos estão presentes nas brotações
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
30 mL p.c./100L água 500 a 700 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto quando constar o aparecimento das primeiras formas móveis
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar o produto quando a infestação atingir o nível de controle, ou seja, quando encontrar seis plantas com sintoma de ataque ou presença dos ácaros em 2m de linha
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
100 a 200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Aplicar o produto quando o nível de ataque atingir 40 ninfas por batida de pano ou em 2 m de linha
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
100 a 200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Devido à importância da mosca-branca como transmissora do vírus-do-mosaico dourado do feijoeiro (VMDF), o seu manejo deve ser realizado de acordo com a época de plantio. Em áreas com histórico de alta incidência do mosaico-dourado e no plantio do feijão da “seca” (janeiro a abril), desde que a mosca-branca esteja presente na área amostrada, seu controle deve ser feito do plantio até o estágio de florescimento em pulverizações semanais. Após o florescimento do feijoeiro, não há necessidade de se fazer o controle da moscabranca, pois os danos causados pelo VMDF são pouco significativos, não justificando o controle do vetor. No plantio das “águas” (agosto a dezembro) e de “inverno” (maio a agosto), a incidência da mosca-branca e do VMDF é menos intensa
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
50 mL p.c./100L água 2 a 5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 28 dias. Fazer monitoramento periódico do pomar, através da amostragem sequencial no mínimo em 10 plantas por talhão de 5 ha, retirando-se 5 folhas por planta e anotando-se o número de folhas com presença do ácaro. Aplicar o produto quando 50% das folhas acusarem a presença da praga no início da temporada, e no período que antecede a colheita, quando mais de 70% das folhas apresentarem ácaros
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
40 mL p.c./100L água 2 a 5 L de calda / planta - Realizar uma aplicação. 28 dias. Deve-se fazer monitoramento do pomar com armadilhas Delta utilizando como atrativo o feromônio sexual sintético, colocando-se uma armadilha para 5 ha. Aplicar o produto quando se observar captura média de 30 machos/armadilha/semana
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
50 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Aplicar o produto logo no início do aparecimento das formas móveis, repetindo em caso de necessidade
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
65 mL p.c./100L água 1500 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 3 dias. Aplicar o produto assim que forem notados os primeiros sintomas de seu ataque, ou for constatada a presença de ácaros vivos nas plantas
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
15 a 30 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha - Realizar até 2 aplicações por ciclo com um intervalo de 10 dias. 3 dias. O curuquerê-da-couve é uma praga altamente prejudicial à cultura do repolho. As lagartas, logo após a eclosão iniciam o ataque às folhas, devorando durante a fase larval, quase toda a folhagem, destruindo as plantações
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
25 mL p.c./100L água 600 a 800 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar o produto logo no início do aparecimento das primeiras formas móveis
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 mL p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar o produto quando forem encontradas, em média, 40 lagartas grandes (> 1,5 cm) por pano-de-batida, ou se a desfolha atingir 30% antes da fase do florescimento
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
150 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Fazer monitoramento da broca-pequena-dotomateiro, iniciando a partir do florescimento da cultura, inspecionando-se as pencas com frutos de até 2 cm de diâmetro, para detecção de ovos. Observar principalmente a superfície mediano-inferior dos frutos e realizar pulverizações quando o nível atingir 5% de frutos com sinais de ataque
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
150 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 3 dias. Fazer monitoramento da praga durante todo o ciclo da cultura, devendo-se observar principalmente a presença de larva da traça nas folhas apicais e nos ponteiros. Iniciar o controle, quando encontrar 20% dos ponteiros ou folhas atacados e/ou quando houver, em média, 0,67 minas com larvas vivas por folha

Frascos plásticos de 0,20 e 0,25 L;
Bombonas plásticas de 2; 5; 10; 20; 25; 50 e 100 L;
Tambores plásticos, de fibra ou metálicos de 25; 50; 100; 110; 150 e 200 L;
Isocontainers metálicos de 100; 200; 500; 1000; 1100; 1200; 1300; 1500; 2000; 2500; 5000 e 10000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

OBSERVAÇÕES: CITROS (laranja): 50 ml/100 l d'água com 5 - 10 l de calda/planta. Mosca-das-frutas (Ceratitis capitata): 40 ml + 7,0 l de melaço/100 l d'água com 5-10 l de calda/planta. Pulgão-preto (Toxoptera citricidus): 20 ml/100 l d'água com 5-10 l de calda/planta.

EQUIPAMENTOS/MODO DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita em pulverizações terrestres, utilizando-se pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizada com bicos cônicos de densidade de 30-40 gotas/cm2 e tamanho de gotículas de 250(.. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, pulverizando de modo a atingir a praga. Procure fazer as aplicações nas horas mais frescas do dia.

OBS.: Em caso de qualquer dúvida, consultar um Engenheiro Agrônomo.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES: Iniciar as aplicações quando aparecerem os primeiros indícios de ataque das pragas e repetir conforme a reinfestação.

LIMITAÇÕES DE USO/INTERVALO DE SEGURANÇA: Citros (laranja) e Maçã: 28 dias. Algodão, Café e Feijão: 14 dias. Cebola: 7 dias. Morango e Tomate: 3 dias. Roseira e Crisântemo: UMA Uso-não-alimentar.

FITOTOXICIDADE: Não há para as culturas indicadas e nas doses recomendadas.

OUTRAS RESTRIÇÕES: Não há.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas, enquanto as plantas estiverem molhadas pela aplicação do produto. Sem restrições, logo após o secamento do produto sobre as plantas, desde que esteja usando os Equipamentos de Proteção Individual.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba, e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto comas mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Não aplique o produto contra o vento; Use macacão com mangas compridas, chapéu impermeável de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico. Olhos: Lave com água em abundância e procure logo o médico. Pele: Lave com água e sabão em abundância.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO MÉDICO: Anti-histamínico e tratamento sintomático à critério do médico, nos casos de reações alérgicas de pele.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelha podendo afetar outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas. Evite a contaminação ambiental. Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave embalagens ou equipamentos aplicador em lagos, fontes, rios, e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções: Piso pavimentado: absorver o produto com serragem ou areia, recolher o material com o auxílio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa, ou o distribuidor ou qualquer representante da empresa na região. O produto deve ser desativado conforme orientações de destinação de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos de água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando à favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Para a destinação de restos de produto contate a empresa o Órgão Estadual de Meio Ambiente. A decomposição do produto ocorre por alcalinidade. O produto decomposto é então enviado para ser incinerado em fornos destinados para este tipo de operação e aprovado pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes.

TRANSPORTE: O motorista deve estar adequadamente avisado dos riscos que a carga apresenta e das ações à serem tomadas em caso de acidente. As informações sobre primeiros socorros, combate à incêndio e procedimentos em caso de emergência estão contidas na Ficha de Emergência, que acompanha a nota fiscal emitida para transporte do produto. Em todas as paradas de veículos, o motorista deve examinar as condições da carga, certificando-se de sua integridade. Não é permitido o transporte do produto juntamente com produtos alimentícios, rações animais, forragem ou materiais que se destinem a embalagem de tais produtos.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendado para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da tríplice lavagem ou lavagem sob pressão, essa embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DE EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

-Qualquer agente de controle de inseto pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se o inseto desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê de Ação a Resistência à Inseticida - IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticida, visando prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da praga.
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo.
- Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de praga (Ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.