Bula Systhane 250 EC

acessos
Miclobutanil
3205
Dow AgroSciences

Composição

Miclobutanil 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cárie-do-arroz
(Tilletia barclayana)
0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estágio R3 ou infecções a 5 %
Mancha estreita
(Cercospora oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estágio R3 ou infecções a 5 %
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estágio R3 ou infecções a 5 %
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) 15 a 20 dias. 25 dias. Estágio R3 ou infecções a 5 %
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 a 1,2 L p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 45 a 60 dias. 28 dias. Observado os primeiros sintomas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
18 mL p.c./ha 700 a 1500 L de calda/ha - 7 a 15 dias. 14 dias. Estádio fenológico C
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
250 a 500 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 24 dias. Indíce de infecção de 30 %

Frasco Plástico: 0,5; 1; 3,8; 5 e 10 Litros.
Bombona Plástica: 0,5 1; 3,8 5; 10; 20 50 100 e 200 Litros.
Balde Metálico: 20 Litros.
Tambor Metálico: 20; 50; 100; 180 e 200 Litros.
Container Metálico: 1000 Litros

INSTRUÇÕES DE USO:

SYSTHANE* 250 EC é um fungicida sistêmico, de atividade tanto preventiva quanto curativa, transportado via xilema, deslocando-se de baixo para cima e para as extremidades dos ramos, sendo rapidamente absorvido pelas plantas, em até 1 hora após a aplicação. SYSTHANE* 250 EC é altamente eficiente na redução do inóculo inicial dos fungos causadores das doenças para as quais o produto é indicado, inibindo a formação da membrana da parede celular dos fungos, atuando na síntese do ergosterol.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

1. ARROZ

Mancha-Parda, Mancha-Estreita e Queima-Foliar:
SYSTHANE* 250 EC deve ser aplicado através de pulverização foliar, tratorizada ou aérea, em duas aplicações, com intervalo de 15 a 20 dias. A primeira pulverização é recomendada no final do período de emborrachamento do arroz (exserção da panícula) no estádio fenológico R3, ou quando a doença atingir níveis de infecção superior a 5%. A segunda aplicação é recomendada 15 a 20 dias após a primeira, sendo que o intervalo de aplicação de 15 dias é recomendado quando apresentar condições favoráveis ao desenvolvimento da doença; ou seja, alta temperatura e umidade.

Cárie-do-Grão:
Para o controle de cárie-do-grão, recomenda-se uma única aplicação foliar, tratorizada ou aérea, no estádio fenológico R3 (exserção da panícula) na dose indicada, protegendo assim a antese - período de infecção do patógeno.

2. CAFÉ

O produto deve ser aplicado através de pulverização foliar. SYSTHANE* 250 EC possui ação curativa, sendo altamente eficiente na redução do inóculo inicial do fungo causador da ferrugem do cafeeiro, exigindo assim um menor número de aplicações. SYSTHANE* 250 EC deve ser aplicado quando forem observados os primeiros sintomas da ferrugem. Repetir a aplicação 45 a 60 dias após a primeira.

3. MAÇÃ

Condições ótimas de controle da sarna da macieira são obtidas quando SYSTHANE* 250 EC é aplicado preventivamente. SYSTHANE* 250 EC possui ainda uma atividade curativa (efeito curativo pós-infecção) e uma atividade erradicante (inibição de futuras produções de conídios quando aplicado sobre as manchas esporulantes).

Aplicação Preventiva:
Início: antes da floração, a aplicação para o controle da sarna da macieira deve ser iniciada no Estádio Fenológico "C" (pontas verdes) coincidindo com o período de 5 - 10 dias após a aplicação de quebra de dormência. Caso esta não seja realizada, observar somente o Estádio Fenológico. Não existe contra-indicação de aplicação de SYSTHANE* 250 EC durante o período da floração da macieira (Estádios E - G).
Após a primeira aplicação, as demais devem ser repetidas num intervalo de 7 a 15 dias, de acordo com o nível de infecção, histórico patológico da área e condições climáticas (umidade do ar, temperatura ambiente e período de molhamento). Para obter-se um efeito erradicante de SYSTHANE* 250 EC recomenda-se fazer duas aplicações num intervalo de 7 dias.

Aplicação Pós-Infecção:
SYSTHANE* 250 EC tem efeito curativo sobre a sarna da macieira, podendo ser aplicado sobre pomares onde já tenha ocorrido a infecção primária. Neste caso SYSTHANE* 250 EC inibe a esporulação ou desenvolvimento do micélio. SYSTHANE* 250 EC pode ser aplicado até 96 horas após o início da infecção primária (chuvas contaminantes), propiciando uma maior flexibilidade e segurança no programa de aplicações para o controle da sarna da macieira.

4. SOJA

Oídio:
SYSTHANE* 250 EC deve ser aplicado através de pulverização foliar, quando a doença já estiver estabelecida e com índice de infecção de 30%. Geralmente a pressão maior da doença do patógeno ocorre após o início da formação das vagens, resultando, na maioria das vezes, na necessidade de apenas 1 aplicação para o controle do oídio.

Ferrugem:
SYSTHANE* 250 EC deve ser aplicado através de pulverização foliar de forma preventiva (0% de infecção), independentemente do estádio fenológico da cultura.
Caso ocorra infecção de ferrugem na lavoura no estádio vegetativo, recomenda-se vistoria técnica da área em questão por profissional habilitado, e em se constatando até 0,6% de incidência de sintomas de ferrugem nas folhas do terço inferior das plantas, recomenda-se imediata aplicação de SYSTHANE* 250 EC na máxima dose aprovada.


MODO DE APLICAÇÃO:

SYSTHANE* 250 EC é indicado para aplicações terrestres com pulverizadores costais, pulverizadores tratorizados e atomizadores, e para aplicação aérea. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme da planta. Não aplicar o produto nas horas mais quentes do dia ou na presença de ventos fortes.


INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz: 25 dias
Café: 28 dias
Maçã: 14 dias
Soja: 24 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

Fitotoxicidade:
SYSTHANE* 250 EC não é fitotóxico às culturas indicadas quando utilizado de acordo com os usos e doses recomendados.
Obs.:
Maçã: O produto pode causar e/ou induzir “russeting” e não induz ou favorece o aumento da população de ácaros nos pomares.

Compatibilidade:
Não há evidências da existência de problemas de incompatibilidade com outros pesticidas ou fertilizantes normalmente utilizados.
O produto não pode ser utilizado em mistura de tanque com outro agrotóxico.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

a. PULVERIZADORES COSTAIS (MANUAIS OU MOTORIZADOS)
Cultura: Café
Velocidade: 1 m/s
Volume de aplicação: 400 - 600 litros/ha
Pressão de trabalho: 40 - 60 psi
Tipos de bico: jato cônico - D2 a D6 com combinação adequada de ponta e difusor (core) de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.

Cultura: Maçã
Usar Pulverizadores Terrestres (Atomizadores), Costais, Manuais ou Motorizados. Manter os equipamentos bem regulados (pressão, números e tipos de bicos, ângulo de deposição, vazão), para que se possa obter uma boa proteção das folhagens e dos frutos. Repetir a regulagem sempre que necessário ou no mínimo 1 vez durante o período de tratamento fitossanitário.
Utilizar um volume médio de calda de acordo com o porte ou tamanho das árvores, recomendando-se um volume de calda em torno de 1000 L/ha.


b. PULVERIZADORES DE BARRA TRATORIZADOS:
Cultura: Arroz
Velocidade do trator: 4 - 8 km/h
Volume de aplicação: 100 a 200 litros/ha
Pressão do manômetro: 30 - 80 psi
Tipos de bico: jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core), de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.
Altura da barra: 30 a 50 cm em relação ao alvo de deposição.

Cultura: Soja
Velocidade do trator: 6 - 8 km/h
Volume de aplicação: 200 a 500 litros/ha
Pressão do manômetro: 80 - 100 psi
Tipos de bico: jato cônico com combinação adequada de ponta e difusor (core), de maneira a obter-se uma deposição mínima de 40 gotas/cm2 com VMD de 110 - 120 ?.
Altura da barra: 30 a 50 cm em relação ao alvo de deposição.

c. PULVERIZADORES AÉREOS:
Cultura: Arroz
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2.
Uso de BARRA com 40 - 42 bicos cônicos.
Pressão de trabalho: 15 - 30 psi
Altura de vôo: 4 - 5 metros em relação ao alvo de deposição.
Volume de aplicação: 10 - 40 litros/ha

Cultura: Soja
Uso de MICRONAIR com deposição mínima de 40 gotas/cm2.
Uso de BARRA com 40 - 42 bicos cônicos.
Pressão de trabalho: 15 - 30 psi
Altura de vôo: 4 - 5 metros em relação ao alvo de deposição.
Volume de aplicação: 10 - 40 litros/ha

Condições Climáticas para Aplicação de SYSTHANE* 250 EC:
Temperatura máxima: 30 ºC
Umidade relativa do ar: 55% (mínima)
Velocidade do vento: máximo de 10 km/h

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia;
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro

Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.


INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO:
Triazóis.

CLASSE TOXICOLÓGICA:
Classe I – Extremamente tóxico

TOXICOCINÉTICA:
Estudos efetuados com animais de laboratório usando carbono rádio-marcado na substância teste, demonstraram que o Miclobutanil é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado após administração oral. O Miclobutanil foi extensivamente metabolizado até compostos polares em ratos, o composto original representando apenas de 1 a 3,6% de todo o material excretado A oxigenação do grupo butil é a principal via do processo metabólico. Os resultados de distribuição do material no organismo dos animais testados demonstraram que não houve acúmulo nos tecidos e órgãos, tendo sido excretado 98% do produto em 96 horas.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
Os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas mucosas. A administração de altas doses em animais, provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.

DIAGNÓSTICO:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

TRATAMENTO:
Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas triazólicos. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos. Os pacientes em coma ou estado mental alterado devem receber oxigênio, Naloxona, Tiamina e ter o nível de glicose medido, ou receber imediatamente glicose.
EXPOSIÇÃO ORAL
Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Administre o carvão como uma pasta:
A) ADULTO: 25 a 100g de carvão em 240m L de água.
B) CRIANÇAS (1 a 12 anos) 25 a 50g de carvão em 240mL de água.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos.
Monítore as funções renal e hepática.
EXPOSIÇÃO INALATÓRIA
Administre oxigênio umidificado.
EXPOSIÇÃO OFTÁLMICA
Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
EXPOSIÇÃO DÉRMICA
Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
As reações podem requerer o tratamento com antiinflamatórios tópicos.
TESTES LABORATORIAIS
Avalie a acidose metabólica
Execute os testes de função hepática e renal, de oximetria e radiografia da caixa torácica. Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia, ou a prorrogação do intervalo.
O conteúdo do sangue, da urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas.
Teste o pH do produto para avaliar os possíveis efeitos cáusticos

EFEITOS SINÉRGICOS:
Não há relatos.

ATENÇÃO:
Intoxicações por agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência.
PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN / MS) Telefone de Emergência da Empresa: 0800 771 0032

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Estudos realizados com animais de laboratório (ratos), demonstraram que SYSTHANE* EC possui uma dose letal de 50% aguda oral de 1.000 mg/kg de peso corporal para fêmeas, e uma dose letal dérmica maior que 4000 mg/kg de peso corporal para machos e fêmeas.
Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que SYSTHANE* EC, por conter destilados de petróleo em sua formulação, é considerado irritante aos olhos de coelhos, e não irritante á pele de coelhos

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Foi observado aumento na atividade hepática das oxidases de função mista (MFO - mixed function oxidase) em ratos machos e fêmeas que receberam altas doses de Miclobutanil na dieta durante 90 dias. O Nível de Efeito Não Adverso foi de 1000 ppm na dieta para animais de ambos os sexos Houve decréscimo no consumo de ração e no ganho de peso nos animais que receberam a maior dose, atribuído á má palatabilidade da dieta nesta alta concentração. No estudo de longo prazo com camundongos, o aumento observado na atividade hepática das oxidases de função mista foi também interpretado como sendo um mecanismo adaptativo, fisiológico, secundário á sobrecarga hepática causada pela presença da substância teste, não sendo considerado um efeito adverso. Não ocorreram mortes e nenhum sinal de toxicidade foi evidente em qualquer das doses administradas na dieta de cães durante 90 dias. O produto não apresentou características mutagênicas, teratogênicas, carcinogênicas ou efeitos sobre a reprodução.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, e etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

. Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de
ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo
da cultura.
. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações
locais para o manejo de resistência.
. Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.)
dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e
apropriados.