Bula Tecnup Premium

CI
Glifosato
22621
Tecnomyl

Composição

Glifosato 620 g/L
Equivalente ácido de Glifosato 500 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo condicional, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saccharum officinarum (Cana de açúcar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pinus

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Avena sativa (Aveia) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria brizantha (Braquiarão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Lolium multiflorum (Azevém) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pennisetum americanum (Milheto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum bicolor (Sorgo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sorghum halepense (Capim massambará) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Balde
Material: Metálico e Plástico
Capacidade: 2,5 - 50 L

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2,5 - 50 L

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2,5 - 5 L.


INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um herbicida sistêmico, seletivo condicional (seletivo para soja e milho geneticamente modificados com resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades e híbridos de soja e milho convencionais), para aplicação em pós-emergência das espécies daninhas, em área total, nas seguintes modalidades:

- Aplicação em área total, antes do plantio das culturas de: algodão, arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo – sistema de plantio direto ou cultivo mínimo;
- Aplicação dirigida à entrelinha das culturas de café, citros, eucalipto, maçã e pinus;
- Aplicação em área total para eliminação da soqueira da cana-de-açúcar;
- Aplicação na pós-emergência (em área total) nas culturas de soja e milho, ambos geneticamente modificados com resistência ao glifosato.

MODO DE APLICAÇÃO

Deve ser aplicado através de equipamentos terrestres (costal ou tratorizado) ou aérea. De modo geral, a melhor época para controlar as plantas infestantes perenes corresponde ao período próximo ao florescimento. Para as plantas infestantes anuais, a melhor época encontra-se do período inicial de desenvolvimento vegetativo até a fase de pré-florescimento.
Os melhores resultados de controle são obtidos quando é aplicado sobre plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo, sob boas condições de umidade do solo e alta umidade relativa do ar, tanto antes quanto depois da aplicação.
Não se deve aplicar em plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida.

IMPORTANTE

I - obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% para doses acima de 1.800 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. Observar demais orientações em “RECOMENDAÇÕES E RESTRIÇÕES GERAIS - DERIVA”.
II - obrigação de utilização de tecnologia de redução da deriva de 50% e bordadura de cinco metros para doses acima de 3.700 g/ha nas aplicações costal, estacionária/semi-estacionária e tratorizada. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.

Condições Climáticas para as modalidades de aplicação

As condições climáticas no momento da aplicação deverão ser adequadas para permitir a melhor interceptação das gotas de pulverização pelas folhas das plantas, com a menor evaporação possível das gotas do trajeto entre o orifício da ponta de pulverização e o alvo biológico, com menor deslocamento horizontal possível (deriva) e evitando condições de inversão térmica (deslocamento vertical). Visando este objetivo, recomenda-se pulverizações:
- Sob temperatura inferior a 30ºC;
- Umidade relativa do ar acima de 55%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;
- Na ausência de orvalho, na presença de luz solar, evitando período de chuva de até 6 horas após a aplicação.

APLICAÇÃO TERRESTRE (algodão, arroz, cana-de-açúcar, café, citros, eucalipto, feijão, maçã, milho, pinus, soja, trigo, milho OGM) e soja OGM).

- Bicos tipo jato leque ou cônico, que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas infestantes.

- Volume de calda: 100 a 250 L/ha.

GERENCIAMENTO DE DERIVA INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO

Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado, como ângulo de barra, tipo e número de pontas, pressão de trabalho, largura da faixa de aplicação, velocidade do pulverizador, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas. Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.

Recomendações para evitar deriva

- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação Ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
- Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
- A definição dos equipamentos de pulverização terrestre e dos parâmetros mais adequados à tecnologia de aplicação deverá ser feita com base nas condições específicas locais, sob a orientação de um engenheiro agrônomo.
- Utilize tecnologia (s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Importância do diâmetro da gota

A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas para dar uma boa cobertura e controle. A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas gerais

- Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda, considerando necessidades práticas.

- Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

- Tipo de bico: A seleção correta da ponta de aplicação é um dos parâmetros mais importantes para redução da deriva. Pontas que produzem gotas de diâmetro mediano volumétrico (DMV) maior apresentam melhor efeito de controle sobre a deriva. Dentro deste critério, para melhor cobertura do alvo use pontas que forneçam gotas, conforme norma ASABE S572.1. Em caso de dúvida quanto a pressão de trabalho correta e o tamanho das gotas consultar a recomendação do fabricante da ponta (Bico).

- Altura da barra: A altura da barra e o espaçamento entre as pontas de pulverização deve permitir uma sobreposição dos jatos e cobertura uniforme no alvo, conforme recomendação do fabricante, não ultrapassando 50 cm tanto para o espaçamento entre as pontas de pulverização, quanto para a altura da barra. O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.

- Ventos: muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 3 km/h.

- Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação. Visando este objetivo, recomenda-se pulverização sob temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 55%. Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.

- Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

Observações

Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

APLICAÇÃO AÉREA (algodão, arroz, cana-de-açúcar, feijão, milho, milho OGM, soja, soja OGM e trigo)

Não aplicar em condições de inversão térmica. Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causando uma dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perda de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.

Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea

Esse tratamento deve ser feito por avião quando as áreas forem extensas, aplicar o produto molhando bem e uniformemente toda a folhagem da planta. - Bicos: de jato plano, utilizando uma pressão de 15 a 30 psi.

Observação

Selecionar tamanho do furo de acordo com o resultado do cálculo de calibração.

- Diâmetro de gotas: 400 µm (micrômetro) VMD. Usar o diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam espectro de gotas estreito, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.

NOTA

O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.

- Volume de aplicação: 30 a 40 L/ha

- Altura do voo: Sendo o voo da aeronave definido e efetuado em função da altura das árvores, recomendada para a segurança do voo, geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado e acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizados. A altura de voo recomendada, deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura do voo.

- Largura da faixa de deposição: a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais comprovadas do modelo/tipo do avião, diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo desejado. Aeronave Ipanema = 15 m; Air tractor = 20 m;

Prevenção de deriva

- Para evitar efeitos indesejáveis, observar os limites meteorológicos definidos acima;

- Efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas;

- Controlar permanentemente o sentido do vento: A direção do vento deverá vir da cultura sensível para a área de aplicação. Interromper a aplicação, assim que houver a mudança da direção do vento. Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação verifique e inicie a pulverização somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, fazer uma completa limpeza de todo o equipamentopara reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento mesmo por poucas horas torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.

2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimentodo tanque.

3. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis.

4. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

Seletividade às culturas:

O produto é um herbicida seletivo condicional, não seletivo à maioria das culturas quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas, e seletivo às culturas geneticamente modificadas com resistência ao glifosato quando aplicado e pós-emergência. A seletividade é obtida através das modalidades de aplicação.

- Antes do plantio das culturas anuais ou perenes, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo;

- Através da aplicação dirigida nas entrelinhas de culturas perenes (jato dirigido), evitando-se atingir a cultura ou usando equipamentos de aplicação que a protejam. Para as culturas de soja e milho geneticamente modificadas para resistência ao glifosato, o produto é seletivo, quando aplicado em pós-emergência sobre as folhas das culturas e das plantas daninhas, nas doses e estádios de aplicação indicados.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando o produto for utilizado nas doses e condições recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
- Uso exclusivo para culturas agrícolas.
- A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 40 metros do limite externo da plantação.

Restrições de uso

- Não apresenta atividade herbicida quando aplicado diretamente ao solo, não apresentando, portanto, atividade residual para controle de plantas infestantes ainda não emergidas. Caso ocorra nova emergência de plantas infestantes após a aplicação, a aplicação de outros herbicidas registrados para essas culturas poderá ser necessário, principalmente no caso de culturas perenes.
- Não se deve adicionar adjuvante à calda de aplicação.
- Pode causar danos às culturas convencionais, caso o jato de aplicação atinja as folhas ou ramos das mesmas. Desse modo, precauções devem ser tomadas de modo a evitar que o jato de aplicação atinja a cultura na qual estão sendo controladas as plantas infestantes.
- Não utilizar água com coloides em suspensão (argila, por exemplo) para preparo da calda e aplicação do produto, nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois poderá haver redução na eficácia do produto.
- Não aplicar sobre plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida. Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre, e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle:
(1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde);
(2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico);
(3) controle biológico;
(4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA

O produto herbicida é composto por GLIFOSATO, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da EPSPs, pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).




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