Bula Thunder - Arysta Lifescience

Bula Thunder

acessos
Amicarbazona
4412
Arysta Lifescience

Composição

Amicarbazona 700 g/kg Triazolinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico, Pré-emergência, Pós-emergência

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Buva
(Conyza bonariensis)
0,3 a 0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru de espinho
(Amaranthus spinosus)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,4 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Único. 112 dias. Pós-plantio e pré-emergência das plantas infestantes e da cultura

INSTRUÇÕES DE USO:

Culturas/Doses : Vide Sessão Indicações de Uso/Doses

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar: aplicação em pré-emergência ou pós-precoce da cultura e plantas daninhas (quando as plantas daninhas estiverem com o máximo 4 folhas).
Milho: aplicação pós-plantio e pré-emergência das plantas daninhas e da cultura.
Nas culturas indicadas acima o produto THUNDER é aplicado apenas uma única vez por safra.

MODO DE APLICAÇÃO:
O produto é pulverizado através de aplicações terrestres. A distribuição nas aplicações deve ser uniforme, podendo a vazão ser de 200 a 400 L/ha de calda.
Pressão da bomba 40 – 60 lb/pol2, barra equipada com bicos 80:04 distanciados 50 cm entre si, à altura de 50 cm do solo. Na aplicação evitar sobreposições, pois isso causará aumento da concentração do produto acima do recomendado.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar...........................................................................................................269 dias
Milho............................................................................................................................112 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar o produto em lavoura de milho plantada com variedade LH25. Para novos híbridos a serem lançados é recomendado fazer teste prévio.
Para cana-planta e para as variedades do tipo PO (PO8862 e outras) não aplicar THUNDER nas doses de 1,5 e 2,0 kg. No caso de dúvidas favor consultar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Arysta LifeScience do Brasil.
A tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar deve ser determinada antes de se adotar THUNDER como prática de manejo de plantas daninhas.
Chuvas extremamente pesadas após aplicação podem resultar num baixo nível de controle e/ou injúria à cultura de cana-de-açúcar.
Para a rotação de cultura, observar o período mínimo de um ano após aplicação para o plantio de outras culturas.
Não aplicar em pós-emergência com umidade relativa do ar inferior a 60%.
Não aplicar com ventos superiores a 6,0 km/h.
Não aplicar, exceto quando recomendado para o uso em cultura, ou drenar, ou lavar equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em locais nos quais o produto possa ser levado ou posto em contato com as raízes das mesmas.

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
-Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
-Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas de borracha; máscara cobrindo o nariz e a boca e óculos.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia.
-Aplique somente as doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas de borracha; touca árabe; máscara contra vapores orgânicos cobrindo o nariz e a boca e óculos.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Não reutilize a embalagem vazia.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-No descarte de embalagens, utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico.
Olhos: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO:
Não específico. Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade.

- INTOXICAÇÕES POR AMICARBAZONE
- INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Triazolinonas

Classe toxicológica: II — Altamente Tóxico

Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética: Em ratos, o amicarbazone tem ação sobre o fígado (indução enzimática e aumento do peso) dos animais. Após ingestão oral (gavagem), o produto foi rapidamente absorvido e metabolizado pelos animais. O produto recuperado variou de 88 a 95%, sendo que mais de 84% foi excretado dentro das primeiras 24 horas após a administração. A maior parte foi eliminada pela urina e o restante pelas fezes, não se encontrando porções significativas nos tecidos, carcaça ou gazes respirados. Os principais percursos de degradação e excreção foram a conjugação direta com o ácido glicurônico (eliminação pelas fezes) e desaminação seguida de oxidação (eliminação via renal).

Mecanismos de toxicidade: Não são conhecidos mecanismos de toxicidade específicos para o
ingrediente ativo.

Sintomas e sinais clínicos: Não são relatados sintomas de alarme em humanos, sendo recomendada a suspensão da manipulação ou aplicação do produto, se surgirem quaisquer sintomas. Administrado oralmente a ratos, o produto acarretou, em altas doses, morte nos animais. Os sinais clínicos observados foram redução da atividade, corrimento nasal e ocular, manchas no nariz e boca, salivação e alteração da coloração da urina (fêmeas). Não foram observados sinais de intoxicação quando aplicado via dermal e inalatória. O produto não é irritante dermal em coelhos, porém, causa irritação da conjuntiva e
opacidade da córnea, reversíveis respectivamente em 96 e 48 horas após. Não é sensibilizante cutâneo em cobaias e não tem efeitos mutagênicos.

Diagnóstico: O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível. Para a
confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecíficos sugere-se a pesquisa dos metabólitos na urina.

Tratamento: A descontaminação do paciente como em casos de derramamento com risco de contaminação do profissional da saúde deve ser realizada preferencialmente utilizando-se avental, botas impermeáveis e luvas de borracha nitrílica.
Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados. Carvão ativado e laxantes salinos poderão ser utilizados devido a provável adsorção dos princípios ativos pelo carvão ativado. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico e encaminhamento para avaliação oftalmológica.

Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração pulmonar.

Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos efeitos sinérgicos.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800 722 6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique o sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)

Arysta LifeScience do Brasil: (15) 3292-1161
CCI — Centro de Controle de Intoxicação: 0800 771 3733
Centro de Informação Toxicológica — Curitiba/PR: 0800 41 0148
Arysta LifeScience do Brasil: 0800 014 1149
Disk Intoxicações: 0500 580 1000

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Em ratos após a ingestão oral, o produto foi rapidamente absorvido e metabolizado. O produto recuperado variou de 88 a 95%, sendo que mais de 84% foi excretado nas primeiras 24 horas da administração. A principal via de excreção do produto foi através da urina (54 a 68%) e o restante através das fezes (20 a 38%). O principal mecanismo de degradação do produto é através da conjugação do produto com o ácido glicurônico, quando a excreção ocorre pelas fezes e deaminação seguida de oxidação para a formação de metabólitos hidroxilados excretados pela via renal.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório: Efeitos agudos:
DL50 oral em ratos > 2.000 mg/kg;
DL50 dérmica em ratos > 5.000 mg/kg;
CL50 inalatória CL50 (4h) para ratos > 2.030 mg/m3.
Irritação dérmica: o produto foi considerado não irritante para a pele de coelhos.
Irritação ocular: o produto produziu opacidade na córnea e moderada irritação na conjuntiva nos três animais testados. O produto em um estudo em coelhos provocou irritação da conjuntiva e opacidade da córnea, reversíveis respectivamente 96 e 48 horas.
Sensibilização cutânea: O produto foi considerado não sensibilizante para a pele de cobaias

Efeitos crônicos:
Em estudo conduzido por dois anos com ratos, as principais respostas toxicológicas ao produto se caracterizaram por alterações no ganho de peso corporal assim como alterações estruturais e/ou funcionais do fígado. Não foram observadas nenhuma anormalidade ou efeitos significativos para todos os demais parâmetros avaliados nesse tipo de estudo. A dose sem efeito tóxico (NOEL) para ratos foi 50 ppm. O produto não mostrou efeitos carcinogênicos ou embriofetotóxicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
• Este produto é ALTAMENTE PERSlSTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no
solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d’água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do
solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL – Telefone de Emergência: (15) 3292 1161.
•Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água.
Siga as instruções abaixo:

- Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha
esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
- Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal
e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que
as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características
do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendoa na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob
pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita, por incineração em fornos rotativos/câmara de combustão a 1.200oC, por um tempo de até 30 minutos até a sua completa combustão.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.