Bula Tracer - Dow AgroSciences

Bula Tracer

CI
Espinosade
7798
Dow AgroSciences

Composição

Espinosade 480 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
Não Classificado
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Não sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Alabama argillacea (Curuquerê)
Frankliniella schultzei (Tripes)
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha)

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Hellula phidilealis (Broca da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Café

Calda Terrestre Dosagem
Hypothenemus hampei (Broca do café)
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Thrips tabaci (Tripes do fumo)

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão)
Phyllocnistis citrella (Minadora da folhas)

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Hellula phidilealis (Broca da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Hellula phidilealis (Broca da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-de-bruxelas

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Hellula phidilealis (Broca da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca)
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve)
Hellula phidilealis (Broca da couve)
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)
Trichoplusia ni (Trichoplusia)

Crisântemo

Calda Terrestre Dosagem
Frankliniella occidentalis (Tripes)
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Liriomyza huidobrensis (Larva minadora)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Plutella xylostella (Traças das crucíferas)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja)
Helicoverpa armigera (Helicoverpa)
Heliothis virescens (Lagarta da maçã)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco de polietileno co-extrusado, capacidade:
250 mL, 500 mL, 1, 5, 10, 20 e 50 L.

Frasco de polietileno tereftalato, capacidade:
50, 100, 250 e 500 mL.

Frasco de polietileno de alta densidade, capacidade:
50, 100, 250, 500 mL e 1, 5, 10, 20 e 50 L.

Lata metálica de folha de flandres, capacidade:
1 e 5 L.

Balde metálico de aço, capacidade:
10 e 20 L.

Frasco PAD (polietileno de alta densidade) ou COEX (polietileno co-extrudado), capacidade:
100 mL.

Bombona PAD (polietileno de alta densidade) ou COEX (polietileno co-extrudado), capacidade:
3,78 L.

Tambor de aço com revestimento interno de epóxifenolico ou PAD (polietileno de alta densidade), capacidade:
208 L.

Tambor metálico de aço, capacidade:
200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Tracer poderá ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado) e tratorizados. Para as culturas de Algodão e Soja também poderão ser empregadas aeronaves agrícolas equipadas com barras e pontas específicas. Equipamentos de irrigação tipo pivô central poderão ser empregados para as culturas do Milho e Sorgo. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

Aplicações Terrestres

Os parâmetros de aplicação através de equipamento costal ou tratorizado, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
As aplicações via equipamentos de irrigação tipo pivô central devem sempre: utilizar equipamentos de irrigação bem ajustados, que possibilitem cobertura uniforme do produto; utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados, seguindo as orientações do fabricante; verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção; utilizar equipamentos de proteção individual.

Aplicações com Aeronaves Agrícolas

Esta modalidade de aplicação pode ser utilizada para as culturas de algodão e soja. Recomenda-se a utilização de barras com pontas específicas ou atomizadores rotativos do tipo “Micronair”, sempre procurando obter uma boa cobertura na aplicação. Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada/monitorada por GPS.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
- Temperatura ambiente: igual ou inferior a 30ºC.
- Umidade relativa do ar: acima de 50%.
- Velocidade do vento: calmo (entre 2 e 10 km/h).
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, café, milho, sorgo: 7 dias
Batata, feijão: 3 dias
Brócolis, cebola, couve, couve-chinesa, couve-bruxelas, couve-flor, melancia, repolho, tomate: 1 dia
Citros: 14 dias
Crisântemo: Uso não alimentar
Soja : 9 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Nenhuma limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

GRUPO 5 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida Tracer pertence ao grupo 5 (Moduladores alostéricos de receptores nicotínicos da acetilcolina – Espinosinas) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Tracer como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 5. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Tracer ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de Tracer podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do Tracer, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico
das Espinosinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Tracer ou outros produtos do Grupo 5 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas.
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, etc., sempre que disponível e apropriado.
• Utilizar as recomendações de dose e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

PT - Spinosad Técnico registro nº 07498