Bula Trinity 250 SC

acessos
Flutriafol
15508
Stockton

Composição

Flutriafol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações aos 25 a 35 dias após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações aos 25 a 35 dias após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,5 a 0,63 L p.c./ha 15 L/ha (óleo mineral) - 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 15 L/ha (óleo mineral) - 30 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 600 L de calda/ha - - 14 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,75 a 1 L p.c./ha 500 L de calda/ha - 30 dias. 30 dias. Aplicação foliar - Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,75 a 2,75 L p.c./ha 500 L de calda/ha - - 120 dias. Aplicação via solo - Realizar uma única aplicação do produto sem diluição, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 400 L de calda/ha - 15 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
0,5 a 0,75 L p.c./ha 0,2 L de calda / planta - 15 dias. 7 dias. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início de aparecimento dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
40 a 80 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 10 dias. As doses menores devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores quando as condições climáticas forem favoráveis à doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 20 dias. 28 dias. Uma única aplicação deverá ser efetuada quando a soja atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R5.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 20 dias. 28 dias. Uma única aplicação deverá ser efetuada quando a soja atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R5.1)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - 20 dias. 28 dias. Deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença.Adicionar 0,5 a 1,0% de óleo mineral
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
0,38 a 0,5 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. A partir do início do florescimento, aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas

Frasco PEAD de 0,5 e 1 L;
Bombona PEAD de 2,5L , 5, 10 e 20 L;
Tambor PEAD ou metálico revestimento PVF de 10 0 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

TRINITY 250 SC é um fungicida sistêmico, grupo químico triazol, recomendado para o controle de doenças da parte aérea das culturas de algodão, banana, batata, café, feijão, mamão, melão, soja e tomate, nas seguintes modalidades de aplicação:
- Aplicação foliar nas culturas de algodão, banana, batata, café, feijão, mamão, melão, soja e tomate.
- Aplicação localizada na cultura da banana.
- Aplicação no solo na cultura de café.

CULTURAS, DOENÇAS CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS:
Vide seção "Indicações de uso/doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações aos 25 a 35 dias após o plantio, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Repetir as aplicações em intervalos de 15 dias, de-pendendo da evolução da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Banana: Sigatoka-negra - Para aplicação via pulverização, iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 30 dias nos períodos de maior incidência da doença, efetuando-se até 4 (quatro) aplicações. Para aplicação localiza-da, via axila da 2ª folha, realizar uma única aplicação, alternando-se com fungicidas de outros grupos químicos. Siga-toka-amarela - Iniciar as aplicações preventivamente com intervalos de 14 dias nos períodos de maior incidência da doença.
Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Batata: Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura. A partir do final do desenvolvimento foliar (fase que coincide com o fechamento das linhas e início do desenvolvimento dos tubérculos), iniciar as aplicações no apa-recimento dos primeiros sintomas da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Café: Aplicação foliar - Aplicar quando atingir nível de infecção de 5%, e repetir se necessário com intervalo de 30 dias, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de segurança. Aplicação via solo - Realizar uma única aplicação do produto sem diluição, quando a cultura estiver no estádio de floração (BBCH 55). Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Feijão: Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura. Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias, de acordo com as condições climáticas e pressão da doença. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Mamão: Realizar no máximo 2 aplicações por safra da cultura. Aplicar no início da frutificação, preventivamente ou logo após o início de aparecimento dos primeiros sintomas nas folhas mais velhas ou nos frutos, dirigindo a pulveriza-ção para a face inferior destas folhas e para os frutos. Se necessário, repetir a aplicação após 15 dias. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Melão: Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. As doses menores devem ser aplicadas antes do início dos primeiros sintomas e as maiores quando as condições climáticas forem favoráveis à doença (clima seco com altas temperaturas) e a partir do início dos primeiros sintomas da doença. Repetir se necessário, a intervalo mínimo de 7 dias. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas.
Soja: Ferrugem-asiática-da-soja: Realizar no máximo 3 aplicações de Trinity 250 SC por ciclo da cultura. Aplique preventivamente a partir do florescimento da soja (estadios R2 / R3) ou se necessário no estádio vegetativo, e reapli-que 14 dias após a primeira aplicação. Monitore as áreas e se necessário aplique outros fungicidas. Utilize a maior dose no caso de maior pressão da doença, cultivares mais suscetíveis, ou quando as condições climáticas (umidade alta e temperaturas amenas a elevadas) favoreçam o estabelecimento e desenvolvimento da doença.
Para doenças de final de ciclo, uma única aplicação deverá ser efetuada quando a soja atingir o estádio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10% do enchimento das vagens (R5.1). Para o controle do oídio deve-se observar que o índice de infecção foliar esteja entre 20 a 30% para a primeira aplicação. Uma segunda aplicação poderá ser efetuada, com intervalo de 20 dias, dependendo da evolução da doença. Adicionar 0,5 a 1,0% de óleo mineral.
Tomate: Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura. A partir do início do florescimento, aplicar no apareci-mento dos primeiros sintomas, repetindo-se a intervalos de 7 dias entre as aplicações. Monitore as áreas e se neces-sário aplique outros fungicidas.

MODO DE APLICAÇÃO:

Banana: Aplicação terrestre - Na aplicação com atomizador motorizado costal ou tratorizado, utilize óleo mineral como adjuvante, e aplique visando as folhas mais novas, principalmente as de número 0, 1 e 2. Evite que o produto atinja o cacho, pois o óleo mineral é fitotóxico. A aplicação deverá ser em ultra baixo volume. Aplicação localizada - Com uma pistola dosadora de haste longa para atingir a inserção das folhas, deposite o produto na axila da folha número 2 (a segunda folha totalmente aberta, contando-se de cima para baixo).
Batata e Tomate: Utilize pulverizador tratorizado com barras, motorizado estacionário com mangueiras, ou costal manual equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Poderá ser utilizado também o pulverizador costal motorizado. Utilize equipamento que permita excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, porém evitando-se o escorri-mento do produto.
Café: Aplicação foliar - Aplique o produto visando boa cobertura da planta evitando-se o escorrimento. Utilizar ato-mizador motorizado costal ou tratorizado. Aplicação via solo - Pulverize o produto no solo com jato ou bico, dirigindo a aplicação sob a projeção da copa.
Feijão: Utilize pulverizador tratorizado com barra, ou costal manual, equipados com pontas (bicos) de jato cônico. Utilize equipamento que permita excelente cobertura de toda a parte aérea das plantas, porém evitando-se o escorri-mento do produto. Siga a recomendação dos fabricantes de bicos e equipamentos utilizados.
Mamão: Utilize pulverizador costal, estacionário, montado ou tracionado por trator, turbinados. Use bicos de jato côni-co ou jato plano (leque) com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm2, com diâmetro entre 100 a 200 micra, proporcionando distribuição uniforme da calda.
Melão: As aplicações devem ser terrestres, podendo-se utilizar equipamento costal ou equipamento acoplado a trato-res; barra ou pistola munida de bicos cônicos. Em ambos os equipamentos utilize as doses recomendadas, diluídas em água e aplicadas em alta vazão (1.000 L de calda/ha), visando a completa cobertura das folhas.
Soja: utilize pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos de-vem ser distribuídos a cada 50 cm na barra e esta mantida a uma altura que permita cobrir totalmente a parte aérea das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de Segurança
Algodão 21 dias
Banana 3 dias (aplicação foliar)
Banana 60 dias (aplicação localizada)
Batata 14 dias
Café 30 dias (aplicação foliar)
Café 120 dias (aplicação no solo)
Feijão 7 dias
Mamão 7 dias
Melão 10 dias
Soja 28 dias
Tomate 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) reco-mendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Agite vigorosamente o produto na embalagem original, antes de abri-la para preparo da calda.
Não aplique Trinity 250 SC com ventos superiores a 6 km/hora e no horário mais quente do dia.
Utilizado conforme as instruções de uso recomendadas, o produto não é fitotóxico.

ANTES DE USUAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS

? Produto para uso exclusivamente agrícola.
? Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
? Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
? Os equipamentos de proteção individual recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
? Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
? Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos.
? Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
? Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA

? Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
? Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
? Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas pas-sando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental imperme-ável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
? Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

? Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
? Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
? Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
? Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas pas-sando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

? Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipa-mentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
? Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
? Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contamina-ção.
? Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
? Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
? Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
? Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
? Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
? Não reutilizar a embalagem vazia.
? No descarte de embalagens utilize o equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:Triazol
Classe toxicológica:Classe III – medianamente Tóxico
Vias de exposição:Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicinética:O estudo dos mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e ex-cretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90% a 96% foram ex-cretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
Mecanismos de toxicidade:Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos:Os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas muco-sas. A administração de altas doses em animais provocou salivação, convulsão, le-targia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.
Diagnóstico:O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos e notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11) 4197-0265

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:

Em estudos de laboratório a DL50 oral aguda em ratos foi de 5000 mg/kg de peso vivo e a DL50 dermal aguda >4000 mg/kg de peso vivo. Em testes de irritação ocular para coelhos mostrou-se levemente irritante para os olhos. O produ-to não causou sensibilidade cutânea em cobaias.

Efeitos Crônicos:

Estudos de 90 dias realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada à mudança ultraestruturais e dos níveis enzimáticos do fígado, também foram notadas alterações na bioquímica do sangue e nos padrões hematológicos. Estudo de 90 dias em cães, na mais alta dose (15 mg/kg), houve redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase alcalina do plas-ma. Em estudo de alimentação em ratos com duração de 2 anos NOEL de 20 ppm (1 mg/kg/dia).

SINTOMAS DE ALARME

Animais alimentados com altas doses do produto apresentaram salivação, depressão da atividade, espasmos muscu-lares, ataxia e aumento da temperatura corporal.

- Este produto é:PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contami-nação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros mate-riais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Téc-nicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROSS LINK CONSULTORIA E CONSULTORIA E CO-MÉRCIO LTDA., telefone de emergência: (11) 4197-0265
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos prote-tor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das propor-ções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs – Equipamentos de Prote-ção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical du-rante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagens, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
- O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens chei-as.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

- No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuá-rio, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventila-do, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Em-presa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefo-ne indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompa-nhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas.
- Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
- Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.