Tundra
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Flumioxazina
Registro MAPA:
13426
Empresa Registrante:
Ascenza |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Flumioxazina | 480 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Seletivo, Não sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Alho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bidens pilosa (Picão preto) | veja aqui | |||
| Galinsoga parviflora (Picão branco) | veja aqui | |||
| Stellaria media (Esparguta) | veja aqui | |||
| Maçã | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Bidens pilosa (Picão preto) | veja aqui | |||
| Manejo Outonal | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Amaranthus palmeri (Amarantus) | veja aqui | |||
| Conyza bonariensis (Buva) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Digitaria horizontalis (Capim colchão) | veja aqui | |||
| Lolium multiflorum (Azevém) | veja aqui | |||
| Raphanus raphanistrum (Nabiça) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÃO DE USO:
TUNDRA é um herbicida seletivo, não sistêmico com ação em pré e pós-emergência, para aplicação em pré e pós-plantio, destinado ao controle de plantas daninhas das culturas conforme a bula.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O TUNDRA pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres ou aeronaves.
Pulverização Terrestre:
Utilizar-se de pulverizadores costais manuais ou motorizados ou pulverizador tratorizado de barra, utilizar bicos jato leque que produzam gotas entre 250 a 400 micras, trabalhando com pressão de 30 a 45lb/pol 2 de forma a proporcionar uma cobertura uniforme da área tratada. Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia e quando as plantas estiverem com deficit hídrico.
Aplicação Aérea:
Realizar somente nas culturas indicadas. A aeronave deve estar provida com barra equipada com bicos jato cônico vazio da série D, micronair ou similar. Recomenda-se altura de vôo de 2-3m do alvo e largura de faixa de deposição de 15-18m.
Condições Climáticas:
Temperatura ambiente: abaixo de 30ºC.
Umidade relativa do ar: mínima de 70%.
Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade ou ocorrência do fenômeno de inversões térmicas, causando uma maior permanência das gotas no ar, contaminando os “bandeirinhas”, avião e o meio ambiente, com grande prejuízo do efeito do produto.
Preparo da calda:
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, em seguida recomenda-se que se faça uma pré-diluição da dose recomendada do TUNDRA em um recipiente auxiliar contendo 4 a 5 L de água , agitar com um bastão plástico até que a calda esteja homogênea, após esta etapa, inserir a pré-diluição no pulverizador e completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo para manter homogênea a calda de pulverização.
Recomendações gerais para evitar deriva:
- Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
- Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura)
- O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Para se evitar a deriva objetiva-se aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura do alvo e, consequentemente, a eficiência do produto.
Diâmetro das gotas:
- A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
- A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
- Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
- Pressão: use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
- Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva.
Ventos:
- A aplicação aérea deve ser realizada quando a velocidade do vento for superior a 3,0 km/h e não ultrapassar 10 km/h.
Temperatura e Umidade:
- Aplicação aérea deve ser feita quando a temperatura for inferior a 30°C e quando a umidade relativa do ar for superior à 55%.
- Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.
Inversão térmica:
- O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral.
Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Em condições de seca prolongada não aplicar TUNDRA para o controle de plantas daninhas após transplante de mudas de citros e café, ou de plantas florestais.
Não aplicar o produto em pós emergência das culturas: batata, cana-de-açúcar, feijão, milho, soja e trigo.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo E para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO E HERBICIDA
O produto herbicida TUNDRA é composto por Flumioxazina, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da Protox (inibidores da formação do tetrapirol), pertencente ao Grupo E, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).