Bula Zavit - Alta
CME MILHO (SET/20) US$ 3,250 (3,31%)
| Dólar (compra) R$ 5,37 (-1,57%)

Bula Zavit

Glifosato
5918
Alta

Composição

Glifosato - Sal de Amônio 757 g/L
Equivalente ácido de Glifosato 688 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Solúvel (SG)
Contato, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Avena strigosa (Aveia preta)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Conyza bonariensis (Buva)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saccharum officinarum (Cana de açúcar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Eucalipto

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saccharum officinarum (Cana de açúcar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Avena strigosa (Aveia preta)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Conyza bonariensis (Buva)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Pinus

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus hybridus (Caruru roxo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Avena strigosa (Aveia preta) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria decumbens (Capim braquiária) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cynodon dactylon (Grama seda) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cyperus rotundus (Tiririca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Saccharum officinarum (Cana de açúcar) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Senecio brasiliensis (Maria Mole) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sonchus oleraceus (Serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Avena strigosa (Aveia preta)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Conyza bonariensis (Buva)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Amaranthus hybridus (Caruru roxo)
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Avena strigosa (Aveia preta)
Bidens pilosa (Picão preto)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Conyza bonariensis (Buva)
Cynodon dactylon (Grama seda)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Digitaria insularis (Capim amargoso )
Eleusine indica (Capim pé de galinha)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha)
Panicum maximum (Capim colonião)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Saccharum officinarum (Cana de açúcar)
Senecio brasiliensis (Maria Mole)
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Solanum palinacanthum (Arrebenta cavalo)
Sonchus oleraceus (Serralha)

Tipo: Caixa.
Material: Plástico e Fibra celulósica.
Capacidade: 0,1 - 5,0 kg.
Tipo: Saco.
Material: Plástico aluminizado e Plástico.
Capacidade: 0,5 - 10 kg.

INDICAÇÕES DE USO

As doses indicadas, aplicadas de acordo com as instruções, controlam as plantas daninhas desde a fase jovem até a adulta. Doses menores são usadas nos casos de baixa infestação.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

O melhor período para o controle das espécies situa-se entre a fase jovem, pleno desenvolvimento vegetativo e pré-florescimento ou até o início da formação dos botões florais. Aplicar ZAVIT quando as plantas infestantes estiverem em boas condições de desenvolvimento vegetativo, sem efeito de estresse hídrico, caracterizado por condições de seca ou excesso de água.
ZAVIT não tem ação residual sobre sementes existentes no solo. ZAVIT, aplicado no período adequado, conforme recomendação controlará as plantas infestantes, com uma única aplicação.
Para a eliminação da espécie Conyza bonariensis (buva), utilizar a menor dose recomendada para plantas com até 10 cm de altura e a maior dose para plantas até com 30 cm de altura. O uso de ZAVIT na cultura da cana-de-açúcar pode ser feito nas seguintes condições:
a) Aplicação entre Linhas:
b) Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas infestantes perenes, como tiririca, capim-colonião ou grama-seda. A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas da cultura. Para as plantas infestantes como grama-seda e tiririca, que além das sementes são também disseminadas através de rizomas e bulbos, poderá ocorrer rebrotes e será necessário novas aplicações.
b) Reforma do canavial (eliminação de soqueiras):
Nestas aplicações o ZAVIT deve ser aplicado em área total, quando ocorrer infestações de plantas infestantes entre as linhas, ou poderá ser aplicado somente sobre as linhas da cultura na ausência de plantas infestantes. A época ideal é quando as soqueiras de cana-deaçúcar estiverem com 60 a 100 cm de altura, medidas a partir do solo, utilizando a dose de 3,0 a 3,4 Kg/ha do p.c. É fundamental que a aplicação seja realizada antes da formação de colmos na soqueira.
c) Maturador da Cana-de-Açúcar:
O ZAVIT pode ser utilizado como maturador em cana-de-açúcar, podendo ser aplicado em qualquer época da safra, sendo mais comum no final da safra, com o objetivo mínimo de manter um bom nível de maturação, evitando a queda natural que ocorre com o início da época de chuva, podendo ainda elevar o potencial natural de maturação tanto da cana de ano, ano e meio ou cana soca. O período de aplicação do ZAVIT nesta modalidade pode ser manejado em função das características industriais, adequando-se as doses de acordo com os níveis dessas características e o tempo entre a aplicação e a colheita, onde as doses de 0,34 Kg/ha são para as áreas que se deseja colher aos 30 dias, e as doses menores como 0,20 e 0,25 Kg/ha, para áreas com colheita desejada a partir de 30 dias. O momento exato de realizar a colheita deverá estar sempre associado às análises laboratoriais dos níveis das características industriais, de acordo com os aumentos significativos desses níveis de retorno econômico. Em aplicação via aérea, utilizando-se barra com bicos convencionais, com um consumo de 30 a 40 L/ha de calda. Em cana pronta para florescer, não se deve realizar a aplicação quando o processo de florescimento estiver em fase adiantada (cartucho).
O período de carência entre a aplicação do ZAVIT como maturador e a colheita de cana-de-açúcar é de 30 dias. Para as espécies florestais Eucaliptos e Pinus, o controle das plantas infestantes pode ser feito nas seguintes condições:
a) Aplicação em jato dirigido:
Normalmente esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas úteis. A aplicação deve ser feita dirigida às plantas infestantes, nas doses recomendadas e com equipamentos que evitem o contato do produto com as folhas, ramos ou caules jovens das plantas úteis.
b) Aplicação em área total:
Nestas condições deve ser aplicado em área total, onde se necessita controle de todas as após a roçagem, sendo necessário aguardar até o aparecimento de área foliar suficiente para absorver a dose letal.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Diluir a dose de ZAVIT indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas. A aplicação poderá ser realizada utilizando-se equipamentos aéreos ou terrestres. Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.

Recomendação Geral


Aplica-se ZAVIT em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folha, ramos ou caule jovem). A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento. O resultado final da ação do produto ocorre, geralmente, do 15º ao 20º, em espécie anuais e para espécies perenes, do 20º a 30º dia após a aplicação.
Equipamentos Terrestres: A aplicação pode ser realizada com pulverizadores de barra com bicos adequados à aplicação de herbicidas, com pressão entre 20 a 40 Lb/pol², utilizando-se um volume de água entre 50 a 250 litros/ha. Verificar as doses por 100 L de água e vazão aproximada de 200 L/ha. Deve-se sempre utilizar água limpa. As pulverizações devem cobrir uniformemente as plantas infestantes, evitando escorrimentos, que só causam perda e mau funcionamento do produto. No plantio das culturas indicadas, as aplicações de limpeza (manejo) devem ser em área total 7 a 15 dias antes do plantio e 20 a 30 dias para a cana-de-açúcar quando houver a presença das soqueiras. Pode-se usar o produto para controle não seletivo das plantas infestantes, nestes casos, as aplicações podem ser feitas em área total ou apenas dirigidas sobre as áreas infestadas.

Equipamentos Aéreos

Deve ser realizado através de aeronaves de asa fixa, modelos Ipanema, Airtractor ou outro, desde que adequado para esta finalidade. A aeronave deve estar equipada com uma barra com bicos do tipo D-20, core 46 ou semelhante, sendo a largura da faixa de deposição de vôo com 4 a 5 metros acima do alvo. Os bicos utilizados deverão promover uma cobertura uniforme sem escorrimento do produto e deverá proporcionar sobre o alvo, no mínimo 20 gotas/cm² com DMV de 420 a 450 m. Não utilizar bicos rotativos tipo micronair em aplicações aéreas. Para outros modelos de aeronaves, ainda em uso no Brasil, deverão ser efetuadas correções no equipamento para atender os parâmetros exigidos, quanto ao tipo de bico, ângulo a utilizar, pressão de trabalho e o volume de calda/há, sendo a faixa de deposição condicionada ao desempenho aerodinâmico da aeronave. A aplicação aérea só é recomendada na implantação de espécies florestais como Eucalipto e Pinus em aplicação em pré-plantio. ZAVIT não é recomendado para aplicação aérea em pós-plantio culturas de Pinus e Eucalipto. Neste caso aplica-se o produto em jato dirigido, de modo a evitar o contato do produto com as partes sensíveis das plantas como folhas e ramos ou caules jovens.

ATENÇÃO

A aplicação aérea somente deve ser realizada quando não existe o risco de ocorrer contato da pulverização com culturas sensíveis ao produto ZAVIT. Portanto a indicação desta modalidade de aplicação deve ser previamente avaliada pelo Engenheiro Agrônomo ou Técnico Responsável.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS

O produto não deve ser aplicado sob condições de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Ocorrência de chuvas no período de até 5 horas após a aplicação pode afetar a eficiência do produto. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.plantas infestantes existentes e onde não existem plantas úteis a serem protegidas. Não aplicar logo A aplicação de ZAVIT em plantas que estão em estresse devido à estiagem prolongada, poderá reduzir a eficiência dos resultados. As aplicações deverão ser realizadas nos primeiros horários da manhã, evitando as horas mais quentes do dia e retornando nos finais de tarde. É aconselhável aplicar quando a umidade relativa for superior a 55% e a temperatura entre 20 a 30°C. Evitar aplicações com ventos superiores a 6,0 km/hora ou fazer uso de equipamentos que reduzam significativamente a deriva em condições adversas, evitando o contato com as culturas e áreas vizinhas.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão, cana-de-açúcar, milho, trigo: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
Cana-de-açúcar (maturador): 30 dias
Soja: O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
Eucalipto e Pinus: Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Durante a aplicação, deve-se evitar que a solução herbicida (calda de aplicação atinja as partes das plantas úteis). ZAVIT não danifica as plantas com caules suberizados, caso os atinja. Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para culturas vizinhas, inclusive soja que não resiste ao herbicida ZAVIT.

Outras restrições

Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ao aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum. Sob ameaça de chuvas, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir, pois, de acordo com a suscetibilidade da espécie de planta infestante, poderá ser necessário até 6,0 horas sem chuvas após aplicação. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta alvo em condições adequadas de desenvolvimento. Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argila em suspensão). Não aplicar ZAVIT com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diluir a ação do produto (adsorção). Não capinar ou roçar o mato ou logo após aplicação de ZAVIT.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um engenheiro agrônomo.