Zenit/OXI 0111 BF (D1)/Oxi 0111 BF (D2)
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Ciproconazol; Picoxistrobina; Oxicloreto de Cobre
Registro MAPA:
18123
Empresa Registrante:
Oxiquímica |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Ciproconazol | 40 g/L | |
| Picoxistrobina | 60 g/L | |
| Oxicloreto de cobre | 420 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida, Bactericida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Ação multissítio, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Amendoim | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Cercospora arachidicola (Mancha castanha) | veja aqui | |||
| Cercospora personata (Mancha preta) | veja aqui | |||
| Puccinia arachidis (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Ervilha | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ascochyta pisi (Mancha de ascochyta) | veja aqui | |||
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | |||
| Erysiphe pisi (Oídio) | veja aqui | |||
| Uromyces pisi (Ferrugem) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) | veja aqui | |||
| Phaeoisariopsis griseola (Mancha angular) | veja aqui | |||
| Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli (Crestamento bacteriano comum) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Líquido | 30,0 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 30,0 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 60,0 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1.200,0 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico | Rígida | Líquido | 1.200,0 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 2,0 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 220,0 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 220,0 L |
INSTRUÇÕES DE USO
ZENIT/OXI 0111 BF (D1)/OXI 0111 BF (D2) é um fungicida/bactericida sistêmico e de contato, composto pelos ingredientes ativos Ciproconazol (Biossíntese de esterol em membranas), Picoxistrobina (Respiração) e Oxicloreto de cobre (Inibidor Multissítio).
ZENIT/OXI 0111 BF (D1)/OXI 0111 BF (D2) deve ser utilizado em pulverizações preventivas para o controle de doenças conforme recomendações.
MODALIDADE DE USO
Aplicação Foliar.
Número, Época e Intervalo de Aplicação:
OBSERVAÇÃO: As doses variam de acordo com a incidência da doença e/ou período de controle. Em caso de alta incidência e maior desenvolvimento da cultura, utilizar a maior dose recomendada. Não exceder as doses recomendadas e o número de aplicações.
AMENDOIM: Iniciar as aplicações (preventivas) no período do florescimento, repetindo com intervalos de 15 dias. Utilizar 02 aplicações. A maior dose deve ser utilizada para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Volume de calda: 150 L/ha;
ERVILHA: Iniciar as aplicações (preventivas) no período do florescimento, repetindo com intervalos de 15 dias. Utilizar 02 aplicações. A maior dose deve ser utilizada para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Volume de calda: 150 L/ha.
Adicionar 0,5% do volume de calda de aplicação, do óleo mineral/adjuvante ORIX® AD ou óleo mineral/adjuvante recomendado pelo registrante/fabricante;
FEIJÃO: Para o controle da Mancha-Angular, iniciar as aplicações (preventivas) no período do florescimento, repetindo com intervalos de 14 dias. Utilizar 02 aplicações. A maior dose deve ser utilizada para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Volume de calda: 150 L/ha. Adicionar 0,5% do volume de calda de aplicação, do óleo
mineral/adjuvante ORIX® AD ou óleo mineral/adjuvante recomendado pelo registrante/fabricante;
Para o controle da Antracnose, iniciar as aplicações de forma preventiva, repetindo em intervalos de 14 dias. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Utilizar 02 aplicações. A maior dose e o menor intervalo devem ser utilizados para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Volume de calda: 150 L/ha. Adicionar 0,5% do volume de calda de aplicação do óleo mineral/adjuvante ORIX® AD ou óleo mineral/adjuvante recomendado pelo registrante/fabricante;
Para o controle do Crestamento Bacteriano Comum, iniciar as aplicações de forma preventiva, repetindo em intervalos de 14 dias. Reaplicar quando houver condições favoráveis às doenças, sempre de maneira preventiva. Utilizar 02 aplicações. A maior dose deve ser utilizada para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do patógeno. Volume de calda: 200 L/ha. Adicionar 0,50% do volume de calda de aplicação do óleo mineral/adjuvante ORIX® AD ou óleo mineral/adjuvante recomendado pelo registrante/fabricante.
SOJA: Iniciar as aplicações (preventivas), no início do período de florescimento (R1), com intervalo de 14 dias entre as aplicações. Utilizar 02 aplicações. A maior dose deve ser utilizada para situações de maior pressão da doença (variedades mais suscetíveis e/ou histórico da doença na região), associadas a condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento do fungo. Volume de calda: 150 L/ha. OBS.: Em condições que favoreçam o aparecimento da doença antes do florescimento (R1), iniciar as aplicações preventivamente. Adicionar 0,5% do volume de calda de aplicação, do óleo mineral/adjuvante ORIX® AD ou óleo mineral/adjuvante recomendado pelo registrante/fabricante.
Modo de aplicação: ZENIT/OXI 0111 BF (D1)/OXI 0111 BF (D2) deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização aérea e/ou terrestre, para as culturas registradas.
Preparo da Calda: o responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa de boa qualidade, de forma que o pH final da calda seja = 5, ideal para a aplicação do produto, no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto.
Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.
Limitações de uso: A utilização do produto está restrita ao indicado no rótulo e/ou bula. O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Não deve ser aplicado em associação com herbicidas. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios, etc.
Fitotoxidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças (MID), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (Controle Químico, Cultural, Biológico, Genético e Físico). O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, uso de fungicidas adequados, manejo de pragas e plantas daninhas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema de tal modo a manter a população do patógeno abaixo do limiar de dano econômico.
Qualquer agente de controle de doenças poderá ficar menos efetivo ao longo do tempo (uso sucessivo de fungicidas de mesmo mecanismo de ação) se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. ZENIT/OXI 0111 BF (D1)/OXI 0111 BF (D2) é um fungicida/bactericida sistêmico e de contato, composto pelos ingredientes ativos Ciproconazol (Biossíntese de esterol em membranas), Picoxistrobina (Respiração) e Oxicloreto de cobre (Inibidor Multissítio). Este produto, que contém ingrediente ativo com ação multissítio, não possui relatos de resistência para alvos e cultura indicados, porém o Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência à fungicidas visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Não utilizar mais de duas aplicações na cultura da Soja com o mesmo tipo de produto fungicida, e utilizar a rotação de fungicidas (alternância) com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Qualquer produto para controle de patógenos do mesmo grupo químico ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas do mesmo patógeno. Adotar outras práticas de redução da população de patógenos,
seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.;
- Utilizar as recomendações do fungicida somente na época, dose e nos intervalos de aplicação de acordo com a bula do produto; Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação, manejo de resistência e consequente manutenção de eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO 3 FUNGICIDA
GRUPO 11 FUNGICIDA
GRUPO M01 FUNGICIDA
O produto ZENIT/OXI 0111 BF (D1)/OXI 0111 BF (D2) é composto por Ciproconazol, Picoxistrobina e Oxicloreto de Cobre, que apresentam mecanismos de ação distintos, sendo que o Ciproconazol atua na biossíntese de esterol em membranas. O sítio de ação é a C14-desmetilase na biossíntese de esterol (erg11/cyp51) (Grupo 3), a Picoxistrobina age na respiração como inibidor extracelular de Quinona no Complexo III do citocromo bc1
(ubiquinol oxidase) no sítio Qo (Grupo 11) e o Oxicloreto de Cobre possui ação de contato multissítio (Grupo M01) segundo a classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM DA SOJA:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de patógenos resistentes a esse grupo específico de mecanismo de ação, levando a
perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática para retardar a queda de eficiência dos fungicidas ao fungo causador da Ferrugem Asiática da Soja, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados, rotacionando os mecanismos de ação distintos dos Grupos 3 e 11 sempre que possível e mesmo que disponível nunca utilizar apenas um mecanismo de ação isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Evitar cultivar soja em segunda época de semeadura;
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, não ultrapassando o índice de área foliar (IAF) ideal para cada região, isso permite melhor cobertura foliar pelo fungicida;
- Adotar outros métodos de controle da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo de irrigação e demais controles culturais;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura e na região;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de
Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).