Análise de Mercado
Arquivo · página 143
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TrigoAgrolink · O mercado interno de trigo segue com cotações em queda e as negociações em ritmo lento. Segundo pesquisadores do Cepea, a liquidez tende a crescer apenas quando a colheita avançar com mais força no País, já que a previsão é novamente de produção recorde – estimada em 10,81 milhões de toneladas, alta de 3,9% em comparação com o relatório de agosto e 2,5% (ou 263,1 mil toneladas) acima do recorde da temporada passada, de acordo com dados divulgados pela Conab na última semana.
MilhoAgrolink · A comercialização do milho está parada no estado do Rio Grande do Sul, enquanto a previsão do tempo segue preocupando, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Poucas novidades no que diz respeito à comercialização de milho por aqui. Compradores insistem em indicar R$ 62,00 no que se trata da sexta semana praticamente sem alterações, produtores começam as pedidas em R$ 63,00. Sem relatos de negócios”, comenta.
Agrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou de forma mista com Chicago e dados de exportação brasileira, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os vencimentos de milho fecharam em leve alta nesta segunda-feira, com destaque ao maio/24, que apresentou +0,92 em relação ao vencimento de sexta (08). Ao que tudo indica, as altas refletem neste início de semana ao ritmo de exportação que se desenvolve neste mês de setembro”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve uma desvalorização expressiva, com negócios em queda, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana se abre de forma lenta após quedas expressivas nos preços em todas as regiões do Estado”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja recuaram em R$ 0,50/saca, com negócios lentos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado começa semana extremamente apático, com vendedor que só vende quando necessário sua soja”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou em alta na Bolsa de Chicago, motivada pela espera do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), segundo a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,22 % ou $ 3,00 cents/bushel a $ 1352,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,44 %, ou $ 6,00 cents/bushel a $ 1369,00”, comenta.
MilhoAgrolink · Exportações recorde com questões a resolver. De acordo com a ANEC, antecipando números do SECEX, o embarque de milho pode alcançar 9,6 milhões de toneladas neste mês. Segundo o especialista da Grão Direto, Ruan Sene, por outro lado, com 50 milhões de toneladas de milho para exportar até janeiro de 2024, os números de embarque estão muito aquém. Isso levanta questões importantes sobre a capacidade portuária de exportar esse total. Prêmios tendem a ser impactados por esse cenário.
MilhoAgrolink · Os prêmios pagos ao milho brasileiro destinado à exportação seguem estáveis com o feriado norte-americano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios mantiveram-se em $ 85 para setembro; subiram $ 11 cents para $ 98 para outubro; subiram $ 2 cents para $95 cents para novembro e mantiveram-se em $ 100 para dezembro”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), os principais vencimentos caíram nesta sexta-feira, mas o balanço da semana é positivo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os vencimentos de milho fecharam em leve queda nesta sexta-feira. Ao fechamento do pregão, a maior queda se apresentou no vencimento setembro/24, que foi de -1,17%, em um movimento que parece ter sido consoante à Bolsa de Chicago”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho voltaram a reagir na maior parte das praças acompanhadas pelo Cepea na última semana. De acordo com informações do Cepea, o suporte aos preços domésticos veio do ritmo aquecido das exportações do cereal e da alta das cotações nos portos, diante das valorizações externa e do dólar.
MilhoAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o Brasil precisa exportar mais milho do que vem exportando. “O Brasil precisaria aumentar em pelo menos 5 milhões de toneladas o seu volume de exportação, além das 50 MT previstas pela Conab (e igualando-se à expectativa do USDA), para escoar produto suficiente para melhorar os preços internos no país”, comenta.
SojaAgrolink · A valorização do dólar frente ao Real, a firme demanda externa e as estimativas da Conab indicando redução dos estoques nacionais na temporada 2022/23 impulsionaram os preços da soja no Brasil na semana passada.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul encerrou a semana com boas altas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana se fecha de forma lenta após altas boas nos preços em diversas regiões do Estado, mas a situação da soja segue bastante complicada, não havendo qualquer emoção relacionada ao grão por parte dos produtores que não tiram a mercadoria dos armazéns”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços avançam, mas com altas amenas de R$0,50/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Vendedor gaúcho segue em compasso lento, como tem sido desde o início da colheita em março/abril, e só vende quando necessário sua soja”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou o dia em alta, mas a semana em baixa, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 0,33 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 1349,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,26 %, ou $ 3,50 cents/bushel a $ 1363,00”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, os Fundos estão apostando na queda da soja. “O relatório semanal da CFTC registra que os Fundos de Investimento fecharam posições compradas e adicionaram posições vendidas de soja-grão durante a semana que terminou em 05/09. Isso fez com que o grupo passasse de 1.370 contratos líquidos comprados para 35 contratos líquidos vendidos”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, terminaram a primeira semana de setembro em leve alta. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (07) em US$ 4,70/bushel, contra US$ 4,61 uma semana antes. A média de agosto ficou em US$ 4,75, ou seja, 13,3% abaixo da média registrada em julho. Já na comparação anual, a queda é mais expressiva, já que a média de agosto de 2022 foi de US$ 6,32/bushel. Dito isso, no dia 03/09 as condições das lavouras de milho, nos EUA, apresentavam 53% entre boas a excelentes, 29% regulares e 18% entre ruins a muito ruins.
CevadaAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, fecharam esta primeira semana de setembro em US$ 5,71/bushel (dia 07/09), contra US$ 5,73 uma semana antes. A média de agosto fechou em US$ 6,13, ou seja, 9,4% abaixo da média de julho. Lembrando que a média de agosto de 2022 foi de US$ 7,84/bushel. Isso significa que o bushel de trigo, em Chicago, fechou agosto/23 com valor médio 21,8% abaixo do valor médio alcançado um ano antes.
SojaAgrolink · Nesta semana, onde dois feriados (na segunda-feira nos EUA e na quinta-feira no Brasil) a deixaram mais curta, as cotações da soja, em Chicago, registraram recuo. O fechamento desta quinta-feira (07), para o primeiro mês cotado, ficou em US$ 13,45/bushel, contra US$ 13,60 uma semana antes. Vale destacar que as cotações do farelo e do óleo igualmente recuaram, com o primeiro fechando o dia 07/09 em US$ 403,10/tonelada curta e o segundo em 63,86 centavos de dólar por libra-peso.
ArrozCepea/Esalq · Depois de registrarem elevação de 12,06% em agosto, os preços do arroz em casca seguem em alta neste início de setembro, se aproximando da casa dos R$ 100,00/saca de 50kg, conforme apontam dados do Cepea. Agentes indicam que os valores podem continuar subindo, com possibilidade de alcançarem os patamares observados durante a pandemia de covid-19, próximo dos R$ 106/sc. Os aumentos seguem atrelados à forte demanda e à menor oferta.

