Análise de Mercado
Arquivo · página 173
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MilhoAgrolink · O milho fecha em leve queda de 0,17% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), influenciado pelo abastecimento das indústrias e também pela entrada da Safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana começa com uma leve queda de 0,17% nas cotações do milho no mercado futuro da B3, porque as indústrias estão abastecidas o suficiente para esperar a entrada da Safrinha, que já começou a ser colhida e cuja colheita deve se intensificar nos próximos 30 dias”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja teve fechamentos mistos com clima e comércio internacional, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -0,99% ou $ -13,25 cents/bushel a $ 1372,75. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,39%, ou $ 4,75 cents/bushel a $ 1209,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso teve um dia de baixas, com preços puxados pelo farelo e câmbio, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços seguem sofrendo impactos advindos do mercado internacional. No dia de hoje, pouco se viu de diferença em relação ao último pregão, negócios enfraqueceram após a alta expressão do dia do relatório, mas preços ainda estão na mesma trajetória da CBOT, sendo impactada pelo farelo e pelo câmbio que marca posições cada vez mais baixas”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia ruim para negócios, com preços caindo R$ 0,50/saca, de acordo com a TF Agroeconômica. “Semana começa de arrasto no estado, com preços, no melhor momento, levemente abaixo que semana passada, não gerando estímulo extra para vendas dos produtores”, comenta.
MilhoAgrolink · A colheita de milho da segunda safra tem avançado com mais intensidade apenas em Mato Grosso, mas, segundo colaboradores consultados pelo Cepea, as expectativas quanto à produção e à qualidade do cereal são positivas na maior parte das regiões produtoras.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação os prêmios permaneceram inalterados, o que significa ausência de demanda, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os prêmios retornaram para $ 10 cents/bushel para julho23; mantiveram-se em $23 agosto; recuaram $ 2 cents para $20 em setembro; mantiveram-se em $ 20 para outubro e $ 27 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul as indústrias abastecidas e o milho do Centro-Oeste mais barato pressionam os preços, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, foi muito pressionado com a ausência dos compradores (indústrias) que, bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), não estão pressionados a comprar e começam a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
SojaAgrolink · O baixo volume de chuva em regiões produtoras dos Estados Unidos pode prejudicar o desenvolvimento das lavouras de soja. Segundo pesquisadores do Cepea, essa situação vem gerando preocupações entre agentes e impulsionando os valores externos do grão. No mercado interno, os preços também estão subindo, mas o movimento de alta é limitado pela desvalorização do dólar frente ao Real e pela oferta doméstica elevada.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em queda com realização de lucros, impulsionada pela queda do dólar e de Chicago, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “A semana termina com as cotações em queda de 0,21%, impulsionada pelas fortes quedas do dólar (-0,97%) e de Chicago (-0,98%), que não deram sustentação às exportações/escoamento do milho brasileiro. Com isto, as cotações voltaram a se aproximar dos níveis mais baixos verificados nesta temporada, ocorridas no final de maio”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, a melhor estratégia pra quem tem milho é vender e aplicar o dinheiro, ou seja, trocar o cereal por juros. “Vamos adotar hoje o slogan de uma financeira: “troque o milho que está colhendo por juros” (venda e aplique o dinheiro), que com certeza ganhará mais do que deixando no armazém, onde, além de ter os preços baixando, terá despesas ao invés de ganhos. Simples assim”, comenta.
SojaAgrolink · A recomendação da TF Agroeconômica é para os produtores de soja aproveitarem as recentes altas para comercializar o produto, antes que os preços recuem fortemente, pois a consultoria espera que isso aconteça. “Nosso sentimento é a de que os preços podem recuar para $ 1120 MAR 24, então, só aumentou a possibilidade de ganhos de quem tomar esta opção neste momento”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta mantendo a tendência da semana e com a valorização do Real frente ao Dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em alta de 1,71% ou $ 23,25 cents/bushel a $ 1386,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,28%, ou $ 15,25 cents/bushel a $ 1204,25”, comenta.
SojaAgrolink · Mais um dia e manutenção para a soja no estado do Mato Grosso do Sul, enquanto os negócios seguem lentos, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado de Mato Grosso do Sul parece não responder de imediato por qualquer movimentação causada pelo relatório WASDE, o escoamento da semana passada havia sido muito considerável, em partes por preparação para o relatório e para o feriado desta semana”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul encerrou a última semana com preços praticamente parados, mas bons negócios sendo efetuados, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Dia de Wasde, apesar da queda do câmbio, mercado voltou a dar oportunidades ao produtor. Mercado reagiu bem, com mais de 30.000 tons vendidas”, comenta.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, melhoraram um pouco nesta semana, com o fechamento da quinta-feira (08) ficando em US$ 6,26/bushel, para o primeiro mês cotado, contra US$ 6,10 uma semana antes. A média de maio ficou em US$ 6,19/bushel, contra US$ 6,66 em abril, o que representou um recuo de 7%. Para comparação, a média de maio do ano passado foi de US$ 11,40/bushel. Ou seja, em um ano o bushel de trigo perdeu US$ 5,21 de seu valor.
MilhoAgrolink · A média gaúcha fechou a semana em R$ 53,00/saco, enquanto as principais praças locais negociaram o produto a R$ 51,00. Já no restante do país, os preços oscilaram entre R$ 37,00 e R$ 50,00/saco. No ano passado, nesta mesma época, a média gaúcha era de R$ 84,11/saco, enquanto nas demais praças nacionais o milho girava entre R$ 68,00 e R$ 85,00/saco. Ou seja, nos últimos 12 meses o preço do cereal, aos produtores gaúchos, recuou 37%, enquanto nas demais praças nacionais o recuo varia entre 41% e 46%.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, subiram um pouco nesta semana, voltando a superar os US$ 6,00/bushel, na esteira da expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA, a ser divulgado no dia 09/06.
SojaAgrolink · No Rio Grande do Sul, a semana fechou em R$ 123,86/saco, enquanto as principais praças locais negociaram o produto a R$ 121,50/saco. Nas demais regiões brasileiras, os preços da soja oscilaram entre R$ 105,00 e R$ 118,00/saco, havendo maior liquidez no mercado nestes últimos dias, pois vendedores internos elevaram o volume ofertado. Mas em algumas regiões do país, a soja, no disponível, já estaria abaixo dos R$ 100,00/saco.
Agrolink · O mercado da soja, em Chicago, trabalhou esta semana na expectativa do relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado nesta sexta-feira (09). Com isso, as cotações subiram, com ajustes técnicos, sendo que o bushel da oleaginosa fechou a quinta-feira (08) em US$ 13,63, contra US$ 13,29 uma semana antes. A média de maio ficou em US$ 13,85, ou seja, 6,9% abaixo da média de abril. Em maio do ano passado a média havia sido de US$ 16,77/bushel.
SojaAgrolink · A comercialização da safra 2022/23 de soja no Brasil atingiu apenas 58,6% da produção esperada até o dia 2 de junho, comparado a 69,9% no mesmo período do ano anterior. O avanço mensal foi de 7,0 pontos percentuais, abaixo dos meses anteriores.

