Análise de Mercado
Arquivo · página 180
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SojaAgrolink · Os valores da soja estão em baixa nos mercados interno e externo, pressionados pela finalização da colheita no Brasil e pelas condições climáticas favoráveis à semeadura da oleaginosa no Hemisfério Norte.
Agrolink · A cotação de açúcar cristal encerrou a semana com queda moderada no spot paulista, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Na sexta-feira o preço da saca de 50 Kg do açúcar cristal encerrou o dia com queda moderada de -0,55%. Na quinta-feira estava avaliada em R$ 150,38/sc, com o recuo encerrou a semana no valor de R$ 149,56/sc”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado brasileiro continua alongado, com compradores interessados na segunda safra do C-O, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, continua inalterado, na baixa, como na semana passada, com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho subiu 1,14% por tomada de lucros, o que não significa tendência de alta, de acordo com o que acredita a Tf Agroeconômica. “Novamente encerramos a semana com uma alta de 1,14%, por tomada de lucros, depois de os mercados caírem 7,13% durante a semana”, comenta.
Agrolink · No Brasil os preços tiveram a maior queda percentual dos últimos 5 anos para os agricultores, no balcão, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A atualização que fizemos dos preços pagos aos agricultores no balcão registrou a maior queda percentual dos últimos 5 anos, em que estamos acompanhando diariamente o mercado de milho, principalmente no Paraná e no Mato Grosso do Sul”, comenta.
SojaAgrolink · De acordo com o que informa a TF Agroeconômica, é bastante possível que a soja siga caindo num futuro próximo. Um dos principais fatores para isso é a oferta global, que deve aumentar, somada com o esmagamento mundial. “Aumento significativo da produção (oferta) mundial, como mostramos no relatório da sexta-feira da semana passada: a produção total deverá aumentar em 75,53 milhões de toneladas, ou 10,84% e os estoques finais em 21,46 milhões de toneladas, ou 21,24%, o que é muito”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em baixa com bom clima para o plantio e baixa demanda, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -1,95% ou $ -26,00 cents/bushel a $ 1307,25. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,97%, ou $ -11,50 cents/bushel a $ 1175,50. A cotação de maio24 fechou em baixa de -0,97% ou $ -11,75 cents/bushel a $ 1194,25”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul os preços marcam altas gerais de R$ 2,00/saca, cerca de 10.000 toneladas negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana permaneceu em sua totalidade com dificuldades de firmar preços, mas mostra melhora expressiva nesta sexta-feira, com altas de R$ 2,00/saca por todo o Estado, recuperação superior às demais posições”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul encerrou a semana com leve recuperação de preços, com a crise ainda não contornada, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana se encerra com perdas expressivas em Chicago, foram US$ 0,83/bu, só nesta semana. No acumulado do mês já são US$ 1,20 de perdas”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, igualmente recuaram nesta semana, mais uma vez aliás. O fechamento da quinta-feira (18) ficou em US$ 5,55/bushel, contra US$ 6,32 uma semana antes. Este valor de agora é o mais baixo desde o início de novembro de 2021. Um dos motivos deste recuo está no relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado no dia 12/05, o qual indica uma safra importante nos EUA e no mundo para 2023/24. Além disso, com o clima positivo no país norte-americano, o plantio do cereal avança rapidamente neste momento, fazendo pressão baixista.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, degringolaram nesta semana, chegando aos menores valores em quase dois anos. O bushel do grão, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (18) em US$ 13,33, contra US$ 14,43 uma semana antes. Ou seja, em cinco dias úteis perdeu mais de um dólar, algo raro de ser visto. Esta cotação atual é a mais baixa desde o final de dezembro de 2021.
MilhoAgrolink · Dados divulgadas pela TF Agroeconômica indicam a China, grande comprador, importou 54,6% a menos de milho em abril, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permaneceram a $25 cents/bushel para julho23; recuaram $8 cents para $40 agosto; caíram $ 7 cents para $50 em setembro; $ 50 para outubro e $ 10 cents para $ 55 cents para novembro, mostrando redução da demanda para estes meses”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho para esta safra acabou, com os compradores olhando Safrinha do Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, continua inalterado, na baixa, como na semana passada, com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · O milho recuou mais 1,80% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com indústrias abastecidas e perspectivas de safrinha recorde, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O cenário continua o mesmo: o mercado continua pressionado pela grande disponibilidade de safra velha, somada à perspectiva de colheita de outra safra recorde a começar dentro de um mês”, comenta.
SojaAgrolink · A soja fechou em baixa novamente na Bolsa de Chicago, mas boas vendas semanais reduziram os danos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -0,28% ou $ -3,75 cents/bushel a $ 1333,25. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,04%, ou $ -0,50 cents/bushel a $ 1187,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul marcou altas gerais de R$ 2,00/saca nos preços, mas os negócios seguem parados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Semana segue com dificuldades de firmar preços, mas mostra melhora expressiva nesta quinta-feira, com altas de R$ 2,00/saca por todo o Estado, recuperação superior às demais posições”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou l recuperação de preços, mas a crise ainda não foi contornada, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Terceiro dia consecutivo de baixas no mercado na CBOT (embora durante o pregão o mercado até esboçou uma reação, mas não se sustentou). Os prêmios corrigiram no final em torno de US$ 0,10 amenizando as perdas, e auferindo algum ganho em relação a ontem”, comenta.
MilhoReuters · Os contratos futuros de milho dezembro de Chicago foram negociados na quarta-feira abaixo de US$ 5 por bushel pela primeira vez desde 2021, apoiando aqueles que acreditam que o milho nova safra já atingiu sua alta anual. Mas há uma estatística possivelmente do lado dos participantes do mercado que continuam esperançosos de novas máximas.
MilhoAgrolink · Milho brasileiro afetado pela China No mercado brasileiro de milho para a exportação, a China continua influenciando, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os prêmios recuaram $ 8 cents/bushal para $25 cents/bushel para julho23; $48 agosto; $57 em setembro; $ 57 para outubro e permaneceram a $ 65 cents para novembro”, comenta a consultoria.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho para esta safra acabou, com compradores olhando Safrinha do Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, continua inalterado, na baixa, como na semana passada. Com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.

