Análise de Mercado
Arquivo · página 184
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SojaAgrolink · Em Chicago, a soja teve uma semana positiva apesar do recente receio do mercado com a crise bancária americana, que acabou impactando toda cadeia de commodities. A valorização do óleo de soja foi o principal impulsionador. Petróleo em queda com a decisão do banco central dos Estados Unidos, as cotações apresentaram quedas, visto que aumentaram os temores de recessão, podendo significar uma potencial diminuição da demanda para o petróleo.
MilhoAgrolink · O clima favorável vem auxiliando o desenvolvimento das lavouras de milho no Brasil. Esse contexto mantém em queda os preços do milho na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea – na praça de Campinas (SP), os valores registram baixas diárias consecutivas desde o final de março.
TrigoAgrolink · Os contratos futuros de trigo estavam em alta nas negociações noturnas devido a preocupações sobre a Black Sea Grain Initiative. As negociações entre Ucrânia, Rússia, Turquia e as Nações Unidas na sexta-feira não produziram nenhum avanço, deixando o estado do acordo que permite navios que transportam produtos agrícolas para fora da Ucrânia com segurança no limbo.
SojaAgrolink · De acordo com o que informa a TF Agroeconômica, existe um problema atual no mercado da soja, que são os produtores atrás do preço e não atrás do lucro. “Em nossos cursos de comercialização insistimos com os agricultores para não correrem atrás de preço, mas de lucro! Correr atrás de preço já quebrou muita gente, mas nunca ninguém quebrou por ter um lucro menor”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de exportação de milho, os prêmios voltaram a subir significativamente no encerramento da última semana, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os prêmios caíram para negativos -$20 cents/bushel para julho23; subiram $9 cents para a $49 ago/23, subiram $ 20 cents para $60 em setembro, $ 5 cents para $ 65 para outubro e recuaram $ 3 cents para $ 63 cents para novembro”, comenta.
SojaAgrolink · Após operarem nos menores patamares em três anos, os preços domésticos da soja reagiram na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento de baixa foi interrompido pela firme demanda e pela retração de sojicultores no Brasil.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho manteve-se estável, na baixa, sem novidades, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, continua extremamente depressivo (não diferente de outras regiões do país) fábricas bem-posicionadas e alongadas até junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionadas a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou pelo quarto dia em forte queda de 2,12%, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como temos dito várias vezes este espaço, a tendência dos preços do milho no Brasil depende do escoamento da exportação, que está omissa desde o início do ano, embarcando grandes volumes, mas que foram fechados no final do ano passado”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja fechou em alta com recompra de fundos e alta do petróleo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 1,42% ou $ 20,50 cents/bushel a $ 1469,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,91%, ou $ 11,50 cents/bushel a $ 1280,00”, comenta a TF.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul fechou a semana com preços parados e 20.000 toneladas negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “MS passa por mais um dia com preços fixos e finaliza a semana. Para o momento é interessante que alguns lotes sejam vendidos, isso porque existe a necessidade de efetuar manutenção das propriedades e também de abrir espaço para armazenamento”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul fechou a última semana em alta e com alguns negócios efetuados. “Mercado de soja no RS nesta sexta-feira, seguiu da mão para a boca, porém melhor do que ontem. Prêmios seguem se recuperando, e o dia só não foi melhor de preços em função da queda do dólar”, comenta.
ArrozAgrolink · Uma das poucas culturas em que o Brasil ainda não é autossuficiente é o cereal mais importante do mundo: o trigo. Os preços subiram nos últimos meses, com a quebra de safra dos principais produtores e a guerra na Ucrânia, levando os produtores brasileiros (que apostam mais no milho) a se perguntar: Afinal, vale a pena plantar trigo esse ano?
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, ensaiaram uma recuperação nesta primeira semana de maio, porém, o movimento foi tímido. Com isso, o fechamento desta quinta-feira (04) ficou em US$ 14,48/bushel, contra US$ 14,26 uma semana antes. Lembrando que a média de abril fechou em US$ 14,88/bushel, praticamente igual a média de março. Em abril de 2022 a média havia fechado em US$ 16,82/bushel. Ou seja, neste momento o mercado trabalha com cerca de dois dólares a menos por bushel, em relação ao mesmo período do ano passado. E nos próximos meses (até setembro), caso não haja problemas climáticos que venham a prejudicar a nova safra de soja dos EUA, Chicago indica um recuo de mais dois dólares, com o bushel vindo ao redor de US$ 12,80, senão menos.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho para exportação os prêmios voltaram a subir para o final do ano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios caíram para negativos -$20 cents/bushel para julho23; permaneceram a $40 ago/23, subiram para $40 em setembro, permaneceram em $ 60 para outubro e $ 65 cents para novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado de milho manteve-se estável nesta quinta-feira, sem novidades, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, segue extremamente depressivo (não diferente de outras regiões do país), com fábricas bem-posicionadas e alongadas até junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionadas a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou pelo terceiro dia em forte queda, mas cotações da safrinha sobem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Hoje tivemos uma reviravolta no mercado futuro de milho da B3: com a falta de demanda neste semestre, a cotação de julho recuou 0,27%, mas as cotações posteriores voltaram a subir, como mostra o texto abaixo, por duas razões: a) maior interesse da demanda de exportação no segundo semestre; b) aumento da disputa com as indústrias no mercado interno”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em baixa com Fundos liquidando posições e avanço do plantio nos Estados Unidos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio23 fechou em alta de 0,03% ou $ 0,50 cents/bushel a $ 1448,50 A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,29%, ou $ -3,75 cents/bushel a $ 1268,50”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia com preços parados, mas 20.000 toneladas negociadas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “MS passa por dia com preços fixos, mas bons volumes negociados. Para o momento é interessante que alguns lotes sejam vendidos, isso porque existe a necessidade de efetuar manutenção das propriedades e também de abrir espaço para armazenamento”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou altas gerais de até R$ 1,00/saca, mas os negócios seguem lentos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mercado de soja no RS segue da mão para a boca, o que tem permitido um começo de recuperação nos prêmios. Mercado passou maior parte do dia hoje em baixa, se recuperando apenas no final do pregão”, comenta.
ArrozAgrolink · O preço do arroz em casca no mercado sul-rio-grandense fechou o primeiro quadrimestre de 2023 em patamar nominal recorde, considerando-se o mesmo período de anos anteriores da série do Cepea, iniciada em 2005. De janeiro a abril de 2023, o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros, com pagamento à vista) teve média de R$ 88,08/saca de 50 kg.

