Análise de Mercado
Arquivo · página 206
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MilhoAgrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul encerrou a semana de forma inalterada, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “No mercado praticamente sem novidade, tradings indo para os fechamentos de navios, indicando R$ 91,00 porto para exportação, mas não fechando a conta para a maioria das regiões em função dos fretes. Preços inalterados para março (posto indústrias) R$ 87,00 Grande Santa Rosa, R$ 86,00 Ijuí, R$ 91,50 região de Marau, R$ 92,50 região de Lajeado. Vendedor segue pedindo entre R$ 86,00 até 89,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.
MilhoAgrolink · A semana de negócios do milho deixou quedas muito leves para os preços do milho em Chicago, onde os contratos de março e maio caíram 0,40 e 0,11%, passando de 267,90 para 266,82 e de 267,01 para $ 266,72 por tonelada, segundo a TF Agroeconômica. “No geral, o milho passou por uma semana com poucos choques e com fatores que não foram capazes de consolidar uma tendência”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em nova queda, sem sustentação para a exportação, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a alta do dólar (+1,23) praticamente anulada pela queda de 1,55% da cotação do milho em Chicago, novamente exportação não teve fôlego para apresentar preços melhores e, com isto, os compradores do mercado interno trataram de se abastecer nos mercados locais. Interessante observar que foram grandes compradores, que normalmente buscavam milho no Centro-Oeste, os adquirentes de mercadoria no Paraná, nesta sexta-feira", indica.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de baixas de até R$ 3,00/saca, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de soja disponível, lentidão é a palavra-chave, e continuará assim até o começo da nova colheita, com produtor fixando apenas aquilo que é essencial para a manutenção de sua família e propriedade. O mercado futuro (abril/maio) é inexistente. Praticamente não se reportaram negócios, em outras palavras, a semana acaba como começou”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado do milho brasileiro para exportação segue sem suporte e voltado apenas para a safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permaneceram a $ 103 cents/bushel para julho23; recuaram para $ 100 para agosto23 e subiram para $115 para setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul os preços mantêm a alta do dia anterior, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado praticamente sem novidade; tradings indo para os fechamentos de navios, indicando R$ 93,00 no porto para exportação, mas não fechando a conta para a maioria das regiões em função dos fretes. Preços para março (posto indústrias) melhoraram R$1/sacana origem e R$ 0,5 nos destinos: R$ 87,00 Grande Santa Rosa, R$ 86,00 Ijuí, R$ 91,50 região de Marau, R$ 92,50 região de Lajeado”, comenta.
Agrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em queda, com novo recuo do dólar e Chicago permitindo ação dos compradores locais, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Novo recuo do dólar (-0,64%) e das cotações do milho no mercado futuro de Chicago (-2,04%) novamente exportação não teve fôlego para apresentar preços melhores e, com isto, os compradores do mercado interno trataram de se abastecer nos mercados locais. Interessante observar que foram grandes compradores, que normalmente buscavam milho no Centro-Oeste, os adquirentes de mercadoria no Paraná, nesta quinta-feira", comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul viu completa manutenção de preços, sem negócios efetuados, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul vê seus preços sem novas atualizações após as baixas de ontem. A fraqueza do mercado do dia se vê contrariada pela crescente demanda por soja, com isso, embora de forma internacional os produtos se desvalorizem, em um escopo menor, de estado em estado, vemos manutenções ou até mesmo valorizações”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços marcaram altas por toda a extensão do estado, com uma valorização de até R$ 2,00/saca, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de soja disponível, lentidão é a palavra-chave, e continuará assim até o começo da nova colheita, com produtor fixando apenas aquilo que é essencial para a manutenção de sua família e propriedade. O mercado futuro (abril/maio) é inexistente. Praticamente não se reportaram negócios”, comenta.
FeijãoAgrolink · Informações divulgadas pela Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe) indicaram que o mercado brasileiro de feijão continua com as mesmas cotações de antes do feriado de carnaval. No caso do feijão-preto foram vistos poucos negócios e em relação ao carioca a situação melhora um pouco do ponto de vista dos negócios.
Cana-de-açúcarAgrolink · A cotação do açúcar cristal segue em alta no spot paulista, apesar de recuo moderado de ontem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nesta quarta-feira a cotação da saca de 50 Kg do açúcar cristal que estava avaliado em R$ 131,90/sc, registrou um recuo moderado de 0,05% e encerrou o dia de hoje em R$ 131,88/sc Segundo Análises Agrícolas (Broadcast Agro), os valores do açúcar cristal branco seguiram em alta ao longo da última semana – com exceção da sexta-feira, 17, quando o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, caiu para a casa dos R$ 131,00/saca de 50 kg”, comenta.
MilhoAgrolink · Novamente sem suporte, o mercado de milho exportação continua voltado apenas para Safrinha, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permaneceram a $ 103 cents/bushel para julho23; recuaram para $ 100 para agosto23 e subiram para $115 para setembro”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços do milho melhoraram R$ 1/saca na origem e R$ 0,50 nos destinos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado praticamente sem novidade; tradings indo para os fechamentos de navios, indicando R$ 93,00 no porto para exportação, mas não fechando a conta para a maioria das regiões em função dos fretes. Preços para março (posto indústrias) melhoraram R$1/sacana origem e R$ 0,5 nos destinos: R$ 87,00 Grande Santa Rosa, R$ 86,00 Ijuí, R$ 91,50 região de Marau, R$ 92,50 região de Lajeado. Vendedor segue pedindo entre R$ 86,00 até 89,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho retornou dos feriados mercado recuando, com dólar e Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A volta dos feriados de Carnaval registrou queda de 0,12% o dólar e de 0,95% nas cotações da CBOT, tirando totalmente o suporte dos exportadores brasileiros, nesta quarta-feira. Com isto, as indústrias ficaram mais à vontade no mercado interno, sem disputar mercado e mantendo ou até reduzindo as cotações, com repercussão nas cotações do mercado futuro de São Paulo”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul registrou quedas gerais de até 7,00/saca, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mato Grosso do Sul vê seus preços afundarem após semana inteira quase sem movimentos como resposta novamente da pressão nos prêmios exercida pelos pela produção brasileira no geral e as quedas em Chicago. Os produtores parecem ainda estar aguardando preços de pelo menos R$ 160,00 para começar a negociar com mais intensidade”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul os preços marcaram novas quedas de até R$ 3,00/saca por todo o interior, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de soja disponível, lentidão é a palavra-chave, e continuará assim até o começo da nova colheita, com produtor fixando apenas aquilo que é essencial para a manutenção de sua família e propriedade. O mercado futuro (abril/maio) é inexistente. Praticamente não se reportaram negócios”, comenta.
TrigoAgrolink · Na Bolsa de Chicago o trigo fechou em forte queda por leve melhora no clima e falta de reação russa, como se esperava, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de março de 2023 do trigo brando SRW de Chicago em queda de 1,96% ou $ 15,0 cents/bushel a $ 750,50”, comenta.
Cana-de-açúcarAgrolink · O açúcar de Nova York fechou o dia moderadamente mais alto com exportações menores de açúcar da Índia, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O açúcar mundial nº 11 de maio em NY (SBK23) fechou em alta de +0,13 (+0,66%) nesta terça-feira, e o açúcar branco nº 5 de Londres em maio (SWK23) fechou em -1,00 (-0,18%)”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em alta na Bolsa de Chicago, com a volta da competitividade do milho norte-americano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A cotação de março fechou em alta de 0,40% ou $ 2,75/bushel a $ 680,50. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em alta de 0,49% ou $ 3,25 bushel a $ 669,25”, comenta.
SojaAgrolink · Depois do feriado, a soja fechou em forte alta na Bolsa de Chicago com alta do óleo e farelo e preocupações sobre o clima da Argentina, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. "O contrato de soja para janeiro23 fechou em alta de 1,41% ou $ 21,50 cents/bushel a $ 154,75”, comenta.

