Análise de Mercado
Arquivo · página 216
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TrigoAgrolink · As projeções sobre a produção de trigo, tanto internacional quanto no Brasil, foram novamente elevadas em relatórios divulgados pela Conab e pelo USDA na última semana, devendo ser recordes. Apesar de a colheita já ter sido finalizada, a Conab aumentou a estimativa da safra de 2022 no Brasil para 9,76 milhões de toneladas, alta de 27,2% frente à temporada de 2021, um recorde nacional.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul a colheita de milho avança, apesar das chuvas pontuais, enquanto os preços seguem estáveis, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de verão avançando no estado, apesar de chuvas bem pontuais no final de semana. Preços para fevereiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 90,00 Missões e Celeiro, R$ 92,00 região de Passo Fundo, R$ 94,00 região de Lajeado. O porto não indicou, enquanto o vendedor pede R$ 92,00 a R$ 95,00 interior (quando há ofertas)”, comenta.
SojaAgrolink · A Argentina vendeu sua disponibilidade e agora precisará importar soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. Em entrevista ao site Infocampo Gustavo Idígoras, presidente da Câmara das Indústrias Azeiteiras da República Argentina e do Centro de Exportação de Cereais (CIARA-CEC) disse que "o dólar da soja em dezembro provocou uma compra maior do que o esperado".
SojaAgrolink · Após a construtora Ecman afirmar que a Raízen (RAIZ4) estava realizando um período de falência, a gigante do agro veio a público negar as informações. Tudo começou quando a Ecman publicou uma nota no jornal Valor Econômica que entrou com requerimento pedindo a falência da Raízen Energia.
AvesCepea/Esalq · Apesar de boa parte dos produtores e distribuidores de ovos terem sinalizado estoques ajustados à demanda, sem grandes excedentes, os preços da proteína caíram em todas as praças acompanhadas pelo Cepea na segunda semana de janeiro, devido à baixa procura e à pressão exercida por compradores.
MandiocaAgrolink · A oferta de mandioca continua baixa, por conta da seguinte combinação de fatores: menor disponibilidade de lavouras, produtores afastados da comercialização e chuvas na maior parte das regiões produtoras.
MilhoAgrolink · No mercado brasileiro de milho, os prêmios de dezembro permaneceram em $ 65/bushel, $ 90 cents/bushel para julho23 e $ 90 para agosto23, segundo a TF Agroeconômica. “O programa de exportação brasileiro de milho embarcou nos primeiros 5 dias úteis de janeiro 1,88 milhão de toneladas, 45% do exportado em janeiro do ano passado (2,73 milhões de toneladas)”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho nos portos recuaram de forma expressiva na segunda semana do ano, ignorando o ritmo intenso das exportações neste início de janeiro e a expectativa de continuidade de embarques aquecidos. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão ocorreu devido à queda do dólar, que limitou a paridade de exportação.
SojaAgrolink · Os preços da soja caíram no mercado brasileiro na semana passada, pressionados pela desvalorização do dólar, pelo enfraquecimento do prêmio de exportação e por estimativas indicando safra 2022/23 recorde no Brasil – prevista em 152,71 milhões de toneladas pela Conab e em 153 milhões de toneladas pelo USDA.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços do milho recuaram R$ 1/saca em todas as posições, enquanto só a pedra se manteve, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A colheita de sequeiro no verão começa a se espalhar no estado, atingindo no mínimo 15% das áreas. Milho irrigado deve começar a ser colhido na segunda quinzena. É onde se esperam melhores rendimentos”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em baixa na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), desta vez pela quarta vez consecutiva, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a fraquíssima demanda para exportação, os compradores do mercado interno se sentem mais confortáveis e começam a oferecer preços um pouco maiores do que os do mercado externo, para levar toda a disponibilidade existente no país. Sua preocupação está concentrada nos problemas de seca do RS e de SC, onde as safras deverão ser menores e a demanda é maior”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul registrou um dia sem variações nos preços e também sem negócios, de acordo com o que informou a TF Agroeconômica. “Hoje, o mercado parece ter se mantido sem muita diferença em relação ao que foi visto ontem, sem sair do canal em que esteve durante o último mês. Os preços de hoje representam um fundo que já foi visto na semana passada, refletindo apenas as flutuações do dólar que têm afetado a região com mais intensidade do que Chicago”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul registrou recuo de R$ 3-6/saca no encerramento da semana, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A expectativa segue sendo a de que isso será temporário, pois os fundamentos de Chicago indicam a soja bastante cara mais para frente, com estoques menores do que o esperado. No entanto, por enquanto as variações cambiais tem dado direção aos movimentos e as quedas do dólar puxam os preços para baixo. Hoje o dólar não caiu, mas também não se valorizou de forma relevante e, nesse ponto, os preços seguem perdendo competitividade”, comenta.
AvesCepea/Esalq · A demanda doméstica por carne de frango segue enfraquecida – vale lembrar que esse movimento tem sido observado desde o final de dezembro. O atual cenário, segundo pesquisadores do Cepea, está atrelado ao menor poder de compra da população, por conta das despesas extras neste início de ano, o que tem pressionado as cotações da maioria dos produtos avícolas.
Agrolink · A lima ácida tahiti está em pico de safra no estado de São Paulo, o que está fazendo com que os preços recuem de forma expressiva no mercado in natura, conforme apontam dados do Cepea. Nesta semana, especificamente, as chuvas foram bastante frequentes em todo o estado paulista, dificultando a colheita da fruta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul os preços do milho recuaram R$ 1/saca em todas as posições e só a pedra se manteve, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita de sequeiro no verão começa a se espalhar no estado, atingindo no mínimo 10% das áreas; milho irrigado deve começar a ser colhido na segunda quinzena. É onde se esperam melhores rendimentos. Preços para janeiro (posto indústrias) recuaram R$ 1/saca em todas as regiões: R$ 92,00 Missões e Celeiro, R$ 93,00 região de Passo Fundo, R$ 94,00 região de Lajeado”, comenta.
AlgodãoAgrolink · A safra brasileira de 2022/23 terá um grande problema pela frente: um deficit recorde de armazenamento de mais de 100 milhões de toneladas, aponta a AgWeb Farm Journal. A situação se torna ainda mais delicada em função da previsão de safra recorde de 313 milhões de toneladas de soja, milho, algodão, arroz e trigo.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo o Milho voltou a fechar na terceira queda consecutiva, diante da queda expressiva do dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A equação a ser compreendida sobre a queda das cotações de milho hoje na B3 é a seguinte: queda forte do dólar no Brasil (-1,55%) = menos suporte para exportação = mais disponibilidade interna = menos disputa entre mercado interno e externo = preços teoricamente menores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja do estado do Mato Grosso do Sul teve um dia de quedas gerais de R$ 3,00/saca, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado parece ter entrado em baixa novamente, mas sem sair do canal onde esteve pelo último mês. Os preços de hoje representam um fundo que já havia sido visto semana passada, reflexo apenas das variações de dólar que tem afetado a região com maior intensidade do que Chicago”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de baixas expressivas, sem nada de negócios no porto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado define, afinal, seu caminho e passa por nova baixa de preços. A expectativa segue sendo a de que isso será temporário, pois os fundamentos de Chicago indicam a soja bastante cara mais para frente, com estoques menores do que o esperado”, comenta.

