Análise de Mercado
Arquivo · página 217
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SuínosAgrolink · Após a intensa valorização do animal vivo e da carne em dezembro de 2022, os preços do suíno no mercado independente vêm registrando forte queda nesta segunda semana de janeiro. A enfraquecida demanda doméstica por carne suína tem pressionado as cotações do vivo e da proteína.
Gado de CorteAgrolink · O Brasil escoou ao mercado externo volume recorde de carne bovina in natura em 2022. Segundo pesquisadores do Cepea, além da aquecida demanda chinesa, os embarques nacionais foram favorecidos pelo câmbio em alto patamar – com média acima de R$ 5/dólar na maior parte do ano –, que manteve elevada a competitividade da proteína.
SuínosAgrolink · A produção de milho verão de primeira safra do Brasil em 2022/23 deve chegar a 29,6 milhões de toneladas, apontou a Agroconsult nesta quarta-feira, 11 de Janeiro. O número foi divulgado na entrevista coletiva de lançamento da 20ª edição do Rally da Safra.
MilhoAgrolink · No mercado externo brasileiro, o milho paranaense seria lucrativo para exportação, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “Os prêmios de dezembro permaneceram em $ 65/bushel, recuaram para $ 92 cents/bushel para julho23 e para $ 92 para agosto23”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue inalterado, enquanto exportação se ausenta com queda forte do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A colheita de p verão (sequeiro) começa a se espalhar no estado, atingindo no mínimo 10% das áreas; milho irrigado deve começar a ser colhido na segunda quinzena. É onde se esperam melhores rendimentos. Os preços para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 93,00 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado”, comenta.
SuínosAgrolink · As expectativas de produção da soja e da primeira e segunda safras de milho brasileiras da temporada 2022/2023 foram revisadas para baixo pela AgResource Brasil. Em seu mais recente relatório, a Consultoria alterou sua projeção de rendimentos dos grãos no Brasil em função dos problemas climáticos observados até o momento.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em queda na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), apesar da alta dos preços no interior e exportação ausente, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A comercialização do milho no interior do Brasil desligou-se da exportação e passou a ser fortemente exercida pelo mercado interno, que passou a pagar preços bem superiores aos que a exportação poderia pagar neste momento”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul esteve praticamente imóvel no dia de ontem, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como mencionado em relatórios anteriores, o mercado de soja no Mato Grosso do Sul tem apresentado oscilações, com pequenas quedas, altas simbólicas e manutenções, sem um movimento consistente. Há mais de um mês, os preços têm seguido essa tendência, embora às vezes variem por alguns dias, mas sempre retornando aos níveis anteriores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja do estado do Rio Grande do Sul teve dia de completa estabilidade de preços e negócios, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado de soja tem se mantido estável, com fábricas localizadas no interior do país mostrando-se mais competitivas do que as empresas de comércio no porto. Hoje, tanto o dólar apresentou desempenho abaixo do esperado, devido às pressões causadas pela divulgação da inflação de dezembro, quanto, Chicago também se mantiveram levemente negativos”, comenta.
AlgodãoAgrolink · Agentes do mercado de algodão em pluma vêm retomando as atividades de forma gradual; no entanto, a liquidez ainda está baixa neste início de ano. Segundo pesquisadores do Cepea, nos últimos dias, enquanto compradores seguiram observando o andamento do mercado e ajustando os planejamentos para 2023, vendedores, por sua vez, até sinalizaram interesse nas negociações, disponibilizando um volume maior de lotes, mas a preços firmes.
ArrozAgrolink · Agentes do setor arrozeiro retomaram, de forma gradual, as atividades nos últimos dias, elevando a liquidez e favorecendo os firmes patamares dos preços no Rio Grande do Sul. Esse movimento resultou da ligeira maior demanda pelo cereal – com parte dos agentes optando por aquisições em regiões mais afastadas do destino – e dos recentes avanços do dólar, que têm estimulado as exportações.
CaféAgrolink · Janeiro começou com grandes volumes de chuva nas principais regiões produtoras de café do Brasil, o que tem influenciado as cotações, de acordo com informações do Cepea. Com as precipitações favorecendo o desenvolvimento das lavouras, os preços do café arábica recuaram nos últimos dias.
MilhoAgrolink · De acordo com a TF Agroeconômica, até os norte-americanos já admitem que o Brasil é a única opção para a compra de milho no mercado internacional. “Os prêmios de dezembro voltaram a subir para $ 65/bushel, julho23 $ 95 cents/bushel e agosto23 a $93/bushel e setembro não foi cotado”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem o mercado de milho inalterado, enquanto exportação se ausenta com queda forte do dólar, segundo informações da TF Agroeconômica. “A colheita de verão segue muito localizada no que chamamos de “calha do Rio Uruguai”, milho irrigado deve começar a ser colhido na segunda quinzena. É onde se esperam melhores rendimentos. Preços para janeiro (posto indústrias) começam a ser indicados: R$ 93,00 Missões e Celeiro, R$ 94,00 região de Passo Fundo, R$ 95,00 região de Lajeado. Exportação no Porto chegou a indicar em um melhor momento R$ 95,00 sobre rodas, para uma entrega em fevereiro e pagamento final de março”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho devolveu a alta do dia anterior por queda do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A forte queda do dólar, de 1,05%, nesta terça-feira, anulou a leve alta de 0,34% da cotação do milho em Chicago e, como os prêmios permaneceram inalterados, não houve condições sequer de manter os mesmos preços do dia anterior, razão pela qual não houve movimento de exportação hoje. Por outro lado, o mercado interno continuou ativo, como se pode ver no MS, a fim de garantir o seu quinhão nos estoques disponíveis”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve o último dia com preços imóveis, sem nada de negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Como mencionado em relatórios anteriores, o mercado de soja no Mato Grosso do Sul tem apresentado oscilações, com pequenas quedas, altas simbólicas e manutenções, sem um movimento consistente. Há mais de um mês, os preços têm seguido essa tendência, embora às vezes variem por alguns dias, mas sempre retornando aos níveis anteriores”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem se mantido estável, com fábricas localizadas no interior do país mostrando-se mais competitivas do que as empresas de comércio no Porto, segundo informações da TF Agroeconômica. “Hoje, o dólar apresentou desempenho abaixo do esperado, devido às pressões causadas pela divulgação da inflação de dezembro e, além disso, Chicago também se manteve levemente negativo”, comenta.
SojaAgrolink · Os contratos futuros de trigo e soja caíram nas negociações da noite para o dia com sinais de demanda fraca por suprimentos dos EUA e com os investidores ajustando suas posições antes do relatório de oferta e demanda desta semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. As exportações desde o início do ano de comercialização do trigo em 1º de junho caíram 4% em relação ao ano anterior, para 10,7 milhões de toneladas, informou o Departamento de Agricultura dos EUA em um relatório na sexta-feira.
SuínosAgrolink · De acordo com o especialista Ruan Sene, analista de mercado da Grão Direto, continuará sendo o clima da América do Sul o centro das atenções essa semana. As chuvas que vierem nos próximos dias poderão fazer o mercado precificar as cotações do cereal mais produzido pelo Brasil.
TrigoAgrolink · As cotações internas do trigo iniciaram este ano em queda, devido à alta disponibilidade do cereal após a colheita de safra recorde no País, que terminou em dezembro. Além disso, segundo pesquisadores do Cepea, as baixas expressivas dos preços internacionais na última semana e a desvalorização da moeda norte-americana – que reduz a paridade e favorece a importação – também pressionaram os valores no mercado doméstico.

