Análise de Mercado
Arquivo · página 234
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MilhoAgrolink · O milho fechou em queda a curto prazo e em alta para meses distantes na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A nova queda forte de 1,73% em Chicago, somada com a forte queda de 4,14% do dólar novamente não estimulou as exportações (leia-se escoamento) do milho no Brasil. Com isto, continua uma grande oferta interna e pressão sobre os preços. Os compradores internos continuam tranquilos com a grande disponibilidade existente e resolveram sair do mercado pressionando os preços do mercado físico, que recuaram novamente”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve valorizações de R$ 1,00/saca para todas as posições, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense passa por dia mais expressivo em termos de negócios, seguindo aquela regra antes explicitada no relatório de que o produtor da região se aproveita de qualquer possibilidade para liberar espaços em seus armazéns”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve dia de altas de até R$ 4,50 com alta do dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dia trouxe valorizações expressivas de até R$ 4,50/saca no porto, o produtor aproveitando a forte puxada do câmbio decidiu abrir espaço para os negócios e uma forte liquidação promovida pelas fábricas foi efetuada hoje. No caso das demais posições não foi muito diferente, valorizações expressivas pela mesma razão. Ademais, o volume escoado não foi especificado por nossas fontes, mas espera-se que tenha sido expressivo”, comenta.
Gado de CorteAgrolink · A China, maior destino externo da carne bovina brasileira, vem pressionando os valores pagos pela carne. De acordo com dados da Secex, em janeiro, a proteína nacional foi embarcada ao país asiático ao preço médio de US$ 6,25 por quilo, subindo de forma consecutiva até junho, quando atingiu o recorde da série histórica, de US$ 7,33/kg. Desde então, os valores passaram a cair mês a mês, chegando a US$ 6,14/kg em outubro, ou seja, o menor deste ano.
MilhoAgrolink · O mercado brasileiro para o milho de exportação pareceu “morto” nesse meio de semana, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “A alta de 0,74% do dólar foi parcialmente compensada com a queda de 0,52% das cotações em Chicago, novamente não dando suporte aos exportadores para melhorar os preços pedidos pelos vendedores no Brasil”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado local está engessado e acumulando estoques, com indústrias ainda comprando fora, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Com isto, o estado continua acumulando estoques, que manterão os preços pressionados por um tempo maior. Preços indicados a R$ 92,00 CIF Missões, R$ 93,00 miolo do estado e R$ 94,00 Serra. Vendedor pede R$ 93,00 a R$ 95,00 interior”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou misto, novamente, na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) com negociações travadas no mercado físico, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A nova queda de 0,52% em Chicago, compensada com a alta de 0,74% do dólar não estimulou as exportações (leia-se escoamento) do milho no Brasil. Com isto, continua uma grande oferta interna e pressão sobre os preços. Os compradores internos se sentem tranquilos com a grande disponibilidade existente e resolveram sair do mercado pressionando os preços do mercado físico, que recuaram novamente”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve completa ausência de movimentos para a soja, com negócios ainda a volumes mínimos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda e com vários momentos de ausência de oferta e de variações nos preços, o vendedor regional tende a aproveitar qualquer oportunidade para abrir um pouco de espaço nos armazéns, mas a situação atual se mostra complicada nesse sentido, algo foi efetuado em negócios tanto hoje quanto ontem diante dos preços correntes, mas ainda em volumes mínimos”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul teve um dia de perdas gerais, com baixa de R$ 1,50/saca no porto, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que se tem; basicamente não há mudança no cenário enquanto o foco segue na plantação. Com isso negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção quando tanto”, comenta.
MilhoAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda de produtos agrícolas e acabou elevando um pouco a produção global de milho, frente ao que foi estimado anteriormente. Nesse contexto, a produção que antes era estimada em 1.168,74 bilhão de toneladas, agora está sendo prevista em 1.168,39 bilhão de toneladas, com estoques caindo de 301,10 milhões de toneladas para 300,76 milhões de toneladas.
SojaAgrolink · O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu novo relatório de oferta e demanda dos produtos agrícolas, onde acabou revisando para baixo os números de produção da soja, mesmo que de forma leve. Nesse contexto, a produção global de soja é estimada em 390,53 milhões de toneladas, contra 390,99 milhões no relatório do mês passado, com os estoques finais subindo de 100,52 milhões para 102,17 milhões de toneladas.
AlgodãoCepea/Esalq · Os valores do algodão em pluma vêm registrando movimento de recuperação nesta semana. Depois de iniciar o mês na casa dos R$ 4,8/libra-peso, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, fechou a R$ 5,1099/lp nessa terça-feira, 8, aumento de 1,3% frente ao encerramento de outubro.
CaféAgrolink · Os valores do café arábica continuam em baixa neste mês, seguindo o movimento observado em outubro, segundo dados do Cepea. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, posto na capital paulista, vem operando abaixo de R$ 1 mil por saca desde o dia 1º – nessa terça-feira, 8, o Indicador fechou a R$ 934,82/saca de 60 kg, recuo de 7% frente a 31 de outubro.
ArrozAgrolink · Os preços do arroz em casca começaram novembro firmes, conforme apontam dados do Cepea. Esse cenário está atrelado à maior demanda doméstica e tem sido observado mesmo com o baixo ritmo de negócios efetivos nos últimos dias – visto que produtores estão resistentes.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem mercado local de milho engessado e acumulando estoques, com indústrias ainda comprando fora, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou misto na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), novamente, com negociações travadas no mercado físico, segundo informações da TF Agroeconômica. “A nova queda em Chicago, somada à nova queda do dólar não estimulou as exportações (leia-se escoamento) do milho no Brasil. Com isto, continua uma grande oferta interna e pressão sobre os preços”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve altas de R$ 1,00/saca por todo o Estado, mas poucos negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda e com vários momentos de ausência de oferta e de variações nos preços, o vendedor regional tende a aproveitar qualquer oportunidade para abrir um pouco de espaço nos armazéns, mas a situação atual se mostra complicada nesse sentido, algo foi efetuado em negócios diante da alta geral de R$ 1,00/saca, mas ainda em volumes mínimo”, comenta.
SojaAgrolink · No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o porto passa por valorização de R$ 2,00/saca, enquanto os negócios seguem lentos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. " Mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que se tem, com isso negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção quando tanto”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho encerraram outubro em alta, sustentados sobretudo pelas exportações aquecidas durante o mês. A demanda externa pelo cereal brasileiro esteve firme, com compradores atentos à redução da oferta na União Europeia e na China, onde as lavouras foram atingidas pela seca e há problemas com a logística, e aos embarques por meio do Mar Negro, devido ao aumento dos conflitos entre Rússia e Ucrânia.
TrigoAgrolink · A recente desvalorização da moeda norte-americana vem reduzindo a paridade de importação, o que, por sua vez, favorece as compras externas. Contudo, na Argentina, maior fornecedora de trigo ao Brasil, a Bolsa de Cereales diminuiu novamente a projeção da safra do cereal, em 1,2 milhão de toneladas frente ao relatório anterior, para 14 milhões de toneladas.

