Análise de Mercado
Arquivo · página 235
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MilhoAgrolink · Os prêmios de dezembro do milho brasileiro para exportação subiram bem, sinalizando retomada das compras, segundo informações da TF Agroeconômica. “Novembro subiu para $ 82 e dezembro para $ 102/bushel, julho23 permaneceu $18 cents/bushel e agosto23 permaneceu em $ 80. O preço flat FOB do milho brasileiro recuou para US$ 299/t, contra US$ 356/t do milho americano e US$ 307/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem o mercado de milho local engessado e acumulando estoques, com indústrias ainda comprando fora, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local. Com isto, o estado continua acumulando estoques, que manterão os preços pressionados por um tempo maior”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro fechou misto na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com forte queda de Chicago e do dólar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A forte queda do dólar, de 2,17%, somada à queda de 0,81% de Chicago tirou o suporte dos exportadores, nesta segunda-feira. No mercado físico não ouvimos nenhum negócio realizado, para o exterior, somente alguns negócios de abastecimento de indústrias no mercado interno, mas a preços menores do que os da semana passada”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Mato Grosso do Sul teve um dia bastante ausente de movimentos, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda e com vários momentos de ausência de oferta e de variações nos preços, o vendedor regional tende a aproveitar qualquer oportunidade para abrir um pouco de espaço nos armazéns, mas a situação atual se mostra complicada nesse sentido”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul fechou a segunda-feira sem movimentos, com as fábricas a procura de ofertas, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando com as fábricas as raras ofertas que se tem, com isso negócios seguem muito difíceis, saindo em volumes mínimos de manutenção. Os fundamentos de exportação (Chicago, dólar e prêmios) não ajudaram nesta segunda-feira", comenta.
Agrolink · A baixa disponibilidade de lavouras de mandioca de segundo ciclo tem afetado as operações, sobretudo nas fecularias, desde meados de julho, com agravamento entre setembro e outubro. Além disso, de acordo com informações do Cepea, na semana passada, as entregas de mandioca tiveram redução expressiva por conta das chuvas no início do período e, posteriormente, devido ao feriado de Finados e às manifestações nas estradas.
MilhoAgrolink · Os preços do milho voltaram a recuar no mercado brasileiro na semana passada. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio do baixo ritmo de negócios. Os bloqueios em rodovias nacionais dificultaram o escoamento do cereal e levaram consumidores a utilizar a mercadoria em estoques, em detrimento de realizar novas aquisições.
MilhoAgrolink · O mercado de milho paraguaio continua muito calmo, assim como nos outros dias da semana passada, com fornecedores querendo vender lotes inferiores, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Assim como na soja, os preços tiveram um leve recuo, limitando os negócios, uma vez que os vendedores aguardam melhores valores para sair com novas posições”, comenta.
SojaAgrolink · As negociações do complexo soja estiveram lentas no mercado interno ao longo da última semana, devido aos bloqueios em rodovias brasileiras, ao aumento da taxa de juros nos Estados Unidos e às incertezas quanto ao escoamento de grãos pelo Mar Negro. Apesar disso, pesquisadores do Cepea indicam que a demanda externa pelo produto brasileiro segue firme.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul fechou o quarto mês consecutivo sem movimento interno para o milho e fazendo estoques, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho fechou em nova queda na Bolsa de São Paulo (B3) motivada por baixa do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado de milho sofreu de dois fatores importantes nesta sexta- feira. O primeiro foi a forte queda do dólar de 1,24% no dia e de 4,245% na semana, que tirou dos exportadores o suporte para melhorar os preços oferecidos aos vendedores, cujas pedidas tinham aumentado, com a demanda”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços do milho no mercado internacional estão se consolidando, mesmo na safra, de acordo com o que nos informa a TF Agroecnômica. “Dizer que o mercado está se consolidando pode ser um eufemismo. No entanto, esse tipo de negociação não é incomum durante a colheita, pois a construção da base de preços é um padrão típico. O que é interessante este ano é que a construção da base está ocorrendo a preços historicamente altos, refletindo o estoque apertado e a falta de vendas fortes de agricultores tanto nos EUA, quanto no Brasil”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja fechou em forte alta com compras da China, alta do petróleo e dos óleos vegetais, segundo informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para novembro22 fechou em alta de 1,73% ou $ 24,75 cents/bushel a $ 1451,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta de 1,77%, ou $ 25,75 cents/bushel a $ 1477,0. O contrato de farelo de soja para outubro fechou em alta de 1,59% ou $ 6,6/ton curta a $ 420,9 e o contrato de óleo de soja para outubro fechou em alta de 2,68% ou $ 2,82 libra-peso a $ 77,31”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul registrou quedas de até R$ 2,00/saca para a soja nesta sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado sul-mato-grossense segue com poucos volumes de venda. Com a alta de 1,73% em Chicago praticamente anulada pela queda de 1,24% do dólar, os preços finais no estado acabaram por se desvalorizar, deixando o mercado vazio de negócios”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja recuaram levemente no estado do Rio Grande do Sul, registrando quedas de R$ 2,00/saca no encerramento de semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado segue bastante lento, com compradores no porto disputando as raras ofertas que se tem, com as fábricas. No melhor momento do mercado, os preços foram indicados em R$ 189,00 CIF porto pagamento 30/11. No interior as indicações foram: R$ 184,00 Cruz Alta, R$ 183,00 Passo Fundo, R$ 184,00 Ijui, R$ 183,00 Santa Rosa / São Luiz”, comenta.
TrigoAgrolink · O primeiro mês cotado, em Chicago, fechou a quinta-feira (03/11) em US$ 8,40/bushel de trigo, contra US$ 8,38 uma semana antes. Lembrando que no dia 1º de novembro, puxado pela notícia de que a Rússia teria rompido o acordo comercial com a Ucrânia, o bushel do cereal bateu em US$ 9,02. Como a Rússia acabou voltando atrás em sua decisão, o mercado recuou na mesma proporção nos dias seguintes. Por outro lado, a média de outubro ficou em US$ 8,69/bushel, ou seja, 1,6% acima da média de setembro. Para comparação, a média de outubro do ano passado, para o trigo em Chicago, ficou em US$ 7,45/bushel. Assim, no período de 12 meses o bushel de trigo ganhou US$ 1,24 em média.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, após subirem até próximas dos US$ 7,00/bushel, para o primeiro mês cotado, acabaram recuando no final da semana, com o primeiro mês cotado fechando a quinta-feira (03) em US$ 6,79/bushel, contra US$ 6,82 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 6,85, ou seja, 0,59% acima da média de setembro. Em outubro do ano passado, a média em Chicago foi de US$ 5,36/bushel. Ou seja, o bushel de milho, no final de outubro, valia US$ 1,46 a mais do que o seu valor de um ano antes.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, subiram nesta semana, voltando a ultrapassar os US$ 14,00/bushel, puxadas pela informação de que a Rússia não iria mais cumprir o acordo de exportação feito com a Ucrânia, assim como diante da forte elevação nos preços do óleo de soja. O fechamento desta quinta-feira (03/11) ficou em US$ 14,26/bushel, após ter chegado a US$ 14,40 na véspera, contra US$ 13,82 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 13,81/bushel, contra US$ 14,60 no mês de setembro, o que representa um recuo de 5,4% entre os dois meses. Para comparação, a média de outubro de 2021, foi de US$ 12,30/bushel. Ou seja, em relação há um ano atrás, o bushel de soja está valorizado em US$ 1,51.
MilhoAgrolink · Finalmente saiu a autorização para exportar milho para a China e isso mexeu no mercado de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Novembro subiu para $ 80 e dezembro recuou para $ 85/bushel, julho23 permaneceu a $43 cents/bushel e agosto23 permaneceu em $ 80. O preço flat FOB do milho brasileiro subiu para US$ 302/t, contra US$ 361/t do milho americano e US$ 305/t do milho argentino”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul segue da mesma forma há vários meses, acumulando estoques, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nenhuma novidade no mercado gaúcho de milho até esta sexta-feira. Compradores seguem recebendo milho de fora do estado e dando pouca ênfase a milho local”, comenta.

