Análise de Mercado
Arquivo · página 243
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TomateAgrolink · Quando o assunto é tomate, a Califórnia lidera a produção para processamentos, variedade enlatada usada em cozinhas comerciais para receitas com um dos ingredientes principais: ele o tomate. O país divulgou os números coletados da colheita de tomate para processamento em 2022.
TrigoAgrolink · Levantamento do Cepea mostra que os preços do trigo estiveram em direções opostas nos mercados de balcão (preço ao produtor) e no de lote (negociação entre empresas) na semana passada. Enquanto os valores ao produtor foram influenciados por expectativa de colheita recorde, os entre empresas apresentaram leves altas, devido às chuvas que limitaram os trabalhos de campo em algumas regiões.
MilhoAgrolink · O milho brasileiro para exportação iniciou a semana com prêmios estáveis para meses recentes e em queda para dezembro, segundo informações da TF Agroeconômica. “Aparentemente o milho em Chicago atingiu o seu ápice, porque os preços americanos estão muito elevados e a demanda está se voltando, aos poucos, para o Brasil. As Tradings estão fazendo posições no interior, vendendo Chicago e dólar, nas altas dos últimos dias, esperando a burocracia necessária para as exportações para a China. Outubro recuou para $ 50/bushel, novembro manteve $ 75, mas dezembro recuou para 90”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul acumula seu 10º mês seguindo andando de lado e acumulando estoques, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado gaúcho de milho acumulou o 10º mês seguido andando de lado, porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam”, comenta.
MilhoAgrolink · O milho voltou a fechar em alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) puxados pela situação de Chicago, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Apear da queda de 0,42% na cotação do dólar, ela foi anulada pela alta de 2,01% nas cotações do milho em Chicago, permitindo aos exportadores melhorar um pouco mais o preço oferecido aos vendedores no interior do país”, comenta.
SojaAgrolink · O estado do Mato Grosso do Sul teve dia de valorizações expressivas, enquanto alguns negócios ocorrem, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mercado sul mato-grossense segue tentando se firmar, diante de valorizações homogêneas e expressivas alguns negócios ocorrem, mas ainda diante da ótica do estritamente necessário e portanto, nada muito expressivo, o milho tem feito excelente trabalho em sustentar o mercado por hora”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul subiram em média R$ 2/saca, com maior demanda das Tradings, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado operou de lado diante da alta de Chicago vista hoje, prêmios e câmbio mantiveram-se estáveis boa parte do pregão, garantindo preços estáveis ao produtor. Ademais, os negócios seguem muito pontuais, com volumes apenas estritamente necessários sendo escoados. Além disso, o protagonismo comercial vem das tradings, com as margens das fábricas cada vez mais negativas”, comenta.
SuínosAgrolink · A Consultoria AgResource Brasil revisou para cima a sua projeção da safra brasileira de milho da temporada 2022/2023. Trata-se da primeira estimativa consolidada de safra para o próximo ciclo divulgada pela filial da empresa norte-americana AgResource Company.
MilhoAgrolink · Os valores internos e externos do milho encerraram a última semana em direções opostas. Segundo pesquisadores do Cepea, no Brasil, o baixo interesse de consumidores e a maior flexibilidade de vendedores – alguns precisam “fazer caixa” – têm resultado em recuo nas cotações.
SojaAgrolink · Os preços da soja vêm caindo de forma intensa no Brasil neste começo de outubro, influenciados sobretudo pela menor demanda externa – as exportações nacionais de 2022 são as menores em três anos. Além disso, pesquisadores do Cepea destacam que a desvalorização do dólar frente ao Real, estimativas indicando produção recorde no Brasil e o avanço da colheita nos Estados Unidos reforçaram o movimento de baixa das cotações.
MilhoAgrolink · No mercado de milho brasileiro para exportação, a tradings estão vendendo dólar e Chicago e comprando milho no interior do Brasil, segundo informações da TF Agroeconômica. “Aparentemente o milho em Chicago atingiu o seu ápice, porque os preços americanos estão muito elevados e a demanda está se voltando, aos poucos, para o Brasil. As Tradings estão fazendo posições no interior, vendendo Chicago e dólar, nas altas dos últimos dias, esperando a burocracia necessária para as exportações para a China”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul continua acumulando estoques de milho, que deverão manter os preços baixo, segundo informações que foram divulgados pela TF Agoreconômica. “O mercado gaúcho de milho continua andando de lado porque os compradores conseguem matéria-prima fora do estado a preços menores do que os vendedores locais desejam. Alertamos que a não-comercialização acumula estoques e continuará mantendo preços baixos também depois que vier a safra nova, daqui a dois meses e meio”, comenta.
MilhoAgrolink · As cotações do milho subiram levemente na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, com alta do dólar e de Chicago, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A elevação de 1,11% das cotações de Chicago, somada à de 0,05% do dólar (não subiu muito, mas também não atrapalhou) permitiram uma leve alta nas cotações do milho no mercado futuro de São Paulo, nesta sexta-feira", comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja do estado do Mato Grosso do Sul teve dia ausente de mudanças e nada de negócios, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia de apatia no mercado, conjuntura interna do Estado segue negativa, mas, mesmo diante das valorizações do mercado internacional, nenhuma mudança ocorreu”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul subiram cerca de R$ 1,00/saca no encerramento da semana passada, motivados pelo aumento da demanda externa, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Prêmios continuaram a subir por mais essa sexta-feira e melhoraram o humor do mercado, que marcou valorização de US$ 0,40 por bushel em Chicago durante toda a semana, assim impedindo que os preços fossem mais impactados diante da constante desvalorização em Chicago. Ademais, o baixo calado do rio Mississipi impede o transporte de soja pelo lado dos EUA, mantendo assim a demanda mundial pesada sobre o Brasil”, comenta.
SuínosAgrolink · Maior oferta e menor demanda tem derrubado os preços da soja, numa equação que dita a tendência atual das safras 2021/22 e 2022/23 tanto no Brasil como no Mundo. “A recomendação então, se você é produtor, é de vender o mais cedo possível, antes que caia mais. Já se você é indústria, a recomendação é não fazer estoques, comprando apenas a medida das suas necessidades do momento”, afirma o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica, Luiz Pacheco.
SuínosAgrolink · “Nossa recomendação é que se venda só o necessário para fazer frente às suas necessidades de caixa, guardando o que for possível para negociar a médio e longo prazos, em que o mercado terá melhores condições de oferecer um preço mais lucrativo, porque temos certeza de que o preço tem plenas condições de subir, neste período”. A sugestão é da Consultoria TF Agroeconômica.
Gado de CorteAgrolink · O estado do Mato Grosso é conhecido como o celeiro brasileiro, soja, milho, algodão fazem parte do cultivo mato-grossense. Mato Grosso também é o maior exportador de carne do país. Cerca de 65% da carne produzida fica no mercado interno.
AvesAgrolink · Os preços da carne de frango estão subindo no mercado brasileiro neste começo de outubro na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo colaboradores consultados pelo Cepea, o movimento de valorização se deve ao típico período de aumento nas vendas, tendo em vista a aproximação da entrada de massa salarial de boa parte da população.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, após ficarem acima dos US$ 9,00/bushel na maior parte da semana, acabaram recuando na quinta-feira (06). O primeiro mês cotado fechou este dia em US$ 8,79/bushel, contra US$ 8,96 uma semana antes. A média de setembro fechou em US$ 8,55/bushel, com aumento de 9% sobre a média de agosto. Já em setembro de 2021 a média foi de US$ 7,03/bushel.

