Análise de Mercado
Arquivo · página 268
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MilhoAgrolink · Os compradores de milho do Rio Grande do Sul continuam sem muita vontade de comprar, recebendo contratos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue andando de lado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do Centro-Oeste, sem olhar muitas ofertas novas. Há muitas reclamações sobre atrasos de entregas dos milhos contratados, que acaba tumultuando o mercado, pois a indústria não faz novas compras, para não comprometer seus fluxos de recebimentos. O dia foi de maior volume de ofertas vindas de fora, com preços que chegariam a R$ 90,00 + R$ 91,00 + mas sem interesse de compra”, comenta.
SojaAgrolink · A soja recuperou mais 2,61% na Bolsa de Chicago, puxada pelo farelo, milho e trigo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro fechou em nova alta de 2,61% ou $ 37,50 cents/bushel a $ 1472,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · Com Chicago e dólar se anulando, não houve novas mudanças no mercado da soja do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mais um dia de muita lentidão, com o produtor fixando apenas o estritamente necessário para a manutenção das despesas de suas propriedades, volumes que normalmente não passam de 3.000 toneladas. A CBOT subiu em 2,61%, o dólar por outro lado acabou se desvalorizando em expressivos 2,3%, causando um forte efeito de cancelamento em um contexto geral”, comenta.
AvesAgrolink · Mesmo com o avanço da segunda quinzena e a consequente redução da demanda interna, os preços dos ovos comerciais seguem estáveis há 45 dias nas principais regiões acompanhadas pelo Cepea. Isso porque, apesar da menor procura, o setor segue controlando a oferta da proteína, sustentando as cotações. Na quinta-feira, 21, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, comercializada em Bastos (SP), foi negociada a R$ 145,31, estável frente à quinta anterior, 14. Em Santa Maria de Jetibá (ES), a pressão da menor procura nesta segunda metade do mês levou vendedores a concederem descontos.
MandiocaAgrolink · A quantidade de mandioca de segundo ciclo (cultivada em 2020) está muito baixa na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, e agricultores seguem sem interesse em comercializar raízes mais novas (entre 10 e 12 meses), devido aos menores teor de amido e produtividade.
MilhoAgrolink · As cotações do milho seguiram recuando nos mercados interno e externo na última semana. Na região de Campinas (SP), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa voltou para a casa dos R$ 80/saca de 60 kg, fechando a sexta-feira, 22, a R$ 80,06/sc, queda de 2,9% em relação ao dia 15 e o menor valor nominal desde 30 de dezembro de 2020. Segundo pesquisadores do Cepea, as desvalorizações estão atreladas ao avanço da colheita da segunda safra, que tem mantido consumidores retraídos, apostando em maiores desvalorizações.
SojaAgrolink · Os preços da soja caíram no Brasil e nos Estados Unidos nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, a desvalorização doméstica esteve atrelada à menor demanda externa, sobretudo da China, ao enfraquecimento da procura por parte de indústrias internas e à queda dos prêmios de exportação. No caso da demanda interna, representantes de esmagadoras indicam que adquiriram maiores lotes do grão na primeira quinzena de julho, sem necessidade de realizar novas aquisições na última semana. Além disso, esses compradores estão atentos à menor demanda externa.
MilhoAgrolink · As exportações não deslancharam e pressionaram os preços do milho no mercado interno, principalmente na B3, segundo informações da TF Agroeconômica. “A demanda da exportação ainda não começou a se fazer sentir no Brasil. Por conta disso, os compradores internos aproveitam para ficar fora do mercado, enquanto se abastecem dos contratos fechados anteriormente e recebidos agora”, comenta.
MilhoAgrolink · A queda recente do milho na Bolsa de Chicago pressionou os preços FOB no Brasil, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão fecharam: agosto recuaram para US$ 260/t; setembro também recuou para US$ 260, outubro manteve US$ 298, novembro recuou para US$ 271 e dezembro para US$ 273/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, setembro foi cotado a US$ 267 e outubro a US$ 269”, comenta.
MilhoAgrolink · Os compradores do estado do Rio Grande do Sul continuam sem muita vontade de comprar e recebendo contratos, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Mercado segue andando de lado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · Em Chicago a soja recuperou 0,99% depois de três dias de queda, por alta no óleo e compras de oportunidade, segundo informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em nova alta de 0,99% ou $ 14,0 cents/bushel a $ 1432,50”, comenta.
ArrozAgrolink · Desde o início da guerra na Ucrânia as cotações da soja recuaram 241 cents/bushel, nos gráficos da Bolsa de Chicago (CBOT), aponta a analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. A derrocada superou em muitas vezes a ligeira subida de 13 cents/bushel que tinha sido registrada no início da invasão no leste europeu.
SojaAgrolink · O estado do Rio grande do Sul teve mais um dia de lentidão e recuo para os preços de balcão, dessa vez de R$ 2,00 a saca, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Mais um dia de muita lentidão, com o produtor fixando apenas o estritamente necessário para a manutenção das despesas de suas propriedades, volumes que normalmente não passam de 3.000 toneladas. A CBOT subiu 0,99%, o dólar por outro lado acabou se valorizando em inexpressivos 0,04%, não de fato afetando as cotações”, comenta.
SuínosAgrolink · A recomendação da equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica é de “não vender agora” sua produção de milho. De acordo com os especialistas, os preços estão “aviltados”, e por isso é melhor “esperar esta disputa para ir vendendo aos poucos, em níveis melhores, dentro da sua conveniência”.
SojaAgrolink · Em julho, o poder de compra do avicultor frente ao milho e ao farelo de soja vem variando de acordo com a movimentação dos preços desses insumos. Assim, enquanto as quedas nas cotações do milho permitem melhora na relação de troca ao avicultor, a valorização registrada para o farelo resulta em menor poder de compra frente a esse insumo. Conforme cálculos do Cepea, no mercado de frango vivo, apesar das altas pontuais na primeira quinzena, os preços médios de julho ainda são menores que os de junho, pressionados pela baixa liquidez da carne no mercado doméstico nesses últimos dias.
Agrolink · Os preços da lima ácida tahiti subiram nesta semana, trazendo algum alento aos produtores, visto que a fruta esteve bastante desvalorizada ao longo de todo o primeiro semestre. Segundo colaboradores do Cepea, a oferta está diminuindo gradualmente neste mês, e deve ser ainda menor em agosto, o que pode sustentar o movimento de alta das cotações. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a caixa de 27 kg (colhida) da tahiti é negociada à média de R$ 15,64, aumento de 14,9% em relação à anterior.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, subiram um pouco durante a semana, porém, sem grandes movimentos. O fechamento desta quinta-feira (21) ficou em US$ 8,06/bushel, contra US$ 7,94 uma semana antes. Nos EUA, a colheita do trigo de inverno atingia a 70% da área total, no dia 17/07, contra 71% na média histórica. Já as condições das lavouras do trigo de primavera apresentavam-se com 71% entre boas a excelentes, 23% regulares e 6% entre ruins a muito ruins.
MilhoAgrolink · As cotações do milho, em Chicago, igualmente despencaram nesta semana. O fechamento desta quinta-feira (21) ficou em apenas US$ 5,75/bushel, valor mais baixo desde o dia 1º de dezembro do ano passado. Uma semana antes o fechamento havia sido de US$ 6,95. Lembrando que ainda no final de abril a cotação do bushel do cereal chegou a bater em US$ 8,18. Dito isso, as lavouras estadunidenses, no dia 17/07, apresentavam-se com 64% entre boas a excelentes, contra 65% na safra anterior nesta época. Outros 25% estavam em condições regulares e 11% entre ruins a muito ruins. Além disso, 37% das lavouras estavam em fase de embonecamento.
SojaAgrolink · As cotações da soja, em Chicago, voltaram a despencar nesta semana. O primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (21) em US$ 14,18/bushel, contra US$ 14,71 uma semana antes (considerando agosto como o primeiro mês cotado). O valor deste dia 21/07 é o menor desde o dia 25 de janeiro, para o primeiro mês cotado. E isso, mesmo com o USDA reduzindo para 61% o índice de lavouras estadunidenses, de soja, entre boas a excelentes, até o dia 17/07, contra 62% na semana anterior, sendo que outros 29% permaneciam regulares e 10% entre ruins a muito ruins. Na safra anterior, nesta data, havia 60% de lavouras entre boas a excelentes. Por sua vez, 48% das lavouras estavam em fase de florescimento naquela data, naquele país, contra 55% na média histórica.
SojaAgrolink · A soja recuou forte pelo terceiro dia consecutivo na Bolsa de Chicago, por melhora no clima, enquanto farelo e óleo caíram, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em nova queda de 1,93% ou $ 28,0 cents/bushel a $ 1421,0”, comenta.

