Análise de Mercado
Arquivo · página 269
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SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, a soja chegou a queda de R$ 4,00/saca, enquanto os negócios seguem fracos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Em função da liberação de recursos de custeios, e dos pagamentos de seguros da safra de verão, produtor de soja só tem vendido aquilo que é estritamente necessário, deixando o mercado muito lento. A CBOT caiu expressivamente em 2,21%, o dólar por outro lado acabou se valorizando em outros 0,65%, ajudando a segurar a perdas dos grãos, mas ainda muito longe de pará-las completamente”, comenta.
SuínosAgrolink · Os agricultores no Paraguai esperam colher uma safra recorde de milho safrinha, o que é uma notícia muito boa após a desastrosa safra de soja 2021/22, aponta o analista Michael Cordonnier. “A colheita do milho safrinha chegou a 27% em todo o país, sendo que supera os 50% em algumas áreas”, reporta o portal especializado Soybean & Corn Advisor.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias, mesmo com dólar mais alto, a pressão da colheita continua jogando os preços do milho para baixo, segundo informações da TF Agroeconômica. “Mesmo somando a alta de Chicago com a alta do dólar, a demanda da exportação ainda não começou a se fazer sentir no Brasil. Por conta disso, os compradores internos aproveitam para ficar fora do mercado, enquanto se abastecem dos contratos fechados anteriormente e recebidos agora”, comenta.
MilhoAgrolink · Com recuo de Chicago, os preços FOB do milho também recuaram no Brasil, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão fecharam: agosto recuou para US$ 264/t; setembro também para US$ 264, outubro manteve US$ 298, novembro recuou para US$ 273 e dezembro caiu para US$ 277/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, setembro foi cotado a US$ 268 e outubro a US$ 271”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado do milho segue lateralizado, com compradores e vendedores locais, muito ausentes. Fábricas com foco total em receber contratos futuros do Centro-Oeste, sem olhar muitas ofertas novas. As informações são da TF Agroeconômica.
SuínosCepea/Esalq · A queda no preço do milho e a valorização do suíno vivo entre junho e a parcial de julho vêm sustentando, pelo quinto mês consecutivo, um cenário mais favorável ao produtor, à medida que mantém em recuperação o poder de compra do suinocultor frente ao insumo. No caso do farelo de soja, os valores registram avanço, mas de forma menos intensa que o animal vivo, contexto que também resulta em melhora na relação de troca ao produtor.
Gado de CorteCepea/Esalq · A demanda doméstica por carne bovina segue enfraquecida. Segundo pesquisadores do Cepea, diante da inflação elevada, grande parte da população brasileira apresenta restrição orçamentária. Assim, muitos consumidores passam a procurar proteínas com valores mais competitivos, como as carnes suína e de frango e ovos, em detrimento do produto bovino.
Agrolink · As cotações da cenoura recuaram novamente na primeira quinzena de julho nas principais regiões produtoras: São Gotardo (MG) e Cristalina (GO). A “suja” foi comercializada na média de R$ 29,05/caixa de 29 kg no período, recuo de 15% frente à média do mês anterior. Segundo pesquisadores do Hortifruti/Cepea, a constante queda dos preços pode ser explicada pelo aumento da oferta, diante da maior produtividade da safra de inverno.
ArrozInfoarroz · Em junho, os preços mundiais do arroz subiram ligeiramente, principalmente devido à forte recuperação dos preços paquistaneses estimulados pela demanda chinesa e pela redução da oferta exportável. Na Índia, apesar da queda da rupia em relação ao dólar, os preços de exportação permaneceram estáveis num mercado pouco ativo. No Vietnã, os preços ficaram relativamente firmes, sofrendo para ganhar espaço nos mercados da África Ocidental onde a demanda mostra sinais de mitigação, à medida que os importadores buscam suprimentos mais baratos. No final de junho, os preços de exportação tendiam a cair devido à firmeza do dólar em relação às principais moedas asiáticas, a maioria das quais está em seu nível mais baixo em relação à moeda estadunidense.
Agrolink · A soja e os grãos caíram nas negociações durante a noite devido às perspectivas de melhora do clima na próxima semana, segundo o agriculture.com. A chuva está prevista para algumas áreas, incluindo partes de Dakota do Norte, Minnesota e Nebraska durante o fim de semana, disse Don Keeney, meteorologista agrícola da Maxar.
SojaAgrolink · Transações com a Rússia relacionadas a fertilizantes, sementes e outras culturas alimentares foram liberadas pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos (USDT), informa a agência de notícias Sputnik Brasil. A decisão atenua uma parte sensível das sanções impostas à Rússia pelos países alinhados à OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) após a invasão da Ucrânia.
MilhoAgrolink · A pressão da colheita e a menor demanda fizeram cotações do milho recuarem novamente na B3, segundo a TF Agroeconômica. “Como a alta do dólar foi praticamente anulada pela queda em Chicago e dos prêmios no Brasil, não deu novo suporte à exportação nesta quarta-feira. Notícias de menor demanda chinesa neste momento também pressionaram os preços”, comenta.
MilhoAgrolink · A maioria dos meses manteve os mesmos preços para o milho brasileiro de exportação, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão fecharam: agosto foi cotado a US$ 272/t; setembro subiu para US$ 271, outubro manteve US$ 298, novembro caiu a US$ 279e dezembro caiu para US$ 283/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, setembro foi cotado a US$ 275 e outubro a US$ 277”, comenta.
MilhoAgrolink · Os compradores de milho do estado do Rio Grande do Sul seguem sem muita vontade de comprar, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Tudo continua igual no mercado gaúcho de milho: ainda recebendo contratos os compradores do RS não oferecem mais do que R$ 89,0+ e R$ 90,0+CIF. Mas, o foco ainda segue, pelo menos até final do mês em receber o que já está comprado em contratos futuros. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior. Os preços de balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 80,00 ao produtor”, comenta.
SojaAgrolink · A soja acabou recuando pelo segundo dia consecutivo na Bolsa de Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para agosto fechou em queda de 1,61% ou $ 23,75 cents/bushel a $ 1453,50”, comenta.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o mercado da soja teve dia de poucos movimentos, com negócios mínimos, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado operou o dia bastante dividido, com preços mais altos do que ontem para o porto e com preços mais baixos para a maior parte das regiões no interior. A CBOT caiu expressivamente em 1,69%, o dólar por outro lado acabou se valorizando em 0,77%, ajudando a segurar as perdas nos grãos e gerando esse mercado sem muitos efeitos visto hoje”, comenta.
ArrozAgrolink · Com o bom volume já negociado, principalmente para atender à demanda exportadora, produtores estão afastados das vendas de arroz em casca no mercado spot, elevando a disparidade entre os valores pedidos e ofertados pelo cereal.
AlgodãoAgrolink · Depois de atingir a casa dos R$ 8 por libra-peso em meados de maio deste ano, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, passou a recuar com certa força nas semanas posteriores. Atualmente, os valores estão relativamente estáveis, operando na casa dos R$ 6/lp. De acordo com colaboradores do Cepea, a liquidez está baixa, com agentes focados no cumprimento de contratos.
CaféAgrolink · Os preços do café arábica oscilaram com força nos últimos dias no mercado brasileiro. Somente na semana passada, entre 11 e 15 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 recuou 90,26 Reais/saca (ou -6,8%), chegando a fechar a R$ 1.239,04/sc no dia 14, o menor patamar diário desde 25 de maio. Já nessa terça-feira, 19, os preços avançaram, voltando a superar os R$ 1.300/sc. Segundo pesquisadores do Cepea, na última semana, os preços nacionais acompanharam o recuo dos valores externos, que foram influenciados pelo receio de uma nova recessão global, o que tem feito com que os fundos troquem seus contratos de café por outros ativos mais seguros.
TrigoAgrolink · Os futuros de trigo subiram nas negociações durante a noite em busca de pechinchas depois de no início desta semana atingir o menor nível em cinco meses e com o clima seco em partes das planícies do norte dos EUA e das pradarias canadenses ameaçando as colheitas, segundo informações do agriculture.com. No início desta semana, o trigo caiu para uma baixa de cinco meses, levando alguns investidores especulativos a voltarem ao mercado.

