Análise de Mercado
Arquivo · página 273
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MilhoAgrolink · Com o recuo dos prêmios, os preços do milho para exportação recuaram também, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro recuaram nesta segunda-feira, diante do recuo dos prêmios que o compõe. Agosto fechou a US$ 293, setembro 287, outubro 298, novembro 295 e dezembro 297”, comenta.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, o destaque do milho fica para os vendedores do Mato Grosso do Sul deram uma segurada, mas indústrias abastecidas ficam fora, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado segue lateralizado no RS, compradores ainda falam em R$ 89,0 + R$ 90,0+ posto nas fábricas, milho vindo do MS. Mas, o vendedor de lá, deu uma segurada. Indústrias seguem focadas em receber aquilo que tinham de contratos futuros da segunda safra. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior”, comenta.
SojaAgrolink · A soja subiu novamente, na Bolsa de Chicago, mais 0,41% com preocupações com o clima e embarques decepcionantes, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova leve alta de 0,41% ou $ 6,75 cents/bushel a $ 1637,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul teve uma segunda feira com os preços subindo R$ 5,00/saca no interior, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Dia de altas pela CBOT e pelo câmbio, com apenas negócios pontuais ocorrendo. Pode-se facilmente perceber que o foco não está na soja para esse período, mesmo em dias com valorizações expressivas nos preços, não há expressão por parte do mercado”, comenta.
MandiocaAgrolink · Muitos agricultores que vinham avançando com a colheita e a comercialização das lavouras remanescentes de segundo ciclo diminuíram o ritmo das entregas na semana passada, devido ao clima mais seco, que também limitou o plantio em algumas áreas. Assim, a quantidade de mandioca ofertada, sobretudo para a indústria de fécula, continuou abaixo das expectativas.
MilhoAgrolink · Com o avanço da colheita na maior parte dos estados e diante de novas estimativas oficiais indicando oferta recorde na temporada 2021/22, os preços do milho seguem em queda. Inclusive, em algumas praças acompanhadas pelo Cepea, os atuais valores são os menores desde o início do ano passado.
SojaAgrolink · A soja dos Estados Unidos subiu em meio ao clima seco em grande parte do Centro-Oeste dos EUA. Embora grande parte do cinturão de milho superior tenha recebido muita chuva na semana passada, vários estados, incluindo Kansas, a maior parte do Missouri, Oklahoma e Arkansas, receberam pouca ou nenhuma precipitação, de acordo com dados do Serviço Nacional de Meteorologia.
SojaAgrolink · Preocupações relacionadas a uma recessão econômica global e elevação de juros estão afastando investidores dos mercados futuros, cenário que tem resultado em desvalorizações de commodities de forma geral, inclusive da soja.
HortaliçasAgrolink · Aumentam a cada dia, desde o mês passado, os protestos de agricultores holandeses contra as políticas ambientalistas impostas pelo governo do país. Com a prisão de alguns manifestantes, o clima ficou ainda mais acirrado, sendo que alguns tratores chegaram a ser alvo de tiros de policiais após furarem bloqueios.
MilhoAgrolink · A posição de julho para o milho na B3 fechou em queda no dia e as de setembro e novembro, em alta, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os fechamentos da B3 desta sexta-feira nos dizem que os investidores estão esperando uma reversão da demanda de milho para cima a partir do segundo semestre deste ano, exatamente como explicamos em nossa análise no caput deste informativo”, comenta.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho no Brasil, os prêmios recuam no Brasil, aumentando a competitividade da exportação, de acordo com a TF Agroeconômica. “Os negócios de exportação de milho são feitos à base de prêmios, aqui reproduzidos. Nós calculamos os preços flat para dar uma ideia do valor das exportações para poderem ser comparados aos do mercado interno. Nesta sexta-feira os prêmios recuaram cerca de $7 cents/bushel nos portos de Santos e Tubarão e $15 cents/bushel em Barcarena/Tubarão, melhorando a competitividade do milho brasileiro”, comenta.
MilhoAgrolink · O estado do Rio Grande do Sul tem mais ofertas competitivas de milho do Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado continua andando de lado, no RS. Há ofertas pontuais a R$ 89,0/ R$ 90,0+ posto nas fábricas, milho vindo do MS. Faz sentido, com preços de R$ 70,00 no MS + R$ 19,0/20,0 de frete”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja subiu novamente mais 2,75% fechando a semana acima da linha de suporte, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em leve alta de 2,75% ou $ 43,75 cents/bushel a $ 1635,0”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja no estado do Rio Grande do Sul encerraram a semana em queda de R$ 1-2/saca em resposta a pressão cambial, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Dia de altas pela CBOT e baixas pelo câmbio, com apenas negócios pontuais ocorrendo. Pode-se facilmente perceber que o foco não está na soja para esse período, os preços seguem se distanciando das ideias do produtor cada vez mais na maioria das regiões, claro que ocorrem dias de alternância, onde se marca uma recuperação, mas os dias subsequentes sempre empurram os preços para baixo em uma conjuntura mais panorâmica”, comenta.
ArrozAgrolink · O Brasil “virou o jogo” e já tem milho em preços mais competitivos do que os Estados Unidos e a Argentina na Ásia, afirma o analista sênior da Consultoria TF Agroeconômica. “Nesta semana a tendência inverteu. Os preços do milho brasileiro posto nos portos da Coreia do Sul (CNF) foram mais baixos”, aponta o especialista.
AvesAgrolink · O início de julho e o consequente aquecimento na demanda – de modo geral, por conta do recebimento dos salários por parte da população – fizeram com que os preços do frango inteiro reagissem na maioria das praças acompanhadas pelo Cepea nesta semana.
MilhoAgrolink · Com as altas de Chicago (1,58%) e do dólar (1,42%), que estimulariam as exportações, as cotações do milho na B3 de São Paulo também fecharam em alta no dia, mas em queda no comparativo da semana. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
Agrolink · As recentes fortes quedas em Chicago provocaram queda nos preços FOB do milho, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nesta terça-feira houve uma pequena elevação dos prêmios e de Chicago, resultando em pedidas maiores dos vendedores. Por sua vez os compradores, por sua vez, apresentaram prêmios também maiores: em Santos/Tubarão, 85 para agosto, 85 para setembro, 100 para outubro, 105 novembro e 105 dezembro. Em Barcarena/Itaqui os prêmios dos compradores subiram para 97 agosto e 90”, comenta.
LaranjaAgrolink · Os preços da laranja seguem enfraquecidos nesta semana. Segundo colaboradores do Cepea, apesar das temperaturas mais altas e do início de mês, as vendas não se aqueceram a ponto de sustentar os valores. Na parcial da semana (de segunda a quinta-feira), a variedade pera tem média de R$ 33,57/cx de 40,8 kg, na árvore, estável em relação à anterior. A rubi teve média de R$ 30,46/cx, recuo de 3,05% na mesma comparação.
MilhoAgrolink · O mercado do milho lateralizou no Rio Grande do Sul, há ofertas pontuais a R$ 89,0/ R$ 90,0+ posto nas fábricas, milho vindo do Mato Grosso do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indústrias seguem focadas em receber aquilo que tinham de contratos futuros da segunda safra, e compram alguma coisa nestes R$ 89,00+ R$ 90,00+ CIF fábricas para milho do Centro- Oeste. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior, em Panambi, eles caíram para R$ 80,00 ao produtor”, comenta.

