Análise de Mercado
Arquivo · página 274
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SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago, a soja subiu 0,66% de novo, puxado pelos produtos, já que o farelo subiu 2,44% e óleo 0,85%, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em leve alta de 0,66% ou $ 10,50 cents/bushel a $ 1590,75”, comenta.
SojaAgrolink · As valorizações em Chicago acabaram impulsionando os preços da soja para cima no estado do Rio Grande do Sul, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O porto deu continuidade as subidas já registradas ontem ao se valorizar em outros R$ 2,50/saca, alcançando o valor de R$ 194,00. Assim como no porto, o interior seguiu marcando evoluções, com Ijuí subindo em mais R$ 2,00/saca e indo a R$ 190,00. Cruz Alta se valorizou em R$ 4,00/saca e foi a R$ 192,00. Passo Fundo se valorizou em R$ 3,00/saca e foi a R$ 192,00. Santa Rosa, por fim, se valorizou em R$ 3,00/saca e foi a R$ 190,00”, comenta.
ArrozAgrolink · O relatório mensal de acompanhamento das culturas, divulgado pela Conab, elevou em 680 mil toneladas a sua estimativa de produção de trigo da safra 2022, passando de 8.351,6 mil tons estimadas em junho para 9.031,6 mil tons. “Esta nova estimativa é 17,6% maior do que a safra anterior, de 7.679,4 mil tons, como mostra a tabela oficial acima”, destaca a Consultoria TF Agroeconômica.
SuínosAgrolink · A produção de óleo de soja, que é um dos maiores geradores de divisa da Argentina, está em alerta máximo, correndo risco de perder seu principal comprador. Isso porque os Estados Unidos já anunciaram que vão aumentar progressivamente o processamento doméstico da oleaginosa para atender à crescente demanda para produção de biodiesel.
Agrolink · Na B3, as cotações do milho continuam caindo, pressionadas pela colheita da Safrinha e exportações fracas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os fatores que pressionam as cotações continuam os mesmos: a intensificação da colheita do milho safrinha está mantendo pressionados os preços do mercado físico. A exportação é o único fator que pode enxugar o mercado e elevar os preços, mas, tem se mostrado fraca, nos últimos dias, com quedas sucessivas em Chicago e nos prêmios. Tradings reportam pouco interesse, neste momento”, comenta.
MilhoAgrolink · As quedas nos prêmios do milho argentino superaram alta de Chicago e os preços recuam novamente, segundo o que informou a TF Agroeconômica. “As fortes quedas da cotação do milho em Chicago levaram os preços para os navios Handysize para baixo: agosto permaneceu a US$ 256, setembro caiu para US$ 256 e outubro a US$ 258. Novembro e dezembro não foram cotados. Para safra nova, março23 também não houve cotação nesta sexta-feira. Para os navios Panamax, os preços foram cotados a US$ 266 agosto”, comenta.
Agrolink · O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul se encontra com as indústrias recebendo contratos e fora de mercado local, segundo informações da TF Agroeconômica. “Com a alta do dólar, mercado ao menos parou de cair, mas está longe de onde produtor pensa em vender. Indústrias seguem focadas em receber aquilo que tinham de contratos futuros da segunda safra, porém voltaram a indicar R$ 89,00+ R$ 90,00+ CIF fábricas para milho do Centro- Oeste. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior”, comenta.
SojaAgrolink · Em Chicago a soja sobe levemente com compras de oportunidade, alta do farelo e nova queda do óleo, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em leve alta de 0,19%% ou $ 3,0 cents/bushel a $ 1578,25”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja reagiram levemente, com altas do dólar e de Chicago nesta quarta-feira, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Dia bastante dividido entre altas e baixas por parte de Chicago e dólar continuando subindo sem parar enquanto reage a crescente aversão ao risco por parte dos investidores. No interior os preços se valorizaram de forma consideravelmente melhor, com Ijuí, Passo Fundo e Santa Rosa subindo em 1,6%, valor equivalente a R$ 3,00/saca e indo respectivamente aos valores de R$ 188,00, R$ 189,00 e R$ 187,00. Quanto a Cruz Alta, a valorização foi levemente inferior, mas o preço se manteve alinhado após subir em R$ 2,00/saca e alcançar R$ 188,00”, comenta.
AveiaAgrolink · A safra de trigo brasileira será recorde, e quase um terço dela será exportada, apontam os adidos técnicos do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sediados na embaixada dos EUA no Brasil. De acordo com eles, o Brasil vai colher nada menos que 8,70 milhões de toneladas do cereal de inverno, número 12% superior ao registrado no ciclo anterior.
AlgodãoAgrolink · Os valores internos do algodão em pluma caíram com força ao longo de junho. No acumulado do mês, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, recuou expressivos 22,08%. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio da desvalorização externa, da queda na paridade de exportação e da posição mais flexível de vendedores nacionais.
ArrozAgrolink · Os preços do arroz em casca reagiram em junho, segundo informações do Cepea, impulsionados pelas maiores demandas interna e externa. As cotações, inclusive, recuperaram parte das perdas registradas nos dois meses anteriores e voltaram aos patamares nominais observados na primeira dezena de abril.
Gado de CorteAgrolink · “O forte retorno das exportações para a China e a manutenção no ritmo de embarque para os Estados Unidos, Egito e Emirados Árabes trazem nova dinâmica para as vendas externas que podem indicar um novo recorde no volume e no faturamento do setor”. Foi isso que afirmou o Rabobank em seu novo relatório.
SojaAgrolink · Em Chicago, a soja recua novamente por temor de recessão mundial, redução de consumo e clima favorável, segundo a TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em nova forte queda de 3,32%% ou $ 54,0 cents/bushel a $ 1572,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul registrou queda de R$ 7,00/saca no porto e R$ 8,00 no interior, nesta terça-feira, segundo informações da TF Agroeconômica. “Semana recomeça, agora de fato com a volta do mercado e se depara com baixas extremamente expressivas com quedas muito consideráveis por parte da CBOT e altas também expressivas por parte do dólar, mas que se mostraram incapazes de fazer frente a essa pressão”, comenta.
MilhoAgrolink · Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), a nova queda forte em Chicago, que descomprime as exportações e boa oferta local pressionaram as cotações, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os fatores que pressionam as cotações continuam os mesmos: a intensificação da colheita do milho safrinha está mantendo pressionados os preços do mercado físico”, comenta.
MilhoAgrolink · As recentes fortes quedas em Chicago provocaram queda nos preços FOB do milho para exportação no Brasil, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nos últimos 10 dias as cotações de setembro do milho na CBOT recuaram $ 92,5 cents/bushel, equivalente a aproximadamente US$ 30/tonelada. Este recuo foi refletido nos preços FOB nos portos brasileiros. OS compradores, por sua vez, apresentaram prêmios menores: em Santos/Tubarão, 70 ara setembro, 35 para outubro, 100 novembro e 108 dezembro. Em Barcarena/Itaqui 70 agosto, 72 setembro, 82 outubro e 57 novembro”, comenta.
MilhoAgrolink · O mercado de milho segue caindo no estado do Rio Grande do Sul, dia-a- dia, aqui dentro e lá fora, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Indústrias seguem focadas em receber aquilo que tinham de contratos futuros da segunda safra, porém voltaram a indicar R$ 89,00+ R$ 90,00+ CIF fábricas para milho do Centro- Oeste. As ofertas no mercado local, diferido, estão em R$ 92,00 a R$ 93,00 FOB interior. Os preços de Balcão, em Panambi, mantiveram-se em R$ 82,00 ao produtor”, comenta.
AlgodãoAgrolink · O Portal Agrolink entrevistou com exclusividade a Candice Santos, superintendente de Informações da Agropecuária da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Ela explica como são coletados e analisados os dados, bem como a metodologia usada para se chegar aos números da estimativa de safra tão aguardados a cada mês no Brasil. Confira:
AlgodãoAgrolink · A qualidade das lavouras de soja dos Estados Unidos caiu ainda mais, apontou o novo relatório de desenvolvimento das lavouras norte-americanas divulgado nesta terça-feira (05/07). Houve uma redução em dois pontos percentuais em relação à semana anterior, com 63% das lavouras em “boas e excelentes condições”, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

