Análise de Mercado
Arquivo · página 285
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AveiaAgrolink · A resposta da Consultoria TF Agroeconômica é direta: Dependendo do mês a ser vendido, vai valer a pena guardar milho. Por um lado está a aumento da demanda, uma vez que três dos cinco maiores produtores mundiais do cereal terão quebras. Por outro lado estão os custos de “armazenagem e dos juros do dinheiro que você aplicaria se tivesse colhido e vendido logo”.
SojaAgrolink · O mercado da soja no estado do Rio Grande do Sul registrou vendas bem expressivas e preços mistos no encerramento da semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O preço no porto caiu de forma amena em R$ 1,00/saca, indo a R$ 195,00 e o interior marcou quedas quase equilibradas por todas as regiões. Ijuí, Cruz Alta e ponta Grossa perderam R$ 1,00/saca, indo respectivamente a R$ 190,00, R$ 191,00 e R$ 189,00. A única região desviante foi Santa Rosa que se equilibrou a marcar queda de R$ 2,00/saca, indo a R$ 190,00”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado de soja tem um leve potencial de alta, tanto técnico quanto fundamental, aponta a equipe de analistas de mercado da Consultoria TF Agroeconômica. No entanto, dizem eles, essa tendência “ainda é baseada no biodiesel, cujos movimento demoram para ser concretizados”.
CaféMelão Martini - Café · A moeda norte-americana fechou em queda de 0,20%, a R$ 4,7787. Na semana, o dólar subiu 0.86%. Por aqui, o IBGE divulgou mais cedo o resultado da produção industrial em abril, que apontou alta de apenas 0,1%, impactada pela alta dos preços das matérias primas, falta de insumos e restrições de oferta. Na véspera, o instituto mostrou que a economia brasileira cresceu 1% no 1º trimestre, puxada pelo setor de serviços. No exterior, o foco do dia está nos dados sobre criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos em maio: segundo o Departamento do Trabalho, foram criadas 390 mil vagas no mês passado – acima do esperado pelos analistas –, e o desemprego permaneceu em 3,6%, indicando que o Federal Reserve (o BC dos EUA) pode ter espaço para seguir aumentando os juros para conter a inflação em alta.
AvesAgrolink · O baixo poder de compra da população brasileira, fragilizado sobretudo pelo avanço da inflação no País, limitou as vendas de carne de frango em maio. Além disso, o elevado patamar do preço da proteína no mercado interno entre o encerramento de abril e o começo de maio também dificultou o escoamento do produto.
LaranjaAgrolink · As vendas de cítricos seguem lentas, ainda limitadas pela demanda enfraquecida. No caso da laranja, além da baixa procura, o aumento gradual da oferta tem influenciado os preços, já que a indústria ainda não está absorvendo volumes elevados da fruta. Assim, na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), o preço da laranja pera fechou com média de R$ 35,97/cx de 40,8 kg, na árvore, praticamente estável em comparação com a semana anterior.
TrigoAgrolink · As cotações do trigo, em Chicago, recuaram fortemente nesta semana. O primeiro mês cotado literalmente despencou de US$ 11,43/bushel no dia 26/05, para US$ 10,41 no dia 01/06, perdendo pouico mais de um dólar por bushel em três dias úteis. Posteriormente, ajustes técnicos elevaram para US$ 10,58 o fechamento da quintafeira (02/06) para o primeiro mês cotado. Lembrando que este bushel havia chegado a US$ 12,77 em 17 de maio passado. A possibilidade de uma abertura russa às exportações ucranianas de cereais pressionaram o mercado, pois a Ucrânia é um dos grandes exportadores de trigo. Ao mesmo tempo, nos EUA, 72% do trigo de inverno havia germinado, contra a média histórica de 76%, na data de 29/05. Já as condições das lavouras deste trigo, na mesma data, apresentavam 40% entre ruins a muito ruins, 31% regulares e 29% entre boas a excelentes. Enquanto isso, o trigo de primavera, naquele país, havia sido semeado em 73% da área esperada, no final de maio, contra 92% na média histórica para a data. Já 42% das lavouras estavam emergidas, contra 69% na média histórica.
SojaAgrolink · Os futuros de soja caíram nas negociações da noite para o dia, já que o clima seco hoje nas planícies do norte permitirá que os agricultores terminem o plantio e o clima úmido no Cinturão do Milho central fornecerá umidade para as culturas recém-plantadas, segundo o agriculture.com. Pouca ou nenhuma chuva é esperada neste fim de semana em grande parte das Dakotas e Minnesota, o que ajudará a acelerar o plantio que foi adiado devido ao clima úmido na região.
MilhoAgrolink · A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) viu a terceira queda consecutiva das cotações do milho no mercado futuro de São Paulo, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com a nova queda de Chicago, pelo terceiro dia consecutivo e, consequentemente, sem a pressão da exportação, além da ausência de problemas sérios sobre a Safrinha, que segue plena, as cotações voltaram a cair, tanto nos mercados físicos, como no mercado futuro de São Paulo, nesta quinta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Os preços de compra de milho importado na Argentina permaneceram inalterados, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para navios Handysize a cotação de julho permaneceu a US$ 299/t. Já para agosto o preço recuou US$ 1/t para US$ 299 e setembro subiu US$ 11/t para US$ 299. Para safra nova, em março23, não houve cotação. Para os navios Panamax, os preços permaneceram a US$ 309/t para julho e recuaram US$ 9/t para US$ 312 para agosto”, comenta.
MilhoAgrolink · O dia de ontem foi pior no mercado de milho do que o anterior no Rio Grande do Sul, que já havia sido muito parado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Preços indicados por compradores estão na faixa de R$ 90,00 a R$ 92,00 CIF nas fábricas, e as ofertas no mercado local estão em R$ 94,00 e R$ 95,00 FOB interior, ou seja, muito distantes umas das outras. O preço de balcão, em Panambi, recuaram para R$ 82,00 ao produto”, comenta.
SojaAgrolink · Na Bolsa de Chicago a soja recupera mais 34 cents, dos 45 que tinha perdido no início da semana, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro22 fechou em alta de 2,09% ou 34,0 cents/bushel para $ 1659,0”, comenta a consultoria.
SojaAgrolink · O mercado da soja do Rio Grande do Sul trouxe, de forma geral, ótimos frutos, com todas as regiões se valorizando expressivamente, fruto das melhoras vistas em Chicago, de acordo com as informações do TF Agroeconômica. “Os aumentos poderiam ter sido ainda mais expressivos, no entanto, o dólar segue marcando quedas neste período, freando o máximo potencial. Ademais, as vendas trazidas hoje foram de cerca de 50.000 toneladas, os melhores números dentro das regiões estudadas neste relatório. Marcou altas gerais, com Ijuí e Cruz Alta ganhando R$ 5,00/saca e indo respectivamente a R$ 191,00 e R$ 192,00. Passo Fundo subiu em R$ 3,00/saca e foi a R$ 190,00. Santa Rosa, por fim, foi a R$ 192,00 após alta de R$ 6,00/saca”, comenta.
SuínosAgrolink · Os valores pagos pelo suíno vivo no mercado independente encerraram o mês de maio em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea. A pressão veio tanto da maior oferta quanto da fraca demanda pela carne do animal. Diante desse cenário, os preços do suíno comercializado no mercado spot passaram a operar abaixo dos observados para os animais de produção integrada. Vale destacar que, historicamente, as cotações do suíno no mercado independente operam acima dos preços de produção integrada, devido aos maiores custos.
Gado de CorteAgrolink · Os preços do boi gordo (Indicador CEPEA/B3, estado de São Paulo) caíram 4% no acumulado de maio, fechando a R$ 321,40/arroba no dia 31. Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio do crescimento na oferta de boi, como típico neste período do ano, quando as pastagens começam a se deteriorar, e o pecuarista acaba disponibilizando os animais para abate, visando evitar gastos com suplementação.
TrigoAgrolink · O clima da Argentina pode não ser muito favorável para a cultura do trigo, segundo informações da TF Agroeconômica. De acordo com a Bolsa de Valores de Rosário, as condições esperadas para os próximos meses são as mesmas de 2020, quando os rendimentos nos pampas argentinos eram baixos.
MilhoAgrolink · Com as fortes quedas de Chicago e as boas perspectivas da Safrinha, as cotações do milho na B3 cederam novamente, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com a forte queda de Chicago, pelo segundo dia consecutivo e, consequentemente, sem a pressão da exportação, além da ausência de problemas sérios sobre a Safrinha, que segue plena, as cotações voltaram a cair, tanto nos mercados físicos, como no mercado futuro de São Paulo, nesta quarta-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Em relação ao milho Paraguaio, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, os preços recuaram nesse meio de semana, mas compradores continuam fora. “O dia foi promissor, embora o milho tenha começado o dia do lado negativo, as perdas não foram importantes no início, e valores de 250,00 U$D/MT ainda foram observados na FAS Assunção enquanto do Brasil o os mesmos números de sexta-feira ainda estavam sendo ouvidos”, comenta.
MilhoAgrolink · Com as quedas no mercado externo, as indústrias de milho do Rio Grande do Sul se sentem menos pressionadas, de acordo com informação da TF Agroeconômica. “Com as baixas no mercado externo, abre-se espaços para que as indústrias possam comprar com preços menores no mercado interno. Com isso tivemos mais um dia de baixas, e sem reportes de negócios. Indicações de R$ 92,00 Chapecó, R$ 91,00 Frederico e Marau, R$ 92,00 Arroio do Meio, R$ 92,00 Ijuí e Santa Rosa. Vendedor segue pedindo de R$ 94,00 a R$ 95,00 no diferido, sem interesses de compras”, comenta.
SojaAgrolink · Os preços da soja na Bolsa de Chicago tiveram leve alta, mas não conseguiram recuperar a queda anterior, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho22 fechou em leve alta de 0,37% ou 6,25 cents/bushel para $ 1689,50. A cotação de maio23, que já está sendo negociada no Brasil, fechou em alta, de 0,35%, ou $ 5,25 cents/bushel a $ 1513,25", comenta.

