Análise de Mercado
Arquivo · página 286
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SojaAgrolink · No dia de ontem o mercado trabalhou oscilando de forma mais lenta no Rio Grande do Sul do que nos demais dias da semana, mas os preços ainda foram mera resposta às oscilações do câmbio e de Chicago. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
AlgodãoAgrolink · Após bateram recordes nos últimos meses, os preços dos fertilizantes começaram a arrefecer nos Estados Unidos e já dão sinais positivos, informa relatório da Consultoria Blueberries publicado no portal especializado AgroPages. De acordo com os analistas de mercado, a baixa nos preços acontece à medida que os compradores “se recuperam do choque, mas isso não significa que a contração do mercado acabou”.
SojaAgrolink · Com a proibição do paraquat no Brasil desde 22 de setembro de 2020, o diquat tornou-se uma das principais alternativas para a dessecação de culturas. Também está sendo cada vez mais importado, aumentando de 3.475 toneladas em 2019 para 4.940 toneladas em 2020, um aumento de 42% em apenas um ano, aponta artigo do portal especializado AgroPages.
CaféMelão Martini - Café · O dólar subiu nesta quarta-feira (1º), acompanhando a disparada da moeda norte-americana no exterior após a divulgação de dados econômicos dos Estados Unidos que apontaram crescimento forte da indústria em maio. A moeda norte-americana teve alta de 1,10%, vendida a R$ 4,8037. Na China, as ações fecharam em queda apesar do fim do lockdown de Xangai após dois meses de isolamento. A flexibilização vem depois de o gabinete da China ter anunciado na terça-feira um pacote de medidas de estímulo. No entanto, analistas esperam que a economia chinesa tenha contração no segundo trimestre e que a recuperação seja um processo difícil e fortemente dependente dos desdobramentos envolvendo a Covid, com consumidores e empresas não devendo recuperar a confiança imediatamente. Por aqui, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), subiu maio, atingindo o maior nível desde outubro do ano passado.
AlgodãoAgrolink · O preço do algodão em pluma esteve predominantemente em alta ao longo de maio, chegando a renovar o recorde nominal da série histórica em diversos momentos, sendo o último no dia 18, quando o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento 8 dias, atingiu R$ 8,1834/lp. Assim, no acumulado do mês, o Indicador subiu 10,2% – maio foi o terceiro mês consecutivo de avanço. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação veio sobretudo da posição firme de vendedores, que detêm pouco volume da safra 2020/21 para negociação no spot, especialmente de pluma de qualidade.
ArrozAgrolink · A presença mais ativa de compradores no mercado somada a uma certa resistência vendedora sustentaram os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul em maio. No acumulado do mês (entre 29 de abril e 31 de maio), o Indicador CEPEA/IRGA-RS do arroz em casca (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) avançou 1,27%, fechando a R$ 71,68/sc de 50 kg nessa terça-feira, 31 – vale lembrar que desvalorizações pontuais foram registradas no início do período, mas os preços voltaram a subir no encerramento do mês.
CaféAgrolink · A colheita da safra 2022/23 de café robusta ganhou ritmo em maio, sobretudo na segunda quinzena. Dados levantados junto a colaboradores do Cepea indicam que de 40 a 50% do total esperado havia sido colhido em Rondônia até o fim do último mês. No Espírito Santo, o volume colhido está entre 15 e 25% do total. No geral, a quantidade de café novo disponível no spot nacional ainda é baixa, uma vez que a maior parte dos vendedores segue afastada das negociações.
Agrolink · As inspeções de milho e soja dos EUA para exportação diminuíram semana a semana, enquanto as avaliações de trigo melhoraram, de acordo com dados do Departamento Agrícola, segundo o agriculture.com. As inspeções de milho nos sete dias que terminaram em 26 de maio totalizaram 1,39 milhão de toneladas, informou o USDA.
TrigoAgrolink · Os futuros do trigo subiram nas negociações da noite para o dia em meio a preocupações contínuas com a oferta global, enquanto o milho e a soja foram misturados, já que os agricultores dos EUA alcançaram o ritmo normal de plantio depois de estarem atrasados durante a maior parte do ano. De acordo com informações do agriculture.com, o clima seco é esperado para o restante da semana em partes das planícies do sul, de acordo com dados do Serviço Nacional de Meteorologia.
MilhoAgrolink · Com as fortes quedas de Chicago e as boas perspectivas da Safrinha, as cotações cedem novamente na Bolsa de Mercadorias (B3), de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com a forte queda de Chicago e, consequentemente, sem a pressão da exportação, além da ausência de problemas sérios sobre a Safrinha, que segue plena, as cotações voltaram a cair, tanto nos mercados físicos, como no mercado futuro de São Paulo, nesta terça-feira”, comenta.
MilhoAgrolink · Os preços de compra de milho importado na Argentina oscilaram conforme o mês, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Os preços aumentaram para julho e recuaram para os demais meses”, comenta a consultoria no início de semana.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços do milho ainda são altos, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Colheita do milho safrinha, sendo sentida no Brasil e, não poderia ser diferente, no RS. Em no máximo duas semanas, teremos bons volumes de milho chegando ao RS, vidas de outros estados e bons volumes de novas ofertas entrando no mercado e isso pressiona os preços. Indicações de R$ 92,00 Chapecó, R$ 92,00 Frederico e Marau, R$ 93,00 Arroio do Meio, R$ 94,00 Ijuí e Santa Rosa”, comenta.
AveiaAgrolink · O Paraná atingiu, na semana encerrada em 30 de maio, nada menos que 61% de trigo plantado dos 1.172.550 hectares previstos para essa safra no estado, informou o mais recente boletim do Departamento de Economia Rural do estado do Paraná (Deral). O resultado representou avanço de oito pontos percentuais na comparação com os 53% que haviam sido registrados na semana anterior.
Agrolink · A soja fechou em forte queda de 2,61% na Bolsa de Chicago, por liquidações dos Fundos e bom avanço do plantio, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com o mês de maio entrando como mês de entrega, mudamos nossa base para julho. O contrato de soja para julho22 fechou em forte queda de 2,61% ou 45,25 cents/bushel para $ 1687,0”, comenta.
SojaAgrolink · O mercado da soja no estado do Rio Grande do Sul está bastante volátil neste momento, mas os negócios estão parados, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As vendas também são extremamente inexpressivas visto os preços do momento, até mesmo indicações estão raras. No interior, fábricas e tradings também se depararam com muita volatilidade e nada foi feito em negócios”, comenta.
HortaliçasAgrolink · A procura por alface esteve enfraquecida no cinturão verde paulista (Ibiúna e Mogi das Cruzes) nos últimos dias, de acordo com relatos dos produtores consultados pelo Hortifruti/Cepea. A baixa demanda pela folhosa é reflexo tanto das baixas temperaturas quanto da aproximação do fim do mês, quando o poder de compra da população diminui. Nesse contexto, os preços caíram.
TrigoAgrolink · Os futuros de trigo caíram nas negociações durante a noite em meio a negociações para reabrir as exportações de grãos da Ucrânia, segundo o agriculture.com. O presidente russo, Vladimir Putin, disse no fim de semana que estaria disposto a permitir que os embarques de grãos da Ucrânia, que está sob ataque da Rússia há vários meses, sejam retomados.
MilhoAgrolink · Sem as referências de Chicago e sem grandes problemas de clima, cotações caem novamente para o milho na B3, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dia foi morno, sem as referências de Chicago e, consequentemente, sem a pressão da exportação, além da ausência de problemas sérios sobre a Safrinha, que segue plena, as cotações voltaram a cair, tanto nos mercados físicos, como no mercado futuro de São Paulo, nesta segunda-feira", comenta.
MilhoAgrolink · Com o feriado nos Estados Unidos, a Bolsa de Chicago esteve fechada e, sem a sua referência, os mercados de exportação em todo mundo, inclusive no Brasil, ficaram paralisados, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mantemos as cotações ao lado apenas como referência para os preços de amanhã, terça-feira, mas o dia não apresentou negócios. De um modo geral, há pouca disponibilidade nos estados do Sul. Mesmo assim os preços continuam caindo. Talvez, no início da colheita, os preços cheguem a um patamar competitivo para a exportação e novos negócios sejam feitos”, comenta.
MilhoAgrolink · No mercado de milho do Rio Grande do Sul, os compradores se ausentam, já que não possuem referências de Chicago, por feriado, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Com o feriado em Chicago e, portanto, sem novos negócios para exportação, o comportamento do comprador foi ficar ausente do mercado, e tentar entender o que se passará nos próximos dias”, comenta.

