Análise de Mercado
Arquivo · página 359
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MandiocaAgrolink · A oferta de mandioca para a indústria segue reduzida, devido às baixas disponibilidade de lavouras de mandioca mais velha (com mais de um ciclo), produtividade e rendimento de amido das lavouras mais novas, o que inviabiliza a comercialização. Além disso, segundo colaboradores do Cepea, boa parte dos mandiocultores esteve retraída nos últimos dias, devido ao feriado do dia 2 (Dia de Finados).
MilhoAgrolink · Os preços do milho seguiram em queda no interior do País na última semana, enquanto nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), o cenário foi de alta na maior parte do período. Assim, os valores nos portos superaram o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas, SP), o que não era observado – pelo menos em Paranaguá – desde outubro de 2020. No entanto, na sexta-feira, 5, tanto a moeda norte-americana quanto os preços externos do cereal caíram com força – 1,87% e 1,1%, respectivamente, frente ao dia anterior – derrubando também as cotações nos portos brasileiros.
SojaAgrolink · Mesmo em período de entressafra, os preços da soja estão em queda no mercado brasileiro, registrando os menores patamares desde julho, um cenário atípico para esta época do ano. Segundo colaboradores do Cepea, a pressão está atrelada à necessidade de liberar estoques para a chegada da nova safra, que pode ser recorde e que deve elevar a relação estoque/consumo final.
SuínosAgrolink · Nos últimos quatro meses preços do mercado físico da soja já recuaram 2,64%, o equivalente a R$ 4,00/saca nos estados do Rio Grande do Sul e Paraná, 5% no Mato Grosso do Sul e 3,82% em Minas Gerais. Por outro lado, neste mesmo tempo, os insumos subiram 25,46%, derrubando a lucratividade.
TrigoAgrolink · A safra real de trigo poderá ser de 6,35 milhões de toneladas, cerca de 1,84 milhão de toneladas a menos do que a Conab estimou em outubro, de acordo com levantamentos de campo realizados pela TF Agroeconômica nas duas últimas semana. Os dados contrariam a expectativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de outubro de 8,19 milhões de toneladas, uma redução de 1,84 milhões de toneladas ou 28,57% em relação à expectativa da Conab em seu relatório de outubro.
TrigoAgrolink · No mercado de trigo do Rio Grande do Sul, os moinhos tiveram que se adaptar e subiram preço, enquanto a exportação/ração segue ativa, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Seguindo o dia anterior, houve negócios entre R$ 1.500,00 a R$ 1.520,00 interior para moinhos, dependendo das localizações. Mas, houve negócios a R$ 1.700,00 CIF de trigo especial, nesta semana. No mercado de exportação, no melhor momento os preços chegaram a R$ 1.600,00 posto Rio Grande para entrega em janeiro e pagamento em janeiro, pós entrega”, comenta.
SojaAgrolink · A TF Consultoria Agroeconômica recomenda vender o que ainda resta da safra 2021/22 e fixar preços o mercado futuro de Chicago para a safra 2022/23. De acordo com os analistas, não há “nada no horizonte que nos faça sequer pensar em nova alta dos preços para a safra 2021/22, nem a Bolsa de Chicago, nem Dólar, a curto ou médio prazos”. Confira os fatores que determinam a atual tendência:
MilhoAgrolink · O último dia de negociações da B3 nesta semana foi de queda, em que os principais vencimentos apresentaram recuo de até 1,7%, pressionados pelas desvalorizações no mercado físico, Bolsa de Chicago e dólar. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica.
MilhoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, foram vistas indicações entre R$ 87,00 a R$ 90,00/sc para o milho, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “A semana fechou com pouquíssimo movimento de negócios, e hoje, nossos correspondentes não reportaram absolutamente nada em negócios realizados no estado Nas indicações, R$ 89,00 CIF Marau, R$ 90,00 CIF Arroio do Meio, R$ 87,00 Ijui, R$ 87,00 Santo Ângelo. Para Safra nova em janeiro, sem indicação no porto, e indústria R$ 89,00 CIF Arroio do Meio para janeiro. Preços de pedra mantiveram-se em R$ 83,00 Panambi”, comenta.
SojaAgrolink · O contrato de novembro21 da soja em grão na Bolsa de Chicago fechou em nova forte queda de 1,51% ou 18,25 cents/bushel a $ 1191,0, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de maio22, importante para as exportações brasileiras, fechou também em queda de 1,51% ou 18,75 cents/bushel a $ 1225,75. O contrato de dezembro do farelo de soja fechou em queda de 0,98% ou 3,3/t curta a $ 335,8. O contrato de dezembro de óleo de soja fechou em nova queda de 1,21% ou $ 0,72/libra-peso a $ 58,86”, comenta.
SojaAgrolink · No Brasil, segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), os embarques do mês de outubro totalizaram 1,34 milhões de toneladas, em um avanço de 0,5% com outubro de 2020, período em que foram remetidas cerca de 1,33 milhões de toneladas. Tudo isso foi divulgado pela TF Agroeconômica.
SojaAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os preços da soja recuaram mais R$ 3,00/saca no encerramento da última semana, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços vistos no porto para entrega ainda neste mês e recebimento em junho de 2022 bateram em R$ 176,00, queda de mais R$ 3,00 em relação as últimas indicações. Os preços de pedra por sua vez alcançaram os patamares de R$ 156,00, se desvalorizando em R$ 2,00. Por fim, no mercado de lotes, as fábricas contaram com predominância no mercado portanto a maior relevância esteve em suas cotações, o movimento decaiu de forma proporcional aos preços e não mais de 6.000 toneladas foram negociadas”, comenta.
CaféMelão Martini - Café · O dólar fechou em queda de 1,52%, cotado a R$ 5,5192. No acumulado da semana, o recuo foi de 2,27%. Na cena externa, os investidores avaliaram os dados sobre a criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos, que vieram acima do esperado. No cenário doméstico, as atenções seguiram voltadas para as negociações em torno da aprovação da PEC dos Precatórios. Na madrugada de quinta-feira, a Câmara dos Deputados aprovou em votação apertada o texto-base da PEC. Os parlamentares ainda precisam votar os chamados destaques (sugestões pontuais de alteração no texto principal) e o segundo turno.
TrigoCEEMA/UNIJUI · As cotações do trigo, em Chicago, dispararam durante esta semana, com o primeiro mês atingindo níveis que não eram vistos desde julho de 2012, ou seja, próximos a US$ 8,00/bushel. Mesmo cedendo no transcorrer da semana, o fechamento da quinta-feira (04) ficou no nível elevado da semana anterior, ou seja, US$ 7,73/bushel, contra US$ 7,72 uma semana antes. Por outro lado, a média de outubro ficou em US$ 7,45/bushel, representando um aumento de 6% sobre a média de setembro. Tal média mensal é a mais elevada, para o trigo, desde janeiro de 2013. Lembrando que a média de outubro de 2020 havia sido de US$ 6,06. emergido, contra 68% na média histórica para esta data. Já as condições das lavouras apresentavam 45% entre boas a excelentes, 34% regulares e 21% entre ruins a muito ruins.
MilhoCEEMA/UNIJUI · A cotação do milho em Chicago, para o primeiro mês cotado, fechou a quinta-feira (04) em US$ 5,59/bushel, contra US$ 5,62 uma semana antes. A média de outubro ficou em US$ 5,36, representando um aumento de 3,5% sobre setembro. No ano passado, em outubro, a média havia sido de US$ 3,98/bushel. A colheita da nova safra de milho dos EUA atingia a 74% da área total, contra a média histórica de 66% para esta época do ano (31/10). Em termos de embarques do cereal, os EUA indicavam um total de 1,22 milhão de toneladas na semana encerrada em 28/10, ficando dentro das projeções do mercado. Neste momento, o milho estadunidense estaria muito caro, levando os importadores a buscarem o produto no Brasil. Em todo o ano comercial atual os EUA já venderam 31 milhões de toneladas, ficando um pouco abaixo do realizado no mesmo período do ano anterior.
SojaCEEMA/UNIJUI · As cotações da soja em Chicago ficaram estáveis nesta primeira semana de novembro, porém, um viés de baixa surgiu no final da mesma. O fechamento do dia 04, quintafeira, para o primeiro mês cotado, ficou em US$ 12,09, contra US$ 12,33 uma semana antes. A média de outubro fechou em US$ 12,30/bushel, registrando mais um recuo mensal, neste caso de 3,7%. Este é o quinto recuo consecutivo na média mensal do bushel de soja, em Chicago, para o primeiro mês cotado. Em outubro do ano passado o bushel fechou na média de US$ 10,54. Enquanto isso, a colheita da soja nos EUA, até o último domingo (31), foi concluída em 79% da área, contra 81% esperados pelo mercado e 81% na média histórica. Em paralelo, na semana encerrada no dia 28/10, as exportações de soja estadunidense chegaram a 1,86 milhão de toneladas para a safra 2021/22, ficando dentro do esperado pelo mercado.
TrigoAgrolink · Mais uma semana caracterizada por predomínio de tempo firme, ótima radiação solar e temperaturas características de primavera, noites e manhãs amenas e elevadas ao longo do dia e também umidade relativa do ar na média baixa. Nesse ambiente climático, segundo a TF Agroeconômica, a colheita do trigo avançou para 48% das lavouras do Rio Grande do Sul.
TrigoAgrolink · No estado do Rio Grande do Sul, os moinhos começam a comprar FOB e exportação e ração continuam ativas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “No mercado de exportação, no melhor momento os preços valeram R$ 1.605,00 posto Rio Grande para uma entrega em janeiro e pagamento em janeiro pós entrega. Para Trigo de ração (PH 72 acima) indicação de R$ 1.515,00 porto para janeiro. Dia de negócios calmos. 10.000 tons reportadas Preços de pedra, base Panambi, valeram R$ 85,00 (mesmo de segunda-feira)”, comenta.
MilhoAgrolink · De acordo com a informação divulgada pela TF Agroeconômica, os futuros do milho na B3 vão perdendo força dia após dia. “O evidente poder de barganha de compradores na bolsa de mercadorias vai dando as caras “aos poucos”, e no dia de hoje, viram-se novas pequenas quedas para os principais vencimentos”, comenta.
SojaAgrolink · O desastre econômico da Argentina começa a afetar o mercado brasileiro de feijão-preto, aponta o Ibrafe (Instituto Brasileiro de Feijões e Pulses). “Os argentinos abastecerão o mercado com mais de 90 mil toneladas de produto armazenado. Os exportadores trabalham em busca de aumentar a exportação brasileira”, afirma o presidente do Ibrafe, Marcelo Lüders.

