Chicago: Futuros da soja caem com esmagamento dos EUA

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Imagem: Nadia Borges
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Chicago: Futuros da soja caem com esmagamento dos EUA

Nesse cenário, os estoques mundiais aumentaram 3,13 milhões de toneladas
Por: -Leonardo Gottems

Os futuros da soja caíram na Bolsa de Chicago, motivados pela redução do esmagamento da oleaginosa dos Estados Unidos, segundo informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Posições ajustadas diante de um relatório do USDA que elevou surpreendentemente a projeção de produção para o Brasil e a manteve para a Argentina (quando eram esperados cortes), gerando estoques finais maiores globalmente. Nos EUA, não houve mudanças nos estoques finais”, comenta.  

“Os  futuros  da  soja  enfraqueceram  ligeiramente  na sexta-feira,  com  o  USDA  cortando  sua  previsão  de volume de esmagamento nos EUA e elevando o nível de estoque final para o ano comercial de 2020/21. O contrato de maio caiu 9 c/bu no dia para $ 14,06/bu por volta das 12h, horário de Chicago. A  projeção  de  esmagamento  total  de  soja  nos  EUA para o atual ano comercial foi reduzida em 10 milhões de bu (217,12 MT) para 2,19 bilhões de bu (59,60 MT), enquanto  os  estoques  finais  nos  EUA  para  2020/21 foram  estimados  em  120  milhões  de  bu  (3,26  MT), acima das expectativas do mercado de 117 milhões de bu (3,18 MT)”, completa. 

Nesse cenário, os estoques  mundiais  aumentaram  3,13  milhões  de  toneladas  de  sua  estimativa  anterior  para  86,87  milhões  de toneladas em uma estimativa mais alta da produção global. “Na Argentina, as vendas da nova safra de soja saltaram 72% na semana passada, para 554.000 toneladas na semana passada, com o início da colheita”, indica. 

“Preocupados  com  os  rumos  do  Orçamento  de  2021, após parecer da Câmara e do Senado sugerir aprovação sem  veto  das  medidas,  os  investidores  buscaram refúgio  no  dólar  e  a  moeda  fechou  a  sexta-feira  em forte alta, de quase 2%, com o real novamente no topo de pior desempenho no mercado internacional, mesmo em  dia  de  valorização  generalizada  da  moeda americana”, conclui. 


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