Milho está mais firme no mercado internacional
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Imagem: Nadia Borges
INDICATIVOS

Milho está mais firme no mercado internacional 

Enquanto isso, o mercado doméstico continuou a  aumentar
Por: -Leonardo Gottems

O milho no mercado internacional está mais firme neste meio de semana, acompanhando Chicago, mas com compradores retraídos, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Na Ásia, não houve seguimento da compra privada de um dos grandes grupos produtores de rações da Coreia do Sul, o FLC, com o resto do mercado permanecendo quieto”, comenta. 

“A bolsa de Dalian da China fechou em CNY 2.691/t (US$ 411,45/t) por um valor muito baixo de CNY16/t no dia. A atividade no Vietnã foi tranquila, com a janela de carregamento de maio sendo oferecida a US$ 303/t CFR nos portos do sul de Phu My e Cai Mep, enquanto as ofertas subiram  mais  em  meio  ao  tom  mais  forte  para  CBOT. O mercado  de  milho  ucraniano  estava  ligeiramente mais firme na quarta-feira, com a oferta mais baixa para carregamento em maio de US$ 265/t FOB HIPP, mas no mercado físico, os compradores ainda estavam ausentes”, completa. 

Enquanto isso,  o mercado doméstico continuou a  aumentar com os lances  chegando a  US$ 255/t CPT, mas não muitos vendedores estavam aparecendo agora em meio à firmeza nos futuros. “Para a nova safra, as ofertas para o carregamento de novembro foram ouvidas com um prêmio de 80-85 centavos sobre  o  contrato  de  dezembro,  equivalente  a  um  preço  definitivo  de  cerca  de  US$  233/t,  contra  a  falta  de compradores evidentes”, indica. 

“Nos EUA, quarta-feira trouxe dados de produção de etanol da EIA com analistas em busca de números que deem mais  um  passo  em  direção  ao  nível  de  um  milhão  de barris por dia, que era a marca da era pré-bloqueio.  No entanto, enquanto os dados foram de 980.000 b/d; a agência dos EUA relatou uma queda de 34.000 b/d para 941.000  b/d,  maior  baixa  de  três  semanas  e equivalente  a  2,4  milhões  de  toneladas  de  milho consumidas durante a semana.  A América  do  Sul  também  continuou  a  oferecer surpresas, já que o contrato doméstico do Brasil com o B3 atingiu novas altas de cerca de BRL105,00/saca (US$ 307/t)”, conclui. 


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