Milho sobe na B3 sem recuperar as perdas
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Imagem: Leonardo Gottems
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Milho sobe na B3 sem recuperar as perdas

Em Chicago foram vistas preocupações com o desenvolvimento produtivo no Brasil
Por: -Leonardo Gottems

O mercado de milho na B3 de São Paulo fechou novamente em alta, mais moderada e mais conforme o ritmo prudente que deve acompanhar o mercado daqui para a frente. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com isto, a cotação de maio fechou em alta de R$ 0,83 no dia a R$ 101,75; a de julho avançou R$ 0,52 no dia para R$ 97,26 e a de setembro avançou R$ 0,81 para R$ 93,44", comenta. 

“As  notícias  de  que  os  negócios  físicos  internos  se consolidam  em  R$  100,00,  de  que  as  importações  de milho  argentino  continuam  (vide  nosso  comentário sobre SC) e  de  que  há  atrasos  no  plantio de  milho  nos EUA  e  preocupações  com  o  clima,  deram  suporte  ao mercado. Os executivos das grandes empresas, ao  se antecipar e fazer  grandes  importações  de  milho  e  trigo  para  ração (apesar de negarem), parecem confirmar nossa convicção de que os preços irão subir nos três longos meses que ainda faltam até o início da colheita da Safrinha brasileira”, completa. 

Em Chicago foram vistas preocupações com o desenvolvimento produtivo no Brasil, evitaram novas quedas. “A tomada de lucros após a subida dos preços para níveis de  pico  iguais  aos  de  2013.  As  exportações  semanais nos  EUA  abaixo  do  esperado,  transmitiam  desânimo.  Na Argentina, o BCBA elevou a estimativa de produção para 46 milhões de tons.  Maio  atinge  US$  6/bu,  mas  não  consegue  segurar  os ganhos  com  a  desaceleração  das  vendas  líquidas  nos EUA”, indica. 

“Os futuros do milho flertaram com o nível de US$ 6/bu na  quinta-feira,  perfurando  pela  primeira  vez  os  níveis de  resistência  de  oito  anos,  antes  de  se  estabilizarem nas  negociações  posteriores  -  pelo  menos  para contratos que cobrem os meses da safra anterior.  Os ganhos iniciais elevaram o contrato a US$ 6,0150/bu, mas  a  chegada  de  dados  decepcionantes  de  vendas líquidas  tornou  mais  difícil  manter  um  terceiro  dia consecutivo de aumentos de contrato”, conclui. 


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