Soja: É melhor vender antes que piore
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Imagem: Divulgação
MERCADO

Soja: É melhor vender antes que piore

Como fator de alta, a consultoria agroeconômica cita o clima seco dos Estados Unidos
Por: -Leonardo Gottems

De acordo com o que nos informa a TF Agroeconômica, será mais vantajoso vender a soja neste momento, por mais que os preços não sejam os desejados, já que é possível que eles caiam nos próximos dias. Isso porque os fatores de baixa são mais contundentes e podem influenciar muito mais. 

“Com mais fatores baixistas (e mais pesados) do que altistas a curto, médio e longo prazos, nossa recomendação é: venda a soja agora, para aproveitar os preços que ainda estão disponíveis, por menos que sejam os de seu sonho”, comenta a consultoria.

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Como fator de alta, a consultoria agroeconômica cita o clima seco dos Estados Unidos que “ainda pesa sobre o mercado, mas, na evolução do clima na América do Norte são esperadas algumas chuvas que podem amenizar as situações de estiagem nas regiões produtoras”. Já como fatores de alta existem dois: o dólar no Brasil e o menor uso de óleo de soja nos biocombustíveis dos EUA. 

“A decisão de usar menos óleo de soja e etanol na produção de biocombustíveis nos Estados Unidos afetou duramente as cotações da soja e do milho nesta sexta-feira. Se bem que, o que sobrar de soja e milho nos EUA provavelmente será absorvido pela China com a quebra da safra de milho no Brasil”, completa a TF. 

Na questão do dólar, a consultoria cita que a moeda caiu nesses últimos dias no Brasil, com os números de melhora da economia divulgados pelo governo federal. “O dólar caiu sistematicamente neste mês de junho, com a melhora da economia, a redução do risco fiscal e a redução dos ruídos políticos. Há, entre os analistas, quem acredite que chegue ao final do ano a R$ 5,00 e os que acreditam que volte a subir para R$ 5,50. Nós acreditamos que volte a subir um pouco, para algo como R$ 5,20, diante dos novos gastos com a pandemia e com o início dos ruídos políticos pré-eleitorais, que podem afetar a economia”, conclui. 


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