Déficit de armazenagem se agrava com mudanças climáticas
A professora associada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) Solenir Ruffato, engenheira agrícola formada pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), com mestrado, doutorado e pós-doutorado em pós-colheita pela Universidade Federal de Viçosa (UFV), afirma que o déficit de capacidade estática de armazenagem no Brasil vem crescendo há décadas e ganhou contornos ainda mais críticos neste ano, com chuvas atípicas que atingiram grãos armazenados a céu aberto em Mato Grosso. A especialista concedeu entrevista ao Portal Agrolink às vésperas do II Simpósio Internacional do Silo Bolsa (II SISB), evento que reunirá armazenistas, pesquisadores, indústria e produtores para debater soluções para o setor.