Bula Abacus HC

acessos
Piraclostrobina
9210
Basf

Composição

Epoxiconazol 160 g/L Triazol
Piraclostrobina 260 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 12 a 15 dias. Realizando no máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
0,25 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 12 a 15 dias. Realizando no máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 14 a 30 dias. Realizando no máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 14 a 30 dias. Realizando no máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações respeitando o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações respeitando o tempo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
0,45 L p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar na dose de 0,35 L/ha em março, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo, repeitando-se o intervalo de carência. 45 dias. Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de cercosporiose recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de Abacus® HC na dose de 0,45 L/ha
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
0,45 L p.c./ha 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar o produto na dose de 0,35 L/ha sempre que o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente até 5%. 45 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de até 5%
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia melanocephala)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 30 dias, realizando no máximo 5 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando as condições forem favoráveis a ocorrência da doença
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalo de 30 dias, realizando no máximo 5 aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando as condições forem favoráveis a ocorrência da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações respeitando o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações respeitando o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia helianthi)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 15 - 20 dias, realizando no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1
Mancha-cinzenta-da-haste
(Diaporthe helianthi)
0,25 a 0,35 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar com intervalos de 15 - 20 dias, realizando no máximo duas aplicações. 30 dias. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia sorghi)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a menor dose (0,25 litros de produto) caso deseje realizar duas aplicações de por ciclo da cultura sendo a primeira quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e a segunda na emissão da folha bandeira (no pré-pendoamento) ou aplicação única de 0,38 litros de produto, respeitando-se o intervalo de carência. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Ferrugem polisora
(Puccinia polysora)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a menor dose (0,25 litros de produto) caso deseje realizar duas aplicações de por ciclo da cultura sendo a primeira quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e a segunda na emissão da folha bandeira (no pré-pendoamento) ou aplicação única de 0,38 litros de produto, respeitando-se o intervalo de carência. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a menor dose (0,25 litros de produto) caso deseje realizar duas aplicações de por ciclo da cultura sendo a primeira quando a cultura apresentar 6 a 8 folhas e a segunda na emissão da folha bandeira (no pré-pendoamento) ou aplicação única de 0,38 litros de produto, respeitando-se o intervalo de carência. 45 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando- se o intervalo de carência. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando- se o intervalo de carência. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir se necessário dependendo da evolução da doença, respeitando- se o intervalo de carência. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1 - R3)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetir caso necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência. Não ultrapassar o numero de 2 aplicações por ciclo da cultura. 14 dias. A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados índices de infecção foliar de 20%
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a dose de 0,25 L/ ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,38 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira, respeitando-se o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a dose de 0,25 L/ ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,38 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira, respeitando-se o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,25 a 0,38 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Utilizar a dose de 0,25 L/ ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,38 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira, respeitando-se o intervalo de carência. 30 dias. Iniciar as aplicações quando 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares

Tipo: Bag in box
Material: Fibra de papel com bolsa plástica interna
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10; 15; 20; 50; 100 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 1,6 L.

Tipo: Stand-up pouch, com tampa
Material: Plástico
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 1,5; 1,6; 2,0; 2,5; 3,0; 5,0; 10 L.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 100; 200 L.

Tipo: Tanque
Material: Metálico/Fibra de papel com bolsa plástica interna/Plástico
Capacidade: 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ABACUS HC é um fungicida sistêmico, indicado para pulverização foliar nas culturas recomendadas.
ABACUS HC é um produto que apresenta duplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo EPOXICONAZOL como inibidor da bio-síntese do ergosterol o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e através do ingrediente ativo PIRACLOSTROBINA como inibidor do transporte de elétrons nas mitocôndrias das células dos fungos, inibindo a formação de ATP essencial nos processos metabólicos dos fungos.
ABACUS HC apresenta excelente ação protetiva devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos e proporciona maior atividade metabólica da planta, aumento da atividade da enzima nitrato redutase, resultando em melhor sanidade da planta. Dependendo do patógeno também apresenta ação curativa e erradicante, pois contém em sua formulação o ingrediente ativo EPOXICONAZOL fungicida com ação sistêmica.

CULTURAS / DOENÇAS / DOSES / NÚMERO / ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para o controle da Ramulose(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides) e da Ramulária(RAmularia aréola) na cultura do Algodão, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações preventivamente na fase vegetativa, aproximadamente aos 40 dias após a emergência da cultura, e repetir caso necessário em intervalos de 10 a 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número máximo de 3 aplicações por ciclo, e respeitando-se o intervalo de carência. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Para o controle da Ferrugem-da-folha(Puccinia coronata f.sp.avenae) e da Helmintosporiose(Drechslera avenae) na cultura da Aveia, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,35 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares, não ultrapassando o número máximo de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da Mancha-castanha(Cercospora arachidicola) e da Mancha-preta(Pseudocercospora personata) na cultura do Amendoim, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,3 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 250 L/h em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações preventivamente na fase vegetativa, aproximadamente aos 25 dias após a emergência da cultura, e repetir se necessário, em intervalos de 14 a 18 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo, respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da Ferrugem(Hemileia vastatrix) e da Cercosporiose(Cercospora coffeicola) na cultura do Café, recomenda-se a utilização da dose de 0,45 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. A primeira aplicação deverá ser efetuada quando for constatado índice de infecção foliar de até 5%, reaplicar ABACUS HC na dose de 0,35 L/ha quando o índice de infecção foliar da ferrugem atingir novamente 5%.
Em regiões onde as condições são favoráveis à ocorrência de cercosporiose recomenda-se realizar uma aplicação preventiva no mês de novembro de fungicida cúprico, seguindo-se com a aplicação em dezembro de ABACUS HC na dose de 0,45 L/ha e reaplicando na dose de 0,35 L/ha em março. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo, respeintando-se o intervalo de carência.
Método de amostragem: coletar ao acaso do terço médio da planta, folhas entre o 2º e 4º par de folhas do ramo, 10 folhas por planta sendo 5 de cada lado de 20 a 30 plantas por talhão conforme a uniformidade do mesmo.
Para o controle da Ferrugem(Puccinia melanochephala) e da Ferrugem-alaranjada(Puccinia kuehnii) na cultua da Cana-de-açúcar, recomenda-se a utilização da dose de 0,4 a 0,5 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 250 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou preventivamente quando as condições forem favoráveis à ocorrência da doença e repetir caso necessário com intervalos de 30 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número máximo de 5 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da Ferrugem-da-folha(Puccinia hordei) e da Mancha-reticular(Drechslera teres) na cultura da Cevada, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,35 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares, não ultrapassando o número máximo de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da Ferrugem(Puccinia helianthi) e da Mancha-cinzenta-da-haste(Diaporthe helianthi) na cultura do Girassol, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,35 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, ou previamente, quando a cultura apresentar o estádio fenológico R1 e repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número de 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da Ferrugem-polisora(Puccinia polysora), da Ferrugem-comum(Puccinia sorghi e da Mancha-de-phaeosphaeria(Phaeosphaeria maydis) na cultura do Milho, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,38 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar uma ou no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Quando optar por uma única aplicação, a mesma poderá ser feita entre os estágios V6 (sexta folha desenvolvida) ao pré-pendoamento, e deve-se utilizar a dose de 0,38 L/ha. Quando a escolha for por duas aplicações, a primeira deve ser realizada na fase vegetativa (plantas com 6 a 8 folhas desenvolvidas) e a segunda no pré-pendoamento.
Para o controle do Oídio(Microsphaera difusa), do Crestamento-foliar(Cercospora kikuchi), da Mancha-parda-(Septoria glycines), da Mancha-alvo(Corynespora cassiicola) e da Ferrugem-da-soja(Phakopsora pachyrhizi) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,30 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Doenças de final de ciclo- (Crestamento-foliar, Septoriose e Mancha-alvo) - A aplicação deverá ser efetuada a partir do florescimento (estádio fenológico R1) e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença, respeitando-se o intervalo de carência.
Ferrugem- A aplicação deverá ser efetuada preventivamente no início do florescimento (estádio fenológico R1) mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de R1, proceder a aplicação imediatamente não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Oídio- A aplicação deverá ser efetuada quando forem constatados os primeiros sintomas e repetir se necessário, dependendo da evolução da doença e respeitando-se o intervalo de carência.
Para o controle da mancha-amarela(Drechslera tritici-repentis), da Ferrugem-da-folha(Puccinia triticina) e da Mancha-salpicada(Septoria tritici) na cultura do Trigo, recomenda-se a utilização da dose de 0,25 a 0,38 L do produto comercial/ha, com volume de calda de 100 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Iniciar as aplicações quando 10 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de ferrugem e 15 a 20% do número total de folhas apresentarem sintomas de ataque de manchas foliares. Utilizar a dose de 0,25 L/ha quando o nível de incidência de ataque mencionado for atingido antes da emissão da folha bandeira, repetindo se necessário quando o índice for novamente alcançado. Utilizar uma única aplicação de 0,38 L/ha quando o nível de incidência mencionado for alcançado após a emissão da folha bandeira, respeitando-se o intervalo de carência.

Observações gerais:
a) Utilizar a dose menor em condições de menor pressão das doenças(clima menor favorável e/ou em aplicações preventivas), e a maior dose sob condições favoráveis ao desenvolvimento das doenças(clima muito favorável e/ou no início do surgimento dos primeiros sintomas na área.)
b) Adicionar adjuvante não iônico 0,3% v/v.
Efeito fisiológico: utilizando ABACUS HC nas doses recomendadas podem ocorrer efeitos fisiológicos positivos na fisiologia das plantas, como o incremento da produtividade ou na qualidade do produto final.

MODO DE APLICAÇÃO:
ABACUS HC deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre as plantas a proteger, de modo que haja uma boa cobertura uniforme de todas as partes das plantas a serem protegidas.

- Aplicação terrestre:
Para as culturas de algodão, amendoim, aveia, cana-de-açúcar, cevada, girassol, milho, soja e trigo com pulverizador montado ou tracionado por trator, com barra de bicos de jato cônico ou leque. Os bicos devem ser distanciados 50 cm e a barra deve ser mantida numa altura que permita uma cobertura total da parte aérea das plantas. Utilizar bicos de jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.
Para a cultura de café quando plantado no espaçamento convencional a aplicação poderá ser feita com turbo atomizador, utilizando bicos de jato cônico ou leque com abertura e pressão que possibilitem densidade de 70 a 100 gotas/cm², com diâmetro entre 100 a 200 micra, bem como a aplicação dos volumes de calda indicados.

- Aplicação aérea:
Com uso de barra e bicos:
Para as culturas de algodão, amendoim, aveia, café, ccana-de-açúcar, cevada, girassol, milho, soja e trigo usar bicos de jato cone vazio, do tipo D6 a D12, com disco (core) nunca maior que 45 graus. Pressão na barra de 30 a 50 libras por pol². Volume de calda de 20 a 30 litros de calda por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
CULTURA.............................................DIAS
Algodão..................................................14
Amendoim..............................................14
Aveia......................................................30
Café.......................................................45
Cana-de-açúcar.................................... 30
Cevada................................................. 30
Girassol................................................ 30
Milho......................................................45
Soja.......................................................14
Trigo......................................................30

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costa I. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplica -
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PIRACLOSTROBINA E EPOXICONAZOL

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO
Piraclostrobina – Estrobilurina
Epoxiconazol - Triazol

CLASSE TOXICOLÓGICA:
III - Mediamente Tóxico

VIAS DE EXPOSIÇÃO:
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

TOXICOCINÉTICA:
Piraclostrobina:
Absorção: após administração oral a absorção é de aproximadamente 50%; a absorção dérmica é de 1,6-2,6% em ratos e de 3-8% em pele humana in vitro.
Distribuição: após a administração oral de Piraclostrobina (5-50 mg/kg), as concentrações plasmáticas alcançam um pico entre 0,5-1 hora, com um pico secundário após 8 horas em ambos os sexos, a exceção das fêmeas que receberam altas doses (50 mg/kg) que alcançaram o pico após 24 horas. Após o segundo pico, as concentrações plasmáticas declinaram até <0,1 I-Ig após 120 horas. As meias-vidas terminais foram similares em machos e fêmeas, mas foi 50% mais prolongada a baixas doses. A piraclostrobina é rápida e amplamente distribuida no trato gastrointestinal, fígado, rins e plasma. As concentrações diminuíram após 72 horas. Não houve evidência de acumulação.
Metabolismo: o grupo metoxi é perdido, e há poucos metabólitos retendo este grupo. Os processos metabólicos incluem hidroxilação dos anéis aromáticos e/ou pirazoles e conjugação com glucuronídeos e sulfato.
Excreção: após a administração oral, a excreção foi rápida nas primeiras 48 horas, principalmente pelas fezes (81-92%), pela bile (35¬38%) e pela urina (10-13%). Não foi detectada excreção pela expiração nem pelo leite materno. Após a aplicação dérmica,a excreção ocorreu também pelas fezes e urina.

Epoxiconazol
Epoxiconazol é um fungicida triazol usado na agricultura, que é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado.
Em estudos em ratos:
Absorção: através das vias digestivas, respiratória e dérmica.
Metabolismo: vida média plasmática de 5 horas (baixas doses) e de 30 horas (altas doses). Aproximadamente 30 metabólitos foram identificados. Estes experimentos envolveram C14 radiomarcado no primeiro carbono do anel oxirane de epoxiconazole. Portanto, não foi determinado se o triazole livre foi um metabólito. As reações mais importantes são: clivagem do anel oxirane, hidroxilação do anel aril fenil e conjugação.
Excreção: as vias predominantes de excreção foram as fezes, se uido or excre ão biliar e urinária.

MECANISMOS DE TOXICIDADE
Piraclostrobina
Não se conhece o mecanismo de toxicidade para humanos.

Epoxiconazol
Não se conhece o mecanismo de toxicidade para humanos.
Epoxiconazol é um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo P450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas (dose, tempo) o fígado como principal órgão-alvo.
Estudos especiais in vitro em culturas de células de ratos, suínos e humanos mostraram que o Epoxiconazol é um potente inibidor da atividade aromatase (enzima responsável pela conversão da testosterona e androestenediona em esteróides sexuais femininos como o estradiol) e também um moderado inibidor da atividade da 17 -hidroxilase (responsável pela produção de cortisol). Estas ações levariam a diminuição dos níveis de estrogênio e prolactina e ao incremento dos níveis de testosterona e androestenediona. Como conseqüência da redução do estradiol, as concentrações de LH e FSH são ligeiramente incrementadas. O incremento na incidência de neoplasias nos ovários é considerado ser o resultado de proliferação celular contínua por estimulação desses hormônios estimulantes no eixo pituitário-gonadal (LH, FSH). A inibição da aromatase também tem se demonstrado em estudos in vivo (em ratos) com altas doses de Epoxiconazol.

SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS
Piraclostrobina
Intoxicação aguda
• Exposição Dérmica: pode causar irritação dérmica moderada, prurido, eritema, queimadura. Não é sensibilizante.
• Exposição Ocular: causa importante lesão ocular, mas é reversível: dor ocular, conjuntivite.
• Exposição Inalatória: pode ocorrer irritação do trato respiratório superior seguido por dor torácica.
• Exposição oral: pode ser fatal se ingerido. Pode ocorrer: fraqueza, cefaléia, tonturas.

Efeitos crônicos
Em animais de experimentação, a Piraclostrobina causou redução do ganho de peso, do consumo da dieta, do peso do fígado e da atividade sérica das transaminases e fosfatase alcalina; histologia alterada no fígado e no estômago. Não produz neurotoxicidade.

Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento:
Em estudos em coelhos a Piraclostrobina causou anomalias esqueléticas. Em ratos causou redução do ganho de peso e de consumo da dieta em adultos, incremento dos abortos e redução do ganho de peso em filhotes e um leve retardo da abertura vaginal em filhotes F1 a altas doses, pélvis renal dilatada e anomalias esqueléticas.

Mutagenicidade, genotoxicidade, carcinogenicidade:
Não há dados suficientes para avaliar o potencial carcinogênico da Piraclostrobina em humanos Não há evidências de genotoxicidade nem de mutagenicidade. Não carcinogênico em ratos e camundongos.

Epoxiconazol
Exposição Aguda: ainda não há relatos sobre efeitos clínicos de indivíduos expostos a Epoxiconazol.
• Indivíduos expostos devem ser submetidos a uma avaliação minuciosa do histórico clínico e exames físicos que identifiquem qualquer anormalidade.
• Epoxiconazol é irritante ocular e dérmico leve.
• Não sensibilizante dérmico.

Exposição crônica
Epoxiconazole foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta a ratos machos e fêmeas durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Ratos machos apresentaram tumores no fígado e na adrenal, relacionados ao tratamento. Ratas fêmeas apresentaram tumores no fígado, adrenal e ovários, relacionados ao tratamento.
O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações. Tumores no fígado, relacionados ao tratamento, foram observados em ambos os sexos.
Em testes de laboratório em procariontes e eucariontes, o produto não foi considerado mutagênico. Foi observado aumento da incidência de variações no esqueleto (ratos) e reabsorções (coelhos) nos estudos de toxicidade do desenvolvimento em animais.
Estudos in vitro e in vivo (ratos) indicam efeitos de desregulação endócrina.

DIAGNÓSTICO
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial. Não existem exames laboratoriais específicos.

TRATAMENTO
Antídoto: não há antídoto específico,
Tratamento: medidas de descontaminação, tratamento sintomático e de suporte. Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 9 em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 9 / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
Lavagem gástrica: Em caso de ingestão recente (até uma hora), proceder a lavagem gástrica (na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. Procurar um médico imediatamente. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.
Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.
Exposição Inalatória
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
Usar PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto durante o processo.

CONTRA-INDICAÇÕES
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa BASF S.A. Guaratinguetá/SP: (0800) 011-2273 ou (Oxx12) 3128-1357

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
Piraclostrobina: a absorção é rápida: Tmax -1 hora: 50% (baseado em excreção urinária e biliar dentro de 48 h). A distribuição é ampla, com as concentrações mais altas no fígado. Não foi observado potencial para acúmulo no organismo. A excreção ocorre dentro de 5 dias, principalmente via fezes, excreção biliar e urina. O metabolismo em animais é extensivo, com a ocorrência de aproximadamente 50 metabólitos. As principais vias metabólicas incluem n-desmetoxilação, hidroxilação, clivagem de ligação éster e oxidação das partes resultantes da molécula, conjugação com ácido glucurônico ou sulfato.

Epoxiconazole: dados de metabolismo em ratos mostram que epoxiconazole é extensivamente metabolizado após dosagens únicas de 3 mg/kg (dose baixa) ou 100 mg/kg (dose alta) ou dosagem múltipla (3 mg/kg/dia por 14 dias). Aproximadamente 30 diferentes metabólitos foram identificados e a via predominante de excreção foram fezes, seguido por excreção biliar e urinária. Dados farmacocinéticos em ratos, usando o mesmo regime de dosagem identificado acima, mostram que a meia-vida para epoxiconazole em plasma é aproximadamente 5 h para a dose baixa e aproximadamente 30 h para a dose alta, sugerindo alguma possível saturação de absorção em níveis mais altos de dose. Estes experimentos envolveram C 14 radiomarcado no primeiro carbono do anel oxirane de epoxiconazole. Portanto, não foi determinado se o triazole livre foi um metabólito.
Epoxiconazole é considerado um potente indutor do sistema enzimático hepático citocromo p-450, tendo sido observado em estudos de exposições variadas (dose, tempo) o fígado como principal órgão alvo.

Efeitos agudos:
Opera® Super foi testado em animais de laboratório, e foram observados os seguintes efeitos:
A DL50 aguda oral para ratos foi maior que 300 mg/Kg e menor que 2000 mg/Kg para ratos.
A DL50 aguda dérmica foi maior que 2000 mg/Kg para ratos machos e fêmeas.
No teste de irritação dérmica, o produto testado em coelhos causou moderado eritema (grau 2) em 2/3 animais imediatamente após a remoção do "patch" até a leitura de 24 horas, com exceção de 1 animal, que apresentou leve eritema (grau 1) após 1 hora. Leve eritema foi observado nos 3 animais na leitura de 48 horas e persistiu em 2 animais até 72 horas após a remoção do "patch". As reações cutâneas foram reversíveis em um animal dentro de 72 horas e em 2 animais dentro de 7 dias após a remoção do "patch".

No teste de irritação ocular, foi observada vermelhidão moderada na conjuntiva (grau 2) em todos os animais (3) após 1 h da aplicação e grau 1 até a leitura de 24 h. Leve quemose na conjuntiva (grau 1) e descarga leve ou moderada (grau 1 ou 2) foram observados em todos os animais 1 h após a aplicação. Adicionalmente, vasos injetados na esclera em uma área circular foram observados nos animais 1 h após a aplicação. As reações oculares foram reversíveis em todos os animais dentro de 48 h após a aplicação.
O produto não apresentou potencial sensibilizante cutâneo em cobaias.
A CL50 para ratos machos após exposição inalatória da substância foi estimada como> 2,32 mg/L, e o valor de CL50 para fêmeas foi 3,46 mg/L. Após exposição inalatória, as fêmeas parecem ser mais susceptiveis à substância-teste do que os machos.

Efeitos crônicos:
Os principais órgãos-alvo para piraclostrobina são o trato gastrointestinal superior (principalmente o duodeno e o estômago), o baço/hematopoiese, e o fígado. No estudo de toxicidade oral de 90 dias em camundongos, atrofia do timo foi observada em doses de 30 mg/kg ou acima, mas efeito similar não foi observado no estudo de carcinogenicidade em camundongos em doses como 33 mg/kg. Não houve evidência de carcinogenicidade em ratos e camundongos. Não houve evidência de mutagenicidade. Não houve indicação de neurotoxicidade. Piraclostrobina não foi teratogênica em ratos, mas foram observados efeitos fetais tais como atraso no desenvolvimento e aumento na incidência de pélvis renal dilatada na dose de 50 mg/kg/dia. Em coelhos, efeitos fetais consistiram de aumento de perda pós¬-implantação em doses = 10 mg/kg/dia e aumento na incidência de malformações esqueléticas (ausência de vértebras lombares) na dose de 20 mg/kg/dia, com evidência de materno-toxicidade.

Epoxiconazole foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta a ratos machos e fêmeas durante um período de 24 meses em diferentes concentrações. Ratos machos apresentaram tumores no fígado e na adrenal, relacionados ao tratamento. Ratas fêmeas apresentaram tumores no fígado, adrenal e ovários, relacionados ao tratamento.
O produto também foi testado por um período de 18 meses em camundongos em diferentes concentrações. Tumores no fígado, relacionados ao tratamento, foram observados em ambos os sexos. Em testes de laboratório em procariontes e eucariontes, o produto não foi considerado mutagênico. Foi observado aumento da incidência de variações no esqueleto (ratos) e reabsorções (coelhos) nos estudos de toxicidade do desenvolvimento em animais. Estudos in vitro e in vivo (ratos) indicam efeitos de desregulação endócrina.

Sintomas de alarme:
Não são conhecidos sintomas de alarme, sendo recomendada a suspensão do uso do produto se surgirem quaisquer sintomas durante a sua manipulação

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A., Telefones de Emergência: (08000) 11-2273 ou (12) 3128-1357.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorver o produto com serragem ou areia, recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contacte o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's ¬- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

• Lavagem Sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo
de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM FLEXÍVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente, causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES EST ABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

A integração de medidas de controle é premissa básica para um bom manejo de doenças nas plantas cultivadas. As diferentes medidas de controle visam desacelerar, integradamente o ciclo das relações patógeno-hospedeiro. O uso de fungicidas adequados, variedades resistentes, rotação de culturas e controle do ambiente devem ser vistos como métodos de controle mutuamente úteis. Dentro deste princípio, todas as vezes que seja possível devemos associar as boas práticas agrícolas como: Uso racional de fungicidas e aplicação no momento e doses indicadas, fungicidas específicos para um determinado fungo, utilização de cultivares resistentes ou tolerantes, semeadura nas épocas menos propícias para o desenvolvimento dos fungos, eliminação de plantas hospedeiras, rotação de culturas, adubação equilibrada, escolha do local para implantação da cultura, etc. Manejo de doenças de plantas cultivadas deve ser entendido como a utilização de métodos químicos, culturais e biológicos necessários para manter as doenças abaixo do nível de dano econômico.

ABACUS® HC (Piraclostrobina + Epoxiconazol) é um fungicida composto por dois diferentes grupos químicos, composto por uma estrobilurina (piraclostrobina) e um triazôl (epoxiconazol). Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes mecanismos de ação, o primeiro pertencente a grupo dos Qol e o segundo dos inibidores da síntese de ergosterol. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Fungicidas com o mesmo modo de ação das estrobilurinas são extremamente eficientes na prevenção da germinação dos esporos, por isso, devem ser usados preventivamente, evitando-se o uso em condições curativas e erradicativas no intuito de diminuir a pressão de seleção. Nunca finalizar as pulverizações ao término do ciclo da cultura com fungicidas com mesmo modo de ação das estrobilurinas.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.