Accipiter
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Bifentrina
Registro MAPA:
11126
Empresa Registrante:
Alta |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Bifentrina | 100 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe Agronômica:
Inseticida, Acaricida
Toxicológica:
4 - Produto Pouco Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Heterotermes tenuis (Cupim) | veja aqui | |||
| Procornitermes triacifer (Cupim) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) | veja aqui | |||
| Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) | veja aqui | |||
| Oncometopia facialis (Cigarrinha) | veja aqui | |||
| Orthezia praelonga (Cochonilha) | veja aqui | |||
| Panonychus citri (Ácaro purpureo) | veja aqui | |||
| Crisântemo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Liriomyza huidobrensis (Larva minadora) | veja aqui | |||
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Acanthoscelides obtectus (Caruncho) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Fumo / Tabaco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) | veja aqui | |||
| Epitrix fasciata (Pulga do fumo) | veja aqui | |||
| Faustinus cubae (Broca do fumo) | veja aqui | |||
| Mamão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Empoasca kraemeri (Cigarrinha verde) | veja aqui | |||
| Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) | veja aqui | |||
| Manga | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Selenothrips rubrocinctus (Tripes) | veja aqui | |||
| Melão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | |||
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Rosa | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Nezara viridula (Percevejo verde) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | |||
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Uva | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO
O ACCIPITER é um inseticida para aplicação foliar de contato e ingestão pertencente ao grupo dos piretróides, indicado para o controle de insetos- praga nas culturas de Algodão, Batata, Cana-deaçúcar, Citros, Crisântemo, Feijão, Fumo, Mamão, Manga, Melão, Milho, Rosa, Soja, Tomate, Trigo e Uva.
ACCIPITER é um inseticida piretróide com ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas de grãos armazenados nas culturas de arroz, cevada, feijão, milho e trigo.
MODO DE APLICAÇÃO
ACCIPITER pode ser aplicado por via Terrestre, através de pulverizadores manuais (costais) e tratorizados (pulverizadores Terrestres, atomizadores) e via Aérea (aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre quese atingir o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas). Mantenha a lavoura inspecionada. Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta.
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas. Condições Climáticas:
• Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
Aplicação aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentada para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de
Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
Umidade relativa do ar acima de 50%.
Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora. Para aplicação aérea, considerar as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos.
As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais recomendadas.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.
Para cultura de Citros:
A pulverização deve ser de preferência a alto volume, procurando se obter uma perfeita cobertura da parte interna e ponteiro das plantas, utilizando pulverizadores de pistola ou turboatomizadores.
Pulverização com pistola: utilizar pressão de trabalho de 200 a 300 lb/pol2 para plantas de até 6 metros de altura. Para alturas superiores, utilizar pressão superior e bicos com orifícios maiores.
Pulverização com turboatomizador: a regulagem/distribuição dos bicos deve ser feita de maneira que o volume de calda a ser aplicado obedeça a uma relação com a massa foliar da árvore.
Mosca-branca:
Recomenda-se aplicar logo após o início da infestação.
A aplicação deve ser efetuada por via Terrestre. Poderá ser feita com pulverizadores manuais (costal) ou tratorizados. A quantidade de água utilizada na aplicação deverá possibilitar a cobertura foliar mais uniforme possível em função do equipamento utilizado e da massa foliar. Para garantir a eficácia do produto aplicar até o ponto de escorrimento procurando atingir o máximo possível a face inferior das folhas.
Recomenda-se a rotação de grupos químicos no manejo de controle de Bemisia tabaci raça B, evitando a redução de suscetibilidade aos produtos disponíveis no mercado. Dentro do manejo integrado de pragas recomenda-se a alternância com outros grupos químicos, como organofosforados, carbamatos nas suas respectivas dosagens nos casos de altas infestações.
MODO DE APLICAÇÃO EM GRÃOS ARMAZENADOS
Recomenda-se utilizar para a pulverização, três ou cinco bicos, sobre a correia transportadora, no túnel ou na passarela. Em correia transportadora, recomenda-se também instalar tombadores para que os grãos sejam misturados quando estiverem passando sob a barra de pulverização. Durante este processo, devem ser verificadas a vazão dos bicos e a da correia transportadora. Recomendase diluir a dosagem de ACCIPITER em 1,0 a 2,0 litros de calda por tonelada, a ser pulverizada sobre os grãos.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentosde proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Em grãos armazenados: Devido à modalidade de tratamento preventivo para controle de pragas de grãos armazenados,por ocasião do carregamento dos silos, não há intervalo de reentrada.
LIMITAÇÕES DE USO
Uso exclusivo para culturas agrícolas.
Não é permitido a mistura de tanque deste produto com outro produto fitossanitário.
Não misturar com produtos de reação alcalina, como a calda bordaleza.
Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente, se aplicado de acordo com as recomendações.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Controle físico e mecânico: utilizar barreiras físicas, como valas e coberturas plásticas, para dificultar a locomoção dos insetos para a plantação. Outras técnicas apropriadas incluem o uso de armadilhas plásticas, fitas adesivas, dentre outras.
Controle através de práticas agrícolas: adotar práticas agrícolas tornando o plantio menos favorável às infestações, como incluir a rotação de culturas, seleção de áreas de plantio, plantio de culturas armadilhas, e ajuste do plantio e colheita na época menos favorável as infestações.
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida ACCIPITER pertence ao grupo 3A (moduladores do canal de sódio) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do ACCIPITER como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 3A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar ACCIPITER ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de ACCIPITER podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do ACCIPITER, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Piretróides não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ACCIPITER ou outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado; Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).