Bula Acetamiprid STK 200 SP - Cross Link

Bula Acetamiprid STK 200 SP

acessos
Acetamiprido
26718
Cross Link

Composição

Acetamiprido 200 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó solúvel (SP)
Contato, Ingestão, Translaminar, Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
100 g p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Inicie os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
300 g p.c./ha 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 7 dias. Inicie o controle quando surgirem os primeiros pulgões
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g p.c./ha 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Inicie as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
30 a 40 g p.c./100 L de água 800 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Inicie a aplicação no início da infestação fa-zendo o monitoramento através de armadilhas
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
30 a 40 g p.c./100 L de água 800 a 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Inicie a aplicação no início do aparecimento da praga
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
75 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 5 dias. Inicie a aplicação no início do aparecimento da praga
Cochonilha
(Aonidiella comperei)
75 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 5 dias. Inicie a aplicação no início do aparecimento da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 300 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie os tratamentos preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 300 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 300 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie os tratamentos preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões
Pinhão-manso Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca spp)
20 a 25 g p.c./100 L de água 580 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) - Uso não alimentar. Iniciar o controle assim que for constatado o início do aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 400 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área
Pulgão verde
(Myzus persicae)
250 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Aplique quando surgirem os primeiros pulgões
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Inicie as aplicações preventivamente logo após o transplante das mudas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Aplique sempre que ocorrerem infestações superiores a 10 pulgões/espiga
Pulgão das folhas
(Metopolophium dirhodum)
375 g p.c./ha 200 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Aplique quando a população média atingir 10 pulgões/afilho

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Faça no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Inicie os tratamentos imediatamente após surgirem os primeiros pulgões, e repita a aplicação 10 dias após, se for constatada a presença da praga. Volume de calda: 200 L /ha.

Batata: Faça no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Inicie o controle quando surgirem os primeiros pul-gões, e repita a aplicação 10 dias após, se for constatada a presença da praga. Volume de calda: 600 L /ha.

Feijão: Faça no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Inicie as aplicações preventivamente, ou quando for ob-servada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Utili-ze a dose menor em aplicações preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga, porém a mesma ainda não estiver presente na lavoura. Utilize a dose maior em lavoura onde haja ocorrência inicial da praga. Volume de calda: 300 L/ha.

Maçã: Faça no máximo 3 aplicações por safra. Para o controle de mosca-das-frutas, inicie a aplicação no início do aparecimento da praga. Caso necessário, repita as aplicações com intervalos de 14 dias. Utilize volume de calda de 800 a 1000 L/ha. Para o controle de mariposa-oriental inicie a aplicação no início da infestação fa-zendo o monitoramento através de armadilhas. Caso necessário, repita as aplicações com intervalos de 14 dias. Utilize volume de calda de 800 L/ha.

Mamão: Faça no máximo 2 aplicações por safra. Para o controle da cochonilha e cigarrinha, inicie a aplicação no início do aparecimento da praga. Caso necessário, repita a aplicação com intervalo de 7 dias. Volume de cal-da: 600 L /ha.

Melão e Melancia: Faça no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Para o controle da mosca-branca, inicie as aplicações preventivamente ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, e repita as aplicações com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Volume de calda: 1.000 L/ha. Utilize doses entre 25 e 30 g p.c./100 L de água (5 a 6 gramas do i.a./100 L de água) em aplicações com consumo de 1.000 litros de cal-da/ha procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. Utilize a dose menor em aplicações

preventivas, isto é, quando houver previsão de ocorrência da praga, porém a mesma ainda não estiver pre-sente na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com uso de volume de calda reduzido, igno-re a recomendação por 100 litros de água e considere sempre a dose em gramas de produto comercial por hectare. Utilize a dose maior em lavoura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1.000 L/ha, desconsidere a recomendação por 100 L de água e utilize a dose em gramas do produto comercial por hectare. Pulgão - inicie os tratamentos preventivamente ou após surgirem os primeiros pulgões. Caso necessário, repita as aplicações com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar com produtos de modo de ação diferentes. Volume de calda: 1.000 L/ha.

Pinhão-manso: Iniciar o controle assim que for constatado o início do aparecimento da praga. Volume de calda: 580 L/ha.

Tomate: Faça no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura. Volume de calda: 1.000 L/ha. Pulgão: aplique quando surgirem os primeiros pulgões, repetindo se necessário, com intervalos de 7 dias. Tripes: inicie as aplicações preventivamente logo após o transplante das mudas, repetindo se necessário, com intervalos de 7 dias. Mos-ca-branca: inicie as aplicações preventivamente, ou quando for observada a presença dos primeiros adultos na área, repetindo se necessário com intervalos de 7 dias, procurando sempre intercalar as aplicações com produtos de modo de ação diferentes para evitar o aparecimento de resistência da praga. Utilize doses entre 25 e 40 g p.c./100 L de água (5 a 8 gramas do i.a./100 L de água) em aplicações com consumo de 1.000 L de calda/ha procurando sempre colocar o produto em contato com a praga. Utilize a dose menor em aplicações preventivas, isto é quando houver previsão de ocorrência da praga, porém a mesma ainda não estiver presen-te na lavoura. Em plantas novas e aplicações em jato dirigido com uso de volume de calda reduzido, ignore a recomendação por 100 litros de água e considere sempre a dose em gramas de produto comercial por hecta-re. Utilize a dose maior em lavoura onde haja ocorrência inicial da praga. Quando houver consumo de calda inferior a 1000 L/ha, desconsidere a recomendação por 100 L de água e utilize a dose em gramas do produto comercial por hectare.

Trigo: Faça no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Pulgão-das-folhas: aplique quando a população média atingir 10 pulgões/afilho. Se necessário, repita a aplicação com intervalo de 7 dias. Pulgão-da-espiga: aplique sempre que ocorrerem infestações superiores a 10 pulgões/espiga. Se necessário, repita a aplicação com intervalo de 7 dias. Volume de calda: 200 L/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:

Preparo de calda:
Aplique ACETAMIPRID STK 200 SP diluído em água, via pulverização foliar. Para o preparo da calda de pul-verização, encha o tanque do pulverizador aproximadamente até a metade da sua capacidade, coloque a quantidade necessária de ACETAMIPRID STK 200 SP e complete com água o resto do volume, mantendo a agitação constante da calda até o final da aplicação. Não deixe armazenada a calda preparada de um dia pa-ra outro. Uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas, visando atingir as pragas é essencial para um bom controle.

Equipamentos e Tecnologia de Aplicação:
ACETAMIPRID STK 200 SP pode ser aplicado através de pulverizadores terrestres tratorizados ou costais manuais, dotados de bico cônico com volume de calda suficiente para que as plantas e a praga recebam uma boa cobertura da calda inseticida.
ACETAMIPRID STK 200 SP pode ser aplicado também através de pulverizações aéreas com aeronaves agrí-colas devidamente equipadas com barra/bico, empregando-se o volume em torno de 40 a 50 litros de cal-da/hectare, seguindo sempre as boas práticas de aplicação, procurando pulverizar quando não houver vento ou pelo menos que a velocidade do vento seja inferior a 8 km/hora e com alta umidade relativa do ar (superior a 70%).

NOTA: para o controle da mosca-branca na cultura do tomate a aplicação aérea não é recomendada por ser necessário aplicação com alto volume e o maior contato do produto com a praga (adulto ou ninfa).

- Pulverização Terrestre: Utilize pulverizadores costais manuais ou motorizados ou de barra tratorizado com bicos cônicos com densidade de 30 - 40 gotas/cm² e tamanho de gotículas de 250 micra. Utilizando-se outros tipos de equipamentos, faça a regulagem procurando obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plan-tas, pulverizando de modo a atingir a praga.

- Pulverização Aérea: Uso de barra adaptada com bicos pulverizadores.
Volume de aplicação: com barra 40 – 50 L/ha.
Altura de voo: com barra 4 – 5 m do alvo desejado.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
Tamanho / densidade de gotas: 100 – 120 micra com mínimo de 40 gotas/cm².
Condições climáticas: o diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha), para pro-porcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 8 km/h, temperatura inferior à 27ºC e Umidade Relativa acima de 70%, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva ou evaporação.
No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45%. 24.09.2018 4

O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Culturas Modalidade de Emprego Intervalo de Segurança
Algodão Foliar 7 dias
Batata Foliar 7 dias
Feijão Foliar 7 dias
Maçã Foliar 7 dias
Mamão Foliar 5 dias
Melancia Foliar 3 dias
Melão Foliar 3 dias
Pinhão-manso Foliar UNA
Tomate Foliar 3 dias
Trigo Foliar 15 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção indivi-dual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade: O produto não apresenta fitotoxicidade nas culturas indicadas e nas doses recomendadas.
Outras restrições: Não há, desde que siga corretamente as recomendações de uso.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:

- Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desen-volver algum tipo de mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resis-tência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto de controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gera-ções consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente doses recomendadas em bula.
- Consultar sempre um engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência aos Inseticidas.
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.