Bula AclamadoBR

acessos
Atrazina
712
Ouro Fino

Composição

Atrazina 500 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Anileira
(Indigofera hirsuta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Beldroega
(Portulaca oleracea)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca
Carrapicho beiço de boi
(Desmodium tortuosum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Catirina
(Hyptis lophanta)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Cheirosa
(Hyptis suaveolens)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Corda de viola
(Ipomoea aristolochiaefolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar em pós-emergência, com estádio da planta infestante de 1 a 3 folhas
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Picão preto
(Bidens pilosa)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pré-emergência: aplicar na pré-emergência, através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca. Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total (cana-planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30-40 cm e plantas infestantes indicadas nos respectivos estádios de desenvolvimento
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total. Utilizar a dose de 4,0 L/ha para solos areno-argilosos e 5,0 L/ha para solos argilosos. Não aplicar este herbicida na pré emergência da cultura do sorgo em solos arenosos
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total. Utilizar a dose de 4,0 L/ha para solos areno-argilosos e 5,0 L/ha para solos argilosos. Não aplicar este herbicida na pré emergência da cultura do sorgo em solos arenosos
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
4 a 5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total. Utilizar a dose de 4,0 L/ha para solos areno-argilosos e 5,0 L/ha para solos argilosos. Não aplicar este herbicida na pré emergência da cultura do sorgo em solos arenosos
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 6,5 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total. Utilizar a dose de 4,0 L/ha para solos areno-argilosos e 5,0 L/ha para solos argilosos. Não aplicar este herbicida na pré emergência da cultura do sorgo em solos arenosos

*Balde- Plástico: 5,0; 10,0 e 20,0 L.
*Bombona-Plástico: 5,0; 10,0 e 20,0 L.
*Contêiner-Plástico com estrutura metálica/Metálico: 500 e 1.000 L.
Frasco-Plástico: 0,1; 0,5 e 1,0 L.
*Tambor-Plástico: 20; 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ACLAMADOBR é um herbicida seletivo de ação sistêmica, do grupo químico das triazinas. O ingrediente ativo atrazina é absorvido pelas plantas através das raízes(após a germinação) e se transloca, vias xilema, até as folhas, onde provoca a inibição da fotossíntese, cujos sintomas se manifestam através de clorose, necrose e morte das plantas infestantes. Quando a aplicação é em pós emergência das plantas infestantes, o produto é absorvido pelas folhas, onde penetra rapidamente, neste caso atua por contato, e praticamente não sofre nenhuma movimentação.
AclamadoBR é usado em pré-emergência para controle de plantas infestantes na cultura do milho, milheto e sorgo e em pré e pós-emergência precoce a inicial, na cultura da cana-de-açúcar conforme a seguir:
MILHO:
Para o controle do Carrapicho-de-carneiro, Espinho-de-carneiro(Acanthospermum hispidum), do Caruru-roxo, Caruru-branco(Amaranthus hybridus), da Beldroega, Bredo-de-porco(Portulaca oleracea), da Poaia-branca, Poaia(Richardia brasiliensis), e da Guanxuma, Mata-pasto(Sida rhombifolia), recomenda-se a utilização das doses de 3,0 L/ha(equivalente a 1,5 kg i.a./ha) para solo arenoso, 5,0 L/ha.(equivalente a 2,5 kg i.a./ha) para solo areno-argiloso, e de 6,5 L/ha(equivalente a 3,25 kg i.a./ha) para solo argiloso, e o volume de calda entre 150 a 400 L/ha.
Época: Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total em faixa com largura aproximada de 50 cm ao longo do sulco de plantio. Neste caso, pode ser aplicado com auxílio de pulverizador costal ou com equipamento tratorizado, através do sistema 3 em 1, no qual se aduba, semeia e aplica o herbicida. O controle das plantas infestantes nas entrelinhas do milho deverá ser feito com cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes, em aplicação dirigida.
Realizar apenas 1 aplicação por ciclo da cultura.
MILHETO:
Para o controle do Caruru-roxo, Caruru-branco(Amaranthus hybridus), da Beldroega, Bredo-de-porco(Portulaca oleracea), da Poaia-branca, Poaia(Richardia brasiliensis), e da Guanxuma, Mata-pasto(Sida rhombifolia) recomenda-se a utilização da dose de 2,5 L/ha(equivalente a 1,25 kg i.a./ha) para solo arenoso-argiloso, e 2,5 L/ha(equivalente a 1,25 kg i.a./ha) para solo argiloso, com volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Época: Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total.
Não aplicar este herbicida na pré-emergência da cultura do milheto em solos arenosos.
Realizar apenas 1 aplicação do ciclo da cultura.
SORGO:
Para o controle do Carrapicho-de-carneiro, Espinho-de-carneiro(Acanthospermum hispidum), do Caruru-roxo, Caruru-branco(Amaranthus bybridus), da Beldroega, Bredo-de-porco(Portulaca oleracea), e da Guanxuma, Mata-pasto(Sida rhombifolia) recomenda-se a utilização da dose de 4,0 L/ha(equivalente a 2,0 kg i.a./ha) para solo areno-argiloso, e de 5,0 L/ha(equivalente a 2,5 kg i.a./ha) para solo argiloso, com volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Época: Aplicar logo após a semeadura em pré-emergência das plantas infestantes e da cultura. A aplicação deve ser feita em área total.
Não aplicar este herbicida na pré-emergência da cultura do sorgo em solos arenosos.
Realizar apenas 1 aplicação durante o ciclo da cultura.
CANA-DE-AÇÚCAR:
Para o controle do Capim-marmelada, Capim-papuã(Bhachiaria plantaginea) recomenda-se a utilização da dose de 5,0 L/ha(equivalente a 2,5 kg i.a./ha) para solo arenoso/areno-argiloso/argiloso com volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Época: em pós-emergência, quando estágio das plantas infestantes encontrarem-se com 1 a 3 folhas.
Para o controle do Capim-pé-de-galinha(Eleusine indica), da Erva-quente(Spermacoce latifólia), do Mentrasto(Ageratum conyzoides), e da Falsa-serralha(Emília sonchifolia) recomenda-se a utilização da dose de 4,0 a 5,0 L/ha(equivalente a 2,0 a 2,5 kg i.a./ha) para solo arenoso/areno-argiloso/argiloso com volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Época: Aplicação em pré-emergência.
Para o controle do Carrapicho-de-carneiro(Acanthospermum hispidum), do Caruru-roxo(Amaranthus hybridus), do Caruru-de-mancha(Amaranthus viridis), Picão-preto(Bidens pilosa), Trapoeraba(Commelina benghalensis), Cheirosa(Hyptis suaveolens), Joá-de-capote(Nicandra physaloides), Guanxuma, Mata-pasto(Sida rhombifolia), Amendoim-bravo(Euphorbia heterophylla), Desmodio, Beiço-de-boi(Desmodium tortuosum), Nabo(Raphanus raphanistrum), Hortelã(Hyptis lophanta), Corda-de-viola(Ipomoea aristolochiaefolia), Beldroega(Portulaca oleracea), Poaia-branca(Richardia brasiliensis), Picão-branco(Galinsoga parviflora) , Anileira(Indigofera hirsuta) e do Apaga-fogo(Alternanthera tenella) recomenda-se utilizar a dose de 4,0 a 5,0 L/ha(equivalente a 2,0 a 2,5 kg i.a./ha) para solo arenoso/areno-argiloso/argiloso com volume de calda entre 150 a 400 L/ha.
Época: Aplicar o AclamadoBR na pré-emergência através de tratamento em área total, na cana planta após o plantio dos toletes e, na cana-soca, após o corte, enleiramento da palha, cultivo e adubação da soca.
Pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes: aplicar através de tratamentos em área total(cana planta e cana-soca), sobre a cultura germinada até o porte aproximado de 30 a 40 cm, e plantas infestantes indicadas nos respectivos estágios de desenvolvimento.
No controle do capim-marmelada(Brachiaria plantaginea), aplicar sempre a 5L/ha, adicionado de óleo mineral ou óleo vegetal, nas doses recomendas pelo fabricante.
Para assegurar o pleno controle das plantas infestantes na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estádios de desenvolvimento indicados.
Realizar apenas 1 aplicação durante o ciclo da cultura.
MODO DE APLICAÇÃO: Características da aplicação:
As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula, com atenção aos tipos de solo a serem trabalhados. Levar em consideração que o solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo de solo pela gradagem. Como todos os herbicidas, o AclamadoBR necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle das plantas daninhas, este produto caracteriza-se pela sua ação específica sobre as espécies de folhas largas anuais, destacando-se dentre elas algumas espécies de difícil controle na pré-emergência. Sua ação graminicida é moderada, excetuando-se para algumas espécies.
Áreas de utilização:
AclamadoBR é recomendado para utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:
a) Como tratamento básico na pré-emergência, logo após o plantio:
- nas infestações exclusivas de folhas largas.
- nas infestações predominantes de folhas largas e presença de gramíneas sensíveis.
b) Como tratamento complementar ou sequencial, na pós-emergência precoce a inicial das plantas infestantes:
- nas infestações predominantes de folhas largas e/ou capim marmelada.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PRÉ-EMERGÊNCIA:
Umidade do solo: O solo deve estar úmido durante a aplicação do AclamadoBR. Não aplicar o herbicida com o solo seco, pois seu funcionamento poderá vir a ser comprometido.
Nas regiões caracterizadas pelo inverno seco, a utilização deve ser iniciada após a normalização do regime pluviométrico e devem-se evitar aplicações nos plantios precoces das culturas, com o solo na fase de reposição hídrica. O pleno funcionamento do produto poderá ser comprometido na eventual falta de chuvas após a aplicação. A ocorrência de chuvas normais, ou irrigação da área total, após aplicação, promove rápida incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.

Velocidade do vento:
Evitar aplicações com ventos superiores a 10 km/h.
FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO NA PÓS-EMERGÊNCIA:
PLANTAS INFESTANTES E SEU ESTÁDIO DE CONTROLE.
Para assegurar pleno controle das plantas infestantes na pós-emergência, deve-se observar rigorosamente as espécies recomendadas e os respectivos estádios de desenvolvimento indicados.
Umidade do ar: Aplicar o AclamadoBR com umidade do ar(umidade relativa) superior a 60%.
Horário de aplicação: Recomenda-se aplicar de preferência pela manhã até as 10 horas ou à tarde, a partir das 16 horas quando as condições climáticas são as mais favoráveis para atividade pós-emergente, principalmente pela maior umidade relativa do ar.
Orvalho/chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação da chuva ou orvalho muito forte.
Umidade do solo: O solo deve estar úmido durante a aplicação. Não aplicar AclamadoBR com solo seco, principalmente se antecedeu um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de "stress" por deficiência hídrica, comprometendo o controle.
AclamadoBR deve ser aplicado na forma de pulverização, com o auxílio de pulverizadores terrestres, convencionais(costais, tratorizados), aviões ou helicópteros.

Equipamentos de aplicação:

Para aplicação terrestre:
Pode aplicado com equipamentos convencionais terrestres, pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados, pulverizador costal ou tratorizado, dotado de bicos leques do tipo Teejet 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares. A pressão de trabalho da bomba deve estar em torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande. Em regiões em que a velocidade do vento esteja entre 10 e 14 km/h, utilizar bicos anti-deriva, do tipo "FULL JET", como o FL 5, FL 6.5, FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada. Utilizar um volume de calda de 150 a 400 L/ha.

Para aplicação aérea:
AclamadoBR pode ser aplicado também através de aplicação aérea, com a utilização de aviões e helicópteros.
Parâmetros para o avião Ipanema:
- Bicos: 80.10, 80.15, 80.20.
-Volume de calda: 40-50 L/ha.
- Altura de vôo: 3 a 4 metros.
- Temperatura ambiente: até 27º C.
- Umidade do ar: mínimo de 55%.
- Velocidade do vento: máximo de 10 km/h.
- Faixa de aplicação: 15 metros.
- Diâmetro de gotas:
- Pré-emergência das plantas infestantes: maior que 400 micras
- Pós-emergência das plantas infestantes: 200 a 400 micras.
Obedecer as normas técnicas previstas na Instrução Normativa nº 2/2008 e Decreto nº 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas.

Modo de preparo da calda:
Para preparo da calda para pulverização, despejar a quantidade pré-determinada do produto
diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio, e em seguida, completar o voluime com o sistema de agitação em funcionamento.
Uso de adjuvantes/espalhantes nas aplicações pós-emergentes:
A maior eficiência no controle pós-emergente das plantas infestantes com ACLAMADOBR é obtido com adição de espalhantes adesivos não iônicos ou óleos minerais ou óleos vegetais, nas doses indicadas petos respectivos fabricantes.
a) Quando da adição de óleos minerais e óleos vegetais, no preparo da calda, proceder da seguinte forma:
- Colocar água até 3/4 da capacidade do tanque.
- Acionar a agitação do pulverizador.
- Adicionar o óleo na quantidade recomendada.
- Aguardar a completa homogeneização do óleo na calda.
- Adicionar a quantidade indicada do ACLAMADOBR.
- Completar o tanque com água.
b) Quando da adição de espalhante adesivo no preparo da calda, este deve ser adicionado como último componente com o tanque quase cheio e o sistema de agitação em funcionamento.
Recomendação para evitar a deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos a equipamento de pulverização ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Importância do diâmetro da gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climática estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura, e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível, considerando
necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma nivelada com cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam, o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento). Não aplicar se houver vento forte, acima de 10 km/h, ou em condições de vento inferiores a 5 km/h.
Observações: Condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-soL e frequentemente continuam até a manhã seguinte.
Sua presença pode ser indicada peta neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento de fumaça originária de uma fonte no solo.
A formação de uma nuvem térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento Limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a completa limpeza de todo equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não Limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos de Limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Cana-de-açúcar: Não determinado devido à modalidade de aplicação
Milho: Não determinado devido à modalidade de aplicação
Milheto: Não determinado devido à modalidade de aplicação
Sorgo: Não determinado devido à modalidade de aplicação
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
AclamadoBR não deve ser aplicado em solos mal preparados com torrões. A umidade é importante para a ativação do herbicida. Não aplique o produto com o solo seco.
Para as culturas de milheto e sorgo não utilizar em solos arenosos.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Os EPI's visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição aos agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI's específicos descritas nas orientações para preparação da calda, durante aplicação, após a aplicação, no descarta de embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.









MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
ACLAMADOBR deve ser aplicado na forma de pulverização em área total. recomendado para aplicações terrestres.

Para aplicação terrestre:
Pode ser aplicado com equipamento pulverizador costal ou tratorizado, dotado de bicos leques do tipo Teejet 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares. A pressão de trabalho da bomba deve estar torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande. Em regiões que a velocidade do vento esteja entre 10 e 14 km/h, utilizar bicos anti-deriva, do tipo "FULL JET", mo o FL 5, FL 6.5, FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.

Para aplicação terrestre:
Pode ser aplicado com equipamento pulverizador costal ou tratorizado, dotado de bicos leques do tipo Teejet 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares. A pressão de trabalho da bomba deve estar torno de 30-60 libras por polegada quadrada que produz gotas de tamanho médio a grande. Em regiões que a velocidade do vento esteja entre 10 e 14 km/h, utilizar bicos anti-deriva, do tipo "FULL JET", mo o FL 5, FL 6.5, FL 8, e com pressão de 20-25 libras por polegada quadrada.
Utilizar um volume de calda de 150 a 400 L/ha.
Engenheiro agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. A umidade é importante para a ativação do herbicida. Não aplique o produto com o solo seco.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENCAO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vomite ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR ATRAZINA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico: Triazina

Classe Toxicológica: III- Medianamente Tóxico

Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica

Toxicocinética: A atrazina é metabolizada a seus derivados mono e dialquilados em humanos e animais. Ela é excretada como derivados alquilados e derivados de ácido mercaptúrico primariamente na urina, sendo as fezes uma via menor de excreção.
Num estudo de absorção dérmica, 10 voluntários humanos foram expostos a uma dose simples tópica de 0,1667mg (dose baixa) e 1,9751mg (dose alta) de atrazina marcada com C14. A maioria (91,1 — 95,5%) da dose não absorvida foi detectada em amostras obtidas pela lavagem da pele 24 horas apos a administração da dose. Após 168 horas 5,6% da dose foi absorvida e excretada na urina e fezes do grupo da dose baixa e apenas 1,2% no grupo da dose elevada. Em ambos os grupos, o pico de eliminação urinária ocorreu em 24-48 horas e o pico de eliminação fecal
ocorreu em 48-72 horas.

Mecanismos de Toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos

Sintomas e Sinais clínicos: A toxicidade sistêmica aguda não costuma ocorrer até que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Não há dados publicados de toxicidade sistêmica aguda em humanos e, apenas em doses elevadas, outros mamíferos apresentaram sintomas de neurotoxicidade (incoordenação motora, paralisia dos membros, alterações respiratórias).

Exposição Aguda
Foi relatada elevação de temperatura em estudos com animais. A atrazina pode causar irritação ocular.
Cardiovascular
Ocorreu colapso circulatório após a ingestão de um herbicida contendo atrazina.
Respiratório
Pode ocorrer irritação do trato aéreo superior e alterações respiratórias. A aspiração de produtos contendo solventes orgânicos pode causar ataxia, anorexia, dispnéia e espasmos musculares; sintomas estes relatados em estudos com animais.
Neurológico
Foi relatado coma após a ingestão de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Tremores musculares, tetania e ataxia foram relatados em animais após a ingestão de herbicidas triazínicos.
Gastrintestinal
Em estudos em animais, observou-se anorexia e salivação. Pode ocorrer náusea,
vômito, diarréia, dor abdominal e sensação de queimação na boca.
Hepático
Foi relatada necrose hepática
Geniturinário
Foi relatada falência renal, varias horas após ingestão intencional de um herbicida
contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Hematológico
Ocorreu coagulação intravascular disseminada, várias horas após a ingestão
intencional de um herbicida contendo atrazina, aminotriazol, etileno glicol e formaldeído.
Dermatológico
A atrazina é um sensibilizante dérmico. Irritação da pele e olhos são os sintomas mais freqüentemente observados.
Endócrino
Foram observados, em estudos com animais, hipertireoidismo e elevação dos níveis de T3 com níveis de Tiroxina e TSH normais. A atrazina parece interferir no controle hipotalâmico da função do eixo pituitário-ovariano em ratas ovariectomizadas.

Diagnóstico:
o diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível.

Tratamento:
ANTÍDOTO: Não existe antídoto especifico.
Exposição Oral
A) Êmese: A indução do vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca dos efeitos da overdose em humanos.
B) Carvão Ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água /30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C) Lavagem gástrica: Considere após ingestão de uma quantidade de veneno
potencialmente perigosa a vida, se puder ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.

D) Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.

Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie para irritação do trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, a lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com quantidade copiosa de água. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Contra-indicações: Provocar vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos Sinérgicos:
Em testes de toxicidade aguda (96h) usando C. tentans, a atrazina produziu toxicidade sinérgica em uma mistura binária com parationa metílica. Resultados de testes de toxicidade com atrazina em combinação binária com outros organofosforados indicam mais do que uma toxicidade aditiva para todos os compostos, exceto mevinfós.

ATENÇÃO : Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 0111767

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A atrazina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, mas a absorção dérmica é limitada. Após a absorção, é extensivamente e rapidamente biotransformada por enzimas hepáticas. Cerca de 75% da atrazina absorvida é eliminada pela urina, na forma de metabolitos, 50% dos metabólitos urinários são, excretados dentro de 8 horas e 100% em 24 horas após a exposição. Somente 2% da atrazina é eliminada inalterada na urina e aproximadamente 20% nas fezes.
Em ratos, a atrazina pode interferir na interação de alguns ligantes no receptor GABAA no sistema nervoso central (SNC), de uma maneira não competitiva. No entanto, e improvável que os efeitos observados em ratos, devido a este mecanismo, ocorram em humanos.

EFEITOS AGUDOS
O valor da DL50 oral foi estimado ser 500 mg kg-1 de peso corpóreo, para ratos fêmeas. A DL50 dermal foi maior que 4000 mg kg-1 de peso corpóreo, para ratos machos e fêmeas. O valor da CL50 para ratos foi major que 0,709 mg/L, a máxima concentração atingível na atmosfera da câmara. O produto foi levemente irritante quando aplicado a pele e olhos em coelhos e não produziu sensibilidade dérmica quando aplicado em cobaias.

EFEITOS CRÔNICOS:
Os efeitos da exposição em longo prazo a atrazina foram extensivamente estudos em animais de laboratório. Nesses estudos, foram observados alguns efeitos, porem somente nas maiores doses testadas.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
-Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Ouro Fino Química LTDA. telefone de emergência: 0800-0111767.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação.