Bula Ally

acessos
Metsulfuron-methyl
2492
Du Pont

Composição

Metsulfurom-metílico 600 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Língua de vaca
(Rumex acetosella)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 31 dias. Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 31 dias. Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 31 dias. Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 a 4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 31 dias. Realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v)
Aveia preta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 10 dias. Quando a cultura estiver em estádio de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Picão preto
(Bidens pilosa)
6 a 10 g.p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Recomenda-se aplicar em pós-emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 90 dias. Pré-emergência das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 90 dias. Pré-emergência das plantas daninhas
Malva branca
(Sida cordifolia)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 90 dias. Pré-emergência das plantas daninhas
Mussambê
(Cleome affinis)
30 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 90 dias. Pré-emergência das plantas daninhas
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Quando a cultura estiver em estádio de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gervão branco
(Croton glandulosus)
6,6 a 13,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 28 dias. Pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0.5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
6,6 a 13,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 28 dias. Pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0.5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Alfinetes de terra
(Silene gallica)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Esparguta
(Stellaria media)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Gorga
(Spergula arvensis)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Língua de vaca
(Rumex obtusifolius)
6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Rubim
(Leonurus sibiricus)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Urtiga mansa
(Stachys arvensis)
4 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
3,3 a 6,6 g.p.c./ha 100 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Quando a cultura estiver em estádio de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%)

Frascos metálicos, tambores metálicos, sacos de polietileno, barricas de papelão ou fibras de: 25, 50, 75 e 100Kg.
Frascos ou sacos de polietileno de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450 e 600Kg.
Sacos hidrosolúveis de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450 e 600 Kg.
Sacos aluminizados, multifoliados ou metalizados, cartuchos de papelão de: 10, 20, 25, 30, 33, 40, 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95, 100, 120, 150, 180, 210, 300, 450 4 600g. (Estas embalagens poderão conter 1 ou mais sacos hidrossolúveis nas capacidades descritas acima).
Embalagens big bag de 100Kg.

Modo de ação:

ALLY® é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo para as culturas recomendadas e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase (ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a planta à morte.

ALLY® é utilizado para controle em pré-emergência das plantas daninhas na cultura de cana-de-açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as demais culturas, conforme recomendação a seguir: Vide Indicações de Uso/Doses.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
* Para o controle das plantas daninhas na cultura de arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
* Para a cultura de arroz realizar a aplicação no perfilhamento da cultura para o controle das plantas daninhas no estádio de 2 a 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100L (0,1%)
* Na cultura da aveia branca realizar aplicações no estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as dose de 3,3 a 4 g/ha de ALLY® para o controle de Nabo, Picão branco e Picão preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua de Vaca, no estádio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de ALLY®. Para Língua de Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 ml/100 L de calda (0,1% v/v).
* Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guanxuma na cultura da cana-de-açúcar, aplicar 30 g/ha de ALLY® em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve.
* Para o controle da planta daninha Beldroega na cultura da cana-de-açúcar, em condições de solo médio, aplicar 30 g/ha de ALLY® em pré-emergência da cultura e da planta daninha.
* Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de ALLY® para Alfinete da Terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão Preto, Picão Branco, Rubim e Losna Branca e 4,0 g/ha para Falsa Serralha, Orelha de Urso e Amendoim Bravo.
Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da Língua de Vaca utilizar a dose de 6,6 g/ha de ALLY®. Para Língua de Vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes.
As aplicações de ALLY® devem ser feitas quando o trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas.
Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
* Para o controle do Nabo nas culturas de aveia preta, cevada e triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. ALLY® pode ser aplicado quando a aveia preta, cevada e triticale estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de
100 mL/100 L (0,1%).
* Para controle de Picão-preto na cultura do café, aplicar as doses de 6,0 a 10,0 g/ha de ALLY®. Recomenda-se aplicar em pós-emergência da planta daninha, em jato dirigido nas entrelinhas da cultura. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v.
* Aplicação de manejo de inverno: em áreas de adoção do “Sistema de Plantio Direto”, o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré-semeadura do trigo. ALLY® possui seletividade à cultura do trigo, portanto não causará dano às plântulas em emergência. ALLY® pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio. Aplicado 3 dias antes do plantio para que o efeito de sua ação possa ser observado e evite interferência causada pela plantadeira. Aplicado 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v.

* Para o controle de Gervão-branco e Guanxuma em pastagens, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. ALLY® deve ser aplicado com óleo mineral emusionável na proporção de 0.5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo.

• MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 200 a 400 litros de calda/ha para pulverizador manual costal e 100 a 200 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência, aplicar a partir de 250 litros de calda/ha.

Tipos de bico: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.: Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.

Obs.: No caso de uso de outros equipamentos pulverizadores estes devem proporcionar boa cobertura das plantas daninhas, ou do solo no caso de aplicação em pré-emergência.

Em aplicação por "Benzedura manual", em arroz irrigado, no sistema pré-germinado, quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência (de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento), ALLY®apresenta controle das plantas daninhas Sagittaria montevidensis e Heteranthera reniformis, no estágio de 2 a 4 folhas. O volume de calda de 30 litros/ha (3 ml/m2) deve ser aplicado na forma de jatos, com auxílio de pulverizador costal sem o bico aspersor, ou de outro equipamento que permita uma distribuição uniforme. Manter continuamente uma lâmina de água, de cerca de 10 cm, até a fase de maturação da cultura.

Aplicação aérea: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos tipo cônico (D9 ou D10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (MICRONAIR), altura de vôo 3 a 4 m sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva: 15 m; diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micra, 10 a 30 gotas/cm², volume de aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.

Obs.: A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, as condições de aplicação poderão ser alteradas.

INICIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO PARA CADA CULTURA E FINALIDADE:

Para o controle das plantas daninhas na cultura de Arroz irrigado, realizar a aplicação quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência ( de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento). Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). Na cultura da aveia branca realizar plicações de estádio de perfilhamento da cultura. Aplicar as doses de 3,3 a 4 g/ha de ALLY para o controle de Nabo, Picão branco, Picão preto, no estádio de 2 a 4 folhas. Aplicar a dose mais elevada quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desenvolvimento (até 4 folhas) e/ou com populações maiores de plantas daninhas. Para o controle da língua de vaca, no estágio de 2 a 4 folhas, utilizar a dose de 4,0 g/ha de ALLY. Para a língua de vaca aplicar somente em plântulas originárias de sementes até o estádio de 4 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100ml/ 100L de calda (0,1% v/v).
Para o controle das plantas daninhas Mussambê, Beldroega e Guaxuma na cultura da cana-de-açúcar, aplicar 30g/ha de ALLY em pré emergência da cultura e das plantas daninhas, em condições de solo de textura leve. Para o controle da planta daninha Beldroega na cultura da cana-de-açúcar, em condições do solo médio, aplicar 30 g/ha de ALLY em pré emergência da cultura e da planta daninha. Para o controle de plantas daninhas na cultura de trigo, aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de ALLY para alfinete da terra, Estelaria, Gorga, Nabo, Picão Preto, Picão Branco, Rubim e losna Branca e 4,0 g/ha para Falsa Serralha, Orelha de Urso e Amandoim Bravo. Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançados de desnvolvimento e/ou com populaões maiores de plantas daninhas. Para o controle da língua de Vaca utilizar a dese de 6,6 g/ha de ALLY. Para a língua de VAca aplicar somente em plântulas originárias de sementes. As aplicações de ALLY devem ser feitas quando o Trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré perfilhamento e espigamento e quando o Trigo estiver entre os estádios de desenvolvimento de pré perfilhamento e espigamento e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L (0,1%). Para o controle do Nabo nas culturas de Aveia Preta, Cevada e Triticale, aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios mais avançads de desnvolvimento, e/ou com populações maiores de plantas daninhas. ALLY pode ser aplicado quando a Aveia preta, Cevada e Triticale estiverem entre os estádios de desenvolvimento de pré-perfilhamento e emborrachamento, e quando as plantas daninhas tiverem de 2 a 6 folhas. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%). Aplicação de Manejo de Inverno: em áreas de adoção do "Sistema de Plantio Direto", o controle de plantas daninhas presentes deve ser realizado antes do plantio ou pré semeadura de trigo. ALLY possui seletividade à cultura do trigo, por isso não causará danos as plântulas de emergência. ALLY pode ser aplicado entre 3 e 20 dias antes do plantio para se evitar a reinfestação. Ally(r) deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0.3 a 0.5% v/v. Para o controle de Gervão Branco e Guanxuma em Pastagens, caso haja alta infestação aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes. ALLY deve ser aplicado com óleo mineral emulsionável na proporção de 0,5% v/v, quando as plantas infestantes estiverem em ativo crescimento vegetativo.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva durante a aplicação é responsabilidade do aplicador.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (>150 a 200 pm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, infestação e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetros maiores reduz o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - TÉCNICAS GERAIS: Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex.: XR Teejet). Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de a ação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - APLICAÇÃO AÉREA: Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando afp-hifeS de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 (75%) da barra ou do comprimento do rotor - barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura ou do solo (em caso de pré-emergência) aumentam o potencial de deriva.

ALTURA DA BARRA: Regule a altura da barra para a menor altura possível afim de obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

VENTOS: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

TEMPERATURA E UMIDADE: Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

INVERSÃO TÉRMICA: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que a fumaça sendo rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.

GERENCIAMENTO DA RESISTÊNCIA: Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, rotação de cultuta, variação de métodos de contrle de plantas daninhas, manejo integrado de plantas daninhas, eliminação de escapes para que não cheguem a sementear, e o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação na mesma safra ou entre safras, podem ajudar a retardar a proliferação e possível domiância de biotipos de plantas daninhas resistentes e herbicidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Arroz (irrigado e sequeiro) e trigo: 30 dias; Aveia preta: 10 dias; cana-de-açúcar: 90 dias; cevada e triticale; 15 dias; manejo de inverno: não determinado; pastagem: 28 dias; aveia branca: 31 dias; café: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA: Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem equipamento de proteção individual até que a calda herbicida aplicada esteja seca na superfície das plantas.

LIMITAÇÕES DE USO:

FITOTOXICIDADE para as culturas indicadas: quando utilizado de acordo com as ecomendações da bula Ally(r) não causa fitotoxicidade.

COMPATIBILIDADE: Ally(r) apresenta "incompatibilidade biológica" com formulações do tipo
concentrado emulsionável de Tebuconazole, Parathion methyl, Chlorpyrifos e Diclofop methyl. Não aplicar em plantas daninhas ou cultura alvo com "stress" causado, por exemplo, por frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc. Não aplicar quando a temperatura estiver abaixo de 10° C. Na cultura do Arroz Irrigado, não aplicar Ally(r) antes dos 10 dias da emergência (70% das plantas emergidas) ou após 30 dias da emergência. Não aplicar mais que 3,3 g de Ally(r) por hectare por ciclo da cultura do Arroz irrigado. Não aplicar mais de 30,0 g de Ally por hectare por safra na cultura da cana-de-açúcar. não aplicar mais que 6,6 g de Ally por hectare por cilco (do palantio a colheita), nas culturas do trigo, aveia preta, cevada e trticale. Não aplicar mais de 4,0g de Ally por hectare por cilco na cultura da aveia branca. Para a cultura do trigo, na modalidade de manejo (pré-plantio) não aplicar mais que 4.9 g de Ally por hectare. Nas aplicações em pré-emergência na cultura de cana-de-açúcar o solo deve estar úmido, bem preparado e livre de torrões. Nas culturas do trigo, aveia preta, triticale e cevada, aplicar quando as plantas daninhas tiverem no máximo 6 folhas. Não permitir que a deriva da aplicação de Ally atinja plantações vizinhas de outras culturas ou mesmo áreas vizinhas de aroz com menos de 10 dias de emergido ou com mais de 30 dias após a emergência. Não aplicar quando houver orvalho nas folhas ou quando elas estiverem molhadas pela chuva. Para rotação de cultura observar o prazo de 90 dias após a aplicação de Ally para girassol e algodão, 70 dias para milho e 60 dias para soja e feijão. NAs aplicações em pós emergência, os melhores resultados são observados para aplicações realizadas entre às 10:00 horas da amanhã às 16:00 horas da tarde, quando as folhas não estão molhadas. É requerido um período mínimo de 6 horas entre a aplicação e a ocorrência da primeira chuva e/ou orvalho abundante nas folhas das plantas daninhas. Deve-se deixar bordadura de 2 m na área da aveia preta a ser aplicada, para se evitar que animais das áreas vizinhas se alimentem da cultura durante intervalo de segurança. Ally não deve ser aplicado em aveia preta consorciada com outras culturas que não estejam indicadas no rótulo/bula. Não utilizar o produto em desarcordo às instruções do rótulo e bula. Não aplicar Ally através de sistema de irrigação.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO, NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntarnente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Produto perigoso se inalado ou aspirado, caso o produto seja inalado ou aspirado,
siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pemas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento, aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com a névoa do produto, conforme o equipamento de aplicação.
-Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto.
-Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Em caso de aplicação com trator de cabine aberta, utilize equipamento de proteção individual — FPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
-Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familiMo lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS

PROCURE LOGO UM SERVIÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VOMITO. Caso o vômito ocorre naturalmete deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico- Sulfoniluréia
Classe toxicológica- III — Medianamente Tóxico.
Mecanismo de ação, absorção e excreção- Os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que Metsulfurc matula° é absorvido, metabolizado e eliminado pelo organismo. A avaliação após administração oral, em diferentes doses, indicou que o produto e seus metabólitos foram rapidamente excretados pelos animais, no período de 96 horas principalmente por urina (média 87,4%) e fezes (média 7,9%). Menos que 1% da dose administrada foi retida em órgãos e tecidos. A radioatividade adminfirdirda foi excretada principalmente na forma do composto original (> 85%).
A meia vida biolóica do produto (tempo requerido para excreção de 50% da dose administrada) variou 9 a 16 horas (doses mais baixas) ou de 23 a 29 horas (doses mais altas). A principal via de degradação é a quebra da ponte de uréia resultando compostos sulfonamida ou feniluréia e derivado de amina triazina. A demetilação do grupo éster no composto sulfonamida gera sua forma ácida, que, após perda de uma molécula da água, transforma-se em sacarina.

Sintomas e sinais clínicos- Esta substáncia química tem baixa toxicidade em mamíferos, baseado em testes de laboratório, a DL 50 oral de metsulfuron-metil é > 5,000 mg/kg em ratos. Tem baixa DL 50 dermal em testes com coelhos > 2,000 mg/kg, e baixa toxicidade de inalação em ratos, com uma concentração letal mediana > 5 mg/L. Moderada irritação em olhos de coelho.
A toxicidade sistêmica é improvável que aconteça, a menos que sejam ingeridas ume grande quantidade. Pode apresentar náusea, vômito, diarréia, dor de cabeça, confusão e depleção de eletrólito. Perturbações de metabolismo de proteína, enfisema moderado, e perda de peso com exposição crônica.

Diagnóstico- O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento- Tratamento sintomático, de acordo com o quadro clínico.
Não há antídoto específico, tratamento sintomático.
Descontaminação
— Remover roupas e acessórios, proceder a limpeza cuidadosa da pele (incluindo pregas cutáneas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro. Remover a vítima para local bem ventilado.
— Se houver exposição ocular irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água
corrente, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente de grande quantidade do produto, proceder à lavagem gástrica. Proteger vias aéreas do risco de aspiração, por intubação. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por quipamentos de segurança ( luvas de nitrila e avental impermeável), deforma a não se contaminar com o agente tóxico.

Atenção- Ligue para o Disque-intoxicação 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de
Centros de informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT—ANVISA/MS Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN / MS) Centro de Informações Toxicológicas — PR: 0800-410148
informações de Emergência Toxicológica: 0800 70 104 50 (24 horas)
Telefone da Empresa: 0800. 701 0109

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Em testes com animais, Ally apresentou DL50 aguda oral(ratos) maior que 5000 mg/Kg de massa corporal e DL50 aguda dérmica (ratos) maior que 2000 mg/Kg de massa corporal. O produto foi irritante para os olhos e não irritante ou sensibilizante para a pele.

A ingestão do produto em doses repetidas causou redução de massa corporal e redução do fígado em animais de laboratório.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE III).
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, medicamentos ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT BRASIL S.A - telefone: 0800 701 0109
-Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, siga as instruções:
Piso pavimentado - Recolha com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):

Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas, em saco plástico trasparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Daninhas, quando disponível.

• O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes.
• Como prática de manejo e resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
• Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Incomp. biológica com conc.