Bula Ampligo - Syngenta

Bula Ampligo

acessos
Lambda-cialotrina
610
Syngenta

Composição

Clorantraniliprole 100 g/L Antranilamida
Lambda-Cialotrina 50 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
300 a 400 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento, atingir no máximo entre 3 a 5% de botões florais atacados
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
300 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias, máximo duas aplicações. 14 dias. Iniciar a aplicação quando o nível de infestação for de 3 - 6 lagartas menores que 1,0 cm em 100 plantas
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura. 14 dias. Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Aplicar na constatação da praga
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 200 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias, máximo 3 aplicações. 14 dias. Iniciar a aplicação no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 a 60 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 10 dias. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque na lavoura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
50 a 100 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações quando forem constatados insetos adultos e os primeiros furos na folha
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
100 a 200 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar duas aplicações com intervalo de 28 dias. 60 dias. Pulverizar em área total quando o nível de infestação atingir 1% de colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes de penetrarem no colmo
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 a 60 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 10 dias. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
10 mL/100 L de água 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 21 dias. Fazer a aplicação no início do aparecimento dos insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem o nível de controle (6 adultos/armadilha)
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
10 a 30 mL/100 L de água 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 21 dias. Pulverizar quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º ínstar nas brotações
Mosca negra do citros
(Aleurocanthus woglumi)
10 mL/100 L de água 200 a 2000 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação no início de infestação dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule
Psilideo
(Diaphorina citri)
10 a 30 mL/100 L de água 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 21 dias. 21 dias. Pulverizar quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no início da infestação quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
100 a 200 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Iniciar a aplicação preferencialmente no inicio de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e os sintomas de raspagem nas folhas
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 21 dias. Pulverizar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Pulverizar no início da infestação, quando atingir 20% de plantas com folhas raspadas pelas lagartas
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma única aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura. 15 dias. Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Aplicar na constatação da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 a 200 mL p.c./ha 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar a aplicação no início da infestação, quando observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura. 21 dias. Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Aplicar na constatação da praga
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
100 a 200 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. As aplicações deverão ser iniciadas no início da infestação, quando as lagartas se encontram nos primeiros estágios de desenvolvimento
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
15 a 20 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. 30% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida antes da floração ou 15% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida, após a floração
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
75 a 150 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma única aplicação sobre a palhada, antes da semeadura da cultura. 21 dias. Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Aplicar na constatação da praga
Lagarta enroladeira das folhas
(Hedylepta indicata)
50 a 75 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Iniciar a aplicação no inicio de ataque, quando observadas as primeiras lagartas e sintomas de raspagem nas folhas
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
50 a 75 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 14 dias. 21 dias. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar quando encontrar entre 5 a 10 lagartas pequenas de 1º e 2º por amostragem
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 mL p.c./ha 150 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, quando atingir 20% de plantas com ataque da lagarta
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
30 mL/100 L de água 100 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no inicio do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20 - 25 dias do transplantio
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 a 30 mL/100 L de água 100 L de calda/ha - 7 dias 3 dias. Pulverizar no início da infestação, quando constatada a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
40 a 60 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 15 dias. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário

Bombona-Metálico: 10; 20 L.
Bombona-Plástico: 5; 10; 20; 25 L.
Farm-Pack-Metálico/Plástico: 500; 1.000; 2.000 L.
Frasco-Metálico: 1; 5 L.
Frasco-Plástico: 0,1; 0,25; 0,5; 0,6; 0,8; 1,0; 2,0 L.
Isotanque-Aço: 21.000; 22.000; 24.000; 25.000; 26.000; 28.000 L.
Tambor-Metálico: 180; 200 L.
Tambor-Plástico: 100; 180; 200 L.
Tanque-Metálico/Plástico: 500; 1.000; 2.000; 5.000; 10.000; 20.000; 21.000; 22.000; 24.000; 25.000; 26.000; 28.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ALGODÃO:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 150 L/ha.. As aplicações deverão ser realizadas em horários de temperaturas mais amenas como no início da manhã ou final da tarde ou durante à noite, caso seja possível.
Para o controle do Bicudo-do-algodoeiro(Anthonomus grandis) recomenda-se a utilização da dose de 300-400 mL de p.c./ha. Iniciar as aplicações quando o nível de infestação obtido através do monitoramento atingir no máximo entre 3 a 5% de botões florais atacados. Fazer bateria sequencial de 3 aplicações com intervalo de 5 dias. Usar a dose maior em situação de maior pressão da praga ou quando o clima for favorável ao ataque. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Começar no início da infestação com no máximo 10% de plantas com lagartas pequenas. Reaplicar quando os níveis de dano forem atingidos. Usar dose maior em situação de alta infestação e quando as lagartas já estiverem em estágio mais avançado de desenvolvimento. Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-do-algodoeiro(Helicoverpa spp) recomenda-se a utilização da dose de 300 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação quando o nível de infestação for de 3-6 lagartas menores que 1 cm em 100 plantas. O monitoramento da entrada dos adultos (mariposas) na área é fundamental para aplicação na época correta, ou seja, com lagartas no início do desenvolvimento(lagartas pequenas). Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
AVEIA:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) recomenda-se a utilização da dose de 40-60 mL p.c./ha.. Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias(2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
BATATA:
A aplicação foliar deve ser realizada sob a forma de pulverização com equipamento costal manual, atomizador costal ou tratorizado, com o volume de calda em torno de 400 a 500 L/ha. para se obter uma boa cobertura das plantas.
Para o controle da Traça-da-batata(Phthorimaea operculella) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Iniciar as aplicações no início de infestação, nos primeiros sinais de ataque da lavoura. Reaplicar somente caso seja necessário, após monitoramento populacional da praga. A maior dose deve utilizada em condições de alta população da praga e condições de clima favorável ao seu desenvolvimento.
Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Vaquinha-verde-amarela(Diabrota speciosa) recomenda-se a utilização da dose de 50-100 mL p.c./ha.. Iniciar as aplicações quando forem constatadas insetos adultos e os primeiros furos nas folhas. A maior dose deve ser utilizada em condições de alta população da praga e condições de alta temperatura e umidade. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
BRÓCOLIS:
A pulverização foliar de ser realizada utilizando pulverizador costal manual ou tratorizado com volume de calda de 400 L/ha..
Para o controle da Traça-das-crucíferas(Plutella xylostella) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. A aplicação deve ser iniciada quando forem observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
CANA-DE-AÇÚCAR:
A pulverização foliar deve ser realizada com a utilização de pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 150 L/ha..
Para o controle da Broca-da-cana(Diatraea saccharalis) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha. Deve-se realizar a pulverização em área total quando o nível de infestação atingir 1% de colmos com presença de lagartas vivas de primeiro instar, antes de penetrarem no colmo. A época mais adequada para controle é quando coincide a infestação com o período de formação de colmos, quando o ataque é mais severo e a cultura é mais sensível. A maior dose deve ser utilizada no verão onde temos períodos de altas temperaturas e umidade, condições estas favoráveis para ocorrência de altas populações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalo de 28 dias entre elas.
CEVADA:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) recomenda-se a utilização da dose 40-60 mL p.c./ha.. Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias(2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo(sob torrões e restos vegetais, fendas, etc.) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
CITROS:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal manual, atomizador costal ou tratorizado através de turbo atomizador com volume de aplicação ao redor de 2.000 L/ha., sempre assegurando uma boa cobertura de aplicação. Adicionar óleo mineral ou vegetal à calda de pulverização na proporção de 0,25% v/v(250 mL/100L), conforme preconizado pela prática agrícola na cultura.
Para o controle do Psilídeo(Diaphorina citri) recomenda-se a utilização da dose de 10-30 mL p.c./100 L de água. Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulveriza quando forem constatados os primeiros insetos adultos ou ninfas nos ramos e brotações. Recomenda-se a utilização no máximo de 2 aplicações na safra com intervalo de 21 dias entre elas.
Para o controle da Larva-minadora-das-folhas(Phyllocnistis citrella) recomenda-se a utilização da dose de 10-30 mL p.c./100 L de água. Inspecionar periodicamente a cultura através do monitoramento e pulverizar quando forem encontradas as primeiras minas com presença de larvas de 1º instar nas brotações. A maior dose ser utilizada em caso de alta pressão da praga, áreas com histórico ou condições climáticas favoráveis ao ataque. Recomenda-se no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalo de 21 dias entre elas.
Para o controle da Mosca-negra( Aleurocanthus woglum) recomenda-se a utilização da dose de 10 mL p.c./100 L de água. Iniciar a aplicação quando surgirem as primeiras infestações dos insetos adultos e ninfas, após inspecionar folhas, ramos e caule. Recomenda-se no máximo de 2 aplicações durante a safra com intervalo de 21 dias entre elas.
Para o controle do Bicho-furão(Ecdytolopha aurantiana) recomenda-se a utilização da dose de 10 mL/100 L de água. Fazer a aplicação no início do aparecimento dos insetos adultos, antes da penetração das lagartas no fruto, ou quando o número de adultos capturados pelas armadilhas de feromônio atingirem nível de controle (6 adultos/armadilha). Reaplicar em caso de reinfestação, após o monitoramento populacional das pragas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. Realizar no máximo 2 aplicações durante a safra com intervalo de 21 dias entre elas.
COUVE:
A pulverização foliar deve ser utilizada com pulverizador costa manual ou tratorizada com volume de calda de 400 L/ha..
Para o controle da Traça-das-crucíferas(Plutella xylostella) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação quando forem observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente se for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
COUVE-FLOR:
A pulverização foliar deve ser realizada com utilização de pulverizador costal manual ou tratorizado com volume de calda de 400 L/ha..
Para o controle da Traça-das-crucíferas(Plutella xylostella) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação quando forem observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente se for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
FEIJÃO:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-enroladeira-das-folhas(Hedylepta indicata) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação preferencialmente quando forem observadas as primeiras lagartas e os sintomas de raspagem nas folhas. Reaplicar somente em caso de reinfestação. Usar dose maior em situação de alta infestação quando as lagartas já estiverem alojadas e enrolando as folhas. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
GIRASSOL:
Para a pulverização foliar recomenda-se utilizar pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-das-folhas(Spodoptera eridania) recomenda-se a utilização da dose de 150 mL p.c./ha.. Inspecionar periodicamente a cultura e pulverizar quando forem constatadas as primeiras lagartas nas folhas. Reaplicar apenas se ocorrer reinfestação na área. Para aplicação aérea seguir instruções abaixo. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
MILHO:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 100-150 mL p.c./ha.. Fazer amostragem e pulverizar no início da infestação, quando atingir 20% de plantas com folhas raspadas pelas lagartas. Aplicar preferencialmente com a cultura com 3 a 5 folhas expandidas. Aplicar o produto nas horas de temperatura mais amena e com presença de água no cartucho. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
REPOLHO:
A pulverização foliar deve ser realizada com pulverizador costal manual ou tratorizado com volume de calda de 400 L/ha..
Para o controle da Traça-das-crucíferas(Plutella xylostella) recomenda-se a utilização da dose de 100-200 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação quando forem observadas as primeiras lagartas nas folhas e sintomas de ataque nas plantas. Reaplicar somente se for necessário. Usar dose maior em situação de condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque, normalmente quente e seco. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
SOJA:
A pulverização foliar deve ser realizada utilizando pulverizador tratorizado com volume de calda entre 150 e 200 L/ha.. Aplicação via pivô central. As aplicações deverão ser realizadas em horários de temperaturas mais amenas como no início da manhã ou final da tarde ou durante a noite, caso seja possível.
Para o controle da Lagarta-da-soja(Anticarsia gemmatalis) recomenda-se a utilização da dose de 15-20 mL p.c./ha.. Seguindo a recomendação oficial, a época quando ocorrer 30% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida antes da floração ou 15% de desfolha ou 40 lagartas/pano de batida, após a floração. Recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 14 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-falsa-medideira(Pseudoplusia includens) recomenda-se a utilização da dose de 20-75 mL p.c./ha.. Inspecionar periodicamente a lavoura com batida de pano e aplicar quando encontrar entre 5 a 10 lagartas pequenas de 1º e 2º por amostragem. Recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 14 dias entre elas.
Para o controle da Lagarta-enroladeira-das-folhas(Hedylepta indicata Sin. Omiodes indicata) recomenda-se a utilização da dose de 50-75 mL p.c./ha.. Iniciar a aplicação quando forem observadas as primeiras lagartas e sintomas de raspagem nas folhas. Para aplicação aérea seguir as instruções presentes na bula. Recomenda-se no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 14 dias entre elas.
TOMATE:
Para a pulverização foliar recomenda-se a utilização de pulverizador costal manual, atomizador costal, ou equipamento tratorizado com volume de aplicação de 1.000 L/ha..
Para o controle da Traça-do-tomateiro(Tuta absoluta) recomenda-se a utilização da dose de 20-30 mL p.c./100 L de água. Pulverizar no início da infestação, quando constatar a presença de insetos adultos e os primeiros sintomas de minas nas folhas. Usar dose maior em condições de alta infestação ou quando o clima for favorável ao ataque. Fazer 3 a 4 aplicações semanais após o aparecimento da praga. Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
Para o controle da Broca-pequena(Neoleucinodes elegantalis) recomenda-se a utilização da dose de 30 mL p.c./100 L de água. Iniciar as aplicações no início do florescimento, procurando atingir flores e sépalas, com a cultura a partir de 20-25 dias do transplantio. Recomenda-se no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
TRIGO:
A pulverização foliar deve ser realizada com a utilização de pulverizador costal ou tratorizado com volume de calda ao redor de 200 L/ha..
Para o controle da Lagarta-do-trigo(Pseudaletia sequax) recomenda-se a utilização da dose de 40-60 mL p.c./ha.. Realizar o monitoramento contando o número de lagartas grandes e médias (2 a 3 cm de comprimento) escavando o solo (sob torrões e restos vegetais, fendas, etc) e as plantas. Aplicar quando forem constatadas as primeiras infestações de lagartas e reaplicar quando necessário. Usar a maior dose em caso de altas infestações. Para aplicação aérea seguir as instruções abaixo. Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura com intervalo de 7 dias entre elas.
MODALIDADE DE APLICAÇÃO JUNTO COM A DESSECAÇÃO:
Para a pulverização em área total(dessecação) objetivando atingir toda a superfície(palhada), utilizar pulverizador tratorizado com volume de calda de 200 L/ha. antes da semeadura das culturas de soja, milho e algodão.
Para o controle da Lagarta-do-cartucho(Spodoptera frugiperda) recomenda-se a utilização da dose de 75-150 mL p.c./ha.. Avaliar o histórico da área e realizar o monitoramento, amostrando-se o número de lagartas presentes na palha e no solo. Recomenda-se o uso de um quadrado vasado de 1 m² para a realização do levantamento. Aplicar na constatação da praga.

TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO:

O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a
velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Utilizar os seguintes parâmetros:
- Pressão de trabalho: 100 a 400 KPA (costal) e 100 a 800 KPA (equipamentos tratorizados)
- Diâmetro de gotas: 200 a 400 µ (micra) DMV (diâmetro mediano volumétrico);
- Densidade de gotas: 20 a 40 gotas/cm²;
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente. Condições Meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: máxima de 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Aplicação via pivô Central: aplicar através de equipamento de pivô central figulado para melhor distribuição da calda. A injeção deve ser positiva, na base do equipamento, com calda suficiente para boa distribuição na planta. Para equipamentos que injetam diretamente o produto na tubulação e para equipamentos que necessitam diluição, é necessário que a agitação seja efetuada para melhor distribuição do inseticida no fluxo de água da tubulação.
Pulverização aérea: seguir os seguintes parâmetros de aplicação:
Para as culturas de Algodão, Aveia, Cana-de-açúcar, Citros, Cevada, Soja, Girassol e Trigo, AMPLIGO pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para proporcionar a densidade e diâmetro de gota média. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
A altura de voo deverá ser de acordo com o tipo de aeronave utilizada com no mínimo 2 metros acima do topo da planta. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação. Utilizar volume ou taxa de aplicação mínima de 20 L/ha.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização entre 2 e 4 metros, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 55%
Velocidade do vento: mínima de 3 km/h até 15 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Preparo da calda: o abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de
segurança
(dias)
Algodão 14
Aveia 10
Batata 3
Brócolis 7
Cana-de-açúcar 60
Cevada 10
Citros 21
Couve 7
Couve-flor 7
Feijão 15
Girassol 21
Milho 15
Repolho 7
Soja 21
Tomate 3
Trigo 15
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS).
LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplique o produto no período de maior visitação das abelhas nas culturas. Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Testes de campo demonstraram que nas culturas e doses recomendadas não há efeito fitotóxico.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

Precauções Gerais:
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções na preparação da calda:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em pnmeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

Precauções durante a aplicação:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

Precauções após a aplicação:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com man as com ridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronâmico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vâmito. Caso o vâmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho
Pele em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro
Inalação se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo

INTOXICAÇÕES POR LAMBDA-CIALOTRINA E CLORANTRANILIPROLE

INFORAMAÇÕES MÉDICAS:

Grupo químico:
Piretróide (Lambda-cialotrina)
Antranilamida (Clorantraniliprole)

Classe toxicológica:
CLASSE II - ALTAMENTE TÓXICO

Vias de absorção:
Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética:
Lambda-cialotrina: Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi oral, sendo as demais secundárias. Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores níveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo O Lambda-cialotrina foi: principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster, oxidação ei conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem dai ligação éster. Após a administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos à administração do produto.
Clorantraniliprole A absorção de 14C-DPX-E2Y45 foi rápida, com picos de concentração ocorrendo em 5 a 12 horas após a administração de dosagem baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção percentual diminuiu após a administração da dosagem alta. As meias-vidas de eliminação plasmática variaram de 38 a 82 horas. A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi ampla e indicou baixo potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos foram maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos machos, coerente com o fato dos ratos fêmeas apresentarem meia-vida de eliminação mais longa e uma maior AUC (área sob as curvas de concentração de plasma [Area Under Plasma Concentration Curves] plasmática .A excreção foi substancialmente completa após 48 a 72 horas após a dosagem. A excreção fecal foi a via principal de eliminação, seguida pela urina, sem excreção significativa por exalação. O metabolismo da dose abdorvida foi extenso.

Mecanismos de toxicidade:
Lambda-cialotrina: Atua como estimulante nervoso, especialmente nos nervos sensoriais modificando as características da passagem dos canais de sódio sensíveis à voltagem, em mebranas neuronais de mamíferos invertebrados.

Clorantraniliprole: Não é conhecido o mecanismo de toxicidade para os humanos.

Diagnóstico:
O diagnóstico deve ser efetuado com base na exposição comprovada, sintomas correspondentes e exclusão racional de outras eventuais doenças. Sintomas em casos de intoxicações leves a moderados por piretróides podem podem incluir parestesia anormal, pápulas ou dermatite de contato, e sintomas como dor de cabeça, náusea, falta de apetite, fadiga. Casos de intoxicações severas podem ser caracterizados pelo agravo dos sintomas anteriores, distúrbios de consciência e contração muscular nos membros. Finalmente o diagnóstico só pode ser confirmado pela mensuração de piretróides ou seus metabólitos nos fluidos corpóreos.

Tratamento:
Cessar a exposição, remover a pessoa do local de derrame ou outra forma de contaminação.

Ver item Primeiros Socorros acima.

Antídotos ou tratamento médico Não há antídoto específico. O tratamento deve ser sintomático em função do quadro clínico.
No caso de contato com a pele/olhos: descontaminação
No caso de ingestão acidental: caso se considere que a quantidade de produto é menor que a dose potencialmente tóxica, empregar medidas terapêuticas de suporte. Usar carvão ativado para descontaminação gastro-intestinal. Se a lavagem gástrica for considerada necessária, previnir aspiração.
Tratamento de parestesia tendo sido defendido que o uso de cremes contendo Vitamina E ou óleos aliviam os sintomas de parestesia. No entanto não há, evidências conclusivas de que estes tratamentos sejam efetivos Na maioria das pessoas, os sintomas serão leves em casos e irão regredir espontaneamente, geralmente dentro de 24 horas.
Contra-indicação:
Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e dei pneumonite química.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializados sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7044304

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREGÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Lambda-cialotrina: Estudos efetuados em animais de laboratório mostraram que a principal via de absorção foi oral, sendo as demais secundárias.
Após a administração oral, a absorção foi da ordem de 50% da dose administrada, o produto se distribuiu pela maioria dos tecidos, e os maiores niveis de resíduos foram encontrados no tecido adiposo. A Lambda-cialotrina foi principalmente metabolizado através de hidrólise da ligação de éster, oxidação e conjugação e foi excretado pela urina quase na sua totalidade, após 48 horas, na forma de conjugados polares. A eliminação foi precedida pela clivagem da ligação éster.
Após a administração dérmica não foram observados achados hematológicos, clínicos ou histopatológicos que pudessem ser atribuídos á administração do produto.

Clorantraniliprole- A absorção de 14C-DPX-E2Y 45 foi rápida, com picos de concentração ocorrendo em 5 a 12 horas após a administração de dosagem baixa ou alta (10 ou 200 mg/kg pc). A absorção percentual diminuiu após a administração da dosagem alta. As meias-vidas de eliminação plasmática variaram de 38 a 82 horas. A distribuição da dosagem absorvida nos tecidos foi ampla e indicou baixo potencial para acumulação. Os resíduos em tecidos foram maiores nos ratos fêmeas do que nos ratos machos, coerente com o fato dos ratos fêmeas apresentarem meia-vida de eliminação mais longa e uma maior AUC (área sob as curvas de concentração de plasma [Area Under Plasma Concentration Curves]) plasmática. A excreção foi substancialmente completa após 48 a 72 horas após a dosagem. A excreção fecal foi a via principal de eliminação, seguida pela urina, sem excreção significativa por exalação. O metabolismo da dose absorvida foi extenso.

EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS:

AGUDOS
DL50 aguda oral para ratos 550 mg/kg peso corpóreo (intervalo de confiança 380,9 a 1710 mg/kg).
DL50 aguda dérmica para ratos maior que 5000 mg/kg peso corpóreo.
Irritação dérmica. Levemente irritante a pele de coelhos.
Irritação ocular: Levemente irritante aos olhos dos coelhos
Toxicidade aguda inalatória CL50 - 4 horas é superior a 2,91 mg/L
Sensibilização dérmica (cobaias) não sensibilizante

CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Lambda-cialotrina:
Estudos realizados com camundongos resultou em um nível sem efeito de 20 ppm, para camundongos mantidos durante 104 semanas em dietas contendo várias concentrações do produto.
Quando o produto foi administrado na dieta de animais de laboratório, não se detectou efeitos no sistema nervoso, efeitos carcinogênicos ou mutagênicos nas avaliações crõnicas.
Foram notados aumento no ganho de peso corpóreo e aumento no peso do fígado durante os estudos de carcinogenicidade.

Clorantraniliprole
Não foram observados efeitos adversos nos estudos de dieta subcrônicos em ratos, camundongos e cachorros. Houve um decréscimo no ganho de peso corporal nas doses altas num estudo de dieta 28 dias em camundongos e num estudo dérmico de 28 dias em ratos. Houve o aparecimento de foco eosinofílicos no fígado conjuntamente com hipertrofia hepatocelular em camundongos ao final do no estudo de 18 meses na maior dose testada.
Estudos em animais realizados com o Clorantraniliprole Técnico não provocaram efeitos carcinogênicos, neurológicos, reprodutivos ou no desenvolvimento.
Testes realizados com o Clorantraniliprole Técnico não causaram danos genéticos em culturas de células de bactérias ou de mamíferos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é ALTAMENTE PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE I)

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-7044304.
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

• Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.

• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.

• Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no loca indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, Inseticidas, controle biológico, destruição dos restos culturais, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Alguns insetos-praga podem desenvolver resistência a produtos de um determinado grupo químico após seu uso repetido de forma indiscriminada. Como o grau de desenvolvimento da resistência não pode ser previsto, o uso deste produto deve estar em conformidade com estratégias de manejo da resistência estabelecida para a cultura e sua área de uso.
A Syngenta apoia as ações para o uso correto de produtos para garantir que estes tenham vida longa no controle das pragas descritas na bula.
AMPLIGO é uma mistura de ativos classificados como grupo 3 (Piretróides) e grupo 28 (Diamidas) na classificação de Modo de Ação do IRAC.

Com a finalidade de manter sempre susceptíveis as populações de pragas que possuem potencial de desenvolvimento da resistência para este grupo químico, recomenda-se:
Aplicar AMPLIGO usando uma “janela de aplicação” para evitar a exposição das gerações consecutivas da praga ao mesmo modo de ação. Esta janela para os inseticidas do grupo 28 é definido como o período de atividade residual proporcionado pelas aplicações seqüenciais ou isolada dos inseticidas deste grupo.
Em seguida da janela dos inseticidas do Grupo 3 ou do Grupo 28, rotacionar com um bloco de aplicações de produtos eficientes com diferentes modos de ação antes de retornar o uso de aplicações adicionais dos inseticidas do Grupo 3 ou do Grupo 28.
O período total de exposição de todo o “Grupo 28 - Diamidas” aplicado ao longo do ciclo da cultura (do plantio à colheita) não deverá exceder mais do que 50% do ciclo da cultura.

Outras práticas do manejo da resistência de pragas incluem:
Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).