Bula Antracol 700 WP

acessos
Propineb
901
Bayer

Composição

Propineb 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Protetor, Orgânico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 10 dias enquanto houver condições favoráveis para a doença. Máximo 6 aplicações. 7 Quando a cultura atingir 15 cm de altura
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 10 enquanto houver condições favoráveis para a doença. Máximo de 6 aplicações. 7 Quando a cultura atingir 15 cm de altura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
2,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 20 dias após a transplante
Míldio
(Peronospora destructor)
2,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo de 6 aplicações. 7 20 dias após o trasnplante
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
2 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Uma a duas reaplicações após 15 dias. Máximo de 3 aplicações. 7 Pouco antes do florescimento
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
2 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Uma a duas reaplicações com intervalo de 15 dias. Máximo 3 aplicações. 7 Pouco antes do florescimento
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 g p.c./100 L de água - - 6 aplicações com intervalo de 5 a 7 dias. UNA Tratamento de mudas
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - Reaplicar até a colheita e sempre que nos últimos 10 dias tenham ocorrido precipitações acima de 50 mm. 7 Quando os frutos apresentarem 3 cm de diâmetro
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
250 g p.c./100 L de água 1000 a 1500 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 Início da brotação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 Incidência de 1 % da doença nas folhas
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
3 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 Início na sementeira e continuar no campo
Requeima
(Phytophthora infestans)
3 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 Início na sementeira e continuar no campo
Septoriose
(Septoria lycopersici)
3 kg p.c./ha 800 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar a cada 7 dias. Máximo de 6 aplicações. 7 Início na sementeira e continuar no campo
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
250 a 300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Reaplicar de 7 a 10 dias até a formação completa dos frutos. Máximo 6 aplicações. 7 Pouco antes do florescimento

Saco plástico laminado: 0,5; 1,2; 3,5; 10; 20; 25; 40; 50; 100; 200 e 500Kg.
Saco de papel: 0,5; 1; 2; 3; 5; 10; 20; 25; 40; 50; 100; 200 e 500Kg.
Tambor de fibra de papelão: 25; 40; 50 e 100Kg.
BIG-BAG: 100; 200; 500; 1000; 1500 e 2000Kg.

INTRUÇÕES DE USO:

Antracol 700 PM é um fungicida orgânico protetivo de largo espectro de ação.
Nas doenças em que se recomenda uma faixa de dose, utilizar a maior dose em condições climáticas e de infecção muito favoráveis aos fungos.

INDICAÇÕES DE USO E DOSES:

Vide seção "Indicações de uso/doses".

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

o produto possui ação protetiva e deve ser aplicado preventivamente, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento das doenças.

Batata - iniciar a aplicação quando a cultura atingir 15 cm de altura e reaplicar a cada 7 a 10 dias enquanto houver condições favoráveis para a incidência da doença. Realizar no máximo 6 aplicações.
Cebola - iniciar a aplicação cerca de 20 dias após o transplante, repetindo a cada 7 dias. Realizar no máximo 6 aplicações.
Feijão - a primeira aplicação é realizada pouco antes do florescimento e mais uma ou duas aplicações devem ser feitas com intervalos de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações.
Fumo - é indicado para o tratamento de mudas no canteiro. São recomendadas 6 aplicações com intervalos de 5 -7 dias.
Maçã - para mancha-foliar-da-gala, iniCiar o controle com os frutos apresentando 3 cm de diâmetro e continuar até a fase de colheita, e sempre que nos últimos 10 dias tenham ocorrido precipitações superiores a 50 mm. Para o controle de sarna, aplicar a partir do início da brotação, com intervalo de 7 dias. Realizar no máximo 6 aplicações.
Melão - aplicar quando a incidência for de 1 %, ou seja, no início do aparecimento da doença nas folhas, e repetir as aplicações a cada 7 dias. Realizar no máximo 4 aplicações.
Tomate - o tratamento deve ser iniciado na sementeira e continuado no campo. A aplicação deve ser repetida a cada 7 dias. Realizar no máximo 6 aplicações.
Uva - iniciar a aplicação pouco antes do florescimento e repetir a cada 7 - 10 dias, até a formação completa dos frutos. Realizar no máximo 6 aplicações.

Nas culturas da batata, cebola, feijão, melão, e tomate, a dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização com qualquer tipo de equipamento terrestre: pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado) ou tratorizados com barra. Os equipamentos devem ser dotados com bicos de jato cônico vazio da série "D" ou similar, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra, e
densidade acima de 200 gotas I cm3. Os volumes de calda recomendados para as culturas são: feijão e cebola, 300 - 400 L/ha, batata e melão, 500 - 800 L/ha; tomate, 800 - 1.000 L/ha.
Em maçã e uva são usados turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas entre 100 e 200 micra e densidade entre 60 e 100 gotas/cm². O volume de calda ideal para uma boa cobertura varia de acordo com o porte e o enfolhamento das plantas. Em uva, normalmente são necessários 1.000 L/ha. Em macieira, o volume de calda oscila entre 1.000 e 1.500 L/ha.
Em mudas de fumo, tanto em bandejas quanto em canteiros, recomenda-se a pulverização de 2-4 L de calda por 15 m². O menor volume é indicado para mudas pequenas (aplicações iniciais) e o maior para mudas grandes (aplicações finais).

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Batata, Cebola, Feijão, Maçã, Melão, Tomate e Uva - 7 dias.
Fumo - UNA *

* Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

Além de observar os intervalos de segurança e reentrada do produto, não há outras limitações de uso.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P21 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGEST ÃO: se engolir o produto, não provoque vômito. caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. INALAÇÃO: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:

GRUPO QUÍMICO: Alquilenobis ( ditiocarbamato ).
CLASSE TOXICOLÓGICA: III - Altamente tóxico.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
TOXICOCINÉTICA: Em ratos, o produto é absorvido via oral, dérmica e inalatória. Devido suas propriedades lipofílicas, penetra nas membranas, provocando ruptura do
metabolismo celular pela reação enzima-metal, causando inibição enzimática até o ponto de bloqueio. A nível da tiróide é inibida a enzima responsável pela incorporação da iodina.
A distribuição pelos diferentes órgãos ocorre através da corrente sanguínea, observando-se a concentração mais elevada na tiróide 1 dia após a administração e, no sangue, após 3 horas.
O Propineb é biotransformado principalmente em PTU e também em Propilenodiamina (PDA). O PDA é eliminado diretamente pela urina e fezes, enquanto que o PTU é transformado em PU e N-formyl-PDA.
O Propineb e seus metabólitos são eliminados, sendo 50-53% pela urina, 40¬46% elas fezes e 2-7% elo ar ex irado, em 48 horas.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Ditiocarbamatos geram metabólitos tóxicos. Os efeitos tóxicos agudos desses metabólitos são similares aos do dissulfeto de carbono. A maioria dos ditiocarbamatos apresenta baixa toxicidade e são fracamente absorvidos; grande porção da dose administrada oralmente é excretada, sem alteração, pelas fezes. O exato modo de ação não está claro; envolve ação intracelular dos metabólitos do dissulfeto de carbono, o que causa injúria do microssomo e do citocromo P-450, acompanhada por aumento da atividade da heme-oxigenase.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS:
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos foram observados, logo após a administração oral, distúrbios comportamentais, respiração descoordenada e sonolência que persistiram até no máximo 15 dias. Em altas doses foi observado fraqueza muscular reversível em 5 a 6 dias. O produto não é irritante à pele e olhos de coelhos e nem sensibilizante à pele de cobaias.
EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
No estudo crônico com ratos durante 2 anos, em altas doses, foram observadas variações no ganho de peso, diminuição no consumo de alimentos e aumento de mortalidade.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clínico compatível.
TRATAMENTO: Tratamento Sintomático: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível
de consciência e proteger vias aéreas do rísco de aspiração. Administrar
carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de
1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de
30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: Bayer Cropscience Ltda. :0800 7010450

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em ratos foram observados, logo após a administração oral, distúrbios comportamentais, respiração descoordenada e sonolência que persistiram até no máximo 15 dias. Em altas doses foi observado fraqueza muscular reversível em 5 a 6 dias.
Estudo em animais de laboratório conduzido com a ANTRACOL 700 WP:
DL 50 Oral em ratos= >2000 mg/kg DL 50 dermal em ratos= >5000 mg/kg
Não irritante dérmico em estudo conduzido em coelhos Irritante aos olhos em estudo conduzido em coelhos Sensinbilizante dérmico em estudo conduzido em cobaias.
SINTOMAS DE ALARME:
Em animais foram observados os seguintes sinais: sonolência, dificuldade respiratória, fraqueza muscular e influência nas funções da tiróide.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE: Este produto é POUCO PERIGOSO ao meio ambiente (Classe IV). Evite a contaminação ambiental - PRESERVE A NATUREZA. Não utilize equipamento com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais copos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Recolha com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar as embalagens. Consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO: Recomenda-se a incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados de câmaras para lavagem de gases efluentes. Para desativação do produto contate a empresa e o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE: O transporte é feito observando-se as normas de legislação específicas que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
• realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
• incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MIO) quando disponíveis e apropriados
• consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.