Bula Appalus 200 SC

acessos
Imidacloprid
12309
Albauch

Composição

Imidacloprido 200 g/L Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
800 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o aparecimento da praga
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. 70 % das plantas apresentarem folhas com início de deformação e existirem pulgões vivos. Controle até 50 a 60 dias após a emergência da cultura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
250 a 350 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Logo após o aparecimento da praga

Frasco plástico:
0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5 e 5,0.

Bombona plástico:
5, 10, 20, 25, 30, 35, 40 45, 50, 100, 200, 250, 300, 350, 400, 450, 500 e 1000.

INSTRUÇÕES DE USO:
APPALUS 200 SC é um inseticida de ação sistêmica, do grupo químico dos neonicotinóides, que contém o ingrediente ativo Imidacloprido, 200 g/L, na formulação Suspensão Concentrada, indicado para o controle de pragas de ocorrência foliar na cultura do algodoeiro.

INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES:
- Pulgão-do-algodoeiro, pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii):
Iniciar as aplicações quando 7/10 das plantas amostradas, apresentarem folhas com início de deformação e existirem pulgões vivos. O controle deve ser efetuado até 50 - 60 dias após a emergência das plantas.
- Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B):
Iniciar as aplicações logo após o aparecimento da praga e efetuar reaplicações seguindo o ciclo da mesma. Recomenda-se realizar rotação de produtos que possuam modo de ação diferente, visando o não aparecimento de pragas resistentes.
Número de aplicações por ciclo da cultura: máximo 4.
Volume de calda: 200 a 500 L/há.

MODO DE APLICAÇÃO:
APPAULUS 200 SC deve ser aplicado na dosagem recomendada, diluído em água. Aplicar o produto de maneira uniforme dando uma boa cobertura à parte aérea das plantas tratadas.

Equipamentos de aplicação:
APPALUS 200 SC pode ser aplicado através de pulverizadores tratorizados com barra, pulverizadores tipo costal manual ou motorizado, e através de aeronaves agrícolas. Os equipamentos de pulverização devem ser equipados com filtros adequados a cada tipo de bico.
Tipo de bico: leque.
- Pulverizador tratorizado: volume de calda entre 200 a 500 L/há. Velocidade do trator, 6 km/h. Pressão de trabalho entre 80 a 120 lb/pol2. Tamanho e densidade de gotas: 250 micra e 30 a 40 gotas/cm2.
- Aeronaves agrícolas: volume de calda entre 30 a 50 L/há. Altura do vôo, 2 a 3 m das plantas tratadas. Largura da faixa de deposição efetiva, 15 m. Tamanho e densidade de gotas: 200 a 400 micra e gotas/cm2.

Manter a calda de pulverização sob agitação contínua e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras com o equipamento de tal forma a se evitar sobre-posição nas áreas tratadas.

Instruções para preparo da calda de pulverização:
Encher metade do tanque do pulverizador com água e adicionar APPALUS 200 SC mantendo o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água. A agitação da calda deve ser contínua durante o preparo da calda e durante a operação de aplicação da calda.

Lavagem do equipamento de pulverização:
Somente utilize equipamentos limpos e devidamente conservados. Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 30 dias.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma. não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão. botas. máscara, óculos e luvas
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, onficios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecãnico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possivel o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando
por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do periodo de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de cnanças e animais
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls) lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental Impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo carreta mente as espeCificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: NÃO PROVOQUE VÕMITO. Dê água em abundância para tomar e uma suspensão de 10 g ou mais de carvão vegetal medicinal em 150 - 200 mL de água e procure assistência médica, levando a embalagem, o rótulo, a bula ou a receita agronõmica do produto.

Olhos: lave com água corrente em abundância e procure assistência médica levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronõmlca do produto.

Pele: Lave com água corrente em abundância e procure assistência médica, levando a embalagem, rótulo, bula ou receita agronômica do produto.

Inalação: Procure local arejado e recorra a assistência médica, levando.a emba. lagem, rótulo, bula ou receita agronómica do produto.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
APPALUS 20 SC (IMIDACLOPRIDO)

Grupo químico:
Neonicotinóide.

Classe toxicológica:
CLASSE III - MEDIAMENTE TÓXICO

Vias de exposição:
Oral, dpermica, inalatória e ocular.

Toxicocinética:
O imidacloprido se fixa e estimula os receptores nicotinicos da acetilcolina. É rápido e quase completamente absorvido (> 92%) através do trato gastrintestinal e é eliminado do organismo rapidamente, sem indicação de bioacumulação Em média, 75% da dose administrada foi excretada na urina e o restante nas fezes. O pico de concentração plasmática foi alcançado em aproximadamente 2,5 horas. As concentrações nos tecidos após 48 horas foram muito baixas.
Pouca penetração pela barreira hematoencefálica - Devido á pequena permeabilidade através da barreira hematoencefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em niveis baixos de exposição. A principal etapa do metabolismo do Imidacloprido inclui a degradação do ácido 6-cloronicotínico, este metabólito atua no sistema nervoso e pode ser conjugado com glicina e eliminado, ou reduzido a guanidina.

Mecanismos de toxicidade:
Os inseticidas do grupo quimico neonicotinóides apresentam baixa toxicidade para mamiferos,
agem no bloqueio dos receptores nicotinicos, preferencialmente aos subtipos presentes em
Mecanismos de toxicidade maior quantidade nos insetos em comparação com os animais vertebrados. O imidacloprido apresenta pequena permeabilidade á barreira hematoencefálica, principalmente em pequenas doses.

Sintomas e sinais clínicos:
A exposição ao imidacloprido pode causer irritação dérmica e ocular, fadiga, agitação, espasmos, fraqueza muscular e dificuldade respiratória. A ingestão pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados Sintomas após expOSição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluiram falta de coordenação. tremores, diarréia e perda de peso Estudos crõnicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensivel ao imidacloprido. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral.
Os efeitos podem ocorrer minutos ou horas após exposição.
As manifestações agudas são classificadas como:
1. Muscarinicas (sindrome parassimpaticomimética, muscarinica ou colinérgica pelo imidacloprido): vómito, diarréia, cólicas abdominais, broncoespasmo, miose puntiforme e paralitica, bradicardia, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), cefaléia, incontinência urinária. Diaforese severa pode provocar desidratação e em choque.
2. Nicotinicas (sindrome nicotinica pelo imidacloprido): midriase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, incoordenação motora, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando á morte. A freqüência cardiaca e a pressão arterial podem estar aumentadas ou diminuidas, devido á associação dos efeitos muscarinicos.
3. Outros efeitos: Imidacloprido: irritante ocular e dérmico; efeitos no figado, com aumento do citocromo P450; informações insuficientes sobre distúrbios endócrinos e efeitos na repodução e no desenvolvimento.

Diagnóstico:
O diagnóstico de intoxicação aguda é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência do quadro c1inico compativel. Para a confirmação em casos de exposições crônicas ou ocupacionais com sintomas inespecificos sugere-se a pesquisa dos metabólitos ou do ingrediente ativo em material biológico Outros controles incluem eletrólitos, creatinina, amilase , pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de OT), RX tórax (edema pulmonar e aspiração).

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Descontaminação: Visa limitar a absorção e os efeitos locais.
ADVERTÊNCIA: A pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por equipamentos de segurança, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
1. Remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orificios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Remover a vitima para local ventilado.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com Soro Fisiológico ou água, por no minimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder á lavagem gástrica. Atentar para nivel de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluidos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água.
4. Emergência, sup. orte e tratamento sintomatico: Manter vias aéreas pérveas, se necessario através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para 'fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardiacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário.
Especifico:
A administração de Atropina só devera ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.
Atropina - agente antimuscarinico - é usada para reverter os sintomas muscarinicos (glãndulas exócrinas, musculo liso e musculo cardiaco, por ex.), não os nicotinicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e 0,05 mg/kg em crianças, endovenosa. Repetir se necessario a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponiveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg I ml. O parãmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é c1inico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropinica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia. Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização. É indicado supervisão do paciente por pelo menos 48 horas Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, hemograma. Tratar pneumonite e coma se ocorrerem. Se ocorrer convulsões, o paciente pode ser tratado com benzodiazepinlcos sob orientação médica.
A ação letal pode ser atribuida á insuficiência respiratória, pelos mecanismos de broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e (conseqüente depressão do centrorespiratóno por hipóxia.

Contra-indicação:
A induçãop do vômito é contra-indicada em razão do reisco de aspiração pulmonar.
A diálise e hemoperfusão não estão indicadas.
Êmese - em razão do risco potencial de aspiração.
Morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações especiais devido a possibilidade de hipotensão e figrilação cardíaca.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obtenha informações especializadas sober o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da emrpesa: 0800-770-1028

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Os inseticidas do grupo químico neonicotinóides apresentam baixa toxicidade para mamiferos, agem no bloqueio dos receptores nicotinicos, preferencialmente aos subtipos presentes em maior quantidade nos insetos em comparação com os animais vertebrados. O imidacloprido é absorvido rapidamente e quase completamente a partir do trato gastrointestinal, e é eliminado, em 48 horas, através da urina e das fezes, 70-80% e 20-30%, respectivamente, dos 96% da dose administrada. A biotransformação ocorre principalmente em duas vias. A primeira através da oxidação da molécula, formando o ácido 6-c1oronicotinico, que reage posteriormente com glicinia para formar o conjugado ácido hipurico e, a segunda, pela hidroxilação do anel imldazolidina na posição 4 ou 5.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
DL50 oral aguda (ratas fêmeas): 2.500 mg/kg
DL50 dérmica (ratos) > 4000 mg/kg
CL50 4 hs Inalatório (ratos) (4 horas) > 2,430 mg/L
Irritação ocular (coelhos): não irritante Nenhuma alteração clinica ou comportamental foi notada durante o periodo de observação.
Irritação cutânea (coelhos) não irritante. Nenhuma alteração c1inica ou comportamental foi notada durante o periodo de observação.
Sensibilização dérmica (porquinho-da-inda): não sensibilizante.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÔRIO:
Em um estudo de dois anos em ratos não foram observados efeitos carcinogênicos após exposição ao Imidacloprido
Em um estudo reprodutivo de três gerações em ratos foi observada diminuição no peso corporal da ninhada o NOEL estabelecido foi de 100 ppm (8 mg/kg/dia).
Em estudos em ralos para a avaliação da toxicidade do imidacloprid no desenvolvimento o NOEL estabelecido foi de 30 mg/kg/dia, baseado em anormalidades esqueléticas observadas em animais expostos a maior dose durante o estudo. Outro estudo em coelhos resultou em um NOEL de 24 mg/kg/dia baseado na diminuição do peso corporal e anormalidades esquelétlcas observadas nos animais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluidas entre as Enfermidades de Notificação Compulsóna Comunique o caso e obtenha Informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência:

Disque Intoxicação: 0800-722-6001 - Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica IRENACIAT ANVISA/MS

SINITOX/CICT/FIOCRUZ:
Fone: (21) 2573-3244 Fax: (21) 2578-7079
Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Atendimento Médico Fone: (11) 5011-5111 ramais: 250 -laboratório 251
Atendimento Médico 252 - Administração 253 e 254 Atendimento: 0800-771-3733

Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul:
Fone: (51) 2139-9200
Fax: (51) 2139-9201 Atendimento: 0800-780-200

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

- Este produto é:
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

- Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Consagro Agroquímica Ltda. – Telefone de Emergência: 0800-770-1028.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’ água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (ex: Controle cultural, biológico, etc.)

Qualquer adente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de reistência. Utilizando-se as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI), pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de reistência.