Bula Argenfrut RV - Agrovant

Bula Argenfrut RV

Óleo mineral
4605
Agrovant

Composição

Óleo mineral 845,75 g/L

Classificação

Acaricida, Fungicida, Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato

Abacate

Aspidiotus destructor (Cochonilha do coqueiro)
Protopulvinaria longivalvata (Cochonilha)
Saissetia hemisphaerica (Cochonilha parda)

Banana

Mycosphaerella musicola (Mal da sigatoka)

Cacau

Planococcus citri (Cochonilha branca)

Café

Coccus viridis (Cochonilha verde)
Saissetia coffeae (Cochonilha parda)
Saissetia hemisphaerica (Cochonilha parda)

Citros

Aleurothrixus floccosus (Mosca branca)
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose)
Chrysomphalus dictyospermi (Cochonilha cabeça de prego rosa)
Chrysomphalus ficus (Cochonilha cabeça de prego)
Coccus viridis (Cochonilha verde)
Eriophyes sheldoni (Ácaro das gemas)
Icerya purchasi (Cochonilha australiana)
Lepidosaphes beckii (Cochonilha escama vírgula)
Orthezia praelonga (Cochonilha)
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem)
Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha)
Planococcus citri (Cochonilha branca)
Saissetia coffeae (Cochonilha parda)
Selenaspidus articulatus (Cochonilha pardinha)

Figo

Asterolecanium pustulans (Cochonilha)
Morganella longispina (Cochonilha da figueira)

Maçã

Eriosoma lanigerum (Pulgão lanígero das rosáceas)
Hemiberlesia lataniae (Cochonilha do lenho)
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira )
Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha)
Pseudaulacaspis pentagona (Cochonilha do lenho)
Quadraspidiotus perniciosus (Piolho de São José)

Pera

Eriosoma lanigerum (Pulgão lanígero das rosáceas)
Hemiberlesia lataniae (Cochonilha do lenho)
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira )
Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha)
Pseudaulacaspis pentagona (Cochonilha do lenho)
Quadraspidiotus perniciosus (Piolho de São José)

Pêssego

Eriosoma lanigerum (Pulgão lanígero das rosáceas)
Hemiberlesia lataniae (Cochonilha do lenho)
Panonychus ulmi (Ácaro da macieira )
Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha)
Pseudaulacaspis pentagona (Cochonilha do lenho)
Quadraspidiotus perniciosus (Piolho de São José)

Rosa

Chrysomphalus ficus (Cochonilha cabeça de prego)
Icerya purchasi (Cochonilha australiana)
Orthezia insignis (Cochonilha de placas)
Saissetia coffeae (Cochonilha parda)

Seringueira

Aspidiotus destructor (Cochonilha do coqueiro)

Uva

Bemisia tabaci (Mosca branca)

Frascos plásticos de 1, 5 e 20 litros. Tambor/ bombona de metal/ plástico (PEAD) de 200 e 1000 litros. Tanque plástico com estrutura de metal de 1000 litros. Caminhão-tanque de 15.000, 20.000 e 30.000 litros. Flexicontainer de 23.000 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
ARGENFRUT RV é um fungicida, inseticida e acaricida de contato indicado para as culturas de Abacate, Banana, Cacau, Café, Citros, Figo, Maçã, Pêra, Pêssego, Rosa, Seringueira, Soja e Uva.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BANANA: As aplicações devem ser realizadas sempre que as condições climáticas se fizerem favoráveis ao desenvolvimento do fungo (estação quente e chuvosa). Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento da doença, e repetir a cada 2 a 3 semanas. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação.
CITROS: As aplicações devem ser realizadas com o intervalo de 25 dias sendo suficientes em período de infestação para o controle anual da praga. A aplicação do ARGENFRUT RV deve ocorrer quando for detectado o aparecimento da praga, antes que e se caracterize dano econômico. A pulverização pode ser feita em qualquer época do ano, de preferência nos horários menos quentes do dia (antes das 10:00h ou depois das 15:00h) e de preferência em dias nublados. Nos dias muito quentes recomenda-se a pulverização no período noturno.
SOJA: A aplicação do ARGENFRUT RV deve ocorrer quando for detectado o aparecimento das primeiras ninfas de Mosca-branca, antes que e se caracterize dano econômico. Realizar, no máximo 3 aplicações de ARGENFRUT RV por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias.
ABACATE, CACAU, CAFÉ, FIGO, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, ROSA, SERINGUEIRA e UVA: Os tratamentos para controle dos insetos e ácaros recomendados deverão ser iniciados assim que atingir o nível de dano econômico, fazendo aplicações quando houver re-infestação da praga. Recomenda-se inspecionar o pomar quinzenalmente, exceto nos períodos de maior incidência da praga. Nesse caso, inspecionar a cada 7 dias. Em temperatura baixas, a atividade fisiológica das pragas diminui, havendo portanto, necessidade de uma dose maior de óleo.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, FIGO, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, ROSA, SERINGUEIRA, SOJA e UVA:
O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Recomenda - se tratamento com alto-volume, para dar boa cobertura às plantas: O produto pode ser aplicado por pulverizadores manuais ou por atomizadores ou pulverizadores tracionados utilizando-se bicos do tipo cone, com pressão de trabalho de aproximadamente 350lb/pol² e velocidade de rotação das pás de 150 r.p.m. Seguir sempre as recomendações do fabricante. Pulverizar uniformemente as plantas, procurando atingir todo o vegetal. Aplicar nos horários mais frescos do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo perdas por deriva e evaporação. Durante o tempo que durar a aplicação deve-se manter constante o funcionamento dos agitadores, bem como a pressão indicada para assegurar a homogeneidade da emulsão.
Aplicação aérea:
ABACATE, BANANA, CACAU, CAFÉ, CITROS, MAÇÃ, PERA, PÊSSEGO, SERINGUEIRA E SOJA:
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000.
Volume de aplicação: Com barra: 20-30 L/ha de calda.
Com Micronair: máximo 18 L/Micronair/minuto.
Altura do voo: com barra ou Micronair: 4-5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA e aviões de maior porte, consultar técnico devidamente habilitado da região.
O tamanho e densidade de gotas devem variar de 110-140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2 . Para o caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45º. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%) e devem ser ajustadas durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião. Condições climáticas: aplicar nas horas mais frescas do dia evitando ventos acima de 10 km/hora, não aplicando em temperaturas superiores a 27 graus centígrados e umidade relativa do ar inferior a 70%, visando reduzir ao mínimo de perdas por deriva e evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período. Utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não pulverizar em períodos de excessivo calor ou de baixas temperaturas (menores que 5°C). Em dias muito quentes, recomenda - se realizar as pulverizações no período noturno. Durante o tempo que durar a aplicação deve-se manter constante o funcionamento dos agitadores, bem como a pressão indicada, para assegurar a homogeneidade da emulsão. Não pulverizar quando a planta estiver sob déficit hídrico ou qualquer outra forma aguda de stress. Produto incompatível com enxofre, captol, captan, dicofol, ditianon, dinitro derivados. É compatível com acefato, azinfos metil, clorpirifós, dimetoato, etion, fentoato, mercaptotion, oxicloreto de cobre e parathion, recomendando-se um intervalo de 1 mês entre aplicação dos dois produtos. O produto não é fitotóxico nas dosagens recomendadas para a cultura indicada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. Para tanto, deve-se utilizar a rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido do ARGENFRUT RV pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do ARGENFRUT RV como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de ARGENFRUT RV podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do ARGENFRUT RV ou outros produtos do grupo quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e conseqüente prejuízo.