Bula Atrazina Max Nortox - Nortox

Bula Atrazina Max Nortox

acessos
Atrazina
8818
Nortox

Composição

Atrazina 900 g/kg Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergente das plantas invasoras

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Milho - Geneticamente Modificado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 perfilhos das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare
Picão preto
(Bidens pilosa)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2,5 a 3 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Aplicação única Não determinado devido à modalidade de emprego É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura, quando estiver no início do desenvolvimento (de 2 a 5 folhas), e no estádio de 1 a 4 folhas das plantas invasoras. Adicionar Óleo Mineral na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 L por hectare. Utilizar as doses mais elevadas para plantas daninhas mais desenvolvidas

0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,75; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25, 30; 50; 100; 200; 300;
400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000; 1.500 quilos

INSTRUÇÕES DE USO
ATRAZINA MAX NORTOX é um herbicida pós-emergente, seletivo, sistêmico, do grupo químico Triazina, apresentado na formulação granulado dispersível. É recomendado no controle de plantas daninhas que infestam a cultura do milho convencional e geneticamente modificado, cultivados nos sistemas de plantio direto e convencional.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
ATRAZINA MAX NORTOX deve ser utilizada em uma única aplicação durante a safra da cultura do milho. É aplicado em área total em pós-emergência inicial da cultura e das plantas daninhas. Para cultura do milho: quando estiver no início do desenvolvimento, com 2 a 5 folhas. Para dicotiledônea: 1 a 4 folhas. Para monocotiledôneas: 1 a 4 perfilhos.
MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
ATRAZINA MAX NORTOX é um herbicida seletivo, sistêmico apresentado na formulação granulado dispersível para diluição em água. Pode ser aplicado através de pulverizadores costais, manuais, tratorizados ou aeronaves registradas pelo MAPA.
PREPARO DE CALDA: Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 2/4 de sua capacidade mantendo agitador ou retorno acionado. Coloque a dose indicada do herbicida ATRAZINA MAX NORTOX em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. Adicionar adjuvante na proporção de 0,5% v/v, que equivale a 500 mL por 100 litros de água, ou seja, 1 litro por hectare, conforme recomendação, o adjuvante deve ser adicionado por último a calda. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas.
APLICAÇÃO TERRESTRE Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. Utilizar gotas de classe Grossa – C ou Muito Grossa – VC. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação. Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. Volume de calda recomendado: 200 L/ha. Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
APLICAÇÃO AÉREA
Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC. A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Grossa – C ou Muito Grossa – VC. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com a classe de gotas recomendada acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. A vazão deve de ser de 20 a 40 L/ha. A faixa de disposição deve ser de 18 a 20 m. Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Nota: Sempre verificar o risco de atingir culturas econômicas sensíveis a herbicidas por deriva.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA:
As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
- Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Caso haja a presença de orvalho na cultura, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.
RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO
Evitar as condições de inversão térmica. Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave. Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”. Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
LIMPEZA DE TANQUE
Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos / culturas. Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque. Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada. Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante. Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Milho convencional e Milho geneticamente modificado: Não determinado devido à modalidade de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO
Evitar aplicações em proximidade de culturas econômicas sensíveis a herbicidas. Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Não aplicar ATRAZINA MAX NORTOX se as plantas infestantes estiverem em condições de estresse por longo período de estiagem.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

ATRAZINA MAX NORTOX é um herbicida composto por atrazina que apresenta como mecanismo de ação a inibição da fotossíntese no fotossistema II (C1), mais especificamente agem na inibição do transporte de elétrons na fotossíntese, segundo classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).