Bula Bac-Control Max WP

acessos
Bacillus thuringiensis
1917
Vectorcontrol

Composição

Bacillus thuringiensis 64 g/kg Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida microbiológico
II - Altamente tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Ingestão
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
50 g p.c./100 kg de sementes 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da alfafa
(Colias lesbia pyrrhothea)
250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
125 a 250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
250 a 375 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
200 a 300 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 300 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos cafezais
(Eacles imperialis magnifica)
125 a 250 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
200 a 300 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 300 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
25 g p.c./100 L de água 200 a 2000 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
30 g p.c./100 L de água 400 a 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
0,5 a 0,75 kg p.c./ha 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Mandarová do fumo
(Manduca sexta paphus)
125 a 250 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
125 a 250 g p.c./100 L de água 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
200 a 300 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
125 a 250 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
125 a 250 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
125 a 250 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
30 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
30 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Caso necessário, reaplicar com intervalos de 7 a 10 dias. Não determinado. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário

Saco - papel aluminizado: 50 g; 500 g e 1 kg; 5 kg e 10 kg
Saco - plástico multifolhado: 50 g; 500 g e 1 kg; 5 kg e 10 kg
Caixa (secundário) - papel cartão e papel ondulado: 50 g; 500 g e 1 kg; 5 kg e 10 kg

INSTRUOES DE USO/CULTURAS/PRAGAS/DOSE:
Produto com eficiência agronômica comprovada para as culturas: abobora, alfafa, algodão, amendoim, arroz, brócolis, café, cana-de-açúcar, citros, coco, couve, couve-flor, eucalipto, fumo, mandioca, melão, melancia, pastagens, pepino, repolho, soja e tomate, podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos. Pragas e Doses vide Bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO / MODO DE APLICAÇÃO:
Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação.
O BAC CONTROL MAX WP deve ser aplicado através de pulverização, fazendo uma pré mistura antes de colocar o produto no pulverizador. Pulverizar uniformemente procurando atingir toda a planta.
O BAC CONTROL MAX WP deve ser reaplicado com intervalos de 7 a 10 dias, repetindo-se em caso de chuva. Usar sempre um espalhante adesivo, seguindo as recomendações do fabricante.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores, com bicos cônicos tipo 08 e 09.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este produto.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar o BAC CONTROL MAX WP nas horas de sol muito forte, dê preferência para fazer as aplicações ao entardecer. Não aplicar o BAC CONTROL MAX WP em dias de chuva forte ou com prenúncio das mesmas.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana —
ANVISA/MS)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide MODO DE APLICAÇÃO.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO, DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte este produto juntamente com alimentos, medicamentos, bebidas, rações, animais e pessoas.
Não utilize equipamentos de proteção (EPI's) danificados.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA (MANUSEIO DO PRODUTO):
Use protetor ocular:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha: Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO (APLICAÇÃO DO PRODUTO):
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas, óculos ou viseira facial, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechada, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave suas roupas contaminadas separadas das demais roupas do restante da família ou de uso diário.

PRIMEIROS SOCORROS: INGESTÃO:
Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Procure lugar arejado e vá ao médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE IV).
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - FRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações focais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.