Bula Bac-Control WP

acessos
Bacillus thuringiensis
458791
Vectorcontrol

Composição

Bacillus thuringiensis 32 g/kg Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida biológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Ingestão

Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Alfafa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da alfafa
(Colias lesbia pyrrhothea)
500 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 a 500 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
250 a 500 g p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Helicoverpa spp
(Helicoverpa spp)
500 a 750 g p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
500 g p.c./ha 500 a 750 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
250 a 500 g.p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
250 a 500 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g.p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos cafezais
(Eacles imperialis magnifica)
250 a 500 g p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g.p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
50 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Côco Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das palmeiras
(Brassolis sophorae)
60 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta dos eucalipotos
(Thyrinteina arnobia)
1 a 1,5 kg p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Uso não alimentar. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
250 a 500 g p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Mandarová do fumo
(Manduca sexta paphus)
250 a 500 g p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mandarová
(Erinnyis ello)
250 a 500 g p.c./ha 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água até 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê dos capinzais
(Mocis latipes)
400 a 600 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 600 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das cucurbitáceas
(Diaphania hyalinata)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
100 g p.c./100 L de água 500 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
600 g p.c./100 L de água 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa spp
(Helicoverpa spp)
500 g p.c./ha 20 a 40 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
250 a 500 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
250 a 500 g p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
60 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
60 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - 7 - 10 dias. Não há. Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação

Embalagens internas de saco plástico de 50 g, 500 g e 1 Kg, acondicionadas em embalagens externas de papel cartão e secundários de papel ondulado.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO / MODO DE APLICAÇÃO:

Efetuar o tratamento sempre no início do aparecimento das pragas, e repetir sempre que necessário. Em caso de chuva após o tratamento, repetir a aplicação.
O BAC-CONTROL WP deve ser aplicado através de pulverização, fazendo uma pré mistura antes de colocar o produto no pulverizador. Pulverizar uniformemente procurando atingir toda a planta.
O BAC-CONTROL WP deve ser reaplicado com intervalos de 7 a 10 dias, repetindo-se em caso de chuva. Usar sempre um espalhante adesivo, seguindo as recomendações do fabricante.

Equipamentos de Aplicação:
Recomenda-se o uso de pulverizadores manuais, motorizados ou acoplados a tratores, com bicos cônicos tipo D8 e D9.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não há.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar o BAC-CONTROL WP nas horas de sol muito forte, dê preferência para fazer as aplicações ao entardecer. Não aplicar o BAC-CONTROL WP em dias de chuva forte ou com prenúncio das mesmas.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente um médico, levando a bula do produto. Contato com a pele: lavar as áreas de contato com água fria e sabão.

DADOS TOXICOLÓGICOS: DL 50 Oral: superior a 2.000 mg/kg; DL 50 dermal: superior a 4.000 mg/kg. Em caso de suspeita de intoxicação, procure imediatamente um médico levando a bula do produto.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS, NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA: Durante a manipulação, a preparação da calda ou aplicação, use macacão com mangas compridas, botas e chapéu. Em caso de ingestão acidental, provoque vômito, e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Evite a inalação ou aspiração do produto. Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e se persistir a irritação procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente com água corrente durante 15 minutos e se houver irritação, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é POUCO PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamento. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto- siga as instruções da bula. Em caso de acidente siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: contactar as autoridades locais competentes e empresa. Utilize EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame recolha o material e enterre em uma vala comum.

DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: não há necessidade de uma metodologia específica para a desativação do produto,visto ser um agente biológico de fácil degradação no meio ambiente quando fora do corpo ou restos do hospedeiro. O tempo máximo de sobrevivência dos esporos quando em locais que recebam a luz solar é de 15 dias, após o que perdem a sua visibilidade. O Bacillus thuringiensis é específico para lepidópteros e é uma bactéria que pode ser facilmente isolada de insetos atacados nunca em solos e outras fontes tais como: rios, lagos, etc.sendo que por esta razão não há necessidade de metodologia específica para desativa-lo. Os ingredientes inertes não apresentam risco pois são minerais encontrados normalmente nos solos. Nos casos de acidentes e o produto se espalhar, recolher o mesmo e enterrar em uma vala comum. Incinerar as embalagens.

DESTINO FINAL DA EMBALAGEM E DAS SOBRAS (RESÍDUOS): As embalagens devem ser enxaguadas 3 vezes (tríplice lavagem) e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do transito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lente e degradação biológica do agrotóxico.

Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 m de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:

- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: Controle Cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.