Bula Baris

acessos
Glyphosate
11909
Lemma

Composição

Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico, Não seletivo, Pós-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 15 dias. Pós-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - 30 dias. Pós-emergência
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Pinus Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Arroz vermelho
(Oryza sativa)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Aveia
(Avena sativa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Buva
(Conyza bonariensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim amargoso
(Digitaria insularis)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
2,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim favorito
(Rhynchelytrum repens)
1,5 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Capim rabo de raposa
(Setaria geniculata)
1,5 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Grama seda
(Cynodon dactylon)
3 a 4 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Maria Mole
(Senecio brasiliensis)
2 a 3 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,5 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 2,5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência
Sapé
(Imperata brasiliensis)
3 a 5 L p.c./ha 70 a 600 L de calda/ha - - Não determinado. Pós-emergência

Frasco Plástico de 200 mL e 1 L
Bombona Plástica 5, 10 e 20 L
Galão de Plástico e Metal de 50 L
Tambor Plástico de 100 L e 200, 1000 L L
Tanque Portátil de Aço Inox de 20000 L
Tamboe PET/COEX/metálico de 1000 L
IBC Isotanque retornável de plástico 1000 L
Tanque estacionário de polietileno/polipropileno poliester reforçado com fibra de vidro/aço inox de 10000, 15000, 20000, 25000, 30000, 35000, 40000, 45000, 50000, 55000, 60000 L

Instruções de Uso:
O GLIFOSATO NUTRITOP é um herbicida pós emergente, sistêmico de ação total, não seletivo.
MECANISMO DE AÇÃO EM RELAÇÃO AOS ALVOS BIOlÓGICOS:

O produto é absorvido pelas folhas das plantas. Atua sobre a atividade enzimática, inibindo a fotossíntese, a síntese dos ácidos nucléicos e estimulando a produção de etileno. Os sintomas característicos são o amarelecimento e a consequente morte das folhas e talos, normalmente observado entre 4 a 10 dias após a aplicação do produto.

CULTURAS, PLANTAS DANINHAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O uso do GLlFOSATO NUTRITOP é indicado para aplicação nas seguintes culturas e situações:

a)Pós-emergência da cultura e das plantas daninhas para capina química através de jato dirigido nas entrelinhas das culturas de café, cana-de-açúcar, citros, eucalipto e pinus.

b)Controle de plantas daninhas em aplicação de área total no pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas daninhas para o plantio direto de algodão, arroz, milho, soja e trigo.

As doses variam conforme a espécie da planta daninha e seu estádio de desenvolvimento. As doses menores são indicadas para plantas no estádio inicial da atividade vegetativa. E as máximas para as plantas daninhas em fase adulta ou perenizadas.
Vide " Indicações de uso/doses"
No caso de eliminação de plantas daninhas perenes, o melhor período é próximo e/ou durante a floração enquanto que para as plantas daninhas anuais o ideal é no período entre a fase jovem até a formação dos botões florais.
Aplicação nas entrelinhas: De modo geral esta aplicação é realizada quando ocorre a presença de plantas daninhas. Se utilizado no período adequado e conforme as recomendações, o produto controlará as plantas daninhas em um única aplicação.
Pré plantio: Aplicar 8 a 10 dias antes da semeadura.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado na forma de pulverização com equipamentos terrestres.
Bicos: série 80 ou 110.
Vazão: Bicos de baixa vazão: 70 a 150 L/ha.
Bicos de vazão intermediária: 200 a 300 L/ha.
Bicos de alta vazão: 400 a 600 L/ha.
Para bicos de baixa vazão recomenda-se peneiras com malha 100.
Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 a 30 gotas/cm2.
Pressão: 30 a 45 Ib/pol2 ou conforme especificação do fabricante dos bicos.
Velocidade de trabalho: 6 a 8 km/hora.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:

Café: 15 dias
Citros: 30 dias
Soja: Não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas daninhas e pré-emergência da cultura.
Algodão, arroz, cana-de-açúcar, milho e trigo: Não especificado devido à modalidade de emprego.
Pinus e eucalipto: uso não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão federal responsável pela Saúde Humana - ANVISAlMS).

LIMITAÇÕES DE USO:
•Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
•Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

•Evitar contato do produto com as culturas, pois trata-se de herbicida não seletivo. No caso de uso do produto nas entrelinhas, a aplicação deve ser feita dirigida às plantas daninhas, com equipamentos que evitem o contato com as folhas da cultura.
•Evitar aplicação sobre plantas daninhas sob "stress" provocado por seca e geada.
•Aplicar sobre plantas daninhas sem orvalho e com umidade relativa do ar acima de 50%, devendo evitar as horas mais quentes do dia.
•Evitar o uso de água barrenta, de rios e lagos, bem como o armazenamento da calda herbicida no tanque do pulverizador.
•Sob ameaça de chuva, suspender a aplicação.
•O produto não tem ação sobre sementes existentes no solo.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PRO SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: . Vide Modo de Aplicação

DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRíPLlCE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILlZAÇÃO E INUTILlZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara facial com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
•Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara facial com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com ó produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para
o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem. original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família.
Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorreplente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGEST ÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR GLlFOSATO
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Glicina substituída
Classe toxicológica Classe III
Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica
Toxicocinética: Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3% do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
Mecanismo de toxicidade: Primariamente inflamatório, causando irritações de pele, mucosas e olhos.
Sintomas e sinais clínicos: As manifestações clínicas decorrentes da exposição são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição às formulações de glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgía, vômitos, cólicas, diarréia e ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda, cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplícação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do Glifosato.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico.
Tratamento:NÃO EXISTE ANTíDOTO PARA GlIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontaminação.
ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontaminação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontaminação cuidadosa da pele(incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder a lavagem gástrica e administrar carv��o ativado na proporção de 50-100 9 em adultos, de 25-50 9 em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 9 para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (P02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECG) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluídos nos casos em que ocorrer hipotensão. Se necessário, associar vasopressores.
Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina), ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retornar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
Contra indicações: o vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da superfície de contato.
A utilização de morfina é contra-indicada porque pode comprometer a pressão arterial e causar depressão cardiorespiratória.
Efeitos sinérgicos: Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.

Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISAlMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
SINAN /MS Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO-AMBIENTE

Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE ( CLASSE III)

Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de Emergência: (Oxx51) 3342-1300.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais proximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM , ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Embalagem rígida lavável
Lavagem da embalagem:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI'S - Equipamento de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos'
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia., com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
Embalagem rígida não lavável
Esta embalagem não pode ser lavada
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, dever ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em carxa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente podera ser realizada pela empresa registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDOO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou provada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.