Bula Benevia

acessos
Ciantraniliprole
13915
Du Pont

Composição

Ciantraniliprole 100 g/L Antranilamida

Classificação

Inseticida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Dispersão de óleo (OD)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Agrião Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das folhas
(Spodoptera eridania)
500 a 750 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada até 1 lagarta por planta
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 a 750 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura. Em épocas de menor ocorrência da praga, usar a menor dose
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
500 a 750 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença dos primeiros adultos e/ou ninfas na cultura em até 10% das plantas
Almeirão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 a 500 mL p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 500 mL p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Pulgão verde
(Myzus persicae)
500 mL p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
500 mL p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença das primeitas minas na cultura. (menos que 1 mina/10 plantas)
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da traça-das-crucíferas quando for constatada a presença das primeiras larvas na cultura
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
500 a 700 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 45 a 75 dias. 35 dias. Iniciar as aplicações para o controle do bicho-mineiro-do-café quando forem constatados os primeiros danos (até 3% de minas com larvas vivas) na cultura
Broca do café
(Hypothenemus hampei)
1500 mL p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha - 30 dias. 35 dias. Quando o nível de infestação atingir 3 a 5% de frutos broqueados
Chicória Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Chuchu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da traça-das-crucíferas quando for constatada a presença das primeiras larvas na cultura
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da traça-das-crucíferas quando for constatada a presença das primeiras larvas na cultura
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da traça-das-crucíferas quando for constatada a presença das primeiras larvas na cultura
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da traça-das-crucíferas quando for constatada a presença das primeiras larvas na cultura
Espinafre Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta das vagens
(Etiella zinckenella)
500 a 750 mL p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 a 750 mL p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Maxixe Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 500 mL p.c./ha 250 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
250 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
250 a 500 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 a 500 mL p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca dos frutos
(Diaphania nitidalis)
250 a 500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 a 500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minador de folhas
(Liriomyza sativae)
400 a 500 mL p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-branca quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Trichoplusia
(Trichoplusia ni)
100 a 200 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Rúcula Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
250 mL p.c./ha 600 L de calda/ha - 14 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da mosca-minadora quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Falsa-Medideira
(Chrysodexis includens)
100 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada até 10 larva menor que 1 cm por metro linear
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada até 1 larva menor que 1 cm por metro linear
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
75 a 125 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações quando for constatada até 15 larva menor que 1 cm por metro linear
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
100 a 250 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 50 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
400 a 500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Larva minadora
(Liriomyza spp)
400 a 500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações para o controle da praga quando for constatada a presença dos primeiros adultos e danos na cultura
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações quando for constatada a presença dos primeiros adultos na cultura

Bombona de plástico - 3,0; 3,25; 3,5; 3,75; 4,0; 4,25; 4,5; 4,75; 5,0; 5,25; 5,5; 5,75; 6,0; 6,25; 6,5; 6,75; 7,0; 7,25; 7,5; 7,75; 8,0; 8,25; 8,5; 8,75; 9,0; 9,25; 9,5; 9,75; 10; 12; 12,5; 14; 15; 16; 17; 17,5; 18; 19; 20; 22,5; 25; 27,5; 30; 40; 50; 100 L
Frasco Plástico - 0,05; 0,075; 0,1; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 0,7; 1,0; 1,25; 1,5; 0,75; 1,75; 2,0; 2,5; 2,75; 3,0; 3,25; 3,75; 4,0; 4,25; 4,5; 4,75; 5,0 L
Tambor Metálico / Fibra / Plástico - 10; 20; 30; 40; 50; 80; 100; 120; 140; 150; 160; 180; 200; 220; 250 L
Tanque Metálico / Fibra / Plástico - 100; 200; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650; 700; 750; 800; 850; 900; 950; 1.000; 1.100; 1.200; 1.300; 1.400; 1.500; 1.600; 1.700; 1.800; 1.900; 2.000; 2.500; 3.000; 3.500; 4.000; 4.500; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 L

INSTRUÇÕES DE USO:
BeneviaTM é um inseticida sistêmico do grupo químico das diamidas antranícas (IRAC - grupo 28) atuando por ingestão e contato. BeneviaTM é seletivo para as culturas do alface, algodão, batata, café, feijão, melancia, melão, pepino, pimentão, repolho, soja, tomate, agrião, almeirão, chicória, espinafre, rúcua, brócolis, couve, couve-flor, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, jiló, berinjela, pimenta, quiabo, abobrinha, abóbora, chuchu, maxixe. As aplicações do programa de tratamento com BeneviaTM proporcionam melhor desenvolvimento das plantas, resultando na melhor expressão do potencial produtivo da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO:
Características da aplicação: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula, respeitando os estádios mais sensíveis das pragas e de acordo com os níveis de controle citados. As aplicações deverão ser com calda suficiente para a melhor cobertura da cultura. O produto pode ser aplicado com pulverizadores terrestres costais manuais, ou estacionários ou motorizado, tratorizados e aeronaves agrícolas.
Aplicação terrestre: Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores. Utilizar pulverizadores tratorizados com os diferentes tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou danos a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Aplicação aérea: as aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas de algodão e soja.
Não aplicar em uma distância menor que 300 m (trezentos metros) da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra ou Micronair®. A altura de voo deve ser de 2 a 4 metros sobre a cultura, observando-se uma largura das faixas de deposição mínima efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura e visando ao máximo reduzir as perdas por deriva e evaporação. O volume de aplicação mínimo deve ser de 50 litros de calda por hectare. Respeitar as condições de velocidade do vento inferior a 5 km/h ou maior que 16 km/h; temperatura menor que 25°C e umidade relativa maior que 70%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
Obs.: Dentre os fatores climáticos, a umidade relativa do ar é o mais limitante, portanto deverá ser constantemente monitorada com termohigrômetro.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas nas portarias do Decreto Lei 76.865 do Ministério da Agricultura.
Preparo da calda: O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e completar o volume com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
O equipamento usado na aplicação do inseticida BeneviaTM deve estar limpo de qualquer depósito prévio de outro defensivo. Encher o reservatório com 1/4 a 1/2 da capacidade com água. Adicionar BeneviaTM diretamente ao reservatório. Agitar a calda até toda a solução estar totalmente dispersa no reservatório e manter a agitação constante da calda. Usar sempre agitadores mecânicos ou hidráulicos. Não usar agitadores a ar.

IMPORTANTE: uma boa cobertura foliar da cultura tratada com o inseticida BeneviaTMé necessária para a maior eficiência no controle das pragas recomendadas.
Acidificação da calda: todas as aplicações com BeneviaTM deve estar entre o pH 5 a 7. Se o pH da calda estiver acima de 7 é necessário ajustar o pH usando produtos agrícolas registrados para esta finalidade. Caso ocorra a interrupção, a calda deverá ser utilizada no período de até 8 horas do preparo.
Lavagem do equipamento de aplicação: Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento.
1. Como equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
Recomendação para evitar deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores a km/h.
Observações: condições tocais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos tocais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança (Dias)
Agrião 1
Abóbora 1
Abobrinha 1
Alface 1
Algodão 21
Almeirão 1
Batata 7
Berinjela 1
Brócolis 1
Café 35
Chicória 1
Couve 1
Couve-flor 1
Couve-de-bruxelas 1
Couve-chinesa 1
Chuchu 1
Espinafre 1
Feijão 7
jiló 1
Maxixe 1
Melancia 1
Melão 14
Pepino 1
Pimenta 1
Pimentão 1
Quiabo 1
Repolho 1
Rúcula 1
Soja 28
Tomate 1

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Fitotoxicidade: quando utilizado de acordo com as recomendações da bula, BeneviaTM não causa Fitotoxicidade às culturas do alface, algodão, batata, café, feijão, melancia, melão, pepino, pimentão, repolho, soja, tomate, agrião, almeirão, chicória, espinafre, rúcula, brócolis, couve, couve-flor, couve-chinesa, couve-de-bruxelas, jiló, berinjela, pimenta, quiabo, abobrinha, abóbora, chuchu, maxixe.
o Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula. O produto BeneviaTM deve ser aplicado somente via foliar.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide item "Modo de Aplicação"
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE: VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser vestidos na seguinte brdem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com Filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: -
• Evite ao máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas é observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidra-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2: óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: 'PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado,
longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. • Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. • Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: nenhuma intervenção especifica é indicada já que não é provável que cyantraniliprole seja perigoso por ingestão. Consulte um médico se necessário.
Olhos: não é provável que cyantraniliprole seja perigoso em contato com os olhos, mas lave-os com bastante água após o contato. Consulte um médico se necessário.
Pele: não é provável que cyantraniliprole seja perigoso em contato com a pele, mas limpe-a após o contato. Consulte um médico se necessário.
Inalação: nenhuma intervenção específica é indicada já que não é provável que cyantraniliprole seja perigoso pela via inalatória. Consulte um médico se necessário.
Não existem antídotos específicos para CYANTRANILIPROLE. Esforços devem ser dirigidos para o alívio de sintomas e para evitar uma maior absorção de cyantraniliprole.

INTOXICAÇÕES POR CYANTRANILIPROLE
INFORMAÇÕES MÉDICAS

- Grupo químico: Dialida antranilica ou Antranilamida.
- Classe toxicológica: IV - POUCO TÓXICO
- Vias de exposição: Cyantraniliprole não tem toxicidade aguda significante pelas vias de exposição oral, dérmica e inalatória e não é um irritante dérmico ou ocular.
- Toxicocinética: A absorção em baixa dose (10 mg/kg pc) foi determinada como sendo 63 - 80% dentro de 48 horas após uma única dose baixa (10 mg/kg pc) e 31 - 40% após a administração de uma única dose alta (150 mg/kg pc) baseado na soma encontrada na bile, urina e carcaça (exceto conteúdo GI). A absorção de 14C-cyantraniliprole foi rápida, com pico de concentração ocorrendo em 1 - 2,5 horas após a administração de dosagem baixa e alta
(10 ou 150 mg/kg pc).
Distribuído uniformemente com concentrações máximas observadas no plasma em relação a outros tecidos. Os resíduos nos tecidos de ratos fêmeas foram maiores do que nos ratos machos, embora a concentração absoluta em ambos os sexos tenha sido baixa devido a rápida excreção em urina e fezes.
Com base na proporção tecido: plasma, Cyantrariliprole apresenta um potencial muito baixo para acumulação sendo igual ou menor após uma dosagem oral única ou múltipla. A meia-vida de eliminação para os resíduos 14C do plasma foram mais curtos em ratos machos (T1/2 =42 —52 horas) que em ratos fêmeas (T1/2 = 65— 130 horas) seguindo baixas e altas doses, as quais foram similares para fêmeas (T1/2 = 134 horas) 15 dias após múltiplas doses baixas oral. Rápida excreção via bile (16 - 37% em dose baixa; 10 16%) dentro de 48 horas. Excreção extensa (81 - 92%) dentro de 7 dias após administração de uma única ou múltipla dose, principalmente, via fezes (47 - 80%) comparado com urina (12 a 35%).
- Sintomas e sinais clínicos: Nenhum reporte de efeito adverso à saúde foi relatado e nenhum sintoma especifico da toxicidade de cyantraniliprole a humanos é conhecido. Com base nos testes em animais, cyantraniliprole não possui toxicidade aguda oral, dérmica ou inalatória. Entretanto, superdoses únicas são improváveis de causar efeitos adversos à saúde. Superexposição prolongada pode levar a redução de peso corpóreo e efeitos no fígado. Dada a baixa toxicidade aguda oral, dérmica e inalatória, não é esperado que uma superexposição acidental cause doenças graves ou mortalidade.
- Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
- Tratamento: Não existem antídotos específicos para CYANTRANILIPROLE. Se necessário, esforços terapêuticos devem ser dirigidos para o alívio de quaisquer, sintomas.
- Contraindicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e desenvolvimento de pneumopatia química secundária.
- Efeitos sinérgicos: Não relatados.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT ANVISAJMS
Notifique ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN/MS) Telefone de emergência da Du Pont do Brasil: 0800.701.0109

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
A absorção em baixa dose (10 mg/kg pc) foi determinada como sendo 63 - 80% dentro de 48 horas após uma única dose baixa (10 mg/kg pc) e 31 - 40% após a administração de uma única dose alta (150 mg/kg pc) baseado na sorna encontrada na bile, urina e carcaça (exceto conteúdo GI). A absorção de 14C cyantraniliprole foi rápida, com pico de concentração ocorrendo em 1 - 2,5 horas após a administração de dosagem baixa e alta (10 ou 150 mg/kg pc).
Distribuído uniformemente com concentrações máximas observadas no plasma em relação a outros tecidos. Os resíduos nos tecidos de ratos fêmeas foram maiores do que nos ratos machos, embora a concentração absoluta em ambos os sexos tenha sido baixa devido a rápida excreção em urina e fezes.
Com base na proporção tecido: plasma, Cyantraniliprole apresenta um potencial muito baixo para acumulação sendo igual ou menor após uma dosagem oral única ou múltipla.

A meia-vida de eliminação para os resíduos 14C do plasma foram mais curtos em ratos machos (T112 = 42 - 52 horas) que em ratos fêmeas (T112 = 65 130 horas) seguindo baixas e altas doses, as quais foram similares para fêmeas (T112 = 134 horas) 15 dias após múltiplas doses baixas oral. Rápida excreção via bile (16 - 37% em dose baixa; 10— 16%) dentro de 48 horas. Excreção extensa (81 - 92%) dentro de 7 dias após administração de uma única ou múltipla dose, principalmente, via fezes (47-80%) comparado com urina (12 —35%).
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Não há sintomas específicos de toxicidade aguda. O produto normalmente é não perigoso via exposição oral, dérmica e inalatória sob as condições de uso descritas em bula / rótulo. Não é um irritante dérmico ou ocular. E um produto que causa sensibilização dérmica,
• Toxicidade aguda oral: DL50 oral (ratos fêmeas) > 5000 mg/Kg.
• Toxicidade aguda dermal: > 5.000 mg/Kg de peso corpóreo (ratos machos e fêmeas). • Concentração Letal Inalatória: > 3,3 mg/L (ratos machos e fêmeas).
• Irritação dermal em coelhos: Não irritante
• Irritação nos olhos de coelhos: Não irritante
• Sensibilização dérmica em camundongos: Sensibilizante dérmico

EFEITOS CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Após a exposição na dieta, leve a moderado aumento do peso do fígado foi observado em várias espécies (ratos, cães) acompanhado pôr hipertrofia hepatocelular mínimo em ratos (28 dias e 90 dias) e camundongos (90 dias). Exposição de curto prazo em ratos (28 dias, 90 dias) resultou em aumentos no peso da tireoide, hipertrofia das células da tireoide e alterações nos hormônios da tireoide através de um mecanismo considerado não relevante em humanos. Houve o aparecimento de focos de células alteradas no fígado, no final de um estudo de 2 anos em ratos em doses elevadas. Redução de peso corpóreo, alterações de química clinica, patologia do fígado, e arterite foram observadas em cães (28 dias, 90 dias e 1 ano), A aplicação dérmica de Cyantraniliprole Técnico em ratos não resultou em qualquer efeito adverso (28 dias). Testes com Cyantraniliprole Técnico não resultou em efeitos cancerígenos, neurológico, imunológicos, reprodutivos ou de desenvolvimento. Cyantraniliprole Técnico não causa danos genéticos em culturas de células de bactérias ou células de mamíferos ou em animais inteiros.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
• Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
• Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
(x) • PERIGOSO ao Meio Ambiente (CLASSE III)
• Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- O limite máximo de aplicação deste ingrediente ativo/ha é de 300g por ciclo de cada cultura. Caso sejam utilizados outros produtos que contenham ciantraniliprole na sua composição o somatório de ingrediente ativo em todo ciclo não deve ultrapassar 300g i.a./ha, mesmo que em diferentes estágios da cultura,
- Para as culturas de algodão, café, tomate e soja, cuja a aplicação é recomendada durante o período de floração, o produto deverá ser aplicado somente após o pôr do sol
- Para o controle da broca-do-café, e para as demais culturas o produto não deve ser aplicado durante o período de floração
- As aplicações aéreas foram autorizadas somente para as culturas de algodão e soja
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais. Não aplicar em uma distância menor que 300 (trezentos) metros da divisa com áreas de vegetação natural e culturas agrícolas vizinhas em fase de florescimento.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos da água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

RESTRIÇÕES QUANTO À PROTEÇÃO AOS POLINIZADORES \ ESTE PRODUTO POSSUI RESTRIÇÃO DE APLICAÇÃO EM VIRTUDÉ DO RISCO PARA ABELHAS E OUTROS INSETOS POLINIZADORES. SIGA AS INSTRUÇÕES DE APLICAÇÃO E RECOMENDAÇÕES PARA PROTEÇÃO DE POLINIZADORES.
As abelhas e outros insetos polinizadores forrageiam as plantas no período de floração, polinização e produção do néctar, podendo ser expostos a este inseticida através de:
- contato direto com o produto durante as aplicações foliares;
- contato com resíduos do produto na superfície das plantas após a aplicação foliar e/ou aplicação em solo, quando recomendado;
- ingestão de resíduos em néctar e pólen resultante das aplicações foliares e/ou aplicação em solo e/ou tratamento de semente, quando recomendado.
Ao utilizar este produto, tomar medidas para minimizar a exposição de abelhas e outros polinizadores quando estiverem forrageando as plantas atrativas no entorno e no local da aplicação. Minimizar a deriva para áreas com colmeias ou no habitat dos polinizadores para evitar potenciais danos.
Não aplicar este produto enquanto as abelhas estão forrageando e até que a floração esteja completa e todas as pétalas tenham caído, ao menos que: a aplicação ocorra após o por do sol, ou que a aplicação seja feita quando as temperaturas estiverem mais amenas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa DU PONT DO BRASIL LTDA. - Telefone da empresa: 0800 701 0109.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
• LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

AVISO AO COMPRADOR:
BeneviaTM deve ser utilizado exclusivamente de acordo com as recomendações de bula/rótulo. A DuPont não se responsabiliza por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula/rótulo. Consulte sempre um engenheiro agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

RECOMENDAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS:
O uso repetido e exclusivo de BeneviaTM ou outro produto do grupo químico das Diamidas Antranílicas (Grupo 28) pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade de BeneviaTM como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é essencial implementar programas de Manejo de Resistência de Inseticida (MRI) à campo. Estes programas devem seguir as recomendações básicas de MRI listadas abaixo, em associação com boas práticas culturais e de controle biológico. Consultar o seu engenheiro agrônomo local para maiores informações.
As seguintes práticas são recomendadas para prevenir ou retardar o desenvolvimento de resistência a BeneviaTM:
O objetivo é evitar a exposição de gerações consecutivas da(s) praga(s) alvo descrito na bula a um único modo de ação ou ainda a um número limitado de modos de ação. O ideal é estabelecer um programa de rotação de inseticidas com pelo menos 3 modos de ação distintos, usando o conceito de "intervalos de aplicação".
1. Usar BeneviaTM ou outro produto do grupo químico das Diamidas Antranílicas (Grupo 28), dentro de um "intervalo de aplicação" de cerca de 30 dias. Aplicações sucessivas de BeneviaTM podem ser feitas, desde que o período residual total do 'intervalo de aplicações" com BeneviaTM não exceda o período de duração de uma geração da praga alvo. Siga as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
2. Após um "intervalo de uma ou mais aplicações" com BeneviaTM ou outro produto do grupo químico das Diamidas Antranílicas (Grupo 28), e havendo necessidade de tratamentos adicionais para o controle da praga em questão, deve-se rotacionar com outro modo de ação efetivo. Ou seja, não se deve aplicar inseticidas do mesmo modo de ação em dois intervalos de aplicação sucessivas.
3. O período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Diamidas Antranílicas (Grupo 28) não deve exceder 50% do ciclo da cultura.
4. Não realizar mais aplicações do que sugeridas nesta bula de BeneviaTM ou outro ingrediente ativo do Grupo 28 na mesma geração do inseto na mesma cultura.
5. A aplicação na próxima geração da praga deverá ser realizada com produto eficiente e com diferente modo de ação (e que não seja do Grupo 28).
6. Evitar o uso de doses menores ou maiores que as doses recomendadas na bula.
7. Sempre que possível, fazer as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis dos insetos-praga a serem controlados.
8. Monitorar as populações de pragas quanto à suscetibilidade das mesmas aos inseticidas registrados para o seu controle.
Para obtenção de informações adicionais sobre modo de ação dos inseticidas, manejo e monitoramento de resistência, visite o site do IRAC, no endereço www.irac-online.org.br.