Bula Bold - Iharabras

Bula Bold

CI
Acetamiprido; Fenpropatrina
8017
Iharabras

Composição

Acetamiprido 75 g/L
Fenpropatrina 112,5 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Contato, Ingestão, Translaminar, Sistêmico

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Anthonomus grandis (Bicudo)
Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro)
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)
Tetranychus urticae (Ácaro rajado)

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Oebalus poecilus (Percevejo do arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tibraca limbativentris (Percevejo) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Aveia

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Centeio

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Cevada

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Ervilha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)
Euschistus heros (Percevejo marrom)

Feijão-caupi

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca)

Milheto

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho)
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Rhopalosiphum maidis (Pulgão)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Rosa

Calda Terrestre Dosagem
Macrosiphum rosae (Pulgão roxo da roseira)

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca)
Euschistus heros (Percevejo marrom)
Spodoptera eridania (Lagarta das folhas)

Sorgo

Calda Terrestre Dosagem
Rhopalosiphum maidis (Pulgão)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Triticale

Calda Terrestre Dosagem
Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde)
Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo)
Rhopalosiphum graminum (Pulgão verde dos cereais)
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho)

Conteúdo: 0,2; 0,25; 1; 5; 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

“BOLD” é um inseticida de contato e de ingestão, translaminar e sistêmico, usado para o controle de pragas nas culturas: Algodão, Amendoim, Arroz, Arroz irrigado, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Milheto, Milho, Rosa, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicar BOLD nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado. As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

- Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.

Aplicação Via Terrestre

A boa eficiência de aplicação, entre outros fatores, destaca um conjunto de características e ações que devem ser rigorosamente observadas, tais como:

- Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.

- Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

- Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas a mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

- Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.

- Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

Aplicação Via Aérea

Esta modalidade de aplicação é indicada para as culturas: Algodão, Amendoim, Arroz, Arroz irrigado, Aveia, Centeio, Cevada, Ervilha, Feijão, Feijão-caupi, Milheto, Milho, Rosa, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale. Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aero agrícolas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável. Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

- Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. . Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

- Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.

- Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.

- Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.

- Volume de calda: 10 a 40 L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

- Condições Climáticas: Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
• Umidade relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade média do vento entre 3 e 10 km/hora.

Observação: Seguir as recomendações de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Amendoim, Ervilha, Feijão e Feijão-caupi: 14 dias
Arroz, Arroz irrigado e Soja: 30 dias
Aveia, Cevada, Centeio, Trigo e Triticale: 15 dias
Algodão, Milheto, Milho e Sorgo: 7 dias
Rosa: Uso não alimentar.
Soja 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido a resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos ao "BOLD", quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agr6nomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.orq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www. agricultura.gov. br).