Bula Bold - Iharabras

Bula Bold

acessos
Acetamiprid
8017
Iharabras

Composição

Acetamiprido 75 g/L Neonicotinóide
Fenpropatrina 112.5 g/L Piretróide

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Contato, Ingestão, Translaminar, Sistêmico

Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. - Aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Realizar a aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. - Aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga
Pulgão
(Rhopalosiphum maidis)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha - - Realizar aplicação no início da ocorrência da praga
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão roxo da roseira
(Macrosiphum rosae)
2,5 a 5 mL p.c./100L água 500 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Aplicar no início da ocorrência da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 500 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Aplicar quando for observado o início de infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação da cultura
Percevejo marrom
(Euschistus heros)
400 a 500 mL p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com 7 dias de intervalo - Realizar a aplicação quando for observado o início de infestação
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
400 a 500 mL p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. - Aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas
Pulgão
(Rhopalosiphum maidis)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. - Realizar aplicação no início da ocorrência da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Percevejo barriga verde
(Dichelops melacanthus)
400 a 500 mL p.c./ha 200 L p.c./ha 20 a 30 L de calda/ha Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 7 dias. - Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga

Conteúdo: 0,2; 0,25; 1; 5; 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
"BOLD" é um inseticida de contato e de ingestão, translaminar e sistêmico, usado para o controle de pragas nas culturas: Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Rosa, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Aveia:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo de 2 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. Volume de calda recomendado de 200 L/ha.
Centeio:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 02 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. Volume de calda recomendado de 200 L/ha.
Cevada:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias após a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 02 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. Volume de calda recomendado de 200 L/ha.
Milheto:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Realizar aplicação logo após a emergência do milheto quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Volume de calda de 200 L/ha.
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Volume de calda de 150 a 200 L/ha.
Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
Milho:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Realizar aplicação logo após a emergência do milho quando for constatada a presença da praga. Em áreas de histórico e de maior pressão, deve-se utilizar a maior dose. Caso seja necessário, devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Volume de calda de 200 L/ha.

Pulgão-do-milho (Rhopalosiphum maidis): Realizar aplicação no inicio da ocorrência da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Volume de calda de 150 a 200 L/ha
Realizar no máxima, 2 aplicações por ciclo da cultura.
Rosa:
Pulgão-roxo-da-roseira (Macrosiphum rosae): Realizar monitoramento constante para verificar a ocorrência da praga. Realizar aplicação no inicio da ocorrência da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 500 L/ha.
Soja:
Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura, conforme resultados dos ensaios de resíduos.
Mosca-branca (Bemisia tabaci Raga B): Inspecionar periodicamente a lavoura realizar aplicação quando for observado o inicio de infestação de adultos na área, ou conforme nível de infestação na cultura. Caso seja necessário devido a reinfestagao, realizar 2 aplicações com intervalo de sete dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a major dose. Volume de calda recomendado de 150 L/ha.
Percevejo-marrom (Euschistus heros): Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo 1 vez por semana. Recomenda-se realizar a batida de pano em um metro` linear de um lado da fileira de soja nos momentos mais frescos do dia. Realizar aplicação quando for observado o inicio de infestação. No máxima dois percevejos maiores que 0,4 cm por metro linear em áreas de produção de grãos e no máximo um percevejo major que 0,4 com em áreas de produção de sementes. Caso seja necessário devido a reinfestação, realizar 2 aplicações com intervalo de 7 dias. Utilizar a dose menor em condições de menor infestação da praga. Em maiores infestações da praga, utilizar a major dose. Volume de calda de 150 L/ha. Volume de calda recomendado de 150 L/ha.
Sorgo:
Pulqão-do-milho (Rhopalosiphum maidis): Realizar aplicação no inicio da ocorrência da praga. Utilizar volume de calda de 200 L/ha.
Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): Realizar monitoramento constante e aplicar impreterivelmente sobre as lagartas ainda pequenas, ou quando estiverem causando danos iniciais de raspagem nas folhas. Aplicar no máximo quando houver 20% de plantas com os sintomas de raspagem nas folhas. Volume de calda de 150 a 200 L/ha.

Trigo:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Inspecionar periodicamente a lavoura atraves de batidas de pano, no minimo uma vez por semana. Iniciar as aplicagOes foliares no inicio da infestag~o da praga. Repetir a aplicagao 7 dias apas a primeira aplicagao, nao ultrapassando o limite maximo 02 aplicagc5es durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de seguranga. Volume de calda recomendado de 200 L/ha.
Triticale:
Percevejo-barriga-verde (Dichelops melacanthus): Inspecionar periodicamente a lavoura através de batidas de pano, no mínimo uma vez por semana. Iniciar as aplicações foliares no inicio da infestação da praga. Repetir a aplicação 7 dias ap6s a primeira aplicação, não ultrapassando o limite máximo 02 aplicações durante o ciclo da cultura, sempre respeitando o intervalo de segurança. Volume de calda recomendado de 200 L/há.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
"BOLD" é apresentado na forma de Emulsão de óleo em água (EW), e pode ser aplicado com
pulverizadores ou equipamentos terrestres e aéreos. São usados pulverizadores costal manual ou motorizado, tratorizados de barra, aviões com barras ou atomizadores, ou outros tipos de equipamentos.
Preparo da calda: Encher com água o tanque do pulverizador com 3/4 da capacidade. Com o sistema de agitação do tanque do pulverizador funcionando, adicionar lentamente o produto diretamente no tanque do pulverizador de acordo com as doses recomendadas. Completar o volume do tanque com água. Deve-se respeitar os volumes de calda recomendados para que seja possível proporcionar uma boa cobertura da área a ser tratada.
Via terrestre:
Utilizar turbo atomizador ou pistola equipado com bicos apropriados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme da toda a parte aérea da planta. No caso de pulverizador tratorizado de barra, equipar com bicos ou pontas tipo leque, mas utilizar preferencialmente com bicos ou pontas de jato cônico vazio da série JA ou D. Utilizar nesta série o difusor 23 ou 25 de acordo com as variações da umidade relativa do ar nas áreas de aplicação, de forma a se obter um diâmetro de gotas de 110 a 140 µm e uma densidade de 50 a 70 gotas/cm2, sobre o local onde o alvo biológico se situa. A pressão de trabalho para os bicos recomendados deverá ser de 80 a 120 libras. Utilizar turbo atomizador conforme regulagem acima citados, e procurar através de volume de calda e tamanho de gotas obter uma aplicação com cobertura uniforme de toda a parte aérea da planta.

Via aérea:
- Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é indicada para a cultura Aveia, Centeio, Cevada, Milheto, Milho, Rosa, Soja, Sorgo, Trigo e Triticale
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3.000/5.000;
Volume de aplicação:
Com barra: 20 - 30 L/ha;
Com Micronair: máximo de 18 L / micronair / minuto.
Altura do voo: com barra ou micronair: 4 — 5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo Ipanema.
Tamanho/densidade de gotas: 110 - 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm2.

No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) inferior a 450 •
Usando Micronair, o número de atomizadores devem ser quatro, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda operação de preparo da calda e aplicação.
- Condições climáticas:
Atentar-se para as condições climáticas para as aplicações terrestres e aéreas a fim de garantir boa deposição de gotas sobre o alvo:
A temperatura ambiente deve ser no máximo de 30°C;
A umidade do ar não deve ser menor que 50%
A velocidade do vento deve ser de 3 a 10 Km/h
Observação: Seguir as recomendações de aplicação acima indicadas e consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Aveia —15 dias
Centeio — 15 dias

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido a resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos ao "BOLD", quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agr6nomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.orq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www. agricultura.gov. br).