Bula Bravonil 500

acessos
Chlorothalonil
1188491
Syngenta

Composição

Clorotalonil 500 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Phoma arachidicola)
2,5 a 3,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2,5 a 3,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha preta
(Cercospora personata)
2,5 a 3,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
1 a 2 L p.c./ha 250 a 500 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 15 dias até fins de maio ou início de junho. 7 dias. Iniciar as aplicações em novembro, logo no surgimento dos sintomas da doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2,5 a 3,5 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 a 3,5 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha das folhas
(Cercospora carotae)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a cada 10-15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora sparsa)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. Uso não alimentar. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Efetuar basicamente 2 aplicações: a 1ª no florescimento e a 2ª, 15 a 20 dias após a 1ª. 7 dias. Efetuar basicamente 2 aplicações: a 1ª no florescimento e a 2ª, 15 a 20 dias após a 1ª
Míldio
(Peronospora manshurica)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Efetuar basicamente 2 aplicações: a 1ª no florescimento e a 2ª, 15 a 20 dias após a 1ª. 7 dias. Efetuar basicamente 2 aplicações: a 1ª no florescimento e a 2ª, 15 a 20 dias após a 1ª
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
300 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
300 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
300 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - epetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Septoriose
(Septoria lycopersici)
300 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - Repetir a cada 7 a 10 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
300 mL p.c./100L água 2 a 3 L de calda / planta - Repetir o tratamento a cada 7 dias até o florescimento. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 mL p.c./100L água 2 a 3 L de calda / planta - Repetir o tratamento a cada 7 dias até o florescimento. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação
Míldio
(Plasmopara viticola)
300 mL p.c./100L água 2 a 3 L de calda / planta - Repetir o tratamento a cada 7 dias até o florescimento. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
300 mL p.c./100L água 2 a 3 L de calda / planta - Repetir o tratamento a cada 7 dias até o florescimento. 7 dias. Começar as aplicações no início da brotação

Frasco plástico de 1 litro. Bombona plástica de 5 litros e balde metálico de 20 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
BRAVONIL 500 trata-se de um fungicida a ser utilizado em pulverização nas culturas de amendoim, banana, batata, berinjela, cenoura, feijão, melão, melancia, pepino, pimentão, rosa, soja, tomate e uva, para controle de doenças.

MODO DE APLICAÇÃO:

Via Terrestre
Usar pulverizador tratorizado de barra com bicos de jato cônico tipo TEEJET X2 ou X3, tamanho de gotas de 250 µm e densidade de gotas de 50 a 70 gotas/cm2.
Condições climáticas: as aplicações devem ser feitas em condições de temperatura menor que 27° C e umidade relativa do ar acima de 60%. Ventos até 15 km/h. A velocidade do trator deve ser em torno de 6 km/h e pressão de 40 a 60 libras/polegada quadrada.

Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

Via aérea
Uso de barra ou atomizador rotativo "micronair":
• Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/ha.
• Altura do vôo: com barra, 2 a 3 m; com "micronair", 3 a 4 m.
• Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m.
• Tamanho e densidade de gotas: 80µm, com mínimo de 60 gotas/cm2
Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo-se ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva e deposição.
No caso de barra, usar bicos de jato cônico, pontas D6 a D12, disco (core) inferior a 45°.
Usando-se "micronair", o número de atomizadores deve ser de 4, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir tabela sugerida pelo fabricante.
O sistema de agitação, do produto no tanque, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Obs: Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):

CULTURA DIAS
Amendoim 14
Banana (1)
Batata 7
Berinjela 7
Cenoura 7
Feijão 14
Melão 7
Melancia 7
Pepino 7
Pimentão 7
Rosa UNA
Soja 7
Tomate 7
Uva 7
(1) Intervalo de Segurança: sem restrições
UNA = Uso não alimentar

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Não aplicar em mistura com óleo mineral e vegetal, pois poderá ocorrer fitotoxicidade.
Outras restrições a serem observadas:
Na cultura da uva observar o período em que o produto não deve ser aplicado, pois poderá ocorrer fitotoxicidade em frutos.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.




DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.



PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,
animais e pessoas.


PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas
em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável;
máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro
mecânico classe P2 / ou P3 quando necessário); óculos de segurança com
proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.



PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão
hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro
mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário)/ máscara com filtro combinado (filtro
químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/ ou P3 quando
necessário); óculos de segurança com proteção lateral/viseira facial; touca árabe e
luvas de nitrila.



PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e
manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término de intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o
uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados
na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do
produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do
fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão
de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de
borracha.



PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite
a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeáveis, por exemplo.

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismo de toxicidade, no quadro acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos: (PF)
? DL50 oral em ratos: > 300 mg/kg
? DL50 dérmica em ratos: > 4000 mg/kg
? DL50 inalatória: > 2,24 mg/L.
? Irritação dérmica: pouco irritante.
? Irritação ocular: altamente irritante.
? Sensibilização: não sensibilizante.


Efeitos crônicos:
Clorotalonil: administração de Clorotalonil na dieta de cães causou redução do peso
corporal, anemia leve e alterações histopatológicas no fígado, rim, tireóide e estômago. Nos
estudos de carcinogenicidade em animais (camundongos, ratos) demonstrou-se um
incremento na incidência de tumores dos túbulos renais, maior em machos, e de
carcinomas e papilomas do pré-estômago, predominantes em fêmeas. Não foi encontrado
em cães. Os estudos não demonstraram genotocixidade. Efeitos na reprodução e no
desenvolvimento em animais: a altas doses, Clorotalonil causou toxicidade materna (morte,
diarréia, alopecia, diminuição no ganho de peso e no consumo de alimentos). Abortos pósimplantação
foram observados a doses tóxicas maternas. Os seguintes achados foram
encontrados em estudos com Clorotalonil na dieta de duas gerações de ratos: hiperplasia e
hipertrofia epitelial tubular renal (ambos sexos), hiperplasia e cariomegalia de células claras
renais (machos); hiperqueratose e hiperplasia do epitélio escamoso do pré-estômago;
diminuição significativa no peso dos filhotes. Lesões renais foram mais graves nos ratos
machos.
Propilenoglicol: gatos expostos cronicamente pela via oral ao PG, desenvolveram
depressão, ataxia, acidose láctica, anemia hemolítica. Não há evidências de efeitos
carcinogênicos, reprodutivos, sobre o desenvolvimento ou endócrinos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:


? Este produto é
? Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
? Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
? Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
? Não utilize equipamentos com vazamento.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
? Aplique somente as doses recomendadas.
? Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
? A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação
do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
? Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a
500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para
abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água,
moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
? Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.


INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO
E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
? Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
? O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
? A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
? O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
? Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
? Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
? Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
? Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
? Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
? Isole e sinalize a área contaminada.
? Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE
CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-704-4304.
Pag. 11 - 14
? Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável ou
hidrorrepelente, luvas e botas de borracha, óculos de segurança e máscara com filtro).
? Em caso de derrame, estanque o escoamento, impedindo que o produto atinja bueiros,
drenos ou corpos d’água e siga as instruções abaixo:
? Piso pavimentado: coloque material absorvente (por exemplo, serragem, terra ou
areia) sobre o conteúdo derramado. Recolha o material com auxílio de uma pá e
coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do
telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
? Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado,
recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
? Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou
animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto
envolvido.
? Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS
PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:


EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL


LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente
após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador,
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la
invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30
segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem
sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da
embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve
ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das
embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens lavadas.



DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local
indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM FLEXÍVEL


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de
seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o
término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.


TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com
lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.



EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)


ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado
em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local
onde são guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto
ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente
poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas
pelos órgãos competentes.


É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM


VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO


INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a

saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o
registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo
de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por
órgãos ambientais competentes.


TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não mistrurar com óleo mineral.