Bula Bumper - Adama

Bula Bumper

acessos
Propiconazol
5209
Adama

Composição

Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações, em intervalo de 14 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações, em intervalo de 14 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Queima foliar
(Microdochium oryzae)
0,5 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar duas aplicações, em intervalo de 14 dias. 45 dias Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias No início da elongação aplicar quando a doença apresentar pelo menos uma pústula de ferrugem em 15 a 20% das folhas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha 15 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 6 aplicações, com intervalos médios de 28 dias. 1 dia Para a região Centro-Sul o período de maior ocorrência da doença é de outubro a maio. Realizar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença
Sigatoka negra
(Mycosphaerella fijiensis)
0,4 L p.c./ha 15 L de calda/ha 15 L de calda/ha (aéreo) O intervalo entre aplicações dependerá das condições favoráveis ou não ao patógeno. Em condições de alta pressão, utilizar intervalos de 14 dias entre as aplicações. 1 dia Aplicar preventivamente ao aparecimento dos sintomas principalmente visando à proteção das folhas mais novas (número 0, 1 e 2). O número e o início das aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento da doença na cultura. Recomenda-se fazer a vistoria periódica nas lavouras e iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, realizando-se até 6 aplicações. Recomenda-se fazer a rotação de ingredientes ativos como medida preventiva à resistência
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Realizar o tratamento a partir da elongação, sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 30 dias Realizar o tratamento a partir da elongação, sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - As reaplicações devem ser feitas de acordo com a presença e intensidade da infecção a intervalos de 15 dias. Podem ser realizadas até 3 aplicações. 15 dias Aplicar a partir do estádio de 3ª folha trifoliolada
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - As reaplicações devem ser feitas de acordo com a presença e intensidade da infecção a intervalos de 15 dias. Podem ser realizadas até 3 aplicações. 15 dias aplicar após o final do florescimento
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - As reaplicações devem ser feitas de acordo com a presença e intensidade da infecção a intervalos de 15 dias. Podem ser realizadas até 3 aplicações. 15 dias Aplicar após o final do florescimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha - Podem ser realizadas até 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias. 21 dias Iniciar a aplicação quando a infecção foliar da doença atingir 20%. A cultura deverá estar no estágio de final de floração.Acrescentar 20 mL de espalhante adesivo por 100 litros de água
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado e repetido quando a presença do patógeno atingir 30 a 40% de incidência foliar a partir do afilhamento até o estágio de grãos em massa mole
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado quando a doença ocupar em média de traços a 5% da área fotossintética (colmo + folhas)
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser como controle preventivo, pela deposição nas anteras, no momento da antese, quando as condições climáticas forem de temperatura de 20-25º C e molhamento de 48 horas consecutivas
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 10 L de calda/ha (aéreo) Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias. 30 dias O tratamento deve ser iniciado e repetido quando a presença do patógeno atingir 10 a 15% de incidência foliar a partir do afilhamento até a emissão da folha bandeira

Frasco plástico de 100, 150, 250, 500 e 1000 mL.
Balde plástico de 20 e 50 L.
Tambor plástico 100 e 200 L.
Frasco metálico de 1L.
Bombona de plástico de 5 e 10 L.
Balde metálico de 5, 10, 20 e 50 L.
Tambor metálico de 100 e 200 L.
Tanque portátil em aço inoxidável, tipo carreta container, provido de estruturas metálicas, equipamentos e válvulas de segurança de 10.000, 15.000 e 20.000 Litros.

INSTRUÇÕES DE USO:
CULTURAS:
BUMPER é um fungicida com modo de ação sistêmico indicado para o controle de doenças nas culturas de arroz, aveia, banana, cevada, feijão, soja e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ARROZ: Iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir a cada 14 dias. Realizar até 2 aplicações.

AVEIA: No início da elongação aplicar quando a doença apresentar pelo menos uma pústula de ferrugem em 15 a 20% das folhas. Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias.

BANANA: O produto é indicado para ser aplicado em mistura com água e/ou óleo mineral.
Mal-de-Sigatoka: Para a região Centro-Sul o período de maior ocorrência da doença é de outubro a maio. Realizar aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, com intervalos médios de 28 dias. Realizar até 6 aplicações.
Sigatoka-negra: Aplicar preventivamente ao aparecimento dos sintomas principalmente visando à proteção das folhas mais novas (número 0, 1 e 2). O intervalo entre aplicações dependerá das condições favoráveis ou não ao patógeno. Em condições de alta pressão, utilizar intervalos de 14 dias entre as aplicações. O número e o início das aplicações dependem das condições climáticas que podem favorecer ou retardar o aparecimento da doença na cultura. Recomenda-se fazer a vistoria periódica nas lavouras e iniciar as aplicações no aparecimento dos primeiros sintomas, realizando-se até 6 aplicações.
Recomenda-se fazer a rotação de ingredientes ativos como medida preventiva à resistência.

CEVADA: Realizar o tratamento a partir da elongação, sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada. Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias.

FEIJÃO: Para o controle de antracnose, aplicar a partir do estádio de 3ª folha trifoliolada. No caso de mancha-angular e de ferrugem aplicar após o final do florescimento. As reaplicações devem ser feitas de acordo com a presença e intensidade da infecção a intervalos de 15 dias. Podem ser realizadas até 3 aplicações.

SOJA:
Oídio: Iniciar a aplicação quando a infecção foliar da doença atingir 20%. A cultura deverá estar no estágio de final de floração.
Podem ser realizadas até 2 aplicações com intervalos de 15 a 20 dias.
Ferrugem-da-soja: Aplicar no aparecimento dos primeiros sintomas, repetir caso necessário se houver reincidência da doença. Realizar até duas aplicações com intervalo de 15 a 20 dias.

TRIGO: O tratamento deve ser iniciado e repetido quando a presença do patógeno atingir os seguintes parâmetros:
Ferrugem-da-folha: 30 a 40% de incidência foliar a partir do afilhamento até o estágio de grãos em massa mole.
Oídio: 10 a 15% de incidência foliar a partir do afilhamento até a emissão da folha bandeira.
Ferrugem-do-colmo: quando a doença ocupar em média de traços a 5% da área fotossintética (colmo + folhas).
Mancha-das-glumas, Mancha-salpicada, Helmintosporiose, Mancha-amarela: sempre que a doença atingir o índice de traços a 5% de área foliar infectada.
Giberela: controle preventivo, pela deposição de BUMPER nas anteras, no momento da antese, quando as condições climáticas forem de temperatura de 20-25º C e molhamento de 48 horas consecutivas.
Podem ser realizadas até 3 aplicações com intervalos de 15 dias.

Observação: Considera-se como incidência foliar a porcentagem do número de folhas com a presença do patógeno.

MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação deve ser feita na forma de pulverização com equipamentos terrestres ou aéreos. No caso das culturas de arroz, aveia, cevada, feijão, soja e trigo o produto deverá ser diluído previamente em água.
Na cultura da banana o produto poderá ser diluído com óleo mineral na seguinte proporção: 14,6 litros de óleo + 0,4 litros de BUMPER.
O produto deve ser aplicado com equipamentos com agitação contínua da calda, terrestres, como pulverizadores costais (manual ou motorizado), tratorizados com barra, turbo atomizadores ou através de aeronaves (avião ou helicóptero).

Aplicação terrestre
Bicos: XR 110 02VS (malha 50).
Pressão: 1 a 2 bar (1 bar = 14,22 lb/pol2).
Tamanho de gotas: 200 micra.
Densidade de gotas: maior que 100 gotas/cm2.

Aplicação aérea
Bicos: série D com difusor 25 a 45.
Pressão: 20 a 30 lb/pol2.
Densidade de gotas: maior que 20 gotas/cm2.
Altura de vôo: 3 a 4 metros.
Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m (aeronave Ipanema).

Para o controle da Sigatoka-negra na cultura da banana:
Aplicação aérea
Para aplicação aérea utilizar pontas do tipo micronair ou bicos obedecendo ao limite de 15 L/ha.
Aplicação terrestre
Para aplicação terrestre tratorizada o equipamento adequado é um atomizador com lança de 4 a 6 metros de altura, ou um atomizador costal, obedecendo às mesmas condições de aplicação indicadas para a aplicação aérea.
A quantidade de calda deverá ser de 15 L/ha aplicado em ultra baixo volume.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação via terrestre e aérea do produto, tais como:
- Temperatura ambiente até 30ºC;
- Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
- Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h;

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Arroz ................................. 45 dias
Aveia ................................ 30 dias
Banana .............................. 1 dia
Cevada .............................. 30 dias
Feijão ................................ 15 dias
Soja ................................... 21 dias
Trigo ................................. 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
• Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações.
• Não aplicar o produto em dias nublados ou na probabilidade de ocorrência de chuvas e ventos fortes. Caso ocorram chuvas logo após a pulverização, repetir a aplicação do fungicida.
• Evitar aplicações sob condições de orvalho na cultura. Aplicar somente após seu desapareimento.

Precauções Gerais:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções na preparação da calda:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial e luvas de nitrila.

Precauções durante a aplicação:

Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião) aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral ou viseira facial, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água con-ente e sabão neutro.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR PROPICONAZOL - INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Triazol
Classe toxicológica: III - Medianamente tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: Estudos com ratos mostrou rápida absorção no trato gastrintestinal e rápida excreção através da urina e fezes em 24 horas.
Mecanismos de toxicidade: O propiconazole apresenta baixa toxicidade aguda a humanos e animais e a sintomatologia da intoxicação é inespecífica.
Sintomas e sinais clínicos: Não foram observados sintomas de alarme. Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.
Diagnóstico: não foram observados sintomas de alarme.
Provas laboratoriais associadas a confirmação de exposição ao produto. Provas de função hepática e urinária, detecção do produto no vômito coletado ou lavado da pele. Doseamento de resíduos do produto no sangue.
Tratamento: O profissional de saúde deve utilizar avental e botas impermeáveias, e luvas.
A critério médico, utilizar ANTÍDOTOS de ação ampla que modifiquem a toxicocinética e ou a toxicodinâmica do protudo, com carvão ativado ( adsorção digestiva) e purgativos salinos (catarse).
O tratamento deve ser instituído a critério médico e envolve a lavagem gástrica em caso de ingestão de grande quantidade do produto e a higienização das áreas do corpo do paciente atingidas, dando atençao especial às regiões que sofreram maior depósito ou que podem reter o produto ( cabelo, ouvido, axilas, umbigo, unhas e genitais).
Observar o paciente até a regressão total dos sintomas.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração e pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não há como caracterizar seus efeitos sinérgicos.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar 0 caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação ( SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: 0800 400 7505

Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente ( Classe II).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
- Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos
d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONVERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de outro material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas
ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal .
Em caso de acidentes:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MILENIA AGROCIÊNCIAS S/A -
Telefone da empresa: 0800-400-7505 e o CCI - Centro de Controle de Intoxicações: (Oxx43) 3371-2244.
- Utilize os equipamentos de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou copos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso Pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco (PQS), COz e neblina de água ou espuma, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁ VEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até Y4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água da lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água da lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁ VEL
Esta embalagem não pode ser lavada
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS V AZIAS
A destinação das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM V AZIA E RESTOS DE PRODUTO
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgãos ambientais componentes.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Outras práticas de controle devem ser aplicadas sempre que disponíveis, visando à proteção das plantas e do meio ambiente. As táticas de controle devem incluir o monitoramento dos patógenos, o uso correto do produto quanto à época, princípio ativo, à dose, ao modo de aplicação e à tomada de decisão, visando assegurar resultados econômico, ecológico e sociologicamente favoráveis.

Qualquer produto utilizado no controle de doenças de forma inadequada pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida útil dos fungicidas e também manter sua performance:
• Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, da mesma classe e com alto risco de resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo ciclo da cultura.
• Fazer a alternância e a rotação entre produtos de contato e produtos com modo de ação específico (sistêmicos).
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
• Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser encaminhados para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).