Bula Cigaral

acessos
Imidacloprid
2710
ANASAC Brasil

Composição

Imidacloprido 700 g/kg Nicotinóide

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
70 a 100 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - 10 dias. 30 dias. 5 a 10 % das plantas apresentarem pulgões, manter controle até 60 dias após a germinação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
700 g.p.c./ha 100 a 180 L de calda/ha - Único. Não determinado. Início da infestação, quando encontrados as primeiras ninfas
Cupim
(Heterotermes tenuis)
680 g.p.c./ha 100 a 180 L de calda/ha - Único. Não determinado. Sobre os toletes em sulco de plantio
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
5 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Início da infestação, quando 10 % dos ramos estiverem infestados
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha verde
(Empoasca kraemeri)
150 a 250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - 14 dias. 21 dias. Quando constatado a presença da praga na área
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
360 g.p.c./ha 240 L de calda/ha - Único. Uso não alimentar. Anterior ou posterior o transplante para a lavoura dependendo do sistema de cultivo
Pulgão verde
(Myzus persicae)
300 a 360 g.p.c./ha 240 L de calda/ha - Único. Uso não alimentar. Anterior ou posterior o transplante para a lavoura dependendo do sistema de cultivo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
143 g.p.c./ha 500 L de calda/ha - 4 a 5 dias. 7 dias. Logo após o aparecimento da praga na lavoura

Envelope trilaminado plástico/alumínio (contendo bolsa hidrossolúvel):
0,03; 0,1; 0,2; 0,5 e 1kg.

Barrica fibra com saco plástico interno:
20, 50 ou 100 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

Cigaral é um inseticida sistêmico de ação de contato e ingestão, recomendado para o controle de pragas' nas culturas de algodão, cana-de-açúcar, citros, feijão, fumo e tomate.

CULTURAS USO E DOSES: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão: Realize no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, obedecendo a intervalos mínimos de 10 dias entre aplicações. Em cultivares suscetíveis a virose, inicie as aplicações quando 5 a 10% das plantas apresentarem pulgões, mantendo o controle até 60 dias após a germinação, principalmente. Use outros inseticidas se necessário.

Cana-de-açúcar: Realize uma única aplicação durante a safra. Cigarrinha-das-raízes(soqueiras de cana-de-açúcar após a colheita da cana crua): aplique no início da infestação, quando forem encontradas as primeiras ninfas da cigarrinha-das-raízes nas bases das soqueiras da cana-de-açúcar. Cupins (plantios novos): aplique preventivamente sobre os toletes, nos sulcos de plantio, antes da operação de cobertura.

Citros: Realize no máximo 4 aplicações durante a safra da cultura, obedecendo a intervalos de 14 dias. Aplique no início da infestação, quando 10% dos ramos (ponteiros de brotações novas das plantas) estiverem infestados (presença de larvas do 10 e 20 estágios).

Feijão: Realize no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, obedecendo a intervalos mínimos de 14 dias entre cada aplicação.

- Mosca-branca: Inicie as aplicações quando for observada a presença da mosca-branca na lavoura. O período crítico vai desde a emergência até a fase de florescimento (período em que a cultura é mais suscetível ao vírus-do-mosaico-dourado, transmitido pela mosca-branca). Faça alternância com outros produtos recomendados para a praga e cultura.
- Cigarrinha-verde: Aplique logo após o aparecimento das pragas.
Fumo: Realize uma única aplicação, na bandeja do float, ou na lavoura.
- No canteiro(Float) (rega): Aplique Cigaral preventivamente, na forma de rega ou pulverização sobre as mudas na bandeja do "float", antes do transplante para a lavoura.
- Na lavoura (drench): Aplique Cigaral preventivamente, em jato dirigido a cada planta, na forma de drench (esguicho), logo após o transplante na lavoura.

Tomate: Realize no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura. Inicie as aplicações logo após o aparecimento da mosca-branca na lavoura. Aplique a Intervalos de 4 a 5 dias entre cada apllcaçao. Faça alternância com outros produtos recomendados para a praga e cultura.
MODO DE APLICAÇÃO:

CIGARAL deve ser aplicado diluído em água. Adicione a dose recomendada diretamente no tanque do pulverizador contendo cerca de % do volume total de água. Mantenha a calda sob agitação. Complete o volume do tanque com água, e mantenha a calda em agitação até o final da aplicação. Utilize um espa¬Ihante adesivo não iônico, para as aplicações em algodão e cana-de-açúcar.

Algodão: Aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando-se pulverizador de barra, tratorizado, equipado com bicos cônicos série D ou similares, gastando-se volume de calda de 200 Uha.

Cana-de-acúcar: Utilize pulverizador costa I manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, equipados com bicos de jato plano (leque). Aplique via pulverização em jato dirigido à base das touceiras das soqueiras da cana-de-açúcar, de maneira a atingir as ninfas da cigarrinha-das-raízes protegidas pela espuma. Aplique em ambos os lados da linha de plantio. Utilize volume de calda de 100 a 180 L/ha.

Citros: Aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando-se pulverizador costa I manual ou motorizado, pulverizador tratorizado, equipados com bicos cônicos, dando boa cobertura de toda a copa da planta. Utilize até 2.000 L de calda/ha.

Feijão: Aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando-se pulverizador costal manual ou motorizado, pulverizador tratorizado de barras, equipados com bicos cônicos série D ou similares, utilizando-se volume de calda de 300 L/ha. Garantir boa cobertura, atingindo as ninfas e adultos que se localizam na parte inferior das folhas.

Fumo - no canteiro (Float) (rega): Para o controle de pulgão-verde (Myzus persicae) e broca-do-fumo (Faustinus cubae) aplicar 360 g de CIGARAU14,7 m2de bandeja. Retire a água do float pelo menos 1 dia antes do transplante, para drenar a água das bandejas e permitir melhor absorção da calda inseticida. Prepare a calda diluindo-se a dose recomendada em 15 litros de água (suficiente para tratar 60 bandejas de 0,245 m2, totalizando 14,7 m2 ou 1 módulo padrão de mudas para o plantio de 1 ha). Aplique 250 ml de calda/bandeja, na forma de rega ou pulverização, utilizando-se um pulverizador costal manual com bico de jato plano (leque). Faça o transplante após a completa absorção da calda pelo substrato.

Fumo - na lavoura (drench): Utilize pulverizador costal manual e aplique em jato dirigido à cada planta, na forma de drench (esguicho), utilizando-se 15 ml de calda/planta, de maneira que atinja o caule e escorra até o solo. A dose recomendada deve ser diluída em água, visando-se um gasto de 240 L de calda/ha. Faça uma única aplicação logo após o transplante.

Tomate:Aplique em pulverização foliar, via terrestre, utilizando-se pulverizador costal manual ou tratorizado, pulverizador tratorizado, equipados com bicos cônicos série D ou de jato plano 11002 ou similares, garantindo uma boa cobertura, visando principalmente a parte inferior das folhas. Utilize 500L de calda/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Intervalo de Segurança
(dias)

Algodão 30
Cana-de-açúcar (1)
Citros 21
Feijão 21
Fumo U.N.A.*
Tomate 7

*(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. (*) U.N.A. = Uso Não Alimentar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES AO USO:

Não aplique cigaral com ventos superiores a 6Km/hora e no horário mas quente do dia. Não aplique o produto quando houver possibilidade de oorrer chuvas no período de 1 a 2 horas após a aplicação.

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pe ssoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com prote¬ção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de
tempo entre a última aplicação e a colheita)
- Utilize equipamentos de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com ma ngas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local tranca¬do, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos fíltros, seguindo corretamente as especificações do fabricante
- Não reutílizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirad"), leve a pessoa pra um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INTOXICAÇÕES POR IMIDACLOPRIDO
INFLRMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Neonicotinóide

Classe toxicológica:
I - extremamente tóxico.

Vias de exposição:
Oral, inalatória e dérmica.

Toxicocinética:
Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma, a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção : são independentes da via de exposição. Observa-se como média 75% da excreção via urina e o restante via fezes, pela bile excretada. O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bas¬tante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada. A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos do que em fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrado na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como os dois correspondentes de biotransformação com anel imidazolidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis pela degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino- : imidazolina e ácido c1oronicotínico, que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes. 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados foram a soma de 4- e 5-hidroxi-imidacloprido.

Mecanismos de toxicidade:
Inseticidas neonicotinóides interagem menos com os subtipos de receptores nicotínicos humanos quando comparado aos de insetos. Devido a pouca penetração através da barreira hemato-encefálica, os efeitos mediados pelo sistema nervoso central não são esperados em níveis baixos de exposição.

Sintomas e sinais clínicos:
A ingestão de imidacloprido pode causar tontura, sonolência, tremores e movimentos incoordenados. Sintomas após exposição aguda ao produto formulado (imidacloprido e outros ingredientes) incluíram falta de coordenação, tremores, diarréia e perda de peso. Estudos crânicos com ratos mostraram que a tireóide é especialmente sensível ao imidacloprido. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observaram-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e I reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina. Esses inseticidas parecem ser menos tóxicos quando absorvidos por via dérmica ou inalatória do que quando absorvidos por via oral.
A ingestão de formulações de inseticidas neonicotinóides também: pode resultar em sintomas clínicos relacionados aos surtactantes, solventes ou outros ingredientes, sendo que alguns podem ser corrosivos. Devem-se tratar os sintomas.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão.
Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos e, se necessário, utilize colírio anestésico após a lavagem. Pacientes com intoxicação via oral devem ser observados cuidadosamente para o possível desenvolvimento de irritação ou queimaduras no esâfago ou trato gastrintestinal. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimaduras no esâfago, considere ali endoscopia para determinar a extensão do dano. Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativasl (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Administre carvão ativado (240 ml de água 130 g de carvão ativado). Dose usual: 25 a 100 g em adultos adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos), e 1 g I Kg em crianças com menos de 1 ano de idade.
Reidrate o paciente que estiver perdendo fluidos através do vâmito e diarréia.

Contr-indicação:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efeitos sinérgicos:
Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.

ATENÇÃO:
Ligue para o Disque: lntoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter Informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica.
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefones de Emergência da empresa:
Cross Link Consultoria e Comércio Ltda. (11) 4197-0265 I 080 773-2022



EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 via oral: 500 mg/kg
DL50 via dérmica: > 2000 mg/kg CLso inalatória: > 5,839 mg/L
Irritação Dérmica Nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se não irritante à pele.
Irritação ocular: Nos estudos realizados em coelhos, o produto mostrou-se irritante aos olhos, com lesões na superfície da cornea, reversíveis em até 48 horas.
Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

Efeitos Crônicos:
Nos estudos realizados com ratos de laboratório durante dois anos, observou-se um retardamento no ganho de peso dos animais que receberam a dose máxima testada na dieta (900 ppm). Os ratos machos foram mais sensí¬veis que as fêmeas em relação à observação de partículas mineralizadas no colóide de folículos da tiróide. Quanto aos demais parâmetros requerídos neste tipo de estudo não foram observados n huma anormalidade ou efeitos significativos. As doses sem efeito, foram 300 ppm para ratos fêmeas e 100 ppm para tos machos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE.

Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposções constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Cross Link Consultoria e Comércio Ltda., Telefone de Emergência: (11)-4197.0265.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 , PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓRPIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em Caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, anImaiS e pessoas.

- EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LA V ADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilação, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens
Use luvas n0 manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRASNPOSTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalage cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, anImaIS e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM V AZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante a ravés do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, eqmpados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específicando, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materias.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga,
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula,
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, Biológico, etc ... ) dentro do progra¬ma de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponivel e apropriado.